E Agora, o que Fazer?

Julho 17, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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E AGORA O QUE FAZER?

Uma menina está a sangrar do dedo, a bola vai para a rua, uma criança não pode jogar com as outras crianças, o menino vê um rapaz roubar na padaria – a questão então é “e agora? O que devo fazer?”.
Para cada uma das dezoito situações, são apresentadas três opções de ação, que estimulam a reflexão, a discussão e o relato das suas próprias experiências.

CONTEÚDO: 18 histórias em imagens (com um tema) cada uma é acompanhada, por 3 cartões de hipóteses (cartas de possíveis ações), um total de 72 cartões ilustrados, em formato 9 x 9 cm.

Mais informações no link:

E Agora, o que Fazer?

Educação. Computador na escola não ajuda alunos a resolver problemas

Abril 3, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do i de 2 de abril de 2014.

O documento citado na notícia é o seguinte:

PISA 2012 Results: Creative Problem Solving: Students’ Skills in Tackling Real-Life Problems (Volume V)

results

Por Marta Cerqueira

Relatório avalia pela primeira vez situações aplicadas ao dia-a-dia. Portugueses são fortes a executar e fracos no pensamento abstracto

Ter um computador em casa é quase universal entre estudantes. Portugal não é excepção, tendo em conta que 96% dos adolescentes têm pelo menos um em casa, condição quase determinante para os alunos conseguirem ultrapassar os obstáculos do dia-a-dia. O mesmo não acontece quando o computador é só usado na escola, concluiu o relatório “Resolução Criativa de Problemas” do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), divulgado ontem. Num grupo restrito de países, no qual Portugal está incluído, os estudantes que não o usam na sala de aula têm melhor desempenho na resolução de problemas do que os que costumam utilizá-lo na escola. Estes resultados surgem depois de uma grande aposta dos últimos governos, principalmente durante o executivo de Sócrates, de equipar as escolas com tablets, computadores e ligações de banda larga.

A percentagem de alunos portugueses que usa equipamentos electrónicos na escola (69,4%) fica pouco abaixo da média da OCDE (72%). Apesar de os dados recolhidos não criarem um padrão comum na maioria dos países, em Israel, Uruguai, Singapura, Dinamarca, Estónia e Portugal, o uso de computadores na escola está inversamente relacionado com a resolução de problemas por parte dos estudantes.

Os resultados do PISA 2012, divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), apresentam um ranking com a média dos resultados obtidos pelos 85 mil alunos de 15 anos que participaram neste estudo. No total, Portugal obteve uma pontuação de 494 pontos, sendo a média da OCDE de 500 pontos. Os estudantes portugueses surgem em 20.º lugar numa lista de 44 países do PISA, que avaliou, pela primeira vez, a capacidade de os alunos conseguirem resolver problemas de matemática aplicados à vida real. “A crise económica aumentou a urgência de investir na aquisição e desenvolvimento das ferramentas para os cidadãos, através do sistema de educação e no local de trabalho”, pode ler-se no documento.

Comprar bilhetes de metro, mexer num MP3 ou num ar condicionado sem instruções ou ainda escolher a melhor combinação de rotas num mapa para chegar de um ponto a outro da cidade foram alguns dos testes apresentados aos alunos. Os resultados mostram que os jovens portugueses têm facilidade em utilizar o seu conhecimento para planear e executar soluções. O relatório refere que em países como Portugal e Eslovénia os alunos são melhores a usar o seu conhecimento para “planear e executar” uma solução do que a adquirir esse conhecimento, a questioná-lo, a gerar ou a experimentar alternativas. Todas essas fases da acção foram testadas com problemas que simulavam situações do dia-a-dia.

Entre os países da OCDE, 11,4% dos estudantes de 15 anos conseguiram resolver com sucesso os problemas apresentados. Além disso, um em cada cinco alunos foi capaz de resolver os problemas simples, desde que relacionados com situações familiares.

Fazendo uma avaliação geral, os estudantes que apresentaram melhores resultados foram asiáticos: Singapura, Coreia do Sul, Japão, Macau e Hong Kong, por esta ordem, dominam o ranking. Na outra ponta da tabela surgem o Uruguai com 403 pontos, a Bulgária com 402 e no final da tabela a Colômbia com 399 pontos.

 

Cantar ou tocar um instrumento beneficia as crianças

Setembro 20, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site Boas Notícias de 10 de Setembro de 2013.

boas noticias

Fazer música, quer seja cantando ou, por exemplo, tocando um instrumento, contribui para melhorar o comportamento pró-social e as capacidades de resolução de problemas das crianças. A conclusão é de um novo estudo britânico, que vem reforçar os benefícios das atividades musicais para os mais novos.
O estudo, desenvolvido por Rie Davies, estudante de pós-graduação da Universidade de West London, em Inglaterra, e pelas orientadoras Maddie Ohl e Anne Manyande, especialistas na área da Psicologia, foi apresentado na passada sexta-feira durante a British Psycological Society Developmental and Cognitive Section’s Joint Conference, uma conferência na Universidade de Reading.
Baseando-se em investigações anteriores dadas a conhecer em 2010, que descobriram que a música melhorava o comportamento pró-social (ou seja, o comportamento voluntário destinado a beneficiar o próximo) nas crianças, Davies e as colegas decidiram estudar, com recurso a uma pequena amostra, o potencial da música não apenas na pro-sociabilidade mas também na resolução de problemas e perceber se havia diferenças entre os efeitos em rapazes e raparigas.
De acordo com um comunicado divulgado pela Universidade de West London, a análise, que se debruçou sobre 24 meninas e 24 meninos de quatro anos veio reforçar os resultados das investigações anteriores, adiantando ainda que as raparigas mostram maior eficiência ao nível dos comportamentos pró-sociais quando cantam ou tocam um instrumento do que os rapazes.
Por outro lado, indicou a investigação, as crianças do sexo masculino mostram-se mais preparadas para cooperar com outras e têm uma probabilidade quatro vezes maior de resolver problemas de forma mais eficaz se participarem em atividades que envolvam fazer música.
“Este estudo realça a necessidade de as escolas e os pais compreenderem o papel importante que a música têm na vida das crianças no que respeita à construção de relações sociais e ao comportamento”, afirma Rie Davies.
“Fazer música nas aulas, em particular cantar, pode inclusive ajudar os alunos com dificuldades de aprendizagem ou dificuldades a nível emocional a sentirem-se menos isolados no ambiente escolar”, conclui a investigadora.

Encontro sobre Educação em Ciências através da Aprendizagem Baseada na Resolução de Problemas

Setembro 17, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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encontro

Mais informações Aqui

 


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