4.ª Caminhada pela Saúde Mental – 15 outubro em Lisboa

Outubro 5, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A 4.ª Caminhada pela Saúde Mental está a chegar! Inscreva-se já!!

Porque prefiro que os meus filhos aprendam empatia em vez de mandarim

Setembro 28, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://uptokids.pt/ de 14 de setembro de 2016.

empatia

“Desde que sou mãe que tenho ouvido diferentes opiniões sobre o que é mais importante que os nossos filhos aprendam para ter sucesso na vida. Programação. Inglês. Xadrez. Ballet. Mandarim. Comunicação. Matemáticas. Desportos de equipa. Música. Artes marciais. “

Estou grávida de sete meses da minha terceira filha e com uma barriga gigante. No fim de um dia de trabalho, sempre que entro no metro a abarrotar é inacreditável a forma como as pessoas viram a cabeça para o outro lado e fingem que não me viram. São muito poucas as pessoas que me olham nos olhos e me cedem o lugar. Não sei se sabem mandarim, programação ou se são uns génios em matemática. Mas todas elas têm algo em comum: empatia. Empatia tal que as move e as leva a fazer algo pelos outros. É chamada Empatia em ação.

Esta é a empatia que move as pessoas a fazer coisas pelo próximo. A ajudar a construir uma maternidade, a doar o seu tempo e esforço por uma causa em comum. A que leva um jovem a montar uma iniciativa social na sua escola.

A Empatia em Ação é de extrema importancia na formação de uma criança não só por ajudar o próximo, mas também por se tornar uma competência essencial para se ser bem sucedido e feliz. A empatia é o que faz que uma pessoa trabalhe bem em equipa, que seja um bom líder, que uma empresa concentre o seu serviço às verdadeiras necessidades do cliente, ou que um jovem saiba como atuar numa entrevista de trabalho.

A empatia não surge quando olhamos à nossa volta. A empatia faz-nos olhar de outra maneira à nossa volta, focando-nos nas necessidades e preparando a ação.

LER TAMBÉM ESTAMOS A CRIAR CRIANÇAS GENTIS?

A Empatia em Ação leva-nos a inovar e torna-nos mais pragmáticos, mais bem sucedidos e mais felizes. E claro, ajuda a tornar o mundo melhor.

A boa notícia é que a empatia se pode aprender e praticar. Existem empreendedores sociais, como a canadense Mary Gordon, que impulsiona a empatia em escolas há quase 20 anos, e tem promovido os benefícios objetivos da empatia.

Também em Espanha, há colégios que estão a trabalhar a Empatia em Ação com os seus alunos e têm conseguindo resultados excelentes. As crianças do Ensino Fundamental de Canárias, pela primeira vez, terão a sorte de ter a disciplina – obrigatória e avaliativa – “Educação Emocional e para a Criatividade”, onde duas vezes por semana trabalharão a empatia e outras emoções. Hoje em dia este tipo de indicadores não faz parte dos rankings dos top 100 colégios da Espanha, que continuam, infelizmente, centrados nos resultados quantitativos de avaliação. Mas se todos valorizarmos, praticarmos e ensinarmos a Empatia aos nossos filhos, tal como aconteceu com as regras e outros valores sociais e morais noutros tempos, as coisas irão mudar.

Eu quero que os meus filhos desenvolvam a empatia. Para que não virem a cabeça para o outro lado. Para que sejam pessoas ativas e que se importam com o que se passa à sua volta. Para que façam algo pelos outros. Para que tenham êxito pessoal e profissional. E para que quando forem à China, sejam capazes de entender os moradores locais com apenas um olhar.

Das crianças que trabalharam a empatia em salas de aula:

  • 78%  incrementaram a sua atitude e conduta perante os colegas;
  • 74% aceitaram melhor os colegas;
  • 71% aprenderam a avaliar as situações em perspectiva;
  • 39% diminuíram a agressividade relativamente aos colegas.

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Ikea, Unicef e Save The Children já ajudaram 12 milhões de crianças

Janeiro 26, 2016 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://lifestyle.publico.pt de 19 de janeiro de 2016.

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Por Life&Style

Ikea angariou 88 milhões de euros para a educação infantil desde a sua primeira campanha solidária, em 2003.

A cadeia sueca Ikea lança, há 13 anos, a campanha “Peluches para a Educação”, em parceria com a Unicef e a organização Save The Children. Por cada peluche vendido, doa um euro para financier programas de educação infantil – em 2015 angariaram 1,1 milhões de euros mas, no total, já conseguiram juntar 88 milhões de euros que possibilitaram o acesso à escola a mais de 12 milhões de crianças de 46 países, revela a empresa em comunicado à imprensa.

Em Portugal, a 13.ª campanha – que materializou em peluches os desenhos de dez crianças de todo o mundo – juntou 136 mil euros entre 1 de Novembro e 31 de Dezembro de 2015.

“A educação é o caminho mais sólido para sair da pobreza. Todas as crianças têm o direito à educação, mas sabemos que muitas ainda ficam para trás”, reconhece Per Heggenes, presidente executivo da Fundação Ikea, que agradece a colaboradores e clientes por se esforçarem “para que o direito à educação seja uma realidade para mais de 12 milhões de crianças”.

O dinheiro angariado pela Ikea já foi utilizado na Etiópia, onde a Unicef lançou um modelo escolar flexível ou na China, onde os fundos foram aplicados no desenvolvimento de centros para crianças desfavorecidas.

“Vamos dar continuidade aos progressos já alcançados para multiplicar o número de crianças que, de entre as mais vulneráveis e marginalizadas, passarão a ter a oportunidade de construir um futuro melhor para si e para as suas famílias através da educação”, agradece a responsável global da Unicef para a Educação, Josephine Bourne.

Actualmente está em curso o financiamento nas áreas de educação, cuidados e desenvolvimento na primeira infância, protecção infantil, adolescência e resposta humanitária na Europa, África Subsariana e Ásia.

 

Mercado do Brinquedo – Dar uma 2ª mão ao Pai Natal – 5 Dezembro no Príncipe Real

Novembro 30, 2015 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/events/780681518731322/

Vamos dar uma 2ª vida aos brinquedos.
Pode doar à Junta de Freguesia para serem vendidos e com o valor angariado, adquirir bens de higiene e saúde para as crianças carenciadas.
Pode vender brinquedos usados , mas em bom estado. Ocupar um espaço de 2MX1M através da doação de uma pequena contribuição que será para o mesmo fim.
Enviar email com nome, contato telefónico e responsável do espaço para: mercadobrinquedo@jf-misericordia.pt  até dia 3 de Dezembro

 

40 cortometrajes para educar en valores

Novembro 14, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://www.educaciontrespuntocero.com de 9 de outubro de 2015.

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El cine ha llevado a la gran pantalla muchas películas en las que se tratan temas relacionados con el mundo de la educación. Continuamos ampliado esta entrada con vuestras propuestas hasta alcanzar los 40 cortometrajes para educar en valores. Con ellos, el alumnado reflexionará sobre la amistad, la solidaridad, el trabajo en equipo, el respeto a las personas…

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1. iDiots (“iDiotas”): Un cuento de Big Lazy Robot VFX de 2013 con su moraleja, es una crítica al consumismo y al sedentarismo causado por la tecnología. Tenemos de todo, especialmente teléfonos que hacen cualquier tipo de virguería menos una llamada de voz al prójimo. Stop motion con robots japoneses.

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2. For The Birds (“Pajaritos”): Corto animado de los estudios Pixar en Redmond dirigido por Ralph Eggleston, que ganó un Oscar en su categoría en el año 2000. Pueden extraerse diversas reflexiones, sobre la tolerancia y la importancia que tiene cada persona por sí misma, o para que no nos riamos de nadie y aprendamos desde la diferencia a sacar las virtudes que tiene cada cual.

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3. Deadlines (“Plazo de entrega”): Trabajo de una agencia publicitaria, que demanda más tiempo en una cultura económica del más por menos, y para ello recurre a los que más saben de la materia, una clase de Primaria. El experimento es sencillo: en diez segundos, los niños tienen que completar un dibujo con la primera idea que se les venga a la cabeza (y prácticamente la misma en todos). Si cuentan con diez minutos, se obrará el milagro, ya que no hay dos resultados iguales. La creatividad no está inspirada por la presión del tiempo, sino por la libertad, la diversión y la alegría.

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4.El Sándwich de Mariana: Cortometraje de 2014 de Carlos Cuarón (hermano del más conocido cineasta mexicano Alfonso Cuarón) que se adscribe a una campaña contra el bullying. Eso sí, desde un punto de vista más arriesgado en el que se trata del verdugo que a su vez es víctima, o cómo de la comprensión puede nacer la compasión… a pesar de sufrir su abuso, haciéndonos más fuertes. Un ensayo para reflexionar sobre la cadena de violencia en nuestra sociedad.

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5. A bolboreta Sabela (“La mariposa Sabela”): Corto del gallego Alfredo Varela (realizado en 2011), con guión de Clara Groba, que cuenta con la colaboración en los dibujos de su hijo Iván (8 años) y Alba Añón (7). Narra un cuento con una moraleja muy simple: “te vedes un monstruo de sopetón… e non sabedes idiomas… ¡fuxide! Non hai outra solución” (“si te encuentras un monstruo de repente, y no sabes idiomas, ¡huye! No hay otra solución”). Con ello quieren dar a entender la importancia del esfuerzo por aprender y saber hablar más de un idioma para salir airosos en diversas situaciones. Recibió en su día el primer premio en el concurso CinEOI Coruña Curtas.

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6. Cuerdas: El guionista y director Pedro Solís García dirige esta pequeña obra de arte que ha sido reconocida recientemente con el Premio Goya 2014 al Mejor Cortometraje de Animación. La ternura, la amistad, la inocencia o la generosidad son algunos de los valores tratados.

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7. El vendedor de humo: Este corto animado plantea diferentes cuestiones alrededor de las cuales los alumnos tienen la oportunidad de reflexionar: el consumismo, la picaresca, cómo en ocasiones le damos demasiada importancia a las apariencias…

Visionar todas as curta metragens no link:

http://www.educaciontrespuntocero.com/recursos/familias-2/cortometrajes-educar-en-valores/16455.html

 

 

 

 

 

 

 

10 formas de ajudar seu filho a ser mais solidário no futuro

Julho 21, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://www.contioutra.com

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Que mãe não gostaria de ver seu filho vivendo em uma sociedade mais justa e equilibrada?

Como em muitos lugares isso ainda não é possível, penso que devemos levantar as mangas e despertar dentro de nossos filhos esse desejo de “um mundo melhor” .

Utopia? Por que não? A utopia pode NãO nos levar à “paz mundial” (dando uma de Miss Mundo agora! rs), mas ela nos faz caminhar em direção a ela. E quando caminhamos, nos movimentamos. E mesmo que pouquinho, esse movimento contribui para uma transformação.

E toda transformação social, acredito eu, vem de um desejo pessoal, incentivado pela família, pela escola ou por um movimento. Acredito no poder das mães. E dos pais também, claro. Somos sim grandes agentes transformadores. Se todas as mães e pais educassem suas crianças no mais amplo sentido possível, talvez a nossa sociedade estivesse melhor.

Sempre digo aos meus filhos que o mais importante é ter um bom coração. E toda situação de conflito que acontece aqui em casa, na escola ou onde quer que estejam, analisamos juntos a apartir desse olhar. Acredito que a solidariedade traz benefícios para o mundo, mas acima de tudo faz um bem “danado” para nós. Vamos plantar hoje essa semente!?

10 formas de ajudarmos nossas crianças a serem mais SOLIDÁRIAS:

  1. Nada ensina mais que o exemplo, portanto sejamos aquilo tudo que desejamos aos nossos filhos: que eles sejam respeitados, então devemos respeitar hoje as pessoas. Que eles estejam seguros no trânsito, então que não passemos no sinal vermelho de dia ou de noite. Que eles tenham saúde, então vamos nos alimentar com qualidade nas próximas refeições.
  2. Solidariedade horizontal. Todo ano as crianças separam uma sacola de brinquedos para doar. E doamos. Portando, uma ação é feita. Mas de que forma isso aconteceu? Que sentimentos e que valores guardaram as crianças nessa ação? A solidariedade vertical é aquela em que doamos algo que não precisamos, para alguém que precisa. É uma relação de cima para baixo. Do “grande” para o “pequeno”. Por isso, chamada vertical. Devemos tomar cuidado com ela para não despertarmos um sentimento de superioridade nas crianças. Esta solidariedade vertical é aquela que deve ser praticada pelo Estado, é dever dele garantir o direito que todas as crianças possuem de brincar, como no exemplo acima. Já a solidariedade horizontal, esta sim é positiva para a educação dos nossos filhos. Porque é por meio dela que mostramos às nossas crianças que todos nós fazemos parte de uma sociedade, e que se todas as crianças estivessem na mesma linha, com seus direitos garantidos, hoje moraríamos em um lugar justo e tranquilo. Portanto, ajudar dessa forma (solidariedade horizontal) não é apenas dar aquilo que não nos serve, é fazer cumprir os direitos que TODOS nós possuímos, porque não somos nem maiores e nem menores que ninguém.
  3. Cuidado com o que for doar: Não se pode misturar a ação de “doar” com o pensamento “jeito de se livrar de coisas quebradas e inúteis”. Isso não combina. A gente doa a roupa que não serve mais porque está pequena, por exemplo, e não porque está furada. A gente doa a televisão antiga porque compramos uma nova, e não porque ela se quebrou. Quem tem coragem de doar uma boneca ou um carrinho quebrado para uma criança que pouco possui? Pois eu já vi muito isso! Quando participava da coleta de brinquedos para doar à crianças carentes em um centro social, muitos brinquedos recebidos para doação vinham completamente sem chance de ser usado. Então, enquanto ajudo as crianças a separarem os brinquedos vou refletindo com eles: “vocês gostariam de ganhar isso?”.
  4. Aprender com o outro. Somos solidários, por exemplo, ao ouvirmos uma pessoa mais velha contar suas histórias. Doamos nosso tempo, e a pessoa revive momentos, às vezes especiais, guardados na memória. E isso faz bem para ambos. Estimular a criança a conversar com os mais velhos (avós, bisavós, por exemplo) faz bem, porque ela aprende a escutar, a ser amigável, solidária e acima de tudo, aprende que toda pessoa tem algo a nos ensinar.
  5. Cofrinho para o natal: é uma ideia concreta que incentiva o sentimento de solidariedade nas crianças. Durante o ano, podemos fazer um cofrinho para que todas as pessoas da casa ( e por que não as visitas que se sentirem motivadas) possam dar as suas contribuições. O objetivo é muito pessoal, vem de cada família. Talvez comprar uma roupa bem bonita para uma criança de um orfanato, ou participar do “Natal solidário dos Correios”, cujo objetivo é dar uma resposta às cartas das crianças (muitas em situação de vulnerabilidade social) que escrevem ao Papai Noel e, se possível, atender aos pedidos de presentes feitos por elas.

6.Participar de uma ONG: outra ideia concreta! Levar as crianças a participarem de qualquer ação coletiva e solidária! Seja no clube, na escola, na igreja, em uma ONG ou centro social. Agir e ver outras pessoas agindo, trabalhando juntas por outras pessoas, é uma lição de vida e um exemplo nobre, que deveria ser vivido com frequência.

  1. Oferecer ajuda: Lembram do primeiro tópico, “nada ensina mais que o exemplo”? Pois bem, ajudar as pessoas no dia a dia é um exercício de cidadania. Abrir a porta do carro para alguém entrar, ajudar uma pessoa a pegar algo que deixou cair no chão, “segurar” a porta do shopping ou do elevador para facilitar a entrada de outras pessoas, ajudar a “tirar” a mesa após o almoço e jantar, levar seu lixo até o lixo e não deixar em lugares públicos…. Todas estas e outras ações diárias são notadas pelos nossos filhos que passam a seguir os nossos exemplos. Vamos, então, fazer coisas boas. Quantas oportunidades temos todos os dias de ajudar alguém?
  2. Ser solidário com um amigo na escola: Incentive seu filho a ajudar algum colega na escola. Isso é um ótimo exercício de solidariedade, afinal eles terão a oportunidade de mudar uma situação desagradável real e se sentirão orgulhosos. Como? Converse com ele sobre bullying, e o encoraje a ser solidário com um alvo. Ou ainda, diga que uma ideia legal é ajudar um colega novo na escola a conhecer e interagir com os grupos já existentes. Ou, quem sabe, até incentivá-los a fazerem uma campanha beneficente (recolher agasalhos no frio para doar, ou uma campanha para trocar livros entre os alunos), ideias não faltam!
  3. Sempre se colocar no lugar do outro: esse é um exercício que faço a todo momento com as crianças e comigo mesma. Afinal, a gente erra e muito. Pior do que errar, é não ver que errou, então vamos refletir?! Adoro quando acontece uma briguinha com as crianças aqui em casa! Seria loucura? Não, eu explico. Dá para pegar a criança, botar ela no sofá e falar: Hoje vamos conversar sobre mordidas? Até dá, afinal nada é impossível! Porém, não existe hora mais oportuna e eficiente para EDUCAR do que após um conflito! Os conflitos são canais, pontes para o aprendizado de muitos valores, portanto devemos aproveitar. “Filha, você acabou de morder seu irmão, e eles está bravo: você gostaria que ele fizesse isso com você? Dói e isso não se faz”. Ajudar a criança a refletir sobre sua ação é importante desde pequenos, mesmo que no comecinho da infância eles estejam preocupados demais consigo próprio. Vale a pena essa prática!
  4. Há perigo em ser solidário? Esse dilema é grande em mim, e gostaria da opinião de vocês, mamães! Como esse assunto de solidariedade e ajudar o próximo é muito vivo nos meus filhos, às vezes meu marido e eu passamos por “apuros”. O último exemplo foi no final do ano. Estávamos de férias em Campinas, quando a noite, um moço nos abordou no carro para pedir dinheiro. (Antes de continuar, tenho uma confissão! Eu dou dinheiro no semáforo! Sei que tem os seus milhares de pontos negativos, que é ruim para eles, mas meu coração aperta e por um segundo eu penso “em não vou dar” e quando vejo, o troquinho já está dado e eles já estão fazendo joia para as crianças no carro). Voltando ao exemplo, nesse noite, quando vi o moço se aproximando tive um mau pressentimento e disse ao meu marido: “Não abra a janela!”, com um sinal e um sorriso disse ao moço que não tinha dinheiro. Por sorte o sinal abriu e seguimos. Eis que meu filho indaga: por que não ajudamos aquele homem? Eu disse que não tinha nenhuma moedinha e disfarcei. Agora eu pergunto mamães, como ensinar as crianças a noção do perigo, da violência que é real, sem deixar de lado a grandeza do doar, de ser solidário? Qual é a medida certa? Como queremos que eles se relacionem, quando aquele conselho “não converse com estranhos” é dado? Dilema grande, afinal eles são pequenos ainda para eu contar coisas reais que acontecem. Explico que o mundo está cheio de perigos, que algumas pessoas podem fazer mal a outras e que tem até gente grande que pega crianças. Mas não vou além. Acho cedo ainda mostrar o lado cruel do mundo.

Afinal, o mundo tem mais gente boa do que má, e crescer com essa certeza deixa a criança mais positiva no futuro (volto nesse assunto em outro post, prometo!!).

Fonte indicada: Super Mammy

 

Pais, precisamos de filhos mais altruístas. Como?

Junho 16, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Observador de 8 de junho de 2015.

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As crianças de hoje colocam a própria felicidade acima dos outros devido à educação que recebem dos pais. Mas a sociedade está a precisar de gente mais altruísta. Como? Há cinco formas de o conseguir.

Os pais de hoje parecem ter-se esquecido do significado da palavra “altruísmo”. De acordo com o estudo de Richard Weissbourd, psicólogo da Universidade de Harvard, 80% dos 10 mil jovens entrevistados afirma que os pais se sentem mais satisfeitos quando os filhos põem a sua felicidade e sucesso no topo das prioridades do que quando preferem prestar apoio aos outros.

Este é um dado que faz adivinhar um futuro pouco risonho para a humanidade: “Uma comunidade saudável depende de adultos que estão empenhados em priorizar o bem comum em detrimento do seu próprio”. A consequência do incumprimento destes valores são 30% de estudantes agredidos em ambiente académico, mais de metade das raparigas passaram por episódios de assédio sexual e mais de 50% admitiu mentir ou trapacear na escola. Em suma, espera-se uma geração desrespeitadora, cruel e desonesta.

Se formos ouvir os pais, a opinião é diferente: a esmagadora maioria dos pais afirma que “o caráter moral nas crianças é muito importante ou mesmo essencial”. E de facto assim é, sublinha com o psicólogo Weissbourd, mas é necessário que elas sejam educadas nesse sentido. “Elas não nascem boas nem más”, são moldados de acordo com os princípios que lhes são entregues.

Como educar os filhos para o altruísmo

De acordo com a Making Caring Common – um projeto que ajuda as crianças a absorver valores altruístas –  há cinco estratégias fundamentais para melhorar a moral dos mais novos:

Tornar o bem estar dos outros numa prioridade

Os pais tendem a educar os filhos no sentido de colocarem a sua felicidade e sucesso no topo das prioridades das crianças, mas aprender a equilibrar o bem estar dos filhos com o alheio vai ser preponderante na hora de tomar decisões. Para tal, basta ensinar-lhes a honrar os compromissos mesmo que isso traga infelicidade.

Apresente atividades onde possam praticar o bem

Isto começa em casa: as crianças têm de aprender a praticar o bem junto dos outros, mas também a mostrar gratidão por quem contribui para a sua felicidade. Quando se vive num ambiente onde isto acontece regularmente, há maior probabilidade de a criança se tornar generosa, prestável e tolerante. Mas isto não significa que presenteie o seu filho sempre que ajuda alguém: importa mesmo é conversar sobre essas atitudes.

Expanda o círculo de pessoas por quem o seu filho se deve preocupar

É normal que as crianças queiram proteger aqueles que estão mais próximos deles, como a família chegada e os melhores amigos. Mas ensine o seu filho a preocupar-se com alguém que não conheça bem, como um aluno novo na escola que precisa de ser integrado. Isto alcança-se dizendo à criança para prestar mais atenção às pessoas ao seu redor, ouvi-las e procurar compreendê-las com atenção.

Seja um modelo a seguir

As crianças aprendem por imitação, por isso, aja de acordo com os comportamentos que quer ver espelhados no seu filho. Além disso partilhe dilemas sociais com ele, que ponham em confronto vários valores. Mas não tente ser perfeito: o melhor mesmo é assumir que também erra e tem defeitos.

Ensine a criança a gerir sentimentos negativos

Raiva, vergonha ou inveja são sentimentos que podem brotar quando nos relacionamos com as pessoas que nos rodeiam. As crianças precisam de saber que eles são naturais, mas que existem maneiras saudáveis de reprimir essas emoções sem causar aflições. Uma ideia: ensinar o seu filho a respirar fundo quando está menos tranquilo. E a lembrar-se desse conselho sempre que tal aconteça.

Uma conclusão que podemos retirar destes truques: a estrutura mental das crianças depende dos adultos que somos e daquilo que queremos que a próxima geração se torne. Mas há que salvaguardar um aspeto: não olhar para estes conselhos de um ponto de vista meramente emocional.

Ao Washington Post, o psicólogo Weissbourd afirma que perguntar constantemente à criança sobre o que sente conduz a que ela se esqueça de procurar saber o mesmo nos outros. “Precisamos de dizer aos pais para moderar o foco que colocam no facto das crianças estarem ou não felizes e colocar a prioridade na responsabilidade pelos outros”, conclui Weissbourd.

 

 

15 curtas metragens para educar valores

Setembro 1, 2014 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://www.educaciontrespuntocero.com de 31 de julho de 2014.

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El cine ha llevado a la gran pantalla muchas películas en las que se tratan temas relacionados con el mundo de la educación. Continuamos ampliado esta entrada hasta alcanzar los 15 cortometrajes para educar en valores, algunos de ellos sugeridos por vosotros. Con ellos, el alumnado reflexionará sobre la amistad, la solidaridad, el trabajo en equipo, el respeto a las personas…

A sexta curta metragem proposta é “A flor maior do mundo”, inspirada numa história de José Saramago

 La flor más grande del mundo: El cortometraje ‘La flor más grande del mundo’ está basado en un cuento escrito por el Premio Nobel de Literatura José Saramago. Se da la circunstancia de que este corto (elaborado con la técnica stop-motion) cuenta con la colaboración del propio Saramago que pone voz a la historia que se cuenta y, además, tiene su propio personaje. En ella se hace un llamamiento a la solidaridad y las relaciones humanas, en un mundo donde la falta de ideales, el egoísmo o el individualismo prevalecen por encima de otros sentimientos.

Visualizar todas as curtas metragens propostas aqui

 

 

 

 

Ensaio Solidário (14/01) do espectáculo”POBRE MILIONÁRIO” receita reverte para o Centro Doutor João dos Santos – Casa da Praia

Janeiro 10, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No próximo dia 15, estreiam no Auditório dos Oceanos do Casino de Lisboa, o espectáculo “POBRE MILIONÁRIO“.

Num espirito de solidariedade e responsabilidade social, as verbas resultantes da venda de bilhetes do ensaio geral, no dia 14 de Janeiro, às 21,30 horas, reverterá para a nossa Instituição. O preço do ensaio solidário é de 5 Euros.

Assim, convidamo-lo(a) a colaborar, comparecendo e divulgado a iniciativa.

Com os melhores cumprimentos.

A Direcção

Centro Doutor João dos Santos – Casa da Praia
Travessa da Praia, 6    1300-470 LISBOA
Telefone – 21 362 25 82
Fax – 21 362 38 80
E-mail – casadapraia@mail,telepac.pt
Site – www.casadapraia.org.pt

 

Festival de Experiências – 7 de Setembro no Museu do Trajo, em S. Brás do Alportel

Setembro 4, 2013 às 2:38 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Este evento, pretende angariar livros,  jogos didácticos e brinquedos para enviar para uma comunidade de crianças e adolescentes carentes, da comunidade Nossa Senhora Aparecida, localizada na cidade de Cuamba, província de Niassa, em Moçambique.

Constituido por várias actividades e experiências de lazer e entretenimento, com participação voluntária de todos os intervenientes, é pedido a cada pessoa que pretenda usufruir das mesmas, a entrega de um livro, um jogo didáctico ou um brinquedo, que serão depois enviados para a referida comunidade.

Com o apoio institucional da Câmara de S. Brás de Alportel, toda a informação sobre o evento está disponivel na página de internet – www.festival-experiencias.com – ou através do Facebook –www.facebook.com/festival.de.experiencias.

 

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