Proteja seu filho da principal causa de morte de crianças em Portugal

Dezembro 3, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://uptokids.pt/ de 21 de novembro de 2016.

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As lesões e traumatismos na sequência de acidentes continuam a ser primeira causa de morte nas crianças e jovens em Portugal, o que preocupa a Sociedade Portuguesa de Pediatria.

Há pequenos pormenores que podem salvar a vida a uma criança. É estritamente necessário que todos estejamos atentos e  cientes dos perigos que nos rodeiam para que possamos proteger os nossos filhos, e ensiná-los a tornarem-se autosuficientes nos que se refere à sua segurança.

Ficam algumas dicas de como proteger o seu filho organizadas por faixas etárias.

Até 1 ano de idade

Os bebés com menos de uma ano, estão a aprender a controlar os seus movimentos e respiração, sendo que a principal causa de mortes nessa faixa etária por acidente é engasgamento, asfixia, aspiração de corpos estranhos, intoxicações e queimaduras.

Como evitar estes acidentes?

  • Os Bebés devem dormir em berços certificados e com colchão firme, virados de barriga para cima, tapados até a altura do peito e com os braços para fora.
  • Não deixe brinquedos dentro da cama
  • Corte e/ou esmague os alimentos em pedaços pequenos quando der refeições.
  • Mantenha fora do alcance das crianças objetos pequenos como botões, peças de brinquedos, berlindes, moedas, pilhas e pionaises. (Especialmente tudo o que é metálico, pilhas e baterias)
  • Retire todos os restos de plástico de balões rebentados do chão.
  • Use cancelas de proteção nas escadas e redes de proteção nas janelas.
  • Não deixe móveis perto de janelas – podem servir de apoio para a criança subir e ter acesso ao perigo.
  • Não deixe o bebé sozinho, em instante nenhum, em cima de um sofá, fraldário ou mesa.
  • Tranque todos os armários de acesso a detergentes e produtos químicos
  • Mantenha os sacos de plástico fora do alcance das crianças
  • Para se aperceber dos perigos mais eminentes na idade certa do seu filho, faça um tour pela sua casa colocando-se à altura dos seus olhos. Gatinhe, deite-se no chão, ande de joelhos e perceberá a quantidade de perigos apelativos que  tentam diariamente o seu filhos.

 

De 2 a 4 anos

A Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) lança anualmente uma campanha de prevenção contra a morte por afogamento – “A Morte por Afogamento é Rápida e Silenciosa”. Ao longo dos últimos quatro anos, o afogamento a par com as quedas, asfixia, engasgamento, afogamento, intoxicações, choques elétricos e traumatismos tem sido a principal causa de morte em acidentes doméstico, nas crianças entre 2 a 4 anos Nesta idade as crianças estão mais autónomas e aventuram-se a experimentar o espaço que as rodeia livremente. É obrigatório a supervisão de um adulto, pois as crianças ainda não têm consciência do perigo. Estas são as dicas para evitar acidentes nesta idade. Não devem ser descartadas ainda as soluções de segurança aplicadas até um ano de idade.

 

  • Nunca deixe crianças sozinhas quando estiverem dentro ou próximas da água. As crianças mais pequenas podem afogar-se tanto na praias, piscina, rios, lagos e barragens, como em qualquer recipiente com muito pouca água ou outros líquidos, quer seja uma banheira, pia, alguidar, balde, etc
  • Para evitar afogamentos, o colete salva-vidas adaptado à idade é o equipamento mais seguro. Braçadeiras e outros equipamentos insufláveis dão-nos uma falsa noção de segurança – se a criança ainda não souber dominá-las podem virar a qualquer momento, tornando o retorno à tona da água muito difícil.
  • Nunca guardar detergentes, lixívia, inseticidas, pesticidas ou desinfetantes dentro de garrafas de água ou refrigerantes de plástico já usadas.
  • Os brinquedos devem ser suficientemente grandes para que não caibam na boca, e suficientemente resistentes para que não possam ser mordidos (lascas)
  • Mantenha objetos afiados como facas, tesouras e chaves de fendas, entre outros, fora do alcance das crianças.
  • Proteja os cantos das mesas e arestas vivas, especialmente aquelas que vão estar exatamente ao nível dos olhos do seu filho quando começar a aquisição de marcha

 

 

Dos 5 aos 9 anos

Nesta idade, a criança ainda não têm suas competências motoras totalmente desenvolvidas e a principal causa de acidentes nesse caso são os atropelamentos de trânsito, quedas, queimaduras, afogamentos, choques elétricos, intoxicações, traumatismos.

Estas são as dicas para evitar acidentes nesta idade. Não devem ser descartadas todas as soluções de segurança aplicadas nas faixas etárias anteriores.

 

  • Dê o exemplo. Ensine as crianças a olhar para um lado e para o outro antes de atravessar a rua. Respeite os sinais de trânsito e passadeiras.
  • Crianças com menos de 10 anos não devem andar sozinhas na rua. A supervisão de um adulto é vital até que a criança demonstre habilidades e capacidade de julgamento do trânsito. Dê sempre a mão aos seus filhos quando estiverem a andar na rua
  • Crianças com menos de 8 anos não devem manusear, sem supervisão de um adulto brinquedos que requeiram carregamentos e que estejam sujeitos a atingir temperaturas elevadas. Os brinquedos elétricos podem causar queimaduras.
  • Crianças com menos de 10 anos não devem andar sozinhas de elevador.
  • Não deixe bebidas alcoólicas e medicamentos ao alcance das crianças.
  • Ensine a criança a não aceitar bebidas ou alimentos que lhe sejam oferecidas por estranhos.
  • Se se ausentar de uma tarefa que está a realizar, garanta que deixa tudo em segurança: bicos do fogão desligados e pegas das frigideiras viradas para dentro, ferro de engomar desligado, com o fio enrolado, não deixar facas afiadas em cima das bancadas, etc
  • Guardar isqueiros e fósforos fora do alcance das crianças.
  • Não tome medicamentos à frente das crianças para evitar comportamentos por imitação. Não administre medicamentos aos seus filhos se prescrição médica.
  • Ensine os seus filhos a verificarem os prazos de validade dos alimentos que ingerem
  • Ensine os seus filhos a usar o micro-ondas. Se a vêem a usar, rapidamente vão experimentar fazê-lo. Evite acidentes explicando que não podem colocar pratas, nem loucas com filamentos de prata dentro do mesmo.

 

 

Escola de Prevenção e Segurança Loures – crianças do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico

Dezembro 7, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Escola de Prevenção e Segurança é um equipamento da Câmara Municipal de Loures dirigido fundamentalmente a crianças do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico.

Tem como objetivo promover a cidadania ativa, ensinando aos alunos as normas e os procedimentos relativos à prevenção e segurança de riscos, no âmbito da proteção civil: sismos, incêndios, cheias e acidentes domésticos.

Esta escola constitui um espaço privilegiado de aprendizagem e entretenimento para as crianças, dispondo de uma área coberta constituída por um amplo pátio central, à volta do qual se distribuem as cinco salas temáticas.

mais informações:

http://www.cm-loures.pt/Media/Microsite/Prevencao/Index.html

Guia de Segurança para Produtos para Criança da European Child Safety Alliance

Dezembro 16, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Descarregar o Child Product Safety Guide: Potentially dangerous products

 

Os Superpoderes Acabam na Varanda

Fevereiro 13, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Divulgação | Deixe um comentário
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Texto da Visão de 1 de Fevereiro de 2013.

Na sequência da mais recente queda, seguida de morte, de um menino de quatro anos, que se lançou de uma varanda do sétimo andar, em Corroios, vestido de super-herói, a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) recuperou uma campanha sobre esta temática.

“Os superpoderes acabam na varanda” é a frase chave do cartaz que a APSI voltou a fazer circular através das redes sociais. “Em dez anos, mais de 100 crianças morreram e 40 mil foram hospitalizadas devido a quedas. E uma grande parte destas foram quedas de edifícios (varandas ou janelas) e quedas de escadas. Por isso, nunca se esqueça que as guardas das varandas e/ou terraços devem ter pelo menos 1,10 metros de altura, que não podem ter elementos que permitam a escalada pelas crianças (como travessas ou muretes) e não devem possuir aberturas superiores a 9cm”, lembra a APSI. E acrescenta: “Acima de tudo, nunca se esqueça que, tal como os super-heróis, as crianças ignoram o perigo”.

APSI

Brincar ao Carnaval em Segurança

Fevereiro 8, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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brincar

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Participação de Dulce Rocha no Programa Sociedade Civil na RTP 2 sobre “Cidades Amigas das Crianças”

Abril 12, 2012 às 10:42 am | Publicado em Divulgação, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, irá participar no Programa Sociedade Civil na RTP 2 no dia 12 de Abril de 2012 pelas 14.00 horas. O IAC é parceiro do programa Sociedade Civil e tem participado num já considerável número de emissões, na generalidade trata-se de um conjunto de programas em que os temas se relacionam com os direitos das crianças, sendo matérias de verdadeiro interesse público.

Sinopse – O relatório da UNICEF “Situação mundial da infância 2012: crianças no mundo urbano” revela um Portugal que julgávamos ter superado: a pobreza urbana não desapareceu. Apesar de terem desaparecido os bairros de barracas, as condições em que vivem as crianças hoje não deixam de ser alarmantes. Muitas delas estão desacompanhadas na escola, desintegradas do contexto familiar e expostas à criminalidade. Para além das situações de pobreza, há crianças que não brincam nas ruas, não usufrem dos parques infantis nem dos espaços urbanos porque as cidades estão construidas para automóveis e espaços edificados. Será possível inverter esta situação? Que cidades são estas tão hóstis às crianças? Que soluções há para tornar as cidades mais amigas das crianças?

Convidados:

Dulce Rocha, Vice-presidente Instituto de Apoio à Criança
Susana Morais, Coordenadora Núcleo Programação e Ambiente Parques de Sintra-Monte da Lua
Sandra Nascimento, Presidente da Associação para a Promoção da Segurança Infantil
Rui Alexandre, Presidente da Secção Regional Sul Ordem dos Arquitectos

Delinquência Juvenil e Segurança Urbana: os problemas, a investigação e as políticas

Novembro 22, 2010 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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