Um bólide que faz as crianças sorrir

Julho 23, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://www.scml.pt  de 8 de julho de 2015.

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Quatro crianças com disfunções neuromotoras conduzem e exploram um inovador veículo que lhes permite mobilidade independente.

INMAC (Independent Mobility for All Children) é o veículo que foi apresentado publicamente, esta quarta-feira, 8 de julho, no Pavilhão do Conhecimento, no Parque das Nações. Este projeto da ANDITEC – Tecnologias de Reabilitação Lda. contou com a colaboração com o CENTIMFE – Centro Tecnológico da Industria de Moldes, Ferramentas Especiais e Plásticos.

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) associou-se a esta apresentação pela importância que este produto pode ter no apoio especializado a crianças com disfunções neuromotoras graves, sendo que o primeiro protótipo funcional foi testado com crianças com paralisia cerebral, no Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian da Misericórdia de Lisboa.

O objetivo principal deste veículo é proporcionar mobilidade a todas as crianças, independemente das incapacidades de que sejam portadoras. O INMAC apoia a mobilidade independente de crianças com disfunções neuromotoras graves (ex.: com paralisia cerebral), bem como de crianças com deficits sensoriais e cognitivos.

Estes bólides estão equipados com um sistema multidetetor de obstáculos, uma consola de utilizador e uma unidade de controlo.

Um veículo de inclusão, lúdico e que promove autonomia

Para Luís Azevedo, diretor da ANDITEC, o grande objetivo deste veículo é incentivar a ”mobilidade e a comunicação destas crianças”, salientando que “quando não há mobilidade, não há estímulos, não há exploração, não há oportunidade, o que dá lugar à frustração”.

O responsável pela ANDITEC sublinha ainda a “importância” da mobilidade independente para as crianças com disfunções neuromotoras e da utilidade que estes veículos podem ter nos centros de reabilitação, caso sigam o protocolo estabelecido.

São quatro os meninos que esperam ansiosos por entrar nos carros de cores garridas e apelativas. O Francisco, o Lourenço, o Tiago e o Manuel são os pilotos oficiais desta prova, estão na pole position para a sua autonomia e liberdade, ainda que seja por breves minutos.

Ao entrarem nos carros, recebem uma carta de condução de brincar. Felizes e satisfeitos, conduzem o veículo, para a frente, para a direita, para esquerda, para trás, para onde lhes apetece, porque aqui manda a sua vontade. Nestes minutos são donos do seu destino e de um sorriso enorme que não escondem, nem querem esconder.

Ana Manta é a mãe do Francisco de 4 anos, um dos meninos que participou nesta demonstração, revela que o seu filho sonha há mais de uma semana em conduzir o INMAC, salientando o papel “interessante e lúdico” do projeto.

Os pais de Manuel, Rita e Carlos, defendem a importância deste projeto para as crianças com disfunções neuromotoras ganharem “competências e autonomia”.

Luísa Desmet, responsável pela Unidade de Apoio à Deficiência da SCML, destaca que este “projeto inclusivo” permite que seja devolvida às crianças a sua “autoestima e capacidade de comunicação”.

8 de julho de 2015

mais informações:

http://www.anditec.pt/

 

Museu de São Roque celebra o Dia da Criança

Maio 29, 2015 às 7:26 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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roque

http://www.museudesaoroque.com/pt/home/dia-mundial-da-criança.aspx

 

Personagens Animadas. Histórias Transformadas – Visita com Ateliê de animação (crianças 8-12 anos) Museu de São Roque

Abril 22, 2015 às 11:17 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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roque

Visita com ateliê de animação

Crianças dos 8 aos 10 anos de idade

As personagens das obras de arte do Museu de São Roque adquirem vida e transformam-se em heróis e heroínas de histórias animadas construídas pelas crianças.

Participantes: crianças dos 8 aos 10 anos de idade, inseridos em grupos escolares ou outros grupos organizados.

Horário: Segunda-feira das 14h00 às 17h30 e de terça-feira a domingo das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

Requisitos: Marcação prévia; aceitam-se inscrições de grupos com um número mínimo de 10 participantes e um número máximo de 30 participantes.

Participação GRATUITA mediante MARCAÇÃO PRÉVIA.

Inscrições pelo 213 235 824/233/421/065

Concurso “Nós Reciclamos – 2015”

Abril 15, 2015 às 12:32 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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recicla

O Instituto de Apoio à Criança participa no concurso “Nós Reciclamos – 2015”, iniciativa do comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública (COMETLIS), realizado em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML).

A cerimónia de entrega dos prémios realizar-se-á no dia 22 de maio de 2015, no auditório da Fundação Champalimaud.

Esta iniciativa visa melhorar a proteção ambiental, estimulando a reutilização e reciclagem de materiais e tem em vista a construção de um “Carro de Patrulha”.

Este ano, a organização do evento conta, além do IAC, com a participação da Fundação Joana Vasconcelos e da Fundação Champalimaud. A iniciativa é dirigida a crianças, jovens e idosos, visando o reforço dos laços de proximidade da PSP com a população destas faixas etárias. Esses objetivos inserem-se no Modelo Integrado de Policiamento de Proximidade, concretizado pelas Equipas dos Programas Escola Segura e Idosos em Segurança da PSP de Lisboa.

Este concurso foi apresentado no dia 8 de abril, no antigo Comando Distrital de Lisboa da PSP. A primeira iniciativa, em 2013, envolveu alunos do 1.º e 2.ºciclos de 30 escolas da área da COMETLIS. No ano seguinte, foi alargado o âmbito de intervenção às instituições de apoio a idosos. Participaram 82 escolas e 62 instituições de apoio a idosos, num total de 144 instituições inscritas, o que envolveu cerca de 3000 pessoas.

cartaz

vídeo

Mais informação aqui

 

Apadrinhamento Civil de crianças sem candidatos a padrinhos

Março 3, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 27 de fevereiro de 2015.

Shutterstock

Em quase cinco anos, apenas uma criança foi apadrinhada através da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), revelou hoje fonte da instituição, realçando que o Apadrinhamento Civil não tem funcionado por falta de candidatos a padrinhos.

Para alertar a comunidade e até profissionais para a possibilidade de as crianças institucionalizadas terem uma família afectiva mesmo quando continuam a manter algum vínculo com a família biológica, a SCML realiza hoje de manhã uma sessão de esclarecimento aberta sobre o Apadrinhamento Civil e o Acolhimento Familiar.

Um afilhado civil “é como se fosse um filho, não o sendo”, explicou Teresa Antunes, responsável pela Unidade de Adopção, Apadrinhamento Civil e Acolhimento Familiar da SCML.

Crianças para apadrinhar existem muitas: “são todas aquelas com menos de 18 anos, que não são adoptáveis e não tem condições de serem integradas na família biológica”.

“O grande entrave é não existirem candidatos espontâneos a padrinhos”, destacou Teresa Antunes, realçando que a lei permite o Apadrinhamento Civil desde 2010. 

Em quase cinco anos, a SCML registou apenas “uma situação – muito positiva – de apadrinhamento”, que está a decorrer desde o ano passado. 

“Antes dessa, nunca tivemos nenhuma”, disse a mesma responsável, considerando que no país inteiro devem ser pouco mais de 20 os casos de apadrinhamento.

No apadrinhamento há alguém que aceita ser tudo o que um pai representa para um filho que nunca será seu.

Os padrinhos assumem para toda a vida a tutela, a educação, as despesas, os cuidados e os afectos para com uma criança ou jovem que pode continuar a manter o contacto com a família biológica.

“Por um lado, há ainda um grande desconhecimento em relação ao apadrinhamento. Por outro, a própria situação do país não ajuda. Ainda por outro lado, há outra coisa que assusta as pessoas, que é esta possibilidade de continuar a manter o contacto com a família biológica”, declarou.

Talvez por isso, “as poucas situações de apadrinhamento que existem a nível nacional são situações de facto'”: tios, sobrinhos ou vizinhos que já estavam a cuidar de uma criança e que recorrem aos serviços para legalizarem a situação, que juridicamente continua mesmo depois de o jovem completar 18 anos.

É, aliás, também esta a situação do único caso registado pela Santa Casa, no qual “já havia uma relação prévia estabelecida” entre quem apadrinhou e a criança.

Quanto ao Acolhimento Familiar, um modelo criado há cerca de 20 anos, não existe actualmente nenhum caso na esfera da SCML e são poucos em Portugal, apesar do sucesso em países como Inglaterra ou Espanha.

Esta modalidade permite que a criança, em vez de estar numa instituição, fique com uma família, por decisão do tribunal.

“Famílias de acolhimento não são pais adoptivos. É sempre uma medida de carácter transitório. Muitas vezes é só o período em que está a ser estudada a reintegração da criança na família biológica, mas ainda não foi possível”, explicou, destacando que estas famílias são prestadoras de um serviço, com uma retribuição enquanto recebem a criança, mas há poucos casos em Portugal.

O processo de exigências e de selecção dos candidatos a apadrinhamento é semelhante ao da adopção e as inscrições podem ser feitas na SCML, para candidatos da região de Lisboa, e nas direcções regionais de segurança social no resto do país. 

Para quem precisar de mais esclarecimentos, a Santa Casa tem uma linha directa através do número de telefone 213 235 133 ou do e-mail servico.adopcao@scml.pt

Lusa/SOL

 

 

 

Encontro “Colaborar para fazer melhor”

Novembro 30, 2014 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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scml

Programa Encontro SCML 15 12 2 0

A convite da SCML, na pessoa da Diretora da UDIP Descobertas Dr.ª Ana Filipa Dias, vimos por este meio convidar todos os interessados em participar no encontro “Colaborar para fazer melhor”, cujo programa se anexa.

Caso estejam interessados em participar, enviem por favor um e-mail a representante da SCML, Dr.ª Rita Lopes Cardoso rita.cardoso@scml.pt a confirmar o interesse até 3 de Dezembro.

 

 

Ortopedistas lançam campanha nas praias contra mergulhos perigosos

Agosto 12, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do Público de 11 de agosto de 2014.

campanha

Pedro Sales Dias

Acção de sensibilização, entre Agosto e Setembro, estará em 100 praias e alertará os veraneantes para a possibilidade de mergulhos perigosos resultarem em traumatismos vertebro-medulares.

Durante dois meses as praias do país vão receber ortopedistas e vários voluntários numa campanha que visa sensibilizar os veraneantes para os perigos de mergulhar em águas baixas ou junto a rochas. A campanha “Mergulho Seguro”, em marcha entre Agosto e Setembro, “pretende prevenir os traumatismos vertebro-medulares provocados por acidentes relacionados com o mergulho”, adiantou ao PÚBLICO Jorge Mineiro, o presidente da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia (SPOT), entidade responsável pela acção em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

A campanha estará presente em 100 praias do país com cartazes e folhetos de sensibilização. “Estima-se que 43% dos acidentes de mergulho aconteceram a jovens entre os 10 e os 19 anos e que 73% dos acidentados tinham menos de 29 anos. É nos meses de Julho e Setembro que se verifica mais de 90% destas ocorrências”, apontou também Jorge Mineiro com base num estudo relativo à época balnear de 2012.

“É o único estudo prospectivo que existe. Nele foram referenciados 17 acidentes, dos quais seis resultaram em lesões medulares e três em lesão total”, explicou o médico interno autor do estudo, Ricardo Prata. No âmbito da campanha deverá ainda ocorrer a realização de acções de sensibilização em escolas de surf e a colocação de outdoors nas praias, indicou Ricardo Prata.

Com base nesses números, o presidente da SPOT defende que “os jovens devem conhecer a profundidade do local antes de mergulharem e não devem mergulhar a partir de rochas, margens de lagos ou rios ou em águas rasas”. Correr esse risco, poderá resultar na morte ou deixar os jovens “gravemente incapacitados”, alerta o especialista.

“Não mergulhes no escuro. O local onde mergulhas pode não ser tão fundo como pensas. A água às vezes não é o que parece”, lê-se num dos folhetos que serão distribuídos nas praias.

Segundo a SPOT “os traumatismos vertebro-medulares apresentam elevadas taxas de morbilidade e mortalidade particularmente elevada em Portugal face ao panorama europeu, no contexto dos acidentes em praias”. Aquela sociedade não conseguiu, porém, adiantar,  para efeitos de comparação, as taxas médias de mortalidade devido a este tipo de acidentes na Europa.

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Homens, solteiros e sem rendimentos, a viver nas ruas de Lisboa

Março 5, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do site da SCML de 12 de Fevereiro de 2014.

Conclusões do trabalho desenvolvido pelo Programa Intersituações da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa foram apresentados esta quarta-feira.

São na maioria homens entre os 35 e os 54 anos, solteiros e sem fontes de rendimento, os “sem-abrigo” que vivem nas ruas de Lisboa. Foram, sobretudo, conflitos familiares e relacionais, desemprego e doença física ou mental os motivos que os “empurraram” para a rua e entre eles já há licenciados.

Estes são alguns dos resultados dos inquéritos realizados pelas equipas do “Programa Intergerações | InterSituações de Exclusão e Vulnerabilidade Social” da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) entre abril e dezembro de 2013.

O desafio foi lançado pelo provedor Pedro Santana Lopes, na sequência do trabalho desenvolvido pelo “Programa Intergerações”, que, em 2012 identificou, porta a porta, a população idosa em situação de exclusão e vulnerabilidade, em Lisboa.

As conclusões do trabalho que culminou com uma contagem dos sem-abrigo na capital realizada em 12 de dezembro passado, foram apresentadas esta tarde, na sede da SCML.

A administradora com o pelouro da ação social, Rita Valadas, agradeceu aos parceiros desta ação presentes na sessão e referiu a importância dos dados que compõem o diagnóstico para a reintegração das pessoas, dados esses apresentados pelo sociólogo Paulo Ferreira.

João Marrana, coordenador do InterSituações, frisou que o principal objetivo é “tirar as pessoas da rua”, o que exige a criação de condições para estimular as suas competências pessoais, sociais e profissionais. Estas pessoas “não estão zangadas com o mundo. Só estão à espera que uma janela se abra”, nota.

852 nas ruas, 21 licenciados

O trabalho desenvolvido sobre os sem-abrigo tornou-se possível graças à colaboração de vários parceiros da Santa Casa, como juntas de freguesia, Câmara Municipal de Lisboa (CML), PSP, IPSS, paróquias e associações. As equipas recorreram ainda aos “bons conhecedores” da noite de Lisboa,como os “homens do lixo”, os seguranças ou taxistas.

A “contagem” de 12 de dezembro realizada com a participação de centenas de voluntários, registou 852 pessoas a viver nas ruas de Lisboa, 21 das quais licenciadas.

Nos oito meses anteriores, as equipas do InterSituações contactaram 649 pessoas sem-abrigo, das quais 454 responderam a inquéritos. A mais nova tem 16 anos e a mais velha 85.

As respostas permitem concluir que 30,6% dessa população está na rua há menos de um ano, 17% entre um a três anos e 15%, entre três a seis anos. Cinco por cento encontra-se há mais de duas décadas em situação de vulnerabilidade.

Com o objetivo de mudar o paradigma de intervenção junto dos sem-abrigo, a Santa Casa vai criar um Núcleo de Ligação para acompanhar esta população vulnerável, com mediadores que incluirão pessoas que já viveram na rua, no passado.

Em estudo está igualmente um Centro de Recuperação de Competências Psicossociais, que proporcione o encontro entre as pessoas e contribua para a sua reinserção na vida ativa.

Em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, a Santa Casa planeia ainda abrir um Centro de Alojamento de Transição, que facilite a reorganização da vida do dia a dia.

As entidades públicas e privadas têm de concertar estratégias e fazer evoluir as respostas da assistência para a reintegração daqueles que vivem na rua, defendem os responsáveis do InterSituações.

12 de fevereiro de 2014

Voluntários para a contagem das pessoas sem-abrigo da cidade de Lisboa

Dezembro 10, 2013 às 1:09 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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contagem

Texto do site da SCML de 6 de Dezembro de 2013.

Voluntários vão ajudar a fazer a contagem das pessoas sem-abrigo da cidade de Lisboa

A operação de contagem é organizada pelo Programa Intergerações da Santa Casa.

Depois da identificação dos idosos que vivem em situação de isolamento e de pobreza na cidade de Lisboa, o Programa Intergerações da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa vai fazer a contagem das pessoas sem-abrigo que vivem na capital, na noite de 12 de dezembro.

Para essa tarefa, pretende-se angariar um extenso grupo de voluntários que percorram as ruas e arruamentos da capital, contabilizando o número de pessoas que dormem na rua nessa noite, no seguimento de um método utilizado internacionalmente. Os interessados em participar nesta iniciativa podem inscrever-se no email intergeracoes@scml.pt.

Cada grupo de voluntários sairá da sede das várias juntas de freguesia para identificar os sem-abrigo registando o género, a idade aproximada e o local da pernoita.

Esta iniciativa que arrancará às 21h00 do dia 12, visa a identificação, a sinalização e o diagnóstico das pessoas sem casas que dormem nas ruas de Lisboa (dividida em 17 grandes zonas) através do levantamento de informações que permitam compreender os contextos em que estas pessoas foram “empurradas” para as ruas.

Um dos benefícios desta ação é a sensibilização de todas a comunidade envolvente para a condição dos sem-abrigo e para a procura de soluções que dêem resposta a este problema.

 

Mais de metade das crianças rastreadas apresenta problemas dentários

Setembro 13, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 4 de Setembro de 2013.

Mais de metade das cerca de 500 crianças que fizeram rastreios de saúde através de um programa da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) foram encaminhadas para dentistas, tendo sido detetados casos preocupantes, segundo os responsáveis.

De acordo com Noémia Silveiro, responsável da SCML, num período experimental  foram realizados rastreios a 540 crianças e jovens de bairros sociais de  Lisboa: 310 foram encaminhadas para dentistas, 144 para nutricionistas e  63 para oftalmologistas.

Face a casos considerados “muito preocupantes, a Santa Casa decidiu  iniciar um programa de rastreios gratuitos de saúde a crianças até aos 18  anos em bairros sociais, históricos e também em juntas de freguesias e instituições  particulares de solidariedade social.

No âmbito da iniciativa “Saúde Mais Próxima”, a SCML vai começar por  fazer, na quinta e sexta-feira, rastreios a crianças dos 6 aos 15 anos,  através de uma nova Unidade Móvel Juvenil de Saúde que estará no Largo Trindade  Coelho, em Lisboa, das 10:00 às 18:00.

O objetivo, como explicou Noémia Silveiro à Lusa, é avaliar a saúde  geral, oral, visual e auditiva dos mais novos, depois dos casos encontrados  no rastreio experimental.

“Encontrámos pais pouco sensíveis para algumas das questões da saúde”,  nomeadamente no que respeita às questões da nutrição e alimentação, disse  a responsável, referindo que, em 500 rastreios, detetaram 40 crianças com  problemas de obesidade.

Para alargar estes rastreios, a SCML quer estabelecer parcerias com  sociedades médicas e outras associações, como o caso da organização não  governamental “Turma do bem”, com a qual já existe um acordo para tratar  doenças orais e problemas visuais.

No âmbito do programa Saúde Mais Próxima, que já existe há mais de um  ano, a Santa Casa já realizou ações de sensibilização e rastreios para as  doenças respiratórias, obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes, osteoporose  ou cancro da pele.

Os responsáveis do programa ficam com os contactos dos doentes que são  reencaminhados para os médicos de família e tentam seguir todos os passos  do respetivo processo clínico para se certificarem de que as consultas e  exames necessários são efetivamente realizados.

 

 

 

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