Seminário “Sucesso Educativo: Escola, Comunidade e Família” 20 Novembro em Alfândega da Fé

Novembro 14, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Família e a escola – Espaço de relação e de afetos

Maio 17, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://uptokids.pt/ de 8 de maio de 2017.

Família e a escola – Espaço de relação e de afetos

Não basta a uma criança ter uma inteligência suficiente e uma saúde satisfatória para que se possa desenvolver e adaptar.

Necessita também de uma sensibilidade desenvolvida e de capacidades relacionais que lhe permitam servir-se das suas capacidades físicas e intelectuais.

Um grande número de desadaptações sociais e escolares e de perturbações no comportamento têm origem em dificuldades afetivas. Começamos a compreender que, ao lado da idade cronológica e da idade mental, há uma idade afetiva que é a função do grau de maturação da sensibilidade e que essa maturação é intimamente solidária da maturação da líbido, ou seja, da vida relacional sexualizada, feminina ou masculina.

Se existe um meio onde a sensibilidade relacional desempenha um papel essencial, é a família e a escola. Os laços afetivos que se estabelecem entre pais e filhos são simultaneamente os mais profundos e os mais duradouros. O amor e o ódio, a ternura e a agressividade podem desenvolver-se nesse meio, excluírem-se ou coexistirem, com uma força muitas vezes insuspeitada.

Relações Humanas

Nenhuma relação humana compromete o indivíduo de uma maneira tão total e tão profunda. A relação conjugal dos pais confronta o homem e a mulher na sua mais íntima sensibilidade, ao mesmo tempo, corporal e psíquica. Põe à prova o seu grau de maturidade viril ou feminina. A paternidade e a maternidade põem em jogo os mais poderosos sentimentos. São eles que mais comprometem o indivíduo na afirmação de si mesmo.

A criança imatura, mergulhada no meio familiar e formada por ele, constrói-se interiormente em função das reações afetivas dos pais. Fraca e maleável, a criança é frequentemente tratada como uma “coisa” pelo adulto. Com o pretexto de que não passa ainda de uma criança é sobrecarregada com juízos e apreciações, fala-se dela sem reserva na sua presença como se ainda não existisse como ser humano, quando devíamos tratá-la com o mesmo respeito que se pode ter pela personalidade de um adulto.

A escola, constitui o lugar da primeira aprendizagem relacional no plano social. Conhece-se bem a importância educativa das relações afetivas alunos-professores e dos alunos entre si.

Mas o que não se sabe tão bem é que essas influências afetivas recíprocas não se desenrolam unicamente num plano consciente; elas atuam em profundidade, de um modo inconsciente e sem que os indivíduos o saibam. Essa influência, manifesta-se por vezes num sentido inverso ao do comportamento consciente.

Certa mãe escrupulosa e aparentemente bem intencionada dissimula uma agressividade não menos real que o seu aparente desejo de ajudar a criança.

Determinado pai aparentemente autoritário disfarça a ansiedade e a dúvida de si mesmo.

Determinada criança agressiva e com espírito de oposição busca  inconscientemente auxílio e carinho.

Determinado professor obedece a receios ou a agressividades que alimentam tensões e conflitos, angústia ou indisciplina entre os alunos.

Sensibilidade consciente e inconsciente

Entre o que a criança representa no inconsciente do adulto e o que este pode experimentar conscientemente, há muitas vezes uma considerável diferença. A criança no inconsciente é muitas vezes um símbolo revestido de agressividade, de angústia, de líbido ou de culpabilidade, sem que o educador tenha consciência disso. Destes dois modos de expressão –consciente e inconsciente – da sensibilidade, o mais atuante nem sempre é a sensibilidade consciente. A sensibilidade consciente de si mesma, dominada e elaborada pelo psiquismo do indivíduo, é menos exigente do que a sensibilidade inconsciente.

Esta última, devido à sua natureza profunda e inacessível ao domínio do indivíduo, continua compulsional e tirânica.  Pode ser recalcada, mas não dominada. Mantêm a sua intensidade e o seu poder animal. O inconsciente só conhece a lei da satisfação imediata. E essa violência instintual do inconsciente mantém-se enquanto não tiver sofrido, por intermédio da relação com o outro e pela mediação da palavra, o freio da realidade exterior. O poder absoluto enlouquece, dizia Platão.

O mesmo é dizer que o poder absoluto dos educadores não deve estar subordinado às exigências dos seus desejos inconscientes.

Por Paula Norte, psicóloga, para Up To Kids®

 

 

Conferência A Escola e Família – o papel dos Pais/Família na escola atual

Julho 13, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Seminário: Educação Inclusiva e Família

Junho 16, 2012 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Estudo. Professores são os que mais peso têm no sucesso escolar

Junho 6, 2012 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do i de 28 de Maio de 2012.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Do girls and boys perceive themselves as equally engaged in school? The results of an international study from 12 countries

Por Kátia Catulo,

Investigação em 12 países revela que o apoio dos docentes é o que mais contribui para a motivação dos alunos. As raparigas são as que mais sentem o incentivo vindo de docentes, pais e colegas.

O apoio dos pais, dos docentes e dos colegas é determinante para o empenho e o sucesso dos alunos na escola. Os educadores sabem isso e os encarregados de educação também. Mas qual destes três grupos tem maior influência sobre o desempenho escolar das crianças e dos adolescentes? Todos no seu conjunto é a resposta óbvia, mas os professores são os que mais pesam nesta balança. A conclusão é de uma investigação internacional que envolveu 3420 alunos dos 7.o, 8.o e 9.o anos de 12 países, entre os quais Portugal, Estados Unidos, Coreia do Sul, China, Áustria ou Canadá.

“Raparigas e Rapazes têm a mesma percepção sobre o seu empenho na Escola?” (título original: “Do girls and boys perceive themselves as equally engaged in school?”) é o estudo conduzido por investigadores de universidades europeias, americanas ou asiáticas que deita por terra, por exemplo, a crença comum entre a comunidade escolar e científica de que o incentivo dos colegas é o que os adolescentes mais valorizam. Ao analisar os três tipos de apoio – professores, pais e alunos – os investigadores chegaram à conclusão de que os professores são a peça central. Neste ranking, o estímulo que os pais e os encarregados de educação dão aos filhos ficou classificado em segundo lugar e o de colegas aparece em último.

Eles e elas Que as raparigas, comparadas com os rapazes, são regra geral mais empenhadas e têm melhores classificações é outra evidência que os resultados desta investigação demonstraram. Não é uma conclusão inesperada, avisam os autores. O fenómeno tem sido relatado ao longo das últimas duas décadas tanto no básico e secundário como no ensino superior. Há aliás vários estudos a comprovar que os rapazes são menos motivados e passam menos tempo a fazer os trabalhos de casa do que as raparigas.

Os rapazes revelam também ter menos expectativas sobre si próprios e tendem a ser menos optimistas sobre a possibilidade de prosseguirem os seus estudos. Há também evidências a demonstrar que as raparigas têm mais apetência para planear ou organizar os estudos e as actividades escolares. No inquérito feito aos professores, por exemplo, a classe docente tem uma ideia generalizada de que as raparigas são mais empenhadas e têm melhores resultados do que os rapazes.

Tendo estas características como ponto de partida, os autores desta investigação quiseram perceber os motivos que explicam a distância nos resultados escolares entre eles e elas. À partida não há grandes segredos: o maior ou menor esforço que os alunos aplicam nos estudos determina em grande parte os resultados académicos. Não se pode resumir tudo às características de personalidade ou a factores cognitivos, alertam os investigadores.

O incentivo que os alunos recebem tanto da escola como da família ou dos amigos tem uma enorme influência no rendimento académico de crianças e adolescentes. Mas, mais do que o apoio que recebem, é a percepção que eles e elas têm desse apoio. Sentirem-se apoiados ou desamparados tem efeitos directos e indirectos sobre o seu desempenho escolar. Essa é uma das peças-chave que pode explicar a distância entre raparigas e rapazes porque, nesta investigação, tanto eles como elas valorizam da mesma forma o apoio que precisam de docentes, pais ou colegas. E as alunas, mais do que os alunos, estão convencidas de que recebem mais apoio destes três grupos.”

Perguntas A partir daqui, a investigação abre caminho a perguntas inquietantes que precisam de mais estudos para poderem ser respondidas, esclarecem os investigadores. Por que é que os rapazes percepcionam um menor apoio de professores ou pais do que as raparigas? O que pode ter contribuído para essa diferença?

São questões que os cientistas deixam em aberto mas, as conclusões deste estudo, dizem os seus autores, podem vir a ser chaves importantes para promover o sucesso escolar. Valorizar mais o apoio de professores, pais e colegas sobe a motivação e melhora o rendimento dos alunos. “Os resultados do presente estudo sugerem que a percepção dos alunos sobre o apoio do professor é o mais forte preditor do seu compromisso na escola. A sua associação com o envolvimento dos alunos e desempenho académico é ainda maior que a dos pais e muito mais do que a de seus pares. Este padrão implica que os professores têm um papel muito importante a desempenhar no reforço do envolvimento do aluno na escola”, lê-se no estudo.

 

Vamos ler-lhes uma história! O Fator Pais na Educação

Junho 5, 2012 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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PISA – Let’s Read Them a Story! The Parent Factor in Education

Education begins at home. The first simple word a parent speaks to an infant opens the world of language to the child and sets the child on the path of exploration and discovery. When formal schooling begins, many parents believe that their role as educators has ended. But education is a shared responsibility of parents, schools, teachers, and various institutions in the economy and in society. New findings from the OECD’s Programme for International Student Assessment (PISA) show that parental involvement in education is pivotal for the success of children throughout their school years and beyond.

The OECD is pleased to present its report, Let’s Read Them a Story! The Parent Factor in Education. The report examines whether and how parents’ involvement is related to their child’s proficiency in and enjoyment of reading — and it also offers comfort to parents who are concerned that they don’t have enough time or the requisite academic knowledge to help their children succeed in school. Many types of parental involvement that are associated with better student performance in PISA require relatively little time and no specialised knowledge. What counts is genuine interest and active engagement.

V Encontro do CIED – Escola e Comunidade

Novembro 11, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Drª Maria João Malho (Técnica do CEDI do IAC – Centro de estudos, Documentação e Informação Sobre a Criança do Instituto de Apoio à Criança) irá apresentar a comunicação “RECREIO: o espaço eleito para brincar” na sala 302 no dia 19 de Novembro entre as 10h45 e as 12h15.  O Fórum sobre os Direitos das Crianças e dos Jovens de que o Instituto de Apoio à Criança é uma das instituições criadoras vai apresentar o poster “Fórum sobre os Direitos das Crianças : uma possibilidade de cidadania activa”  no dia 18 de novembro de 2011 entre as 19h00-20h00.

Apresentação

A quinta edição do Encontro do Centro Interdisciplinar de Estudos Educacionais – CIED pretende debater a educação no sentido amplo, como forma de intervenção social e comunitária, em múltiplos contextos, com diversas expressões e actores.

A partir de uma análise reflexiva e prospectiva, pretende-se aprofundar o debate em torno de questões fundamentais da educação.

O Encontro destina-se a professores, educadores, técnicos de intervenção social e comunitária, dirigentes associativos, estudantes de pós-graduação e cidadãos interessados nos desafios da educação.

O programa do Encontro desenvolve-se em 2 sessões plenárias, cujos debates serão suscitados pelas intervenções de oradores/as convidados/as, e por sessões abertas à apresentação de comunicações.
 

Objectivos:

– Promover apresentação de trabalhos científicos no âmbito educativo, estimulando o debate sobre as questões actuais que afectam os múltiplos contextos de educação;

– Estimular a formação de parcerias científicas entre Investigadores e Educadores;

– Promover o debate sobre práticas suportadas em evidências empíricas.

 Áreas temáticas:

1. Intervenção em Contextos de Risco

2.Inovação e colaboração em Contextos Sociais e Educativos

3.Educação dos 0 aos 12 anos

4.Educação para a Cidadania 

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I Encontro da CPCJ de Almeida “A Violência em Contexto Escolar. Educação Parental.”

Outubro 18, 2011 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Curso “Como Comunicar com os Pais no Jardim de Infância”

Julho 29, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Cada vez mais e, em menos tempo as sociedades estão sujeitas a mudanças.  O ser humano passou a fazer parte da “aldeia global” que muda constantemente, tanto as formas de relação como os contextos em que essa relação se desenvolve.

O Jardim de Infância e os Encarregados de Educação precisam de estreitar o seu relacionamento para privilegiar o desenvolvimento da criança, sendo a comunicação uma das formas mais eficaz de o conseguir.

 Programa

  1. •A Comunicação
  2. •Situações Especificas de Comunicação-
  3. •Dinâmicas Familiares

 Destinatários

Educadores de infância, Todos os que esempenham funções junto do jardim de infância.

 Calendarização:

Setembro: 13, 15, 20, 22, 27 e 29

Outubro: 4, 6 e 11

 Horário:

2ª e 4ª Feiras (19:00-23:00)

Morada

Travessa Álvaro Castelões, Nº79, 1º Andar, Sala 3, 4450-044 Matosinhos

 Telefones:

229 374 729

914 747 905

 e-Mail

info.porto@red-apple.pt

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I Jornadas Sei! Odivelas…Ser Família

Maio 10, 2011 às 9:03 am | Publicado em Divulgação, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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As I Jornadas Sei! Odivelas realizam-se no dia 14 de Maio de 2011,entre as 9h00 e as 18h00, no Auditório dos Paços do Concelho, Quinta da Memória, em Odivelas e contam com a participação da Dra. Dulce Rocha, Presidente Executiva do Instituto de Apoio à Criança, que irá desenvolver o tema “Promoção e Protecção de Crianças e Jovens em Contexto Familiar e Escolar; Os Conflitos familiares e as suas Consequências”

O Projecto Sei! Odivelas insere-se no Projecto de Promoção do Sucesso Educativo e Integração.

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