Seminário Internacional Delinquência Juvenil: Processos de Desistência, Identidade e Laço Social

Dezembro 1, 2015 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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programa

Ficha de inscrição_Seminário Internacional_Reincidências

Solicita-se o preenchimento da presente ficha de inscrição e o envio da mesma para o email reincidencias@dgrsp.mj.pt, até ao dia 4 de dezembro.

 

Formar para prevenir a exclusão de jovens e crianças – Notícia do JN com uma entrevista de Dulce Rocha do IAC

Outubro 20, 2015 às 2:39 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 18 de outubro de 2015.

A notícia contém uma entrevista da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança.

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jn

 

Grupos Aprender, Brincar, Crescer – para crianças até aos 4 anos de idade que não frequentam qualquer tipo de resposta formal (creche ou jardim de infância) e suas famílias

Agosto 26, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Ministério da Educação e Ciência (MEC), através da Direção Geral de Educação (DGE), em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), a Fundação Bissaya Barreto (FBB), o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, a Universidade de Coimbra (UC) e o Alto Comissariado para as Migrações (ACM) estão a desenvolver um projeto, financiado pela Comissão Europeia, direcionado a crianças até aos 4 anos de idade que não frequentam qualquer tipo de resposta formal (creche ou jardim de infância) e suas famílias. Trata-se de adequar, monitorizar, avaliar e disseminar uma resposta no âmbito dos serviços para a infância, já em funcionamento noutros países como a Austrália, Nova Zelândia, Inglaterra, Escócia, Irlanda, Holanda e EUA, denominada Playgroups e que no nosso país adota o nome de Grupos Aprender Brincar Crescer. No Projeto Grupos ABC – Aprender, Brincar, Crescer o foco especial são as crianças que atualmente não estão a beneficiar de oportunidades de educação de infância (creche ou jardim de infância) e cujas famílias se encontrem em situação de vulnerabilidade social.   Tem como principais objetivos:

promover oportunidades de aprendizagem significativas para as crianças num ambiente informal e multicultural;

facilitar a inclusão social e o desenvolvimento comunitário, através do envolvimento das famílias e da sua formação em competências sociais e pessoais;

aumentar a qualidade dos cuidados e reduzir o risco de ambientes familiares disfuncionais e de desemprego de longa duração;

aumentar o emprego, a coesão social, a participação e o diálogo intercultural nas comunidades.

A implementação do projeto piloto decorrerá no decurso do ano letivo de 2015/2016, com inicio em Outubro, nos termos do qual as crianças acompanhadas pelos pais ou cuidadores terão oportunidade de participar em sessões de 2 dias por semana (2 horas por sessão), realizadas em diversos contextos, designadamente em espaços comunitários, escolas, bibliotecas, lojas, centros comerciais, feiras, mercados, dentre outros, dinamizadas por monitores pertencentes à comunidade e com formação específica, supervisionadas por educadores de infância.
A primeira fase de pré-inscrições para as famílias está a decorrer até 30 de Agosto de 2015. o alargamento deste período dependerá do número de inscrições realizadas até a essa data

mais informações:

https://www.facebook.com/projetogabc?fref=ts

Jovens aprendem que é melhor jardinar que roubar

Outubro 15, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Artigo do Diário de Notícias de 11 de outubro de 2014.

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Jovens que aprendem a voar sozinhos

Junho 5, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Visão Solidária de 29 de maio de 2014.

marcos borga

A frase colada na parede maior da sala de estar, à entrada da instituição, não podia ser mais certeira: “Nesta casa divertimo-nos, damos segundas oportunidades, perdoamos, rimos alto, somos pacientes, somos verdadeiros, pedimos desculpa, amamos.

Somos Família.” É um estado de espírito que se sente também na algazarra que invade os corredores quando os miúdos chegam da escola à hora de almoço, recebidos pelo carinho das funcionárias e pelos sorrisos de toda a equipa técnica. Assim, à primeira vista, parecem todos iguais. Mas um olhar mais atento encontra diferenças. Veja-se Anabela, chamemos-lhe assim, 19 anos, que também vem a casa à hora do almoço, mas tem outra rotina. Abraçou, há um mês, a experiência de viver quase sozinha, numa espécie de treino de autonomia, num apartamento adaptado à medida, no andar de cima.

“Eram as maiores dificuldades para quem estava prestes a sair da instituição: viver com o silêncio e saber estar sozinho, ter um orçamento para abastecer o frigorífico, separar roupa para lavar, passar a ferro.”, aponta Vânia Pereira, 34 anos, diretora do Lar Nossa Senhora de Fátima, em Reguengos de Monsaraz, ao indicar-nos o caminho. A rapariga abre-nos a porta e sorri: “Vivo com uma colega, mas cada uma tem o seu quarto e a sua privacidade.” Está a estudar técnicas de venda, para obter a equivalência ao 12.º ano e, sabendo que tem ajuda até aos 21 anos, mostra-se confiante: “Se conseguir emprego, até saio antes.” Mais não diz, mas sabe que há ali muitos que sonham com um quarto só para eles.

O centro, que cresceu numa casa senhorial doada à Misericórdia nos anos 1930, no pico de um surto de tuberculose, até há pouco tempo não era nada parecido com o que hoje encontramos: além do apartamento autónomo, há quartos de todas as cores, pintados com a ajuda das 23 crianças e jovens, entre os 5 e os 22 anos, que ali encontraram um lar. “Pode não parecer importante, mas diminui o vandalismo”, assegura Vânia Pereira.

“Quanto mais se identificam com o espaço onde vivem, mais o estimam.”

Autonomia e responsabilidade

Este é só um primeiro passo, porque há todo um inventário de dificuldades na vida de crianças retirados à família em processos de abuso ou negligência. Na maioria das vezes, crescem sem figuras de referência ou modelos de comportamento positivos, e acumulam processos da Segurança Social, mesmo enquanto estão em casa dos pais, sem qualquer sucesso. Por demasiadas vezes, seguia-se uma institucionalização prolongada e, por sistema, sem projeto pedagógico. “Quando chegámos, em 2008, estava cá uma rapariga com 30 anos que vivia aqui desde os 16.”, lembra a diretora. Ora, foi para acabar com situações como esta que a equipa pôs mãos à obra e, em 2012, esse empenho deu frutos: a instituição foi escolhida pela Fundação Calouste Gulbenkian para entrar num projeto-piloto, com uma linha de financiamento que permitiu avançar com a ideia de Vânia e da sua equipa: “Para que a passagem por sítios assim seja sempre transitória e com um projeto educativo definido. Aqui começa a proteção. Não acaba, não é um fim em si. Não queremos criar pessoas dependentes mas sim autónomas e responsáveis.” O contexto não é o melhor (só no ano passado foram retiradas às famílias mais 3 500 crianças, totalizando 8 500 institucionalizadas) mas o futuro não tem de ser assim. Este projeto-piloto abrange outras três instituições (ver caixa). “Esperamos que estes exemplos estimulem experiências semelhantes noutras equipas”, considera Daniel Sampaio, coordenador científico do programa Crianças e Jovens em Risco, da Gulbenkian, que será apresentado numa conferência, a 29 de maio.

Passeando pelo resto da casa alentejana, é quase palpável essa ideia de criar vínculos nos miúdos para que depois possam voar sozinhos. Todos partilham esse sonho. Jorge, 15 anos, vive ali há três anos com o irmão, de 13, enviados já de outra instituição. Só pensa em acabar o 9.º ano e ir para Évora, aprender qualquer coisa ligada às tecnologias.

Sofia, 16 anos, está lá há nove anos.

Retirada a um ambiente de conflito, hoje é escuteira, treina para desfilar nas marchas e também quer seguir um curso profissional.

É uma das próximas a treinar a autonomia, no apartamento: “Mal posso esperar.”

Boas práticas

O objetivo de todos os projetos apoiados pela Fundação Gulbenkian é a promoção da autonomia de crianças e jovens em acolhimento institucional

Oficina S. José – Braga

Lar de Infância e Juventude que acolhe 43 rapazes entre os 2 e os 29 anos, todos oriundos da região, apostou também por isso boa parte da sua intervenção no regresso dos jovens à sua família nuclear.

Associação Via Nova – Vila Real

A gestão do dinheiro é transversal a todos os projetos, mas aqui permitiu mesmo abrir um bar na instituição, gerido pelos jovens. Tem também um conjunto de casas separadas do edifício principal nas quais os 19 rapazes, entre os 9 e os 20 anos, treinam a autonomização.

Casa do Canto – Ansião

É o único centro de acolhimento temporário do programa e optou por usar as atividades artísticas para combater a baixa autoestima, dificuldades de interação e problemas de adaptação à escola das 23 raparigas, com idades entre os 12 e os 19 anos, que ali estão.

 

 

II Congresso Internacional “Crime, Justiça e Sociedade”

Março 3, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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criap

mais informações aqui

Empresas formam jovens em risco de exclusão

Agosto 19, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 9 de Agosto de 2013.

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empresas

Pobreza infantil: estudar é o melhor remédio

Agosto 9, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Reportagem do Público de 4 de Agosto de 2013.

Pobreza infantil estudar é o melhor remédio

Conferência Final do projecto “Meninos de Rua: Inclusão e Inserção”

Fevereiro 28, 2013 às 4:05 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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meninos

Mais informações Aqui ou Aqui

Fórum Temático Papel dos Factores de Protecção na Prevenção de Comportamentos de Risco em Crianças e Jovens

Janeiro 9, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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vita

A ONGD ISU organiza, no próximo dia 16 de Janeiro, o evento Vitamina P.
P de protecção, P de prevenção.

O evento consiste num Fórum que incluirá uma palestra inicial sobre o Papel dos Factores de Protecção na Prevenção de Comportamentos de Risco em Crianças e Jovens, seguida de vários workshops subordinados ao tema.

Faça já a sua Pré-Inscrição em https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dHRKU3J1Y0NkQkJWNDFjXzBFQkEyRlE6MA.

Mais informações: construirofuturo@isu.pt

 

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