Eles colocaram a creche dentro do asilo e isso mudou a vida de todos

Julho 7, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

texto do site http://www.familia.com.br

(Clique em CC no rodapé do vídeo e no símbolo ao lado para escolher as legendas em Português.)

O que crianças podem oferecer aos idosos? Uma casa de repouso em Seattle, nos Estados Unidos, a Providence Mount St. Vincent, quis saber como seria a integração dos dois extremos da vida. E parece que o programa “The Intergenerational Learning Center” (ILC), Centro de Aprendizagem Intergeracional, em tradução livre, está dando muito certo.

A creche, que recebe crianças com idade entre seis semanas até a pré-escola com cinco anos, fica no mesmo prédio da casa de repouso que conta com 400 idosos. O convívio entre eles é de emocionar-se. As atividades dos pequenos são feitas em conjunto com os idosos supervisionados pelos professores.

O programa, além de ensinar as crianças sobre o envelhecimento, quer criar uma sensibiidade em como conviver com pessoas com deficiências ou movimentos limitados.

No outro lado da história estão os idosos que também saem ganhando com o convívio diário. De acordo com estudos realizados pelo ILC, 43% dos idosos têm uma experiência social de isolamento que pode levar a solidão, depressão, declínio mental e físico. E o que as crianças têm levado a eles é o oposto: diversão, alegria e um sentimento de que não foram esquecidos e que ainda têm muito para ensinar.

Projeto “Ler para escutar a voz humana” da Biblioteca Escolar Rafael Bordalo Pinheiro reportagem do programa Learning World da Euronews

Fevereiro 18, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

Reportagem da Euronews de 30 de janeiro de 2015.

África do Sul: Leitura Digital

A maior parte dos sul-africanos vive em municípios pobres ou em zonas rurais. As escolas têm poucos recursos, numa sociedade com uma imensa desigualdade e desemprego. Apenas 8% das escolas possui biblioteca, nestas condições, muitos alunos não conseguem aprender bem a ler e a escrever.

Aproximadamente 18% dos adolescentes são analfabetos e são poucos os que leem regularmente. A FunDza Literacy Trust abriu portas em 2011 para mudar esta realidade de forma inovadora. Utiliza a tecnologia móvel para se conectar com os leitores. Esta fundação é a biblioteca dos mais carenciados e graças à tecnologia móvel, milhares de jovens na África do Sul tornaram-se leitores assíduos.

Bélgica: Do papel para o ecrã

Anne Belien ensina inglês e holandês numa escola de língua francesa, em Bruxelas. Tanto ela como os colegas têm acesso às novas tecnologias e a livros escolares digitais que lhes permitem adaptar as aulas às necessidades dos alunos. Cada aluno tem um iPad que garante o acesso à matéria. Todos podem ouvir os conteúdos para depois resolver os exercícios. E muitos livros têm evoluído de tal maneira, que os professores os podem utilizar da forma mais conveniente. É o caso da série de volumes de matemática “Crack en Math”.

Portugal: Terceira idade no palco da literatura

A comunidade escolar da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, não para de surpreender o concelho. Ana Simão tem-se destacado em várias atividades desenvolvidas. Sempre sob o olhar atento dos professores, Ana e os demais alunos participam ativamente no projeto “Ler para escutar a voz humana.”

Ao tempo livre que tem soma a energia de um grupo de colegas e juntos ensaiam textos, para apresentar mais tarde aos utentes do Lar de Idosos e Centro de Dia do Centro Paroquial Social de Caldas da Rainha. Entre jovens e menos jovens as alegrias do improviso funcionam como um bálsamo revigorante.

Copyright © 2015 euronews

mais informações sobre o projeto “Ler para escutar a voz humana” no link:

http://biblio.esrbp.pt/projeto-educativo/dominio-a-apoio-ao-desenvolvimento-curricular/ler-jovem/learning-world-euronews/

 

 

Dia Nacional dos Avós: Envelhecer é melhor com os netos

Julho 28, 2014 às 11:26 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Notícia do site http://www.tamegasousa.pt de 26 de julho de 2014.

Um dos estudos mencionados na notícia é o seguinte:

What Predicts Older Adults’ Adjustment to Aging in Later Life? The Impact of Sense of Coherence, Subjective Well-Being, and Sociodemographic, Lifestyle, and Health-Related Factors

lusa

Os estudos, que envolveram duas amostras com 1.270 e 1.291 idosos com mais de 75 anos, revelaram que a importância dada à interação com os netos é “significativamente superior” em relação à que têm com os filhos e os cônjuges

por Sandra Teixeira

A investigadora Sofia von Humboldt disse que a relação dos idosos com os netos é a que mais contribui para que envelheçam de uma forma saudável, mais do que com os filhos e os cônjuges.

Sofia von Humboldt desenvolveu um conjunto de estudos que visou aferir os fatores que os idosos consideram como mais importantes para um “ajustamento positivo ao seu processo de envelhecimento”. Os estudos, que envolveram duas amostras com 1.270 e 1.291 idosos com mais de 75 anos, revelaram que a importância dada à interação com os netos é “significativamente superior” em relação à que têm com os filhos e os cônjuges. “Estávamos à espera que fossem os filhos e os cônjuges a terem um peso mais significativo”, mas o que verificámos foi que para os entrevistados os netos são mais importantes para “envelhecerem melhor e de uma forma saudável”, disse à agência Lusa a investigadora da Unidade de Investigação de Psicologia e Saúde do ISPA – Instituto Universitário.

A investigadora, que falava à Lusa a propósito do Dia Nacional do Avós, que se assinala no sábado, disse que os idosos valorizaram não o facto de estarem ocupados, mas sim as relações que mantém com os netos do ponto de vista emocional. “O facto de terem netos obriga-os a ter ritmos próprios” e serem participativos na vida dos netos, com responsabilidade, o que é encarado de uma forma positiva. “Isto acontece numa fase da vida em que os idosos procuram relações, não em quantidade ou diversidade, mas em profundidade do ponto de vista afetivo e sócio emocional”, sendo que os “netos conseguem contribuir para isso”, explicou. Os resultados do estudo indicaram ainda que os netos, mais do que os cônjuges, fornecem uma importante rede de apoio, comunicação e assistência, em particular quando a saúde e mobilidade dos idosos diminuiu, em idades mais avançadas. Quando os idosos chegam a uma idade mais avançada centram-se, muitas vezes, nos aspetos do corpo relacionados com a doença, a dor ou a capacidade física. O poderem pegar ao colo os netos, dar um abraço, um beijinho faz com que tenham “um contacto físico muito natural e que não vem carregado com nenhum simbolismo associado à doença”.

A criação do Dia Nacional dos Avós foi aprovada na Assembleia da República, a 22 de maio de 2003, por iniciativa da deputada social-democrata Ana Manso, eleita pelo distrito da Guarda.

HN // MAG Lusa/Fim

 

 

Dia dos Avós no Museu da Nazaré

Julho 25, 2014 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

nazare

No âmbito da comemoração do Dia dos Avós, a 26 de julho, os avós que visitarem o Museu Dr. Joaquim Manso com os seus netos terão entrada gratuita.

No sábado 26 de julho, todos os avós têm mais um motivo para passar um dia animado com os netos, vir à Nazaré, conhecer as suas ruas e património, ir à praia e visitar o Museu da Nazaré!

Museu Dr. Joaquim Manso | Direção Regional de Cultura do Centro
Rua D. Fuas Roupinho 2450-065 Sítio | NAZARÉ
telef. 262562801 |
mjmanso@drcc.PT
 Horário de abertura:
terça-feira a domingo, 10h às 19h

http://mdjm-nazare.blogspot.pt/

 

 

Idosos e adolescentes nas antípodas em termos da vontade de cooperar

Julho 23, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

Artigo do Público de 21 de julho de 2014.

Enric Vives-Rubio

Ana Gerschenfeld

Pela primeira vez, um estudo permitiu avaliar a evolução das atitudes de cooperação das pessoas em função da sua idade. Os resultados poderão ajudar a fomentar o espírito de cooperação nos jovens.

Os seres humanos são, de uma forma geral, excepcionalmente cooperantes quando comparados com outros animais sociais. E segundo resultados agora publicados na revista Nature Communications, globalmente essa atitude não depende da idade – excepto em dois casos, que dizem respeito às pessoas mais idosas e aos pré-adolescentes e adolescentes, colocando estes dois grupos etários nas antípodas.

“A questão de saber por que é que cooperamos [para obter um benefício comum] com pessoas com as quais não temos qualquer relação permanece em aberto”, explicam no seu artigo Mario Gutiérrez-Roig, da Universidade de Barcelona (Espanha) e colegas.

Agora, pela primeira vez, estes cientistas decidiram ver como essa atitude evoluía ao longo da vida. Para isso, realizaram duas experiências “no terreno”, sob forma de um jogo inspirado num exemplo clássico de situação em que as pessoas devem tomar a decisão de colaborar (ou não) com um desconhecido: o chamado “dilema do prisioneiro”.

Na primeira experiência, realizada durante uma feira de jogos de tabuleiro em Barcelona, em Dezembro de 2012, a equipa instalou uma dúzia de computadores num stand da feira e recrutou 168 voluntários com 10 a 87 anos de idade entre os visitantes, explica em comunicado a Universidade Carlos III de Madrid, que participou no estudo. A segunda experiência decorreu numa escola de Barcelona, junto de 53 alunos com 12 a 13 anos de idade.

Na experiência junto do público, os participantes foram distribuídos por grupos em função da idade. A versão do dilema do prisioneiro utilizada era a seguinte: ao longo dos 25 rounds que durava o jogo, dois “jogadores” tinham de escolher, em dada situação, entre cooperar e não cooperar, recebendo diferentes recompensas conforme as suas acções. Mais precisamente: ambos os jogadores recebiam um certo número de pontos quando ambos cooperavam; quando um cooperava e ou outro não, o primeiro recebia uma recompensa inferior à do primeiro (sim, o “traidor” era mais bem recompensado); e quando nenhum dos dois cooperava, não havia recompensa para ninguém. No fim, os pontos eram transformados em dinheiro e os participantes (ou os seus pais, se fossem menores de idade) imediatamente pagos.

O resultado mais notável desta primeira experiência foi o facto de as decisões dos mais novos serem muito mais imprevisíveis do que as dos outros grupos etários.

“Em geral, as pessoas têm em conta o que os outros têm feito quando colaboram, mas os nossos resultados mostram que os adultos também levam em conta as suas próprias acções passadas”, diz Yamir Moreno, co-autor da Universidade de Saragoça, no mesmo comunicado. “[Os adultos] têm tendência para acabar por colaborar; a sua reacção é mais previsível e ajuda um pouco a alimentar o espírito de cooperação.”

Adolescentes imprevisíveis

Já o comportamento dos mais novos não segue este padrão, explica Gutiérrez-Roig: “Segundo o nosso estudo, os miúdos são mais voláteis nas suas decisões; não têm uma estratégia definida e a sua cooperação é principalmente condicionada (…) pelas atitudes dos outros. Olham para o que os outros jogadores fazem e reagem de acordo com isso, em vez de serem condicionados pelas suas próprias acções passadas.” Ora, “isso dificulta o desenvolvimento de um ambiente cooperativo”, diz ainda o cientista.

Na outra extremidade do leque etário, está um outro resultado notável, diz por seu lado o co-autor Anxo Sánchez, da Universidade Carlos III de Madrid. “Os que têm acima de 65 anos parecem ser mais cooperantes do que os dos outros grupos etários”, salienta, “embora aqui ainda seja preciso testar o resultado de forma mais aprofundada”.

Um resultado, acrescenta este cientista, que sugere que “baixar a idade da reforma poderá não ser benéfico para as empresas e que seria interessante encontrar maneiras de manter este grupo etário activo ou numa situação alternativa para que conseguissem continuar a ser cooperativos”.

A segunda experiência (junto dos alunos de uma escola) permitiu confirmar e afinar o primeiro resultado, relativo aos mais jovens. Aqui, diz Carlos Gracia-Lázaro, co-autor da Universidade de Saragoça, “as crianças foram mais cooperativas, mas o seu comportamento permaneceu igualmente imprevisível”. E enfatiza: “Estes resultados levam-nos a pensar que existe uma componente evolutiva e cultural ao longo do ciclo de vida e que a propensão para colaborar é uma qualidade que pode ser aprendida.”

Essa falta de cooperatividade parece ser específica dos adolescentes e pré-adolescentes. “Estudos anteriores”, lê-se ainda no comunicado, “já indicavam que entre os seis e os dez anos, as crianças desenvolvem um sentido da cooperação – e o novo estudo aponta para o momento em que essa situação muda: a adolescência”.

“As causas disso não são claras”, diz Sánchez, “mas pensamos que, nas fases mais precoces [do desenvolvimento psicológico], as crianças começam por ser mais empáticas e altruístas. Porém, à medida que crescem, poderá existir uma fase durante a qual os jovens acreditam que o facto de perceberem o outro os coloca numa posição em que se podem aproveitar desse outro”. Trata-se porém de uma “ideia um pouco intuitiva”, diz Moreno, que também seria preciso aprofundar.

Seja como for, a equipa pensa que o estudo pode ter implicações na definição de estratégias para fomentar a colaboração nas crianças e jovens adolescentes. “Seria necessário desenvolver estratégias específicas, diferentes das que são usadas com os adultos, para promover a transição para uma conduta pró-social mais persistente nos miúdos”, argumenta o co-autor Josep Perelló.

 

 

V Encontro de Avós e Netos na Guarda

Julho 18, 2014 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

avos

V Encontro de Avós e Netos 25 de julho, 14h, Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda + info: Cátia Azevedo Núcleo Distrital da Guarda guarda@eapn.pt

EAPN Portugal / Rede Europeia Anti-Pobreza Largo Paço do Biu, N.º 19 6300-592 Guarda Telemóvel: 964 764 067 Telf: 00351 271 227 506 | Fax: 00351 271 227 507 www.eapn.PT

Sobre relações intergeracionais / relação Avós – netos pode consultar o Infocedi nº52 Relação intergeracional entre avós e netos da responsabilidade do IAC-CEDI.

 

InfoCEDI n.º 52 Sobre Relação Intergeracional entre Avós e Netos

Junho 3, 2014 às 12:40 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

info

Já está disponível para consulta e download o nosso InfoCEDI n.º 52. Esta é uma compilação abrangente e actualizada de dissertações, estudos, citações e endereços de sites sobre Relação Intergeracional entre Avós e Netos.

Todos os documentos apresentados estão disponíveis on-line e pode aceder a eles directamente do InfoCEDI, Aqui


Entries e comentários feeds.