Save the Children lança a sequela do vídeo sobre crianças refugiadas

Maio 26, 2016 às 11:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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mais informações na notícia do blog https://karenmetssave.wordpress.com de 11 de maio de 2016 :

Save the Children launches new campaign for refugee children

On 10 May Save the Children launched its ‘still the most shocking second a day’ video, the sequel to the powerful video that was released to draw attention to the conflict in Syria. The video follows the story of a young girl forced to leave behind everything she’s known after a hypothetical war breaks out in the streets of London. The video highlights the terrifying reality for thousands of children fleeing conflict, as seen through a child’s eyes, following the 11-year old Lily as she escapes the UK to embark on a dangerous journey in search of a new life.

Lily is not alone. A total of over 325,000 children now crossed the Mediterranean and Aegean, fleeing war, poverty and persecution in search of a better, safer life. An estimated 340 children have drowned since September, that’s an average of two children a day.  In 2015, one third of over a million asylum applications in the EU came from children. Almost all children use illegal routes to reach Europe. Most of them cross the Mediterranean on small boats, mainly from Turkey or Greece, but also from Northern Africa to Italy. According to IOM, about one third of migrants drowning are children. In 2015, over 88,000 unaccompanied children reached Europe, four times as much as in 2013.

After a terrible boat tragedy killed 800 people last year the EU implemented an agenda on migration. Sadly, since then, the situation has not improved. By the end of April nearly 200,000 people had reached Europe, of which 35% were children and 20% were women. Due to restrictions on family reunification laws, women and children often travel alone, making them extremely vulnerable.

Currently about 55,000 refugees are stranded in Greece. Women and children make up the majority of refugees in all the camps in Greece. The proposed relocation and resettlement schemes, meant to ensure protection to the most vulnerable and a fair distribution of asylum-seekers among member states, have failed. Only 1145 out of 160,000 refugees have been relocated from Greece and Italy, while between 35,000 and 40,000 people in Greece are eligible for relocation. 5 677 people have been resettled, out of 22 504 agreed.  Austria, Croatia, Hungary and Slovakia have still not submitted any pledge. Czech Republic, Poland, and Slovenia have no yet delivered on their pledges

Children on the move face huge risks, including separation from their parents, sexual abuse and exploitation, extortion by smugglers, violence and trafficking. They experience a severe education gap. Many children go under the radar because they have not been properly identified and registered. Some children burn their fingerprints in order to avoid being registered in the EURODAC system. They run away from the facility centres they are placed in, choosing instead to make the journey on their own. These children are at high risk of becoming victims of exploitation, trafficking and other forms of abuse. A lot of unaccompanied children go missing right before they reach the age of 18. Not only unaccompanied minors are at risk, children travelling with their families often become invisible, and do not receive appropriate services.

Transit and reception centres are often badly equipped with little or no facilities for children. Upon arrival, unaccompanied children are not always automatically assigned a legal guardian or are placed in detention. Detention can amount from a few hours to days or even months, depending on the country. Methods to assess children’s age differ widely between the countries and do not always take the child’s best interests to heart. A lot of countries have problems catching up with the amount of new arrivals, who end up staying in large halls, having a detrimental effect on families, who do not have the privacy required, and especially children who have experienced multiple traumas. Psychosocial care is often lacking. Generally, children are allowed to attend school in EU member states, but newly arrived children have to wait a long time before they can access education, and schools do not have the right systems in place to accommodate large groups of refugee children. Children are often unaware of their rights, and few countries apply child-friendly methods to inform children of their rights and listen to their needs.

In its policy proposals to address the refugee crisis, the EU barely pays any attention to children, while they make up a third of all asylum-seekers reaching Europe. No child should go through the hardships endured by Lily in this video. We are working to make children a top priority for the EU. We cannot afford another lost generation of child refugees. Children should be protected equally wherever they go, so they can grow up to be confident citizens of this world. For more information, read our briefing on the impact of border closures on children, our five point plan, and the report for our Every Last Child campaign.

 

Síria: a guerra virou do avesso a vida destas crianças – Vídeo

Março 13, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site P3 do Público de 6 de Março de 2014.

“Pode não estar a acontecer aqui mas na Síria o horror retratado neste vídeo é demasiado real”. O vídeo publicado no dia 5 de Março pela organização Save the Children, que luta pelos direitos das crianças em 120 países, já conta com mais de quatro milhões de visualizações. Em pouco mais de um minuto, e num vídeo ao estilo um-segundo-por-dia, a vida de uma criança fica virada do avesso. “Poderia isto acontecer em Inglaterra? Isto é o que a guerra faz às crianças”, resume a Save for Children, também responsável por um vídeo “First Day” em que a mensagem principal era “Para um milhão de recém-nascidos por ano, o seu primeiro dia é também o último”. Desta vez, o alvo são os conflitos na Síria. “Três anos de guerra civil devastou a vida de uma geração de crianças. Custou a vida a mais de 11 mil crianças e transformou mais de um milhão em refugiadas. Sujeitou-as a traumas, bombardeamentos indiscriminados e até torturas”. Recorde-se, a propósito uma outra inciativa recente com o mesmo fim solidário, a campanha viral “Darias o teu casaco a uma criança com frio?“.

Dois milhões de crianças em risco de desnutrição

Outubro 3, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 24 de setembro de 2013.

Mais informações e relatório da Save the Children:

Syria’s children at risk of malnutrition

Yazan Homsy

por Lusa

Mais de dois milhões de crianças sírias estão em risco de desnutrição em resultado do conflito no país, alertou na segunda-feira a organização humanitária britânica “Save the Children” (Salvem as Crianças).

Esta organização não-governamental (ONG) assinalou, em comunicado, que os afetados pelos confrontos bélicos na síria não têm podido comprar alimentação em quantidade suficiente, além de que os preços alimentares têm subido e há dificuldades para a produção de alimentos.

Nas zonas rurais de Damasco, um em cada 20 menores já está subnutrido, quantificou a ONG, que reuniu testemunhos de pessoas refugiadas nos países vizinhos, que denunciaram as dificuldades das famílias para alimentar os filhos.

A ONG assinala que muitas crianças têm vivido de plantas e pão durante dias e cita ainda o caso de uma família que se alimentou apenas de pão durante quatro dias, depois de se ter refugiado no sótão de uma casa, no seguimento de explosões.

A falta de alimentos disparou os despectivos preços para níveis que chegaram a duplicar os valores iniciais, segundo a organização.

“A comunidade internacional fez muito pouco e muito tarde. Os meninos da Síria têm sido alvejados e bombardeados e vão ficar traumatizados pelo horror da guerra. O conflito deixou milhares de crianças mortas e agora há uma ameaça de escassez de meios para sobreviver”, disse o diretor da organização, Justin Forsyth.

Este dirigente acrescentou que as crianças sírias estão “sós e traumatizadas” pela guerra.

“Mesmo que o mundo não consiga colocar-se de acordo sobre como acabar com o conflito, de certeza que pode colocar-se de acordo em que a ajuda deve chegar a cada criança que dela necessite na Síria. Não há espaço para adiamentos ou argumentos. Não se devia deixar que as crianças da Síria passassem fome”, insistiu.

 

 

Crianças mal alimentadas não aprendem a ler

Agosto 28, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do site Educare de 19 de Agosto de 2013.

O relatório mencionado na notícia é o seguinte:

Food for Thought : Tackling child malnutrition to unlock potential and boost prosperity

Uma em cada quatro crianças de todo o mundo estão subnutridas e isso reflete-se no momento de aprender. Relatório Food for Thought, da Save the Children, põe o dedo nas feridas.

Uma criança subnutrida não tem o mesmo rendimento escolar do que uma criança que siga as regras de uma alimentação equilibrada. Esta causa-efeito parece básica, mas há estudos que confirmam a constatação com números. O relatório Food for Thought, da organização internacional Save the Children, mostra uma dura realidade e um cenário que dá que pensar. Um estudo que envolveu mais de 7300 crianças da Etiópia, Índia, Vietname e Peru revela que as crianças mal alimentadas têm mais dificuldades para aprender a ler e a escrever. A conclusão matemática é que uma em cada quatro crianças de todo o mundo têm o seu desenvolvimento comprometido por deficiências na alimentação.

Não é apenas por fora que a subnutrição deve chocar. Crianças magras, barrigas inchadas de água, pouco peso e altura para a idade, tristes imagens que nos chegam dos países subdesenvolvidos ou em vias de desenvolvimento. A subnutrição afeta física e psicologicamente os mais pequenos e arrasta consigo danos irreversíveis a vários níveis. Segundo o relatório da Save the Children, aos oito anos de idade, 19% das crianças mal alimentadas têm uma maior propensão para se enganarem na leitura de frases simples, 12,5% revelam uma maior tendência para erros na escrita e 7% demonstram um pior desempenho na execução de operações simples de aritmética quando comparadas com crianças sem insuficiências nutricionais.

O relatório Food for Thought mostra um panorama difícil de digerir: um quarto da população infantil mundial tem o seu desenvolvimento educativo e cognitivo em risco por falta de comida. A subnutrição é também um fator que não pode ser alheio à crise de iliteracia. O mesmo estudo revela, por outro lado, que as crianças mal alimentadas ganham, em média, menos 20% quando chegam à idade adulta. E há uma outra conta que está feita: em 2030, o crescimento económico deverá ser afetado em 125 mil milhões de dólares devido à subnutrição infantil.

Ao todo, 130 milhões de crianças, em todo o mundo, estão nas escolas mas não conseguem aprender, não conseguem adquirir as competências básicas para fazer face a um futuro profissional. A diretora executiva da Save the Children Internacional, Jasmine Whitbread, está preocupada. “As conclusões deste relatório confirmam os nossos piores receios, de que a malnutrição prejudica irreversivelmente as hipóteses de futuro de uma criança mesmo antes de ela colocar os pés numa sala de aula”, referiu na apresentação do relatório.

Por todos os números, por todas as crianças, por futuros que não podem ficar comprometidos, por uma necessidade de primeiríssima ordem, a organização internacional pede atenção, medidas, estratégias. “Pedimos aos líderes mundiais que usem esta oportunidade para se comprometerem com medidas que permitam acabar com o flagelo da malnutrição”, pede a responsável que avisa que o aumento no financiamento de programas de nutrição nos países mais afetados pode mudar a vida de milhões de crianças

Food for Thought : tackling child malnutrition to unlock potential and boost prosperity – Relatório da Save the Children

Junho 7, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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food

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infografia

 

The Child Development Index 2012: Progress, challenges and inequality

Setembro 5, 2012 às 6:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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The 2012 edition of the Child Development Index highlights the impressive progress the world has made in reducing child mortality and ensuring millions more children go to school.

At the same time it warns of the impact of the failure to tackle child undernutrition on children’s overall well-being.

Drawing on data on stunting and wasting, it looks at the disastrous effects of the food and financial crises on children.

Finally, it makes a series of recommendations to developing-country governments and to donors on tackling hunger and undernutrition.

The Child Development Index monitors child well-being in 141 countries, aggregating data on child mortality, primary-school enrolment and underweight.

Relatório da Save the Children UK sobre fome e malnutrição infantil

Fevereiro 24, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Relatório | Deixe um comentário
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A Life Free from Hunger: Tackling child malnutrition

What are the causes of malnutrition, the solutions, and the politics? This report sets out six steps to tackle the crisis.

The world has enough food for everyone, but millions of children face a life sentence of hunger and malnutrition – the hidden reason so many die.

This report analyses the causes of malnutrition, focusing on chronic malnutrition and stunting in children. It identifies solutions that are proven to be effective:

  • direct interventions, such as exclusive breastfeeding, micronutrient supplementation and fortification
  • indirect interventions, such as introducing social protection programmes, and adapting agricultural production to meet the nutritional needs of children.

Crucially, this report then examines the political factors that contribute to the global burden of hunger and malnutrition.

Action must be taken now to prevent the crisis deteriorating and even more children suffering the life-long consequences. This report recommends how governments, multilateral agencies, business and individuals can play their part in tackling the problem – and help give every child a life free from hunger.

Comem pouco e comem mal: a malnutrição mata 300 crianças por hora em todo o mundo

Fevereiro 23, 2012 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 16 de Fevereiro de 2012.

No Child Born to Die – Campanha da Save the Children UK

Fevereiro 22, 2012 às 9:00 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
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7.6 million children under five die needlessly every year. We’re working hard to end this outrage through our ambitious No Child Born to Die campaign. Thanks to your support we made some huge breakthroughs in 2011 and now we need your help to end the scourge of childhood malnutrition.

Last year, we inspired massive new investment in vaccines that will save 4 million children’s lives by 2015 and secured commitments to train and equip more health workers so more kids can see a doctor or nurse when they need to.

But we can’t afford to lose momentum now.

In a world with food enough for everybody, 300 children die of malnutrition every hour of every single day.

And those who survive face a life sentence of hunger.In poor countries 1 in 3 children suffer permanent damage to their body and minds because of malnutrition in their first few years.

Mais informações Aqui

 

 

 

 

Every child’s right to be heared : a resource guide on the UN Committee on the Rights of the Child General Comment No.12

Fevereiro 17, 2012 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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Every child’s right to express their views and have them taken seriously is enshrined in Article 12 of the UN Convention on the Rights of the Child.

However, despite many positive examples – some of which are referred to in this guide – most children are not included in discussions about issues that affect them.

This resource guide is a companion document to the UN Committee on the Rights of the Child General Comment No. 12 on the ‘Right of the Child to be Heard’.

It outlines their obligations to listen to children, and advises governments, NGOs, policy-makers and international agencies on how to include children’s views and opinions. 


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