Campanha da Renascença procura padrinhos para crianças carenciadas

Janeiro 5, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Rádio Renascença de 25 de dezembro de 2014.

Helpo

A campanha de Natal da Renascença deste ano desafia os portugueses a apadrinhar uma criança carenciada através da organização não-governamental Helpo.

Através de donativos ou a contribuição de bens, qualquer um pode garantir, anualmente, a uma criança, uma refeição diária, livros e material escolar. Pode até ajudar na construção de uma escola.

Isabel Vorm decidiu ser madrinha da Maria, uma menina que vive numa pequena aldeia em Moçambique. “A única coisa que eu pedi foi que essa criança pertencesse a uma comunidade que eu pudesse visitar quando fosse fazer trabalho de voluntariado, que depois fiz no terreno”, começa por explicar.

Isabel Vorm foi a Moçambique no início do ano, esteve cinco semanas em Nampula e visitou Maria, “que que vive, literalmente, no meio do nada, e não fala português, fala makhuwa”.

“A comunidade toda estava à nossa espera porque leva-se sempre uma papinha para os bebés, arroz, óleo, açúcar, que permite que estas crianças que vão à escolinha tenham, pelo menos, uma refeição por dia. O apadrinhamento da Maria acontece por aqui”, conta a madrinha Isabel Vorm.

João Baptista também é padrinho, à distância, de uma menina em Moçambique, que já teve oportunidade de visitar por duas vezes.

“Quando fui como voluntário da Helpo visitei novamente a minha afilhada. O segundo contacto foi muito mais aproximado do que o primeiro contacto, ou seja, ela já sabia que eu era o padrinho. A primeira reacção foi bastante negativa da parte da minha afilhada. Estava toda a comunidade à nossa espera e, apesar de termos tido o cuidado de distribuir bens por todas as crianças, estranhou um bocado. Dois anos depois, na segunda vez que eu estive com ela, foi uma relação completamente diferente”, conta João Baptista.

Na prática, através da Helpo, e com apenas 13 euros mensais, pode dar escola a uma criança carenciada. Com um pouco mais 21 euros/mês irá contribuir, igualmente, com alimentos e cuidados de saúde.

A Helpo é uma ONG portuguesa que trabalha a favor da infância através do meio educativo. Actua em Portugal, Moçambique e S. Tomé e Príncipe.

Através do apadrinhamento de crianças à distância, a Helpo ajuda directamente mais de três mil crianças e 11 mil indirectamente.

 

 

“Sonha, Faz e Acontece”: ser voluntário em São Tomé

Maio 12, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do P3 do Público de 26 de Abril de 2013.

Associação de voluntariado e empreendedorismo social fundada por jovens portugueses dedica-se a melhorar a vida de crianças em São Tomé e Príncipe

Texto de Ana Chaves

Foi em 2010 que um grupo de amigos decidiu levar mais longe a paixão pelo voluntariado e rumou à ilha do Príncipe, em São Tomé e Príncipe, para ajudar crianças que se encontravam em situações de fragilidade extrema. Dois anos depois oficializaram a missão e fundaram uma associação com fins solidários: a “Sonha, Faz e Acontece” (SFA).

“Começou tudo por acaso”, refere Miguel Ventura, um dos fundadores da SFA, ao P3. Foi através de um primeiro contacto com a paróquia de Ramada, no concelho de Odivelas, que os jovens ficaram a conhecer a realidade das populações desfavorecidas naquele país africano. “Detectámos uma série de problemas e necessidades e percebemos que podíamos ajudar aquelas pessoas”.

O principal enfoque e, consequentemente, preocupação desta associação sem fins lucrativos é na área da educação. Naquele primeiro ano já haviam realizado um campo de férias (para mais de 100 crianças), ministraram “workshops” e reabilitaram salas de aula, tudo com capitais próprios.

O objectivo desta equipa com idades entre os 22 e os 30 anos é “transmitir valores” às crianças. E a recompensa — para além dos muitos sorrisos que o entrevistado garante que são “uns dos mais bonitos que já viu” — é conseguirem “passar uma mensagem” que por muito insignificante que lhes possa parecer, acaba por fazer “toda a diferença na vida das crianças”, frisa Miguel Ventura.

Sem qualquer previsão de quando poderão terminar todo o percurso que iniciaram no Príncipe, Miguel, de 25 anos, revela que o próximo passo é expandirem a ajuda aos restantes PALOP.

Apoiar são-tomenses em Portugal 

Mas a “Sonha, Faz e Acontece” também presta ajuda aos são-tomenses que chegam a Portugal. Nos casos mais recorrentes, estes jovens entre os 17 e os 23 anos vêm com bolsa de estudos que acaba por lhes ser retirada deixando-os numa situação bastante vulnerável.

Outros não têm na escola ou na faculdade o aproveitamento desejado, acabando por precisar de um tutor para “não se perderem” e enveredarem por condutas de marginalidade. Nestas situações, os cerca de 20 associados da SFA — formados em áreas tão distintas quanto Direito, Gestão, Economia ou Acção Social — encontram uma solução “quase personalizada” para cada um dos imigrantes, tornando-lhes a vida mais simples.

“Ajudamos a tratar da burocracia, por exemplo, e procuramos acompanhá-los o mais possível” até que encontrem o seu caminho, explica Miguel.

Como tornar-se voluntário da SFA

A SFA tem vindo a crescer, sobretudo no que respeita ao número de voluntários dispostos a colaborar e, pontualmente, conta com a ajuda financeira de algumas entidades.

Os que quiserem integrar a equipa são bem-vindos. Pré-requisitos? “Basta ter vontade”, responde Miguel. O resto vem por acréscimo.

Espetáculo “Músicas em Portugal” – Envio de Contentor para Crianças de S. Tomé

Novembro 18, 2011 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Está aproximar-se a noite do espectáculo organizado pela CulturSol, que será já no próximo sábado, dia 19, às 21h00. Vamos ter muita animação e será, certamente, uma noite muito bem passada. Para além disso, o valor que conseguirmos apurar com a venda dos bilhetes (5,00€/cada) será para custear o envio de um contentor de material para Santana, em São Tomé e Príncipe.

Este contentor levará roupa de criança, material escolar, livros didácticos, uma biblioteca infantil e brinquedos para crianças que têm muito pouco ou nada.

A vossa ajuda, para além de assistirem a um excelente espectáculo musical, será muito importante para a concretização deste nosso objectivo, pois no final do mês de Outubro enviámos um contentor para Espargos, na Ilha do Sal, com  material para montar a creche do Centro Paroquial de Espargos (brinquedos didácticos para crianças até aos três anos, roupa infantil, entre outro material diverso) que apoia diariamente 200 crianças. Naturalmente, ficámos com as nossas reservas bastante depauperadas, pelo que o produto da venda destes bilhetes é para nós muito importante para conseguirmos ainda este mês enviar o contentor para São Tomé.

Neste espectáculo poderão sentir e apreciar a música e dança Caboverdeana, Guineense e cigana. Ainda teremos a participação do magnífico coro das Jovens Vozes de Lisboa. Para além disso, no intervalo  poderão deliciar-se com a doçaria e artesanato africano.

Bem Hajam pelo apoio que nos puderem dar.

 

Pedido de voluntários para São Tomé e Príncipe

Fevereiro 11, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“A Instituição e o País

A 23 de Dezembro de 2005 nasce a Fundação da Criança e da Juventude – FCJ, em São Tomé e Príncipe. Sendo as principais áreas de intervenção, as da educação, acção social, saúde, ambiente, cultura e cidadania direccionadas às crianças e jovens.

A intervenção da Fundação parte do princípio de envolver a comunidade, a família, os idosos através de encontros intergeracionais, a população desfavorecida, tendo sempre em vista a promoção social de menores e jovens carenciados a nível físico, psicológico e económico.

A Instituição é composta por uma equipa mista quer em termos de idades, tipos de formação e origens geográficas e os projectos desenvolvidos visam, prioritariamente, a população infantil e juvenil, tendo em atenção a componente família.

São Tomé e Príncipe é um pequeno País insular, situado no Golfo da Guiné, a cerca de 300km do Continente Africano, mais precisamente da Costa Gabonesa. O arquipélago é constituído pelas ilhas de São Tomé e de Príncipe que distam 150 km uma da outra, e por alguns ilhéus, somando uma superfície total de 1001 Km2.

A insularidade geográfica, associada à pequenez e à descontinuidade do território, a limitação dos recursos minerais e o fraco dinamismo e a pouca diversificação do seu tecido produtivo são factores que tornam o país vulnerável face às exigências do mercado além fronteiras e condicionam a sua integração regional e internacional.

A enorme dificuldade de acesso aos serviços sociais essenciais pela maioria da população, as infra-estruturas físicas em degradação, as instituições, os mecanismos para a implementação de programas e políticas existentes, assim como as capacidades humanas débeis, constituem grandes desafios para o Governo e para a sociedade civil.

É neste contexto que a Fundação da Criança e Juventude, (F.C.J.), vem dar o seu contributo social nas áreas de intervenção, interagindo com as realidades culturais do Pais, com especial destaque para a educação, saúde, formação, animação social e demais áreas que pela sua transversalidade se interligam quase que por obrigação.

Iniciámos os nossos feitos com um pequeno gesto humanitário para que as crianças possam continuar a sonhar. Nos cinco anos de existência temos trabalhado prioritariamente na área da Educação, Saúde, e Ambiente através do desenvolvimento de projectos em parceria com o Governo Santomense, Nações Unidas, UNICEF e diversas organizações nacionais e internacionais.

Acreditamos que a educação é um dos instrumentos mais poderosos na redução da pobreza e das desigualdades, pois possibilita ao ser humano adquirir conhecimentos, valores e competências que lhe permitem valorizar-se e adaptar-se à evolução social e cultural contribuindo para a construção de sociedades mais abertas, democráticas e justas. A educação é o caminho para a mudança!

A nossa missão fundamental é, contribuir para a melhoria de vida das crianças e jovens a todos os níveis, contribuindo assim para a realização de um mundo melhor e mais equilibrado, onde as crianças tenham a oportunidade de sonhar e realizarem os seus sonhos.

www.fcjuventude.org

Perfil do candidato

  • · Ter mais de 18 anos
  • · Motivação e capacidade para trabalhar em ambientes adversos
  • · Autonomia
  • · Disponibilidade de 6 meses ou 1 ano
  • · Inglês escrito e falado
  • · Experiência de Windows e Office, na óptica do utilizador
  • · Experiência e/ou formação em uma ou mais das áreas de intervenção:

ü Ambiente

ü Educação

ü Formação

ü Saúde

ü Acção Social

ü Apoio Jurídico

ü Apoio à vitima

ü Apoio Psicológico

ü Ajuda Internacional

ü Cooperação

Condições oferecidas

Viagem, Alojamento, algumas refeições na Instituição, pocket-money, apoio médico local, formação no local.

Data limite candidaturas

Não existem datas limite. O processo de recrutamento encontra-se em aberto e é discutido com o candidato a voluntário.

Data de integração

Próxima fase: Fevereiro de 2011

Para além desta fase, a FC recebe candidaturas continuamente Nessas situações as datas de integração são combinadas com o recrutador.”

Candidatura

Envio de CV e carta de motivação para:

ana.manjua@fcjuventude.org e info@fcjuventude.org

Contactos

Fundação da Criança e da Juventude

Morada: Travessa do Pelourinho, Cidade de São Tomé, Caixa Postal 1115

São Tomé e Príncipe

Telefone: +239 222 7830

Fax: +239 222 7831

Telemóvel: +239 9920631

info@fundacaodacrianca.org


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