Ivone Patrão, psicóloga: «As crianças aprendem a desbloquear as ferramentas de controlo parental em segundos»

Abril 14, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista do http://www.noticiasmagazine.pt/ a Ivone Patrão


Depois de vários anos a acompanhar crianças, jovens e famílias, sobretudo na área das dependências da Internet, Ivone Patrão defende a utilização da tecnologia com regras e limites para que sejamos nós a controlar o mundo online e não o contrário. Inspirada em alguns casos que acompanha em consultas faz ainda um convite de consciencialização para o modelo que os pais estão a passar aos filhos. Psicóloga clínica e terapeuta familiar e do casal, é também docente universitária e investigadora no Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida (ISPA) e acaba de lançar o seu primeiro livro para o público em geral «Geração Cordão».

Texto de Cláudia Pinto | Fotografia de Diana Quintela/Global Imagens

«Geração Cordão»? Que geração é esta?

É um termo da minha autoria e que já utilizo há algum tempo, mas é a primeira vez que aparece descrito. Caracteriza o que está a acontecer com as novas gerações: estão muito familiarizadas com a tecnologia e com a internet e têm este risco de não conseguir desligar. Prescindem de determinadas atividades de lazer e de equipa que implicam estar com pessoas e desenvolver competências pessoais, relacionais e sociais. Correm ainda o risco de, ao longo do tempo, serem jovens adultos e adultos que não socializaram, não desenvolveram um projeto de vida, não estudam nem trabalham, deixaram a escola, não conseguem arranjar um projeto de empregabilidade, não conseguindo cortar com o cordão umbilical no sentido da autonomia. Estes riscos de ficar dependente da tecnologia e de não desenvolver competências do ponto de vista da maturidade relacional e social e de não ter projeto de vida caracterizam esta geração cordão. Temos muitos jovens adultos, com mais de 20 anos, neste registo.

Que tipo de casos recebe nas suas consultas?

Recebo crianças dos oito aos dez anos, e muitos jovens. No âmbito privado, recebemos também muitas famílias isoladamente, uma vez que os pais têm a preocupação de adquirir informação que os ajude na prevenção de eventuais dependências dos filhos. No Hospital de Santa Maria, recebo casos já considerados graves, com crianças ou jovens que deixaram de ir à escola e que contam com muitas horas de consumo de internet.

Foi isso que a levou escrever este livro?

Tenho desenvolvido uma linha de investigação sobre esta temática no ISPA e sou responsável pela primeira consulta privada de comportamento online e dependências. Estou também a trabalhar no Hospital de Santa Maria onde temos uma consulta com os mesmos moldes mas disponibilizada no serviço público. Já há muito que fazia todo o sentido escrever um livro sobre esta temática para o público em geral. Fomos amadurecendo a ideia e a editora Pactor, assim que começou a ler o meu anterior livro, mais técnico, em coautoria com Daniel Sampaio (Dependências online, editado pela Lidel), percebeu que havia muitos aspetos de orientação prática que poderiam ser traduzidos para uma linguagem mais acessível. Achei que fazia sentido avançar agora também porque recebo muitos pedidos de pais e professores que necessitavam de orientações a este nível. O livro vem preencher essa lacuna…

O livro alerta para várias perspetivas do mundo online e não apenas para a parte mais visível do problema…

Sim, há uma parte online em geral à qual não ligamos muito e para a qual não estamos tão alerta. Há jovens que consomem imensas séries e deixam de estar com as pessoas e de conviver. Passam horas, tardes e dias seguidos a consumir multimédia. O problema surge quando só se faz isto em detrimento de tudo o resto. Ainda há pouco tempo foi muito noticiada a fuga de uma jovem aliciada por um predador sexual. Isto deve alertar-nos para o facto de jovens estarem a falar com qualquer pessoa sem terem noção de eventuais perigos. O livro chama a atenção para todas estas questões que não se circunscrevem apenas aos jogos online, aos videojogos e às redes sociais. É uma primeira gota de água no oceano no que respeita à chamada de atenção e reflexão para estes temas. Arrisco a dizer que a maior parte dos pais não estão consciencializados para os perigos.

Os pais podem ficar descansados com as ferramentas de controlo parental?

Não. Não podem mesmo. As crianças aprendem a desbloquear as ferramentas de controlo parental em segundos. Aprendem-no em tutorais disponíveis online. Desenganem-se os pais que ficam descansados por acharem que os filhos estão entretidos e em segurança enquanto estão com os tablets ou no computador. É necessário redobrar a atenção para perceber o que é que eles andam a fazer… Alguns autores norte-americanos defendem que os pais devem ter as palavras passe do e-mail, do Facebook, e devem debater com os filhos o que vão postando e partilhando.

E os miúdos aceitam isso?

Se formos nós a explicar estas situações aos filhos, desde pequenos, eles habituam-se a partilhar connosco os convites que lhes fazem nas redes sociais ou outras situações ligadas ao mundo online. Se forem pequenos, é uma partilha, não é um controlo exagerado. Mais tarde, a partir da adolescência, se mostrarem que são responsáveis e autónomos, temos de respeitar a sua privacidade.

Esta geração é composta pelos chamados nativos digitais. De que forma é que os pais podem acompanhar esta realidade?

Os bebés já nascem a querer mexer nas coisas porque têm a necessidade do toque. Mas porque é que lhes damos apenas os smartphones e os tablets? Podemos dar-lhes também puzzles, brinquedos para mexer, lápis de cera para desenhar… Mas também não concordo com a exclusão do mundo digital. Ou seja, também não é benéfico ter uma criança que só brinca e socializa excluindo por completo a vida tecnológica.

Como é que se consegue o equilíbrio saudável da utilização da tecnologia?

É muito difícil. Os estudos que tenho feito com jovens e pais demonstram que, em média, o primeiro contacto com a tecnologia e o online, na geração dos pais, aconteceu aos 24 anos. A média nas crianças é de seis anos. Estamos a juntar gerações com níveis de experiência completamente diferentes. É mais fácil aos pais permitirem a utilização das novas tecnologias na totalidade, mas é errado. As crianças costumam ter uma zona de brinquedos à qual acedem quando querem. No caso das crianças e jovens, as consequências da utilização desmedida tem consequências físicas, ao nível da privação do sono, da alimentação, e no caso dos mais pequenos, no controlo dos esfíncteres pois inibem-se de ir à casa de banho para ficarem agarrados ao computador ou ao telemóvel. O livro vem neste sentido: começar a falar e alertar para o tema e fazer com que cada família pense nas suas regras e nos seus limites.

O pediatra Mário Cordeiro, autor do prefácio deste livro, chama a atenção para o facto de se se ensinar as crianças e jovens a «domar» a internet e os instrumentos de comunicação, talvez se consiga extrair das mesmas os seus benefícios e vantagens…

Sim, claramente. Não podia estar mais de acordo. O livro não é um guião fechado. Tem muitas dicas e orientações mas cada família deve ajustá-las ao seu contexto. Numa família com crianças pequenas, com alguns familiares que vivem no estrangeiro, naturalmente recorrem ao Skype e ao telemóvel, para manter uma relação mais próxima. Neste caso, a tecnologia é muito vantajosa. Para uma criança da mesma idade que passou o dia com colegas e amigos na escola, não há vantagem em fazer uma videochamada logo que chega a casa.

Não existe então uma regra genérica que se aplique a todas as famílias?

Há que fazer bem a leitura do contexto. Ou seja, há que fazer a contextualização da integração da tecnologia, uma necessidade que seja ajustada. Se houver, desde pequenos, a contextualização das vantagens e desvantagens da tecnologia, quando houver a necessidade de abrir uma exceção, facilmente os pais percebem que aquele dia é mesmo isso: uma exceção. Sugiro que se encontre um limite diferente da utilização da tecnologia durante a semana, o fim de semana e nas férias. Defendo a existência de uma conversa de negociação participada. Deve discutir-se qual o tempo que os pais acham que os filhos devem estar online ou jogar computador, quanto é que os filhos acham adequado, e chegar a um consenso. Se o filho sugere três horas e os pais defendem uma hora de utilização, pode estipular-se o limite de hora e meia, para que o filho perceba que a negociação é partilhada e participada. Se as crianças percebem que as regras vêm de cima e não tiveram opção de participar, vão tentar sempre testar os limites.

Dependendo das idades, as crianças e jovens precisam de utilizar tecnologia diariamente ou não necessitam de todo?

É preferível que as crianças desenvolvam todos os seus sentidos. Fazer experiências na rua, em contacto com a natureza, em grupo, uns com os outros, é a melhor forma de se desenvolverem. Considero que os ecrãs podem ser um complemento, mas não devem constituir a principal atividade dos seus dias. Haverá dias em que efetivamente não vão precisar de recorrer à tecnologia, de ver televisão ou de estar com ecrãs à frente.

Que mensagem daria às famílias?

A grande mensagem deste livro é a importância do diálogo com os filhos desde pequenos: discutam o tema em família, estabeleçam regras e limites para todos (pais, tios, avós, filhos). Quando sugiro que toda a família promova um encontro entre todos e desligue a tecnologia, é uma enorme dificuldade. Costumo aconselhar uma atividade sem tecnologia; um dia sem tecnologia, a promover o descanso, as conversas e o tempo em família. Sinto que ainda estamos no começo de consciencialização para estes temas e há um longo caminho a percorrer… Gostaria que as pessoas partilhassem as suas formas de gerir as reais dificuldades e os desafios que as crianças e jovens vão colocando relativamente a este tema. Temos um endereço eletrónico para onde as pessoas podem escrever e partilhar os seus testemunhos: geracaocordao@gmail.com

 

Dicas de segurança na internet da Disney

Março 13, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Recursos educativos | Deixe um comentário
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disney

Online Safety Tips For Kids

Be secure when you explore.

7 February is Safer Internet Day.  Here are some tips to help speak to your kids about safety online.

Mum’s The Word

Ensure they keep their password a secret, even from their best friend! No one should need this information, so no one else should be asking for it.

Keep Private

Remind your child to keep their personal information private and to themselves. They shouldn’t share their phone number, address, email address, or even their real name or school.

Delete Viruses

It’s important for them learn to delete any unknown email attachments which aren’t from friends or family, they can often contain destructive viruses. If they’re not sure, they should inform you.

Never Meet Strangers

They should never make plans to meet an online “friend” in person. Not everyone is who they say they are.

Inform A Grown Up

Teach them that when they are in doubt or if anyone makes them feel uncomfortable, they should inform a grown up immediately.

Be Careful With Sharing

Remind them that nothing they write or post on the web is completely private – including instant messages, emails and images so they must always be careful and think about what they type and post.

The internet offers amazing opportunities for entertainment, discovery, learning and communication. Given the right advice and tools, your child can make safe decisions online. Why not read the Online Safety Web Agreement and together sign an agreement on the rules.

A number of services out there give you the ability to set up parental controls. For example, DisneyLife enables you to adjust the settings so that your child can only watch certain content and limit the screen time.

You can find links to more resources, hints and tips on our Internet Safety page or for more advice, please visit the official Safer Internet Day page.

texto publicado no site http://inspired.disney.co.uk/play/

“Naveg@s em Segurança?” – oficinas gratuitas nos 18 distritos

Fevereiro 8, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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navegas

texto do http://www.seguranet.pt de 21 de janeiro de 2016.

O Instituto Português do Desporto e Juventude, através do Centro Internet Segura, irá promover novamente a iniciativa nacional “Naveg@s em Segurança?”, proporcionando às Escolas, Associações Juvenis e Desportivas, Autarquias, Instituições e outras entidades a possibilidade de participar e solicitar a realização de sessões de sensibilização com o objetivo de promover a navegação segura no mundo digital. As sessões poderão ter lugar entre 21 de janeiro e 15 de junho de 2016, preferencialmente nas Lojas Ponto JA das capitais de distrito, a pedido das referidas entidades.

Estas sessões, nos quais serão abordados temas relacionados com a segurança no computador pessoal, navegação inteligente/crítica, comunicação online, lazer, redes sociais, vírus e malware, são dirigidos a crianças e jovens, seniores e também a educadores e comunidade em geral.

A participação nas sessões é totalmente gratuita estando aberta a todos os interessados.

As inscrições na iniciativa  podem ser feitas em qualquer altura dentro deste período até dois dias antes do final do mesmo diretamente numa Loja Ponto JA ou através do endereço de correio eletrónico geral@ipdj.pt.

Mais informações em https://juventude.gov.pt/Eventos/Cidadania/Paginas/Navegas-em-Seguranca-Sessoes-de-sensibilizacao.aspx

Hay padres que no explican los riesgos de las redes sociales a sus hijos por evitar un conflicto con ellos

Janeiro 25, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do http://www.abc.es de 12 de janeiro de 2016.

abc

Laura Peraita Madrid

Los riegos a los que se ven sometidos los jóvenes han variado considerablemente en los últimos años de tal manera que hay tipologías delictivas que no existían anteriormente. Si bien hace una década el tráfico y consumo de drogas y acohol se encontraban en los primeros puestos de mayor riesgo en la seguridad de los menores y los jóvenes, «actualmente estos problemas, que no han desaparecido, han sido desbancados por el acoso escolar y los efectos de un mal uso de las redes sociales», según declara a ABC David Teatino, inspector jefe del Área de Seguridad Ciudadana y Operaciones del Gabinete de Coordinación y Estudios de la Secretaría de Estado de Seguridad.

Apunta que hoy los adolescentes no son «más malos» que los de hace unas décadas, lo que ocurre es que ahora «todo lo que hacen lo quieren dejar plasmado a través de las redes sociales, por lo que sus acciones, infracciones o delitos tienen una mayor visibilidad. No son conscientes del daño que produce subir a internet una determinada fotografía con intención de humillar a un compañero o, más allá, colgar un vídeo de una pelea o con contenido sexual. «Cuando se publica la noticia de un chico o chica que se ha suicidado por ver difundida su imagen es cuando muchos se llevan las manos a la cabeza por no haber podido evitar un suceso así, ni prevenir este tipo de comportamientos».

Según este inspector de Seguridad Ciudadana muchos jóvenes no dan importancia a lo que difunden y desconocen el riesgo que suponen sus acciones y, en algunos casos, ni saben que están cometiendo un delito. «Los padres son conscientes de que un mal uso de las redes sociales puede suponer a sus hijos un grave problema, pero no saben cómo actuar porque desconocen la herramienta o cómo asesorar a sus hijos. Además, —apunta David Teatino— los adolescentes rebeldes ven a sus padres como “enemigos” y no les harán caso, o sí, pero para hacer lo contrario».

Guillermo Cánovas, director de EdukaLIKE, está también convencido de que muchos padres conocen la mayor parte de los riesgos, pero no saben cómo afrontarlos. «Sin embargo, en unos casos prefieren evitar el conflicto con sus hijos y deciden no intervenir y, en otros, no saben cómo supervisar el uso de unas herramientas que ellos mismos no manejan».

Combinar educación previa y supervición

En su opinión es imprescindible una combinación de educación y supervisión. «Facilitan el acceso de sus hijos a la tecnología y a las herramientas, pero no les enseñan a utilizarlas. Además de regalarles el móvil o la tablet, hay que educarles. Pero la educación debe ser previa, o en paralelo al uso, y nunca posterior. Al mismo tiempo es necesario que estén pendientes de forma detallada de lo que hacen, de lo que cuelgan en la red y de las relaciones que establecen, al menos hasta los 14 años. Después de esa edad la supervisión de sus perfiles, amistades y demás se complica considerablemente».

El director de proyectos de PantallasAmigas, Urko Fernández, explica que hay una destacable brecha entre padres e hijos en lo que respecta vivir a través de las redes sociales. «Mientras que los más pequeños no entienden el mundo sin ese componente, los adultos, quizá por pereza, timidez, o por pertenecer a una generación que socializaba de forma diferente, no saben cómo ayudar en este contexto, y ante el miedo a lo desconocido se sienten incapaces de acompañar con garantías, optando a veces por prohibir en vez de educar. En otros casos optan por mirar hacia otro lado con el autoengaño de que sus hijos son poco vulnerables o que ellos poco o nada pueden hacer por ayudarlos. Finalmente está ese grupo que confía su labor a un programa de control parental».

Urko Fernández entiende que los padres se sientan abrumados y sin saber qué pasos dar o por dónde comenzar. Hay que ayudar a las familias a comprender bien cómo es internet, qué factores estimulan los riesgos y cómo prevenirlos».

Mayor compromiso de los padres

En este sentido, Guillermo Cánovas apuesta por una formación institucionalizada en todos los centros escolares y de manera obligatoria. «El sistema educativo no puede mantenerse al margen, o dando una o dos sesiones puntuales al año. Pero necesitamos también mucha formación del profesorado y reciclaje en todos los niveles. Y, por último, concienciar a los padres. En todos los colegios se quejan de lo mismo: cuando organizan sesiones de formación para padres acude menos de un 10% de los convocados».

En este empeño de acercarse a las familias, la secretaría de Estado del Ministerio del Interior puso en marcha en 2007 el «Plan Director para la convivencia y mejora de la seguridad en los centros educativos y sus entornos». El objetivo es que la Policía Nacional y la Guardia Civil ofrecieran una serie de charlas en los colegios –públicos, privados y concertados– para que los estudiantes de 7 a 14 años conocieran de primera mano los riesgos de las redes sociales y cómo prevenirlos.

El acogimiento de esta iniciativa fue tan bueno por parte de los colegios, docentes, padres y alumnos que desde el Ministerio del Interior se decidió renovar el Plan de tal manera que, en la actualidad se realiza con una periodicidad anual. Durante el último año el Plan se ha aplicado en más de 4.700 centros de toda España en los que la Policía Nacional ha realizado 3.469 charlas de acoso escolar y 8.246 sobre nuevas tecnologías, entre otras, y la Guardia Civil 3.071 y 5.396 respectivamente.

Según David Teatino, han abierto un cauce de comunicación muy importante entre colegios y polícia para evitar que comentan este tipo de delitos en el entorno escolar. «Acercándonos a las aulas de manera presencial logramos que los estudiantes cambien la imagen que tienen sobre nosotros y en vez de calificarnos como “los malos de la película”, como los “sancionadores”, logramos que nos vean como profesionales que estamos a su lado para ofrecerles el apoyo y la ayuda necesarios cuando existe un conflicto».

Este inspector jefe no niega que los colegios deberían acudir más a la Policia en busca de ayuda. «No lo hacen porque a nadie le gusta ver en la puerta de su centro coches de policía que alerten de que algo malo está pasando. Además, en muchas ocasiones, tampoco se tiene muy claro donde esta la línea que define si unos alumnos se llevan mal o se está produciendo acoso y es un delito. El problema es que cuando el conflicto se agrava, a los docentes se les escapa el tema de las manos y ya no saben cómo acabar con el conflicto. Si esto ocurre es que ha habido un fracaso en la prevención».

 

 

 

Oito motivos para não criar um perfil no Facebook para uma criança

Janeiro 24, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.techtudo.com.br de 22 de setembro de 2013.

NyDailyNews

por Gabriela Viana

Com a diversidade de meios de acesso à Internet, é comum ver crianças navegando pela web com total autonomia e acessando redes sociais como o Facebook, por exemplo. No entanto, permitir a entrada “precoce” dos pequenos no mundo online, pode não ser uma boa ideia. O TechTudo reuniu motivos pelos quais a rede pode apresentar riscos para crianças.

Cuidado especial com privacidade protege crianças na Internet; veja dicas

  1. O Facebook é proibido para menores de 13 anos

De acordo com as regras de uso do próprio Facebook, apenas adolescentes a partir de 13 anos podem criar uma conta na rede social. Apesar de não existir um consenso sobre a idade ideal, o objetivo é permitir apenas a entrada de pessoas que, mesmo ainda muito jovens, já sejam capazes de separar o certo do errado e fazer escolhas baseadas nos seus valores.

De acordo com a coordenadora do Childhood Brasil, Erika Kobayashi, que trabalha em programas sobre proteção infantil como o “Navegar com Segurança”, os responsáveis precisam ficar atentos. “É importante que os pais monitorem seus filhos, e que eles sigam as regras básicas estipuladas pelas redes. É muito importante ter a consciência de que as crianças interagem de muitas formas diferentes e que isso representa perigos”, afirma.

  1. Privacidade de fotos e posts expostos

Outro motivo para manter as crianças menores de 13 anos fora do Facebook diz respeito à privacidade de posts e fotos nas redes sociais. É que, mesmo que a nova geração já tenha nascido no mundo online, informações importantes como a configuração de privacidade, podem passar despercebidas se um adulto não ‘blindar’ o perfil do menor como privado.

“Crianças sozinhas em fotos de perfil ou nos álbuns jamais, isso é uma regra básica. Também vale não disponibilizar publicamente as imagens delas em alta resolução. Cibercriminosos podem usar as fotos de boa qualidade para montagens, ou disponibilizá-las em sites de conteúdo abusivo e pornográfico”, disse Kobayashi. Além disso, manter públicas fotografias de crianças pode ajudar outras crianças que praticam bullying a usá-las de forma inadequada.

  1. Rastreamento e localização fácil

As conversas em chats, em geral, oferecem a localização dos usuários na hora de enviar uma mensagem via dispositivos móveis (smartphones e tablets) e alguns computadores. Sem o bloqueio dessas funções, as crianças também podem se tornar alvo fácil de localização.

Além disso, a publicação imediata de fotos – ou os marcadores de fotos – com locais indicados no Facebook, também contribui para localizar esses usuários facilmente.

  1. Contato facilitado com estranhos

Uma das funções básicas do Facebook é aproximar pessoas conhecidas e permitir que o usuário conheça outras novas por meio da plataforma. Por isso, qualquer pessoa pode ter acesso ao perfil de uma criança, inclusive desconhecidos, se tiver conta na rede social.

“Os pais precisam ficar atentos aos contatos na rede social. É necessário orientar a criança a não abrir a webcam para qualquer um, assim como não contar detalhes da vida pessoal. Mas o principal, é o que vale na rua também: não conversar com estranhos”, orienta Kobayashi.

  1. Bullying, assédios e abusos

Nas redes sociais, atitudes como o ciberbullying, o bullying virtual, se tornaram muito mais corriqueiras, assim como assédios e abusos. Por isso, a orientação para ter cuidado com o que é publicado, curtido, compartilhado e comentado na rede social é extremamente válido.

O Facebook mantém campanhas que orientam os usuários a não praticar bullying e avisar ao site sobre atitudes ofensivas. É possível denunciar posts, fotos, vídeos e perfils na rede social.

Assim, as configurações de controle de fotos, a privacidade do perfil e a divulgação da localização da criança se tornam fatores cruciais para a preservação da mesma online.

  1. Spam, pornografia, violência

O Facebook não possui ferramentas de controle dos pais na rede. Dessa forma, a criança fica “livre” para ter o acesso à quaisquer conteúdos abusivos disponíveis publicados por outros usuários. E, engana-se quem pensa que isso significa apenas pornografia. Fotos, textos, grupos de discussão e vídeos violentos também circulam pela rede social, e aos montes.

Há também políticas internas para denunciar esse tipo de conteúdo inadequado na rede social. Porém, a ferramenta de alerta não garante que o site fique livre de imagens e textos abusivos que se reproduzem e se renovam todos os dias pelas mãos dos próprios usuários.

  1. Links maliciosos, plugins e golpes

O número de golpes, links e plugins maliciosos no Facebook também é grande. Em geral, eles vêm acompanhados de imagens atrativas ou promoções que prometem viagens, smartphones e uma infinidade de outros prêmios. Tudo isso chama a atenção de usuários das mais variadas idades, incluindo crianças que buscam por jogos e outras brincadeiras.

Ao acessarem tais links e serem vítimas de golpes, os pequenos podem acabar divulgando dados pessoais ou adquirindo algum vírus para o dispositivo que usam para acessar a web.

  1. Conteúdo pago com dados do cartão dos pais

Os jogos são um dos maiores atrativos para crianças no Facebook. No entanto, alguns conteúdos deles podem ser pagos na rede social. Fazendo uso do cartão dos pais, mesmo quando autorizado, a criança pode disponibilizar dados indevidos, ser vítima de novos golpes bancários e vírus, ou mesmo fazer “compras” acima do limite dado pelo pai ou pela mãe.

É preciso estabelecer limites

Ainda de acordo com Erika Kobayashi, nem sempre as redes sociais são vilãs. Segundo a especialista, há muita coisa boa que a criança pode aprender usando a web e as redes sociais. Mas, para isso, é importante ter uma fiscalização dos pais, que precisam navegar junto com essas crianças e criar limites para o espaço que a Internet ocupa na vida delas.

“É importante que os pais também definam um tempo de navegação. O uso excessivo da web, em geral, pode acarretar outros problemas, como distúrbios do sono, por exemplo”.

 

Thinga é um motor de busca feito a pensar nos mais novos

Janeiro 21, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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texto do site http://tek.sapo.pt de 8 de janeiro de 2015.

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O Google, o Bing e o Yahoo são ferramentas poderosas de pesquisa, talvez demasiado completas para os que estão a dar os primeiros passos no mundo online. O Thinga posiciona-se como um projeto orientado para as crianças.

Animado, colorido, com uma forte componente multimédia e com conteúdos totalmente filtrados: é assim o Thinga, o motor de busca ‘amigo’ das crianças.

O projeto, desenvolvido por engenheiros da Yahoo, está em inglês, mas isso não precisa de ser uma desvantagem: pode ser um bom elemento de ensino para os mais novos que estão a dar os primeiros passos na língua inglesa.

Além de ter a barra de pesquisas tradicional, os mais novos vão poder fazer pesquisas por tópicos carregando apenas nos botões que existem na página principal. Entretenimento, ensino e animais são três das categorias que estão listadas.

Muitos dos conteúdos são mostrados em vídeo ou em .GIF e as pesquisas são asseguradas pelo DuckDuckGo, um sistema que tem a privacidade dos utilizadores como prioridade.

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Os pais têm ainda acesso a algumas definições de controlo parental, o que é sempre uma mais valia nas ferramentas online dedicadas aos mais pequenos.

 

 

 

 

 

Metade das fotos dos sites de pedofilia são tiradas das redes sociais dos pais

Janeiro 11, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://bebemamae.com

getty images

Por: Bruna Romanini

São imagens das crianças fazendo atividades cotidianas que são retiradas do Facebook, Instagram e outras redes sociais

Metade do material encontrado em sites de pedofilia são imagens inocentes de crianças realizando atividades do dia a dia. E pior, estas imagens foram postadas por seus próprios pais em suas contas nas redes sociais, como Facebook e Instagram! Foi o que descobriu uma investigação feita pela Comissão Australiana de Seguranças das Crianças na Web.

Muitas das fotos inocentes estavam em pastas com nomes como “crianças na praia”, “ginástica artística”, entre outras. “Diversos dos pedófilos deixaram claro que obtiveram as imagens vasculhando as redes sociais de pais. As imagens vinham quase sempre acompanhadas de comentários explícitos e perturbadores”, alerta Alastair MacGibbon, um dos responsáveis pela investigação. Esta ação conseguiu remover mais de 25 mil imagens de crianças que eram utilizadas em sites de pedofilia.

A seguir, confira maneiras simples de evitar que criminosos acessem suas fotos e vida pessoal:

  • Ajuste as configurações de privacidade das suas redes sociais. Saiba que tanto o Facebook quanto o Instagram possuem configurações que só permitem que algumas pessoas, seus amigos ou seguidores, vejam as imagens que você posta;
  • Tenha apenas pessoas próximas e confiáveis como amigos ou seguidores nas redes sociais;
  • Converse com seus amigos e familiares sobre os cuidados importantes na hora de postar fotos do seu filho ou de outras crianças;
  • Não publique endereços de moradia, trabalho, creche ou outros nas redes sociais;
  • Caso tenha um blog ou algo parecido, evite publicar fotos do seu filho.

 

Segurança online das crianças preocupa mas a dos seniores também

Dezembro 21, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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notícia do site http://tek.sapo.pt  de 7 de dezembro de 2015.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Consumer Security Risks Survey 2015

thumbs.sapo.pt

Os pais preocupam-se com os perigos que os seus filhos correm enquanto navegam na Internet, mas os receios estendem-se também aos membros mais velhos da família.

Assim indica um estudo recente da Kaspersky Lab e da B2B International que mostra que 30% dos adultos acham que não têm qualquer controlo sobre o que os seus filhos vêm ou fazem online e 52% acreditam que os perigos que estes correm estão a aumentar.

Mas não são apenas os mais jovens que geram preocupação entre os adultos, há também quem tenha receios relativamente aos membros seniores da família, nomeadamente os seus pais e avós.

Mais de metade dos inquiridos têm pais que acedem à Internet e 29% do total preocupam-se com a possibilidade de os idosos correrem riscos online e não saberem lidar com eles.

A preocupação aumenta em proporção à idade e aqueles que têm avós cibernautas (19% dos participantes) consideram-nos ainda mais vulneráveis, sendo que dois terços – 13% do universo total – preocupam-se com o que estes utilizadores podem encontrar na web.

O risco de se tornarem vítimas de malware (52%) ou de fraudes online (50%), de perderem dinheiro por causa de ameaças virtuais (45%) ou de serem espiados (37%) estão entre as maiores preocupações com os mais velhos.

Em comum com a lista dos principais receios relativamente às crianças, os resultados mostram que a comunicação online com estranhos (25%) e o acesso a conteúdo impróprio/explícito (20%) também fazem parte das preocupações de quem tem pais e avós a acederem à Internet.

O estudo foi realizado em junho deste ano e tem por base as respostas de 12.355 pessoas a partir dos 16 anos de um total de 26 países.

 

 

 

 

Pensa na tua lista de contactos online!

Novembro 15, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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contactos

Pensa na tua lista de contactos online
http://www.seguranet.pt/pt/arvores-de-decisao

Concurso 7 dias, 7 dicas sobre os media – edição 2015/2016

Novembro 5, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE)

Lançamos a 4.ª edição do concurso 7 Dias, 7 Dicas sobre os Media em colaboração com a Direção-Geral da Educação, a Fundação para a Ciência e Tecnologia, e um novo parceiro, a Comissão Nacional da Unesco.

Trata-se de uma iniciativa na área da educação para os media que as escolas têm desenvolvido no âmbito de diferentes disciplinas, das atividades de enriquecimento curricular, das televisões e das bibliotecas escolares, entre outros.​

É aberta a escolas públicas​,​ privadas​ ou cooperativas​. Cada escola ​pode apresentar um trabalho por tema e por categoria  (1.º e 2.º ciclos do ensino básico; 3.º ciclo do ensino básico e secundário)​.

​​A participação no concurso é feita através do envio dos trabalhos para o endereço indicado no regulamento até ao dia​ 8 de abril de 2016.​  Qualquer esclarecimento pode ser solicitado ​para o endereço <7dicas@mail-rbe.org>.

Os autores do trabalho vencedor de cada categoria serão distinguidos individualmente com um tablet ou um cartão oferta de valor equivalente.

mais informações:

http://www.rbe.mec.pt/np4/1605.html

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