Concurso 7 dias, 7 dicas sobre os media – edição 2015/2016

Novembro 5, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE)

Lançamos a 4.ª edição do concurso 7 Dias, 7 Dicas sobre os Media em colaboração com a Direção-Geral da Educação, a Fundação para a Ciência e Tecnologia, e um novo parceiro, a Comissão Nacional da Unesco.

Trata-se de uma iniciativa na área da educação para os media que as escolas têm desenvolvido no âmbito de diferentes disciplinas, das atividades de enriquecimento curricular, das televisões e das bibliotecas escolares, entre outros.​

É aberta a escolas públicas​,​ privadas​ ou cooperativas​. Cada escola ​pode apresentar um trabalho por tema e por categoria  (1.º e 2.º ciclos do ensino básico; 3.º ciclo do ensino básico e secundário)​.

​​A participação no concurso é feita através do envio dos trabalhos para o endereço indicado no regulamento até ao dia​ 8 de abril de 2016.​  Qualquer esclarecimento pode ser solicitado ​para o endereço <7dicas@mail-rbe.org>.

Os autores do trabalho vencedor de cada categoria serão distinguidos individualmente com um tablet ou um cartão oferta de valor equivalente.

mais informações:

http://www.rbe.mec.pt/np4/1605.html

Seminário “Contra o Discurso de Ódio Online: uma Campanha em Movimento”

Outubro 19, 2015 às 8:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Seminário «Contra o Discurso de Ódio Online: uma Campanha em Movimento»
Realiza-se, no próximo dia 23 de outubro, o Seminário «Contra o Discurso de Ódio Online: uma Campanha em Movimento», que terá lugar nas instalações do Centro de Juventude de Lisboa do IPDJ, entre as 9h30m e as 17h30.
Este seminário, promovido pelo IPDJ em colaboração com os membros do Comité, decorre no âmbito das ações da Campanha Movimento Contra o Discurso de Ódio – Jovens pelos Direitos Humanos Online e nele será feita uma avaliação da 1.ª fase da Campanha, bem como lançadas novas ideias e perspetivas para a continuação da mesma até final de 2017.
As inscrições são gratuitas, e devem ser feitas para o e-mail
| comunicacao@ipdj.pt

Para mais informações sobre o programa, consulta este link:
https://www.facebook.com/campanhaodionao.

 

Pensa nos conteúdos que publicas!

Agosto 26, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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http://www.saferinternet.org/resources/decisiontrees

 

 

Pensa em como te podes proteger online!

Agosto 26, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Publica fotos dos seus filhos nas redes sociais? Talvez não devesse

Julho 15, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Observador de 12 de julho de 2015.

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Seja por orgulho ou para quebrar distâncias físicas, há quem publique conteúdos familiares com regularidade. Mas é este um ato verdadeiramente seguro e que respeita a privacidade das crianças?

Ana Cristina Marques

Os meninos a brincar na areia, de cabelo molhado, acabados de sair da água, ou a subir às arvores, sorridentes e armados em exploradores… “Quando comecei a publicar fotografias deles [no Facebook], a única coisa que fiz foi escolher os meus amigos. E eliminei aquelas pessoas com quem, por uma razão ou outra, já não falava muito”, diz Vanessa Ribeiro, mãe de dois meninos, ao Observador. Desde cedo que Vanessa se habituou a partilhar nas redes sociais imagens do par de rapazes que tem em casa. Houve até uma altura em que publicava conteúdos familiares todos os dias. Hoje, fá-lo uma a duas vezes por semana e o registo é sempre o mesmo — os meninos a brincar.

Emídio Ferreira pensa de maneira ligeiramente diferente. Nascido e criado na Madeira, trocou a ilha pela capital há 11 anos e por cá resolveu educar a filha de cinco. A distância entre a menina e os avós paternos é tão grande que, volta e meia, Emídio não resiste em publicar uma ou outra foto. “Não gosto de o fazer, mas como a minha família está na Madeira e eu e a minha filha em Lisboa, às vezes publico uma fotografia”. Massagista de profissão, diz que a falta de gozo em divulgar as imagens da pequena prende-se, sobretudo, com questões de segurança — “Tenho medo que lhe façam mal e que as fotos sirvam para a identificar”.

Fotografias dos filhos nas redes: é ou não perigoso?

Vanessa Ribeiro diz que a sua única preocupação, quando publica uma imagem, é não colocar a respetiva localização. Porque não lhe agrada que as pessoas saibam onde anda e onde costuma levar as crianças. “Quando publico tenho o cuidado de cortar partes das fotos para serem só eles a aparecer e, se for na rua, tenho o cuidado de não publicar nomes ou placas”, esclarece.

Seja uma fotografia ou um vídeo, qualquer conteúdo tornado acessível a olhos alheios na internet pode ser descontextualizado. Quem o diz é Tito de Morais, o fundador do site Miúdos Seguros na Net. Tito garante que, na maior parte dos casos, os pais não têm noção dos riscos em que colocam os filhos — “Posso remover uma fotografia da minha conta, mas ela já pode ter sido copiada e colocada noutros locais, em contas que não controlo”. E dá o exemplo de redes de pornografia ou de sites de leilões. 

“Nós nunca conseguimos eliminar o risco, mas podemos reduzir a sua probabilidade”, defende. “É natural um pai ou uma mãe gostarem de partilhar fotos do filho que nasceu há pouco tempo, mas se eu o fizer de uma forma pública no Facebook, a probabilidade de essa imagem ser usada de maneira incorreta é maior”, esclarece. Por esse motivo, relembra que tais perigos podem ser minimizados com simples medidas, como divulgar o conteúdo em causa para uma lista de amigos ou em grupos secretos.

A Tito de Morais o que mais lhe preocupa é a ideia de que, na maior parte das vezes, as pessoas só comecem a questionar os perigos associados às redes sociais quando algo corre mal. “A segurança e a privacidade vêm sempre em segundo plano. É a velha história, ‘Casa arrombada, trancas à porta’”.

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Já Simão Melo de Sousa, professor auxiliar de informática na Universidade da Beira Interior, explica que existe uma falsa ideia de privacidade, uma vez que, em absoluto, nada é privado nas redes sociais. “A partir do momento em que se publica uma informação, essa pessoa tem de assumir que todos a podem ver”, diz, falando na possível perda de controlo sobre a informação publicada e sobre o analfabetismo tecnológico, o qual pode levar a comportamentos potencialmente perigosos, até porque o “próprio utilizador é a fonte privilegiada de informação”.

Simão Melo de Sousa questiona-se sobre quem conhece, na íntegra, as regras de publicação/privacidade das redes sociais e diz que o utilizador não tem, na maior parte das vezes, ideia do que acontece “por trás” do ato da publicação — quando uma pessoa publica um conteúdo pode estar, também, a publicar informação que à partida não era intencional (como a data, a hora e o local de uma dada imagem). Argumenta ainda que cada rede social tem as suas regras, tais como os muitos softwares que instalamos e que raramente lemos.

“A informação publicada nunca mais se perde. É muito difícil apagar conteúdos na rede internet”, confirma o professor auxiliar. “Os conteúdos são copiados/duplicados, ficam em cache (dos browsers, por exemplo), são indexados pelos motores de pesquisa.” Assim, “tudo o que é publicado é imutável e público, pelo que a probabilidade de essa informação ser usada contra quem a divulgou não é tão remota como, à partida, pode parecer. Esta é a reflexão que todos deveriam ter quando publicam informação nas redes sociais”, acrescenta.

Esta não é apenas uma questão de segurança

A ideia da pegada digital também é importante, acrescenta Tito de Morais: “As pessoas não têm noção que ao publicar fotos de um filho desde que ele é bebé que estão a definir a sua pegada digital. Quando o miúdo tiver 13 anos, ele não vai gostar de ver imagens suas a fazer cocó no pote, e pode mesmo vir a ser gozado pelos colegas. Os jovens adolescentes são muito ciosos da sua aparência”. Tito de Morais coloca, então, em cima da mesa o conceito de cyberbullying.

Já a psicóloga Inês Afonso Marques diz, desde logo, que há duas linhas de pensamento muito importantes: a questão da segurança e dos perigos que existem quando se partilham determinados tipos de conteúdos e o facto dos filhos fotografados não terem direito à privacidade nem poder de decisão. “Chegamos à adolescência e vemos o que os nossos pais partilharam. Podem ser situações ridículas que, na altura, ninguém lhes perguntou se podiam ou não publicar”.

Inês Afonso Marques revela que ao consultório já chegaram casos de quem foi gozado porque o pai, em tempos, publicou fotografias suas menos próprias (pelo menos aos olhos de um adolescente). Mas, para a psicóloga, estas não são situações que possam integrar o leque do cyberbullying: “Não será bullying na verdadeira aceção da palavra por ser um ato isolado. O cyberbullying é quando usamos as novas tecnologias de forma repetida e intencional para ameaçar ou ridicularizar a outra pessoa”. A psicóloga afirma ainda que existe uma fronteira muito ténue entre aquilo que é aceitável e o que é perigoso, e que os pais devem, acima de tudo, pensar se estão a respeitar o direito à privacidade dos seus filhos e se vão ou não criar situações futuramente embaraçosas para eles.

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http://ow.ly/Oikwe 

A propósito disso, Vanessa Ribeiro, mãe de dois, comenta que nunca ponderou sobre a eventualidade de os filhos sofrerem, no futuro, de bullying — ao Observador, diz que considera isso uma preocupação de maior, pelo que admite apagar as fotografias do último carnaval, quando mascarou um dos filhos de menina. E quanto aos restantes perigos indicados? “Este não é um tema sobre o qual tenha lido muito. Acho que se alguém lhes quiser fazer alguma coisa, não importa se ponho fotos ou não”.

Ainda por falar em pegada digital, Tito de Morais conta que há pais que criam páginas de Facebook para os filhos. “Por questões jurídicas, o Facebook só permite a adesão de crianças com idade igual ou superior a 13 anos”, esclarece. Mas, hoje em dia, o Facebook é tema de conversa entre família e amigos, motivo pelo qual as crianças com menos de 13 anos sentem-se excluídas, o que faz com que, mais cedo ou mais tarde, os pais sejam confrontados com uma problemática: ou mentem e ajudam os filhos a mentir, ao criar um perfil para eles, ou são rígidos e dizem que não, correndo o risco de os filhos criarem a conta à revelia.

“É uma decisão que cada pai tem de tomar. Ambas as situações são aceitáveis”, diz Tito de Morais, não sem antes deixar ficar o aviso de que, caso o Facebook descubra que um perfil é falso, o mais provável é este ser eliminado. No meio disto tudo, argumenta ainda que não considera que esta seja uma boa rede social para crianças com oito ou nove anos, uma vez que não tem ferramentas de controlo parental. Um exemplo? “Não consigo subordinar a conta do meu filho à minha.”

“Efetivamente, vejo crianças cada vez mais novas com o seu perfil criado. Mais uma vez perguntamos qual é o objetivo. Qual é o partido que a criança vai tirar e será que ela vai ser responsabilizada por gerir a sua própria página? Saberá ela o que é permitido e seguro?”, questiona Inês Afonso Marques.

Mas porque é que os pais publicam fotografias dos filhos?

São muitos os motivos que levam os pais a partilhar conteúdos relacionados com os filhos. Desde a partilha genuína da felicidade, a qual gera feedback do outro lado, ao colocar de dúvidas sobre a parentalidade. E há quem o faça — à semelhança do que acontece com Emídio Ferreira, que tem os avós da filha para lá do oceano Atlântico — para quebrar barreiras e distâncias físicas. E não é esse um dos pontos positivos das redes sociais?

A ideia de usar as redes em questão para tirar dúvidas ou pedir opiniões sobre os desafios de parentalidade pode significar inseguranças da parte dos pais e, nesse sentido, a opinião do outro pode ser valiosa, esclarece a psicóloga Inês Afonso Marques. No entanto, há situações em que existe uma certa vaidade em “mostrar este documentar público do crescimento de um filho; o que está por detrás nunca deixa de ser o orgulho, mas é preciso existir um equilíbrio”. A psicóloga convida, então, os pais a analisar o motivo porque o fazem: se é uma questão de aceitação por parte dos outros, se é um ato egoísta, se têm dúvidas e receios e se estão a preservar a segurança dos filhos.

Guia para utilizar o Facebook com mais segurança

É o professor académico Simão Melo de Sousa quem define as regras:

  • Não aceite qualquer amizade e, uma vez aceitando amizades virtuais vastas, estabeleça grupos, tal como acontece com os “círculos” do Google Plus. Isso permite publicar informação tendo em conta determinados grupos;
  • Pense antes de publicar. Não se exponha desnecessariamente. Questiona-se “isto pode ser usado ao meu desfavor”? — em caso de dúvida, não publique;
  • Nas definições do seu perfil, reflita sobre a informação que coloca. Não é por ter campos por preencher que tem de os preencher todos;
  • Não se esqueça que qualquer dado colocado no Facebook pode ser usado pelo Facebook e terças partes associadas;
  • Em qualquer informação introduzida, ou publicação, tenha em atenção na opção edit. Esta permite escolher a visibilidade para a informação introduzida.

Nota: O artigo foi atualizado às 13h14 com a definição de cyberbullying. 

 

O que os pais nunca devem publicar na Internet

Julho 10, 2015 às 12:55 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Sol de 9 de julho de 2015.

Shutterstock

 

Alguns pais tomam precauções no que diz respeito à publicação de fotografias dos filhos na Internet. Outros são mais distraídos e publicam várias imagens nas crianças nas redes sociais.

É preciso ter cuidado com aquilo que se divulga na Internet. Aqui ficam 5 pontos que deve ter em atenção no momento de publicar fotografias.

1)    Fotos com registo de localização: Desactive o GPS do aparelho, assim ninguém fica a saber os locais que a criança frequenta;

2)     Imagens da criança no duche ou em fato-de-banho: A Internet está cheia de predadores sexuais. Estas fotos podem atrair as atenções de pessoas indesejadas;

3)    Fotografias com a farda da escola: Assim é mais fácil para uma pessoa com más intenções descobrir qual a escola que a criança frequenta;

4)    Fotos com amigos: Não deve publicar fotografias dos seus filhos com os amigos sem a autorização dos pais das outras crianças. Estes podem não gostar da exposição e ser completamente contra a divulgação da cara das crianças na Internet;

5)    Imagens da criança perto do local onde vive: Mais uma vez, estas fotos são ‘perfeitas’ para atrair a atenção de predadores sexuais.

 

 

Campanha da NSPCC sensibiliza para a segurança infantil na internet

Fevereiro 13, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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NSPCC (National Society for the Prevention of Cruelty to Children) in the UK is running “Share Aware”, an online safety campaign giving parents a range of practical and engaging information and tools to help their children to enjoy the web safely. The campaign launches with two short animated films, “I Saw Your Willy”, and “Lucy and The Boy”, each dramatising how quickly things can go wrong when you share things you shouldn’t online. “I Saw Your Willy” shows a young boy innocently mucking around with his mate and their smartphones. But a split second decision to share something he shouldn’t creates a snowball effect that follows him wherever he goes. “Lucy and the Boy” demonstrates that online chatting with what one assumes to be peers is not always what it seems.

 

 

 

The NSPCC Share Aware campaign includes ‘Net Aware’, no-nonsense online guide to the social networks, sites and apps that children use, featuring ratings from both children and parents and produced in partnership with Mumsnet. A downloadable guide provides tips for parents on keeping children safe online.

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Saiba mais AQUI.

Cyber Safety for Kids, 20 Most Useful Recommendations

Janeiro 12, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://nobullying.com  de 4 de junho de 2014.

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What can one do about Cyber Safety for Kids? While the Internet may arguably be one of the most wonderful things invented by human beings, it is nevertheless also one of the most complicated, far-reaching, and potentially dangerous environments on earth.

Is it any wonder, therefore, that several whole new industries (social media networking, e-commerce, e-publications, etc.) have arisen expressly because of the Internet? Just as assembly-line manufacturing created millions of jobs in the early 1900s, the Internet has created as many jobs globally.

This economic well-being, however, has come with its own headaches and tribulations.

Cyber-crime, Anyone?

The Internet has, incredibly, also brought in a whole new market of criminal activity. In fact, Cyber-crime is changing many of the strategies and objectives of the law enforcement community.

“Virtual crimes,” as these illegal activities are sometimes called, however, are anything but “virtual,” especially when they refer to the abuse, mistreatment and physical harm of some of society’s most vulnerable citizens: children.

Cyber Safety for Kids: “Would You Let Your Children Drive Your Car?”

Many parents/guardians who would never let their children drive a car often let their children use the Internet without any kind of meaningful preparation or supervision. This is a huge mistake!

In general, children do not have the maturity, personal skills, or knowledge to safely navigate the Internet on their own. This does not mean that you have to keep them away from the Internet altogether or that you have to constantly supervise them but it does mean that you have to help them develop the skills they will need to stay safe.

Before you allow your child to use the Internet, give them a thorough introduction into what they can and cannot do while on the Internet. This means not assuming that your child knows what you know or that they are intelligent enough to figure it out on their own.

Cyber Safety for Kids also means setting boundaries, giving them strict rules to abide by (with negative consequences, such as loss of computer privileges, if they refuse to abide by your rules), and using every tool available (direct supervision, screening software, permission to use only approved sites, etc.) to make sure your child stays safe.

Cyber Safety for Kids: What Are the Consequences of Not Preparing Your Child for the Internet?

Children will be approached by predators posing as someone else while on the Internet. This is a fact you need to accept with Cyber Safety for Kids. In fact, children need to understand that the Internet is not like school, a local park, or a local movie theater. The person emailing, texting or blogging with them may not be who they say they are—in fact, they can be someone much older and with intentions to seriously harm them.

More on Cyber Safety for Kids

Children have been sexually abused, kidnapped, or, in the worst cases, murdered by someone they met on the Internet. Internet abusers, unfortunately, are fully familiar with all the vulnerabilities children succumb to, including:

Natural curiosity—a desire to learn more, as quickly as possible, especially about “adult” things.

Sexual development issues—especially for older kids, there is an intense desire for them to explore their sexuality. This is one big reason for blocking out pornographic sites from your home computers. These pornographic sites are easily accessed, poorly protected from minors and are often used by child predators to find victims.

A desire to please/obey adults. Unfortunately, the same respect a parent depends on to keep a child safe is the same tool some predators will use to lure children into compromising situations. A child will easily listen to another “child” writing to them but they may also listen to someone identifying him/herself as an adult but who has bad intentions, especially if the person identifies him/herself as a friend of the family.

Fear of punishment if they tell parents/guardians. Children, assuming they ever realize the danger they are in, may withhold important information from a parent/guardian because they fear they will be punished. Child predators count on that fear and may even remind children not to tell anyone, otherwise they will face punishment.

Cyber Safety for Kids: What Can Parents Do?

Fortunately, there are many resources on the Internet for parents/guardians who want to keep their children safe. You need to fully familiarize yourself with these resources. Also, connect with organizations and law enforcement agencies, perhaps finding out how you can help make the Internet safer.

The good news with Cyber Safety for Kids is that many individuals and organizations are working frantically to make the Internet safer and to keep children from harm. You as a parent/guardian can achieve Cyber Safety for Kids and do your part by considering/adhering to the following proactive steps:

Purchase and install into all the computers (including Internet-accessing mobile devices: tablets, laptops, smart phones, etc.) your kids can get access to in your home parental limiting and Internet screening programs. They can block access to certain sites, help monitor your children’s Internet activities, and, as an added bonus, actually help protect your computers from viruses, spam ware, and other things that pose dangers to you personally.

Make sure you computers are in high-traffic, easily visible areas—this discourages the use thereof for inappropriate purposes.

Spend some time using the Internet with your children; ask them to take you where they like to go. Show them what you like to do while online. The idea is to establish “virtual” relationships with your kids and to keep open the channels of communication with them. You don’t need to keep them from the Internet but, rather, to help them use it more intelligently/warily.

Keep tabs on who your children are communicating with online—this is not spying but being responsible/caring parents/guardians. Your children may unknowingly be communicating with a serial killer or a child molester. You would be able to tell what is suspicious—most children, however, lack the skills to tell what is suspicious and what is “normal” communication.

Openly discuss anatomy with your children. Let them know it’s not normal for anyone to address such a subject over the Internet.

Let you children know that you would be happy to see them make new friends over the Internet. The only rule (and you must explain to them why having such a rule is so important) is that you must meet this “new friend” before they can meet with them. Offer to take them to the public place that’s been pre-arranged. Telling your children, instead, that they cannot go meet anyone on the Internet may only make them rebel and seek out their own means of transportation for a meeting. It’s better to accommodate your children’s desires than to simply pretend they will blindly obey your demands.

Don’t automatically punish children if they do something dumb while online. You may unwittingly encourage them to just not tell you anything next time. You want to encourage your kids to openly discuss things with you and to trust that you will listen to them instead of taking rash, anger-focused action.

Pay attention to signs that your child has become more inclined to turn to a new friend online. If your child is withdrawn or naturally introverted, for example, he/she may more likely reach out to someone who appears to want to “talk” to them. Unfortunately, children may find comfort in the anonymity of the Internet. Sharing special, hidden feelings with an understanding, good-listening-skills new friend may be just what the child needed.

Don’t ignore anything suspicious or troubling you find on your child’s computer or their communication online. If you, for example, see a name on an email you don’t recognize, ask the child about it. Don’t be afraid to do your own investigating. You can either respect your child’s privacy or you can make sure they are safe and secure—which is more important to you?

Be wary of any gifts, mail/email, packages, or texting from total strangers for your child; if the child refuses to say who the person is or makes it a point to keep the material hidden, this is a “flag” you simply cannot ignore.

Use tools other than the Internet to spot trouble. If you, for example, see strange phone numbers in your phone bill, letters addressed to your child, or other “signs,” investigate them thoroughly.

Make sure you save all communication from potential child predators. Some parents, out of anger, will erase emails or clean out their children’s computer, hoping that by doing so, the problem will go away. This will only, though, erase potential evidence/tracing material the authorities may find useful.

Don’t be afraid to contact law enforcement with questions, complaints or a request for an investigation. Fortunately, law enforcement agencies today take internet safety for kids (including cyber bullying, bullying in general, potential predators, etc.) very seriously. Accordingly, they have departments and personnel who now concentrate exclusively on this ever-expanding, still-mostly-unresolved area of crime.

Keep handy contact information useful for reporting incidents and getting more information (e.g., the CyberTipLine, 1-800-THE-LOST or www.cybertipline.com). You never know when you may need it.

Promptly report/take legal action when an incident occurs. Waiting may impair the opportunity to prosecute someone; you may also unwittingly give predators the opportunity to erase/get rid of valuable evidence.

Use what are being called “Internet Safety Pledges”—in essence, these are agreements between you and your children that they will abide by certain specific rules and principles.

Encourage your kids to report any instance of bullying or cyber bullying. Some children may have to be told what this is and why they don’t have to put up with it. Make sure your own child is not guilty of bullying or cyber bullying.

Find interactive games and activities on the Internet that will help teach your children about what to do and not do while online. These can help educate you and the kids, while at the same time letting you have some fun. One excellent example is the “Webonaut Internet Academy.” It allows participants to watch cartoon figures as they casually talk about things that might otherwise be boring to listen to. Kids may not realize that they are being educated but, when it comes to young people, you need to keep it as entertaining as it is educational.

Explain to your kids what some typical Internet crimes are, including stalking. Kids that are not sheltered from the bad things in the world are better able to defend themselves against it.

Let your children know what a responsible Cyber citizen is. There are rules in Cyber space and, by following them, children can stay safe and secure.

Cyber Safety for Kids: Conclusion

When it comes to cyber safety for kids, you need to stay on your toes and be proactive. Yes, you can trust children to some extent and give them some freedom—you can even respect their privacy.

On the other hand, if you want to protect them from bullying, cyber bullying, and other crimes, you have to take aggressive action, which may include looking at their emails. This is your responsibility as a parent or a guardian—are your children worth the extra effort? Do you need to implement Cyber Safety for Kids?

 

 

E se o seu filho de 5 anos gastasse 2000€ num jogo?

Outubro 24, 2014 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Facebook da Internet Segura de 14 de outubro de 2014.

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Há precisamente um ano falámos do caso de Danny, um rapaz de 5 anos de idade, que instalou no iPad dos pais um jogo gratuito – Zombies vs. Ninjas. Este jogo, como muitas apps disseminadas nos mercados da Apple e Google obtém lucro através da publicidade e à medida que o nível de dificuldade aumenta, aparecem “promoções” para obter um poder novo, mais armas ou não ver publicidades.

Foi com este jogo que Danny pediu ao seu pai o código do seu cartão de crédito, alegando que não tinha de pagar nada. Os pais acederam e deixaram Danny brincar na sala. No dia seguinte, Sharon, a mãe do rapaz, tinha mais de 2000€ para pagar, pelo uso do cartão de crédito. Isto aconteceu por Danny e os pais não perceberem, que a partir do momento em que o cartão de crédito tinha sido inserido, as bombas e armas especiais utilizadas, eram uma aquisição (compra direta) online.

Esta história terminou bem, uma vez que a Apple decidiu indemnizar os pais de Danny e outras famílias que caíram no mesmo erro. Hoje em dia é possível observar no iTunes se o jogo tem ou não as chamadas in-app purchases (compras dentro da aplicação) no seu decorrer. Acompanhe sempre os seus filhos enquanto estes jogam no tablet ou smarphone. Não se esqueça que o que pode parecer apenas mais um botão para uma criança corresponde ao débito de alguns euros para as carteiras dos pais.

Reveja a notícia e o vídeo em: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2285857/Zombies-vs-Ninjas-iPad-app-costs-parents-boy-1-700-extra-charges.html

 

 

Selo de Segurança Digital nas Escolas

Setembro 11, 2014 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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notícia do site http://www.seguranet.pt de 26 de agosto de 2014.

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O projeto europeu eSafety Label (Selo de Segurança Digital) (http://www.esafetylabel.eu/) é uma iniciativa dirigida às escolas de países europeus que visa garantir maior segurança digital na comunidade educativa.

As escolas poderão propor-se à obtenção de um Selo de Segurança Digital, o que lhes dará a possibilidade de ficarem de posse de um plano de ação específico com vista à melhoria da sua atuação no que se refere à Segurança Digital.

Este projeto ajuda e apoia as escolas a antecipar e a lidar com incidentes relacionados com a segurança na Internet. Registe a sua Escola em: http://www.esafetylabel.eu/

Para mais qualquer esclarecimento ou apoio contacte-nos: seguranet@dge.mec.pt

 

 

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