8.as Jornadas de Saúde Mental “Entre as Redes Neuronais e as Redes Sociais”

Outubro 13, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://8asjornadassaudementalgaia.weebly.com/apresentaccedilatildeo.html

 

Simpósio Autolesão & Adolescência / castigar o corpo para aliviar a alma

Outubro 8, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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autol

mais informações:

http://www.milrazoes.pt/autolesao/

 

Os Jovens e a Saúde Mental – Vídeo

Agosto 20, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Hoje, dia 12 de Agosto de 2014, celebra-se o Dia Internacional da Juventude, com especial destaque para o tema: “Os Jovens e a Saúde Mental”.

Na primeira parte do vídeo aborda-se a questão da Construção da Identidade na Adolescência.

Esta iniciativa foi coordenada pelo Conselho Nacional de Juventude – Portugal (CNJ), pela Direcção Geral de Saúde (DGS) e pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), em parceria com a Associação Nacional de Estudantes de Nutrição (ANEN).

As ilustrações, a criação e a edição de todos os vídeos ficaram a cabo da dupla Sara-a-dias e Frederico Batista.

 

Há cada vez mais adolescentes internados em enfermarias psiquiátricas de adultos

Novembro 22, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 18 de Novembro de 2013.

Manuel Roberto

Catarina Gomes

Pedopsiquiatras dizem que tentativas de suicídio dos adolescentes estão a aumentar no contexto da crise.

No país inteiro existem apenas 20 camas para internar crianças e adolescentes com problemas mentais. Com a crise estão a chegar às urgências cada vez adolescentes que tentaram suicidar-se. Perante a falta de vagas, a solução para estas e outras situações tem sido, muitas vezes, o internamento em enfermarias psiquiátricas de adultos. “Em vez de ser uma experiência pacificadora, pode ser traumatizante”, alerta o director do Serviço de Pedopsiquiatria do Hospital Pediátrico de Coimbra, José Garrido.

Diz a Carta da Criança Hospitalizada que “as crianças não devem ser admitidas em serviços de adultos. Devem ficar reunidas por grupos etários para beneficiarem de jogos, recreios e actividades educativas adaptadas à idade, com toda a segurança”. Desde 2010 que a idade pediátrica em Portugal foi alargada dos 16 para os 18 anos.

Augusto Carreira, presidente da Associação Portuguesa de Psiquiatria da Infância e da Adolescência, lembra o caso de uma rapariga de 16 anos do Algarve, “em situação psíquica grave”, que andou muito tempo para ser internada porque naquela região do país não há pedopsiquiatria e porque o Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, onde há 10 camas, estava lotado. Além desta instituição só existem outras dez camas no Magalhães Lemos, no Porto.

Zulmira Correia, responsável pela unidade de pedopsiquiatria da zona Norte, que funciona no Hospital Magalhães Lemos, diz que os miúdos que, por falta de alternativas, são internados na psiquiatria de adultos aterram num mundo de doentes crónicos “e podem pensar “eu vou pertencer a este mundo do ‘voando sobre um ninho de cucos’”. A médica nota que o internamento na saúde mental de adultos é estigmatizante para a família e pode impedir a visita de colegas de escola e amigos do adolescente. Zulmira Correia fala no caso de raparigas que nestes internamentos ficam expostas a “relatos de experiências de vidas que não são simpáticas de ouvir fora do tempo, histórias de maridos… Não é favorável”. Zulmira Correia nota que a legislação e a acreditação internacional dos serviços de saúde não permite sequer que as salas de espera e os corredores para crianças e adolescentes sejam os mesmos que os adultos.

Foi com a ministra Ana Jorge que a idade pediátrica foi alargada para os 18 anos, uma decisão acertada, diz Augusto Carreira, mas que não foi acompanhada de reforço de meios. O problema é saber para onde mandar os adolescentes, sobretudo dos 16 aos 18 anos. Ou seja, quando é necessário internamento nestas idades “é uma aflição enorme para tentar arranjar lugar”. Não podem ser colocados em enfermarias de pediatria porque muitas vezes estão em estado de agitação e podiam colocar riscos para outras crianças, mas nunca deveriam ser colocados em enfermarias de adultos, como por vezes acontece, diz.

O problema é que o recurso às enfermarias psiquiátricas de adultos tende a ser mais frequente com o aumento do número de adolescentes que vão parar às urgências por tentativas de suicídio, diz Augusto Carreira.

Não há números para quantificar o fenómeno, mas a sua prática clínica diz-lhes que estão ao aumentar estes casos e que a crise contribuiu para este crescimento, defende José Garrido. Diz que só no primeiro semestre deste ano chegaram às urgências do Hospital Pediátrico de Coimbra 33 adolescentes dos 13 aos 18 anos que se tentaram suicidar ingerindo medicamentos, embora à cabeça continuem a estar as situações de ansiedade e depressão, com 110 casos.

“A maior parte dos casos de comportamentos suicidários precisam de ser internados”, diz Augusto Carreira, “para avaliar da gravidade do gesto e existência de risco”. Além das tentativas de suicídio, Augusto Carreira fala do aumento de comportamentos violentos para com os outros e contra si mesmos, por exemplo com situações de automutilação, como os cortes dos pulsos. “As famílias estão muito desorientadas”, diz, sublinhando que “as crianças, para se desenvolverem de forma satisfatória, precisam de se sentir protegidas. No contexto em que nós vivemos as famílias não se sentem tranquilas, não sabem se chegam ao final do mês com dinheiro para dar de comer aos filhos”.

“Os recursos que se oferecem neste momento estão a rebentar pelas costuras” e estes, defende, ainda são mais importantes “nesta fase”. “Uma criança que atravessa a crise vai ficar com marcas, não é como uma empresa em que, passada a crise, volta a dar lucro. Perdura”.

“As enfermarias psiquiátricas não são sítios muito agradáveis. Estes internamentos são primeiras experiências de internamento”, nota, e “podem ser traumatizantes, até para a família que pode ver aquilo quase como se estivesse a vislumbrar o futuro do filho. É pesado, era importante que se pudesse evitar isso”, sublinha o presidente da Associação Portuguesa de Psiquiatria da Infância e da Adolescência.

O director do Programa Nacional para a Saúde Mental, Álvaro de Carvalho confirma “uma maior pressão desde a crise, com maiores necessidades de internamento”. O responsável diz que “a situação de crise desencadeia tensões emocionais que muitas vezes criam estados de crise emocional, em que o internamento transitório pode ser uma solução”. Os últimos dados oficiais dizem que em 2011 houve 295 internamentos por perturbações mentais da infância, com uma média de quase nove dias de permanência.

“A única prevenção em saúde mental é na infância, na adolescência já é muitas vezes tarde demais”, reforça José Garrido. Está descrito em estudos internacionais que, em momentos de crise económica, aumentam as tentativas de suicídio também na adolescência, “são sintomas da crise”, que se faz acompanhar “de mais conflitos familiares, mais violência doméstica, mais consumo de álcool, pais que emigram. É uma sociedade em stress”.

I Fórum Nacional NovOlhar – “Novos Olhares no Acolhimento de Adolescentes”

Setembro 26, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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novos2

Mais informações Aqui  ou Aqui

A CrescerSer – Casa da Ameixoeira e a  Soroptimist Cluble Lisboa Caravela irão realizar nos próximos dias 10 e  11 de Outubro no Mosteiro Santos-o-Novo o I Fórum Nacional NovOlhar  -“Novos Olhares no Acolhimento de Adolescentes”.

Pretendemos reflectir a intervenção em quatro pilares do nosso projecto Educativo.  Assim o nosso fórum pretende criar momentos de reflexão nas Áreas da  Justiça, da Educação, da saúde mental e da Familia.

As inscrições são limitadas e necessitam de inscrição até 4 de Outubro de 2013: casadaameixoeira@crescerser.org

(no acto da inscrição envie-nos questões e/ou reflexões que gostaria que fossem debatidos no nosso Fórum).

Programa provisório – I Fórum Nacional NovOlhar

“Novos Olhares no Acolhimento de Adolescentes”
A.P.D.M.F. CrescerSer- Casa da Ameixoeira
10 e 11 de Outubro 2013 – Mosteiro Santos o Novo

10 outubro – Quinta feira

9h00 – Recepção dos Participantes
9h30 – Sessão de Abertura
Armando Leandro – Presidente da Direção da A.P.D.M.F. – CrescerSer
Pedro Santana Lopes – Provedor da SCML
Rita Nogueira Ramos – Presidente do Soroptimist International
Clube Lisboa Caravela

10h00 – Conferência – O Direito a ser Jovem
Joana Marques Vidal – Procuradora Geral da República

10h30 – Pausa para Café

10h45 – 13h30 – Fórum Justiça
OS DESAFIOS DA PROMOÇÃO E PROTEÇÃO EM ACOLHIMENTO RESIDENCIAL

Moderador Jornalista convidado

Ana Barrocas – Coordenadora da Equipa de Gestão Centralizada de Vagas ISS
Celso Manata – Procurador Coordenador do TFM de Lisboa
Fausto Amaro – Docente no ISCSP/TTL
Maria Perquilhas – Juíza de Direito e Docente do CEJ

13h30 – 14h30 – Almoço

14h30 – 18h00 – Fórum Educação
DIFERENTES CONTEXTOS, DIREITOS IGUAIS

Moderador Jornalista Fernanda Freitas

Irene Santos – Investigadora no Instituto de Educação da UL
Nádia Sacoor – Equipa de Educação do Projecto K-Cidade
Rui Fontinho – Presidente da CAP – Agrupamento da Amadora Oeste
Director da Escola Secundária Seomára da Costa Primo
Pedro Cunha – Representante do ME na CNPCJ

16h30 – 16h45 – Pausa para Café
16H45 – 18H00: Dinâmica Teatral: GRUPO USINA intrepeta

11 outubro – sexta feira

9h30 – Recepção dos Participantes

10h00 – 13h00 – Fórum Saúde Mental
SAÚDE MENTAL E ACOLHIMENTO – NOVAS PRÁTICAS EM NOVOS DESAFIOS

Moderador Jornalista convidado

Álvaro de Carvalho – Coordenador Nacional de Saúde Mental
Carlos Alberto Poiares – FP – UHL
Fátima Duarte – CNPCJ
João Beirão – Equipa de Adolescencia do Centro de Saúde da Lapa – HDE

11h30 – 11h45 – Pausa para Café

13h00 – 14h00 – Almoço

14h00 – 16h30 – Fórum Famílias
A FAMÍLIA E O ADOLESCENTE NOS DESAFIOS DA CONTEMPORANEIDADE

Moderador Jornalista convidado

Paulo Guerra – Juíz Desembargador e Vogal da Direção da CrescerSer
Regina Vieira – Docente em Serviço Social pelo ISCTE
Rosa Macedo –SCML
Rui do Carmo – Procuradoria Distrital de Coimbra

16h30 – 16h45 – Pausa para Café

16h45 – 17h30 – Conferência: O EPICENTRO DO ADOLESCENTE NO SEU PROJECTO DE VIDA

Eduardo Sá

17h30 – 18h00 – Momento Musical nos Claustros do Mosteiro

Avós e netos podem proteger a saúde mental uns dos outros

Agosto 26, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site Ciência Online de 12 de Agosto de 2013.

Mais informações sobre o estudo:

Strong grandparent-adult grandchild relationships reduce depression for both

Avós e netos desempenham papéis importantes na saúde de cada um, segundo um novo estudo. O estudo de duas décadas descobriu que a qualidade das relações entre as duas gerações tem consequências mensuráveis ​​sobre o bem-estar mental de ambos.

Os pesquisadores analisaram 376 avós e 340 netos, e seguiram a sua saúde mental entre 1985 e 2004. Eles descobriram que tanto os avós como os netos adultos que se sentiam emocionalmente perto da outra geração tinham menos sintomas de depressão.

“Membros da família, como avós e netos, têm funções importantes nas vidas diárias de cada um durante a vida adulta”, disse a pesquisadora Sara Moorman, professors de sociologia na Boston College, EUA.

As relações entre os membros da família podem ser mais importante hoje do que no passado, disseram os pesquisadores. Como a expectativa de vida está a aumentar, as gerações co-existem sem precedentes para longos períodos de tempo, e eles podem ser fontes de apoio, ou de tensão, através de vida das pessoas, disseram os pesquisadores.

Para o estudo, que foi apresentado hoje (12 de agosto), na Reunião Anual da American Sociological Association, em Nova York, os participantes preencheram pesquisas a cada poucos anos, respondendo a perguntas. Os participantes também relataram quantas vezes sentiam sintomas de depressão, como tristeza e falta de apetite.

Os resultados mostraram que, além dos efeitos de saúde mental positivos de ter uma relação emocionalmente próxima, é importante para os avós serem capazes de retribuir a ajuda que recebem dos seus netos, de acordo com os pesquisadores.

Os resultados também mostraram que é importante para os netos ajudarem os seus avós a permanecerem independentes, e manter uma relação de apoio, a fim de afastar os efeitos negativos do envelhecimento sobre o bem-estar mental e emocional dos idosos.

Ana Luísa, num quarto com vista sobre a aldeia

Agosto 25, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do Público de 14 de Agosto de 2013.

Ana Luísa, num quarto com vista sobre a aldeia

O artigo contém um texto de Andreia Sanches :

Até que ponto estás satisfeito com a vida? O que dizem os estudos e os especialistas sobre temas que marcam a adolescência? Hoje fala-se de saúde mental

Congresso Saúde mental, desenvolvimento e educação – em homenagem a João dos Santos

Maio 22, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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saudemental

Mais informações Aqui

João dos Santos, Sócio n.º 1 do Instituto de Apoio à Criança, nasceu a 15 de Setembro de 1913 e faleceu a 16 de Abril de 1987.

Ação de Formação em Intervenção Comunitária

Maio 6, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua, será a responsável do MÓDULO 2: Intervenção pela positiva com Crianças em Risco: Mitos, Factos e Rumos.

Ainda existem vagas disponíveis

Mais informações Aqui

intervenção

 

 

Jovens de zonas problemáticas vão ajudar a promover a saúde mental

Fevereiro 12, 2013 às 1:01 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 5 de Fevereiro de 2013.

Romana Borja-Santos

Programa Young Health quer trabalhar temas de saúde mental com crianças e adolescentes do programa Escolhas.

Em bairros onde os problemas parecem somar-se, em que a falta de condições das casas se junta às dificuldades económicas, palavras como tristeza, irritabilidade e agressividade costumam ficar de fora. Sobretudo, entre as camadas mais jovens da população. É a pensar nesta lacuna que nasce, esta terça-feira, em Portugal, o projecto Young Health Programme – Like ME, que até 2015 vai trabalhar com um grupo de jovens entre os dez e os 12 anos uma série de aspectos relacionados com a saúde mental.

O projecto, que será apresentado em Lisboa com a presença do secretário de Estado Adjunto da Saúde, Fernando Leal da Costa, vai abranger cerca de 150 jovens que já estavam integrados no programa Escolhas – que está há mais de dez anos no terreno com o objectivo de promover a inclusão social de crianças e jovens provenientes de contextos socioeconómicos mais vulneráveis. Mas desta vez vai seleccionar crianças dos dez aos 12 anos que vivem em bairros de Lisboa sinalizados e que têm dificuldade de acesso a cuidados de saúde, com o objectivo de avaliar a sua saúde mental e, depois, melhorar alguns indicadores como aumentar em 30% a sua auto-estima e o domínio que têm sobre estes temas. A grande aposta será formar alguns para que dêem seguimento ao trabalho entre pares.

O trabalho será concretizado pela organização não governamental Médicos do Mundo, com o apoio da farmacêutica AstraZeneca, que já tem o programa de responsabilidade social Young Health Programme a nível internacional a decorrer em 12 países, que tiveram a liberdade de seleccionar uma área em que sentiam necessidade de ter uma intervenção mais concreta. Até 2015 o programa chegará a 28 países, num total de 500 mil jovens abrangidos.

A investigadora e psicóloga Margarida Gaspar de Matos, que desde o início tem ajudado a conceber o projecto em Portugal, adianta ao PÚBLICO que “a necessidade de ter um projecto na área da saúde mental surgiu como uma evidência”, já que nestas zonas “há maior propensão” para desenvolver alguns problemas e, ao mesmo tempo, “dificuldade em detectar precocemente alguns sinais numa idade transaccional”, em que a simples mudança de escola pode acarretar dificuldades e contribuir para “agudizar as diferenciações de classe” entre alunos. “A depressão nestas idades muitas vezes surge sob a forma de irritabilidade, irrequietude, má educação, violência”, descreve.

Já a coordenadora de projectos nacionais da Médicos do Mundo, Carla Fernandes, explica que o projecto terá três momentos ao longo de três anos. Numa primeira fase será feito o diagnóstico da situação dos jovens seleccionados e que durará cerca de meio ano. Depois, serão implementadas várias actividades, que vão desde oficinas temáticas à produção de sete pequenos episódios para uma mini-série sobre os temas trabalhados e até a um campo de férias. Nos últimos meses será publicado um estudo, um manual de boas práticas e os resultados sobre as melhorias nos jovens.

Bullying e abandono escolar
“A pedra de toque do projecto será a sustentabilidade entre pares numa fase em que ainda estão a absorver muita informação. A saúde mental é cada vez mais uma prioridade emergente e que tem grande impacto no futuro”, salienta Carla Fernandes, acrescentando que vão dar especial atenção a temas como a violência, o bullying e o abandono escolar, ajudando os jovens a reconhecerem alguns sinais e sintomas que podem ocorrer quando as pessoas são expostas a situações difíceis.

Também Margarida Gaspar de Matos acredita que “a educação entre pares tem uma vantagem muito grande porque estão perto do que está a acontecer e motiva-os”, além de que se promove “uma filosofia de integração e não de assistencialismo”. “A altura da pré-puberdade, ainda sem grandes turbulências, é ideal para aprendermos a conhecer as nossas emoções ainda sem estigmas”, sintetiza.

 

 

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