Como preparar os seus filhos para o regresso às rotinas escolares?

Setembro 7, 2018 às 4:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto de Alexandra Pedro para o DNLife, em 5 de setembro de 2018.

 

Falta pouco para as aulas começarem. Depois de três meses de férias, é bom que os miúdos comecem a preparar-se com alguma antecedência para o regresso às rotinas, horários e ritmos de «trabalho» do resto do ano.

Pedimos à psicóloga e especialista em desenvolvimento infantil, Ana Manta, que explicasse qual a melhor forma de preparar o seu filho para mais um ano letivo, ainda durante o período de férias. O processo, segundo a especialista passa por «aproveitar as brincadeiras como momentos de aprendizagem. É importante aproveitar as férias e brincar muito, porque na brincadeira e nos jogos as crianças aprendem de uma forma natural», diz.

Ana Manta considera que o início do mês é a altura indicada para iniciar o regresso aos horários e ritmos do período escolar

A autora e mãe de três filhos sugere que a introdução de alguns exercícios escolares pode ser feita através de alguns jogos e desafios que despertem a atenção das crianças e jovens.

«Pode ser, por exemplo, ler um livro e pedir para escrever um resumo, fazer uma lista de palavras e pedir para fazer um texto com essas palavras. Os miúdos podem também treinar a mente através de desafios ligados ao dia-a-dia, como contar os quilómetros das caminhadas em família ou os litros de leite que bebem por dia».

Todas estas atividades trabalham competências escolares sem ter o cariz pesado do trabalho. «Se todos os dias a partir do início de setembro fizerem alguns destes exercícios e jogos já é bom», diz a especialista.

«Em teoria as crianças devem dormir cerca de 10 horas», mas «cada casa tem os seus horários e rotinas».

Ana Manta considera que o início deste mês é a altura indicada para iniciar o regresso aos horários e ritmos do período escolar.

«É importante que desde o inicio de setembro se comece a recuperar as rotinas, sem grande pressão», diz, lembrando que «em teoria as crianças devem dormir cerca de 10 horas», sendo que «cada casa tem os seus horários e rotinas».

«Pela minha experiência como psicóloga, muitos pais dizem que se deitarem a criança muito cedo nem têm tempo para brincar ou fazer algo em conjunto. Nada deve substituir esses momentos de interação e, por isso, cada casa deve ter os seus horários e rotinas. Posso dizer que em minha casa a regra é, para o meu filho de seis anos e para minha filha de 12, deitar às 22 horas. O adolescente, com 14, já é mais difícil de adormecer a essa hora», revela a psicóloga.

Veja na fotogaleria algumas dicas para que o seu filho regresse às rotinas da melhor forma.

Regresso às Aulas – Fotografias

Setembro 5, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Photo de Presse
vers 1980

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“Rentrée des classes”
Paris 1980

“Liberté d’expression” anonyme Classe Montessori à Berlin, 1949

Imagens retiradas do Facebook Culture und Kultur 

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Regresso às aulas: como lidar com a ansiedade das crianças?

Setembro 24, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do http://www.noticiasmagazine.pt/ de 11 de setembro de 2016.

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Por: Isaltina Padrão

Para algumas crianças, regressar à escola pode ser um pesadelo.

O seu filho já anda impaciente? E a dormir mal? Com a aproximação do início do ano letivo vem a ansiedade de quem passou três meses com a família, longe de colegas e professores. Se na maioria dos casos as crianças apresentam uma inquietação normal por regressarem à escola e mostrarem a roupa nova e os materiais acabados de comprar, outras chegam a ficar «doentes» só de pensarem em voltar à rotina.

Muito ativo e desorganizado, com uma forte imaginação, não foi nada fácil para Carlos, de 6 anos, ingressar no 1º ano. Todas as manhãs pedia aos pais para não o levarem à escola. Ia, tinha de ir. Mas, uma vez lá, desestabilizava a turma com constantes brincadeiras. Após várias repreensões, foi colocado na última fila para não perturbar tanto. Foi ficando sozinho e era dado como um mau exemplo de aluno. No recreio tornou-se agressivo e era permanentemente gozado. «Nunca vou ser bom em nada» passou a ser uma frase constante. E ia entristecendo.

Este é um de vários casos – felizmente, são a minoria – em que a escola não é apelativa para a criança. Professores, psicólogos e outros especialistas são de opinião de que um trabalho conjunto entre a escola e a família ajuda a superar esta aversão que, geralmente, se dissipa por si mesma com a habituação à nova realidade. «Todas as mudanças implicam ansiedade, devido ao medo do desconhecido subjacente a cada transição», diz Teresa Andrade, psicóloga e professora no Instituto Superior de Saúde Egas Moniz.

«Na transição para o 1º ciclo, são várias as mudanças e ainda mais as expetativas. Transitar de um lugar maioritariamente de brincadeira – a creche ou o convívio com os avós – para um de maior trabalho estruturado pode criar dificuldades e desafios, dependendo da personalidade, da maturidade e de caraterísticas específicas de cada criança.»

Assim, crianças mais calmas, com níveis mais elevados de atenção e concentração, obedientes e organizadas, com um desenvolvimento cognitivo e emocional saudáveis, são, na opinião dos especialistas, as que acabam por se adaptar mais facilmente a esta e a qualquer outra etapa da vida.

No entanto, Susana Algarvio, psicoterapeuta e professora no Instituto Superior de Psicologia Aplicada, sublinha o facto de a ansiedade do início do ano letivo ser normal, «independentemente dos resultados escolares». «Há bons alunos que se sentem ansiosos perante um novo desafio, assim como há alunos com histórias de insucesso escolar que sentem o mesmo tipo de ansiedade.» Mas a ansiedade excessiva pode gerar «comportamentos de evitamento, que podem, em casos extremos, conduzir a fobias». E é isso que deve ser evitado a todo o custo, para o bem-estar da criança.

Conheça os sintomas da ansiedade pré-escolar.

«No meu tempo é que era.» Não diga isso ao seu filho

Irritabilidade, pesadelos, perturbações do sono e alimentares, como perda de apetite ou comer em excesso, ou ainda o medo de não se lembrar das aprendizagens escolares, são alguns dos sintomas inerentes à mudança e reações frequentes perante marcos importantes como a entrada para o 1º ciclo do ensino básico – um alicerce que poderá ser determinante no adulto em que a criança se tornará. Caso os sintomas persistam, os pais devem procurar ajuda especializada. Em primeiro lugar, o problema deve ser exposto aos professores, que deverão conduzir a família para uma consulta de psicologia de forma a identificar o problema e tentar resolvê-lo.

Em alguns casos, a adaptação torna-se um processo mais difícil, que se prende fundamentalmente com o tipo de relação estabelecida entre cuidador e criança e que acaba por fragilizar esse mesmo processo. É aqui que, segundo Susana Algarvio, «os pais são uma peça-chave na adaptação da criança». Para esta psicoterapeuta, os sintomas são, regra geral, passageiros se os pais apresentarem a escola como uma etapa positiva na vida dos filhos. O que nem sempre acontece.

«Os pais podem reforçar negativamente a ansiedade das crianças ao apresentarem a escola como algo repressivo e castigador, dizendo coisas como “quando fores para a escola já não vais poder fazer isto ou aquilo”, esperando que a instituição e o professor os substituam na educação dos seus filhos, mostrando-se demasiado ansiosos relativamente à relação com as outras crianças, ou fazendo comparações com outros filhos ou outras crianças membros da família.»

Outro erro frequente é a comparação com outros tempos. Afinal, estes problemas de adaptação ao meio escolar são exclusivos da vida moderna? São, pelo menos, mais acentuados. E a razão é simples, defende Ana (nome fictício), professora da Escola EB1 Padre Andrade (agrupamento de escolas Frei Gonçalo de Azevedo), em São Domingos de Rana, Cascais. «Hoje os pais não têm tempo de qualidade para os filhos e estes acabam por ficar demasiado tempo na escola e pouco em casa. Sente-se que não existem relações/ligações familiares profundas e consistentes. Não há tempo de “rua” para brincar, as novas tecnologias também acabam por isolar e afastar não só as crianças entre si, mas também da própria família. Todos estes e outros fatores conjugados acabam por transformar as crianças em seres mais carentes emocional e afetivamente, o que irá ter impacto na sua forma de estar na escola.»

Pedir ajuda quando for necessário

Cada indivíduo tem caraterísticas únicas. A experiência de 21 anos com alunos do ensino básico diz a Ana que «cada educador da escola age e reage perante determinada situação em função da personalidade, da maturidade e da experiência ou criança. Mas há um esforço conjunto para entender e ajudar essas crianças, independentemente de ser ou não o professor titular do aluno.» Para facilitar a integração (dos alunos mas também dos pais) neste novo mundo que se abre, é imprescindível a interação da comunidade educativa – professores, pais, psicólogos e alunos. Todos têm uma palavra a dizer ou dão sinais daquilo que sentem. No caso das crianças, muitas vezes é necessário descodificar as suas atitudes em relação à escola. Susana Algarvio defende que «as crianças devem ser informadas sobre aquilo que as espera: um professor com quem irão aprender, a quem deverão respeitar, que esclarecerá as suas dúvidas e que as ajudará a ultrapassar as suas dificuldades ». No fundo, falar previamente sobre aquela pessoa e que é alguém em quem podem confiar.

Tão ou mais importante do que dizer «vais aprender a ler e a escrever» é explicar aos filhos que a escola é um lugar seguro, onde irá fazer desenhos e encontrar novos amigos com quem brincar. E como esta é uma fase em que os pais também estão a aprender, as suas preocupações devem ser sempre tomadas em consideração por aqueles que são mais experientes em arranques de anos letivos. As preocupações, dúvidas ou reservas dos encarregados de educação, segundo Susana Algarvio, «nunca devem ser desvalorizadas pelos professores ou por outros técnicos. Os pais devem ser sempre esclarecidos sobre as questões que põem porque a sua adaptação a esta nova etapa dos filhos condicionará a adaptação destes, sobretudo nos primeiros níveis de ensino».

Também os professores, por mais experientes que sejam, têm dúvidas e dificuldades em lidar com algumas situações. Os psicólogos em ambiente escolar (e não só) podem ajudar nessa tarefa de procurar entender os porquês de crianças e pais, no sentido de lhes fornecer ferramentas para entrar com o pé direito no novo ano letivo.

A ESCOLA TAMBÉM TEM DE SE ADAPTAR

As crianças não são todas iguais, defende Teresa Andrade. Para esta psicóloga, algumas, como Carlos (ver texto), não se encaixam no padrão de ensino vigente e há que ajudá-las na integração escolar de uma forma apelativa. Estamos perante alunos que «só a muito custo suportam as horas que lhes pedem que estejam sentados, calados e sossegados».

Infelizmente, muitos pais tendem a pensar que os seus filhos têm algo de errado «porque não conseguem ser iguais às outras crianças». Nada disso. Os meninos são todos diferentes e cada um requer uma maneira de ensinar diferente. Aqui entram os encarregados de educação, no papel de educadores. «Os pais podem complementar o ensino com outras atividades de aprendizagem que agradem mais à sua criança», diz a psicóloga, dando exemplos de como cativar a atenção dos filhos para as matérias escolares. Tal pode ser feito através «de jogos, passeios, aprender com os mais velhos a fazer coisas estimulantes, aprender matemática com a natureza ou a ler e escrever fazendo a criança inventar uma história que ela própria vai escrevendo».

 

“Regresso às aulas em segurança”: Direção-Geral do Consumidor lança brochura informativa

Setembro 15, 2015 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Direção-Geral do Consumidor renovou a brochura informativa “Regresso às aulas em segurança” que visa alertar para a promoção da saúde e da segurança dos mais novos no seu regresso às aulas 2015-2016.

Para além das recomendações sobre as compras dos materiais escolares, no transporte para a escola e na alimentação, a brochura remete para as mais recentes publicações da Direção-Geral do Consumidor sobre o “Consumo Sustentável – 2015” e sobre “Vestuário e calçado”, acessíveis no Portal do Consumidor.

Para mais informações consulte o Portal do Consumidor, onde a Direção-Geral do Consumidor disponibiliza informação sobre os direitos dos consumidores, os consumos juvenis e outras matérias relacionadas com o tema.

Para saber mais sobre o Regresso às Aulas em segurança consulte AQUI a brochura informativa.

Acha que o seu filho tem férias a mais?

Setembro 15, 2015 às 12:06 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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O ano letivo arranca, oficialmente, hoje. Mas a maioria das escolas só deve começar as aulas no dia 21. Se acha que em Portugal as férias são em demasia, compare com o que se passa lá fora. CONSULTE AS INFOGRAFIAS

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O Ministério da Educação definiu o calendário escolar, dando liberdade para escolher o início das aulas entre os dias 15 e 21. Mas a maior parte das escolas começa as aulas mais perto do final da semana ou na próxima, para garantir que os alunos têm todos os professores.

O arranque do ano letivo está marcado oficialmente a partir desta terça-feira, embora a maior parte das escolas opte por abrir portas mais tarde, tendo até segunda-feira da próxima semana para o fazer.

O Ministério da Educação definiu o calendário escolar, dando liberdade para escolher o início das aulas entre os dias 15 e 21. No entanto, de acordo Filinto Lima, vice-presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), a maior parte das escolas começa as aulas mais perto do final da semana ou na próxima, para garantir que os alunos têm todos os professores.

Depois de no ano passado o ano letivo ter sido marcado por atrasos na colocação de docentes, com milhares de alunos mais de um mês sem professores, este ano, segundo os diretores escolares, a colocação decorreu “anormalmente bem”.

“Os professores estão a chegar a tempo e horas às escolas. O único problema são as substituições”, uma pequena fração do total de colocações, diz à Lusa Filinto Lima.

Também Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Diretores Escolares (ANDE), diz que o processo de colocação de professores este ano está a correr “bastante bem”, acreditando que no dia 21 a grande maioria dos professores estará nas escolas.

A partir desse dia, serão mais de 1,2 milhões de alunos no novo ano letivo, em quase seis mil escolas da rede de ensino público. Um ano em que pela primeira vez os mais novos terão todos de aprender Inglês, e que poderão também ter aulas de Latim e Grego, graças a um novo projeto de Introdução à Cultura e Línguas Clássicas.

Já no ensino secundário, cerca de 400 alunos do 10.º ano dos cursos Científico-Humanísticos de 21 escolas vão poder aprender Mandarim, que até agora existia pontualmente numa ou em outra escola.

Revista Visão em 15 de Setembro de 2015

Regressar às Aulas em Segurança – livro digital da Direção-Geral do Consumidor

Outubro 3, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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texto do site http://www.dge.mec.pt de 2 de setembro de 2014.

Mais uma vez “As férias do verão aproximam-se do fim …”, e se renova o Regresso às Aulas.

Ao iniciar-se o ano letivo, a brochura Regresso às Aulas em segurança é renovada e editada pela Direção-Geral do Consumidor (DGC).

Para além das recomendações para os pais e também para as crianças e jovens, no que se refere às compras dos materiais escolares, indispensáveis para esta nova etapa, aos transportes para a escola e à alimentação, a brochura contém também um horário escolar para ser impresso e utilizado e alguns conselhos para tornar o estudo mais proveitoso.

Abrem-se assim portas ao novo ano letivo, com a convicção de que a alegria das crianças será maior com informação que contribua para o seu bem-estar.

A brochura – Regresso às Aulas em segurança – encontra-se no Portal do Consumidor (www.consumidor.pt) e na sua página facebook, onde a DGC disponibiliza informação sobre os direitos dos consumidores, os consumos juvenis e outras matérias relacionadas com a Educação do Consumidor.

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Aulas começam com 1347 mil alunos, menos 2700 que no ano passado

Setembro 13, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 11 de setembro de 2013.

Por Agência Lusa

Já no ensino secundário, o número de alunos deverá aumentar mais de quatro mil: passando de 327.962 no ano letivo de 2012/2013 para 332.394 este ano que agora começa

O ano letivo começa quinta-feira com cerca de 1.347 mil alunos, segundo uma estimativa do Ministério da Educação e Ciência, que aponta para uma redução de estudantes no ensino básico e um aumento no secundário.

Segundo as previsões da Direção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), que se referem apenas às escolas do continente, este ano deverá haver menos 2.724 estudantes em relação ao ano passado.

As escolas do ensino básico perdem cerca de sete mil alunos: no ano passado havia 1.021.886 alunos enquanto este ano a DGEEC estima que sejam 1.014.730.

Já no ensino secundário, o número de alunos deverá aumentar mais de quatro mil: passando de 327.962 no ano letivo de 2012/2013 para 332.394 este ano que agora começa.

No total, milhares de professores irão ensinar este ano os 1.347.124 alunos que frequentam as escolas públicas e privadas.

As previsões da DGEEC traçam um cenário onde as escolas vão ficando cada vez mais vazias: entre 2011/2012 e 2017/2018 deverão perder 40 mil alunos desde o 1º ciclo até ao secundário.

Haverá um “decréscimo cada vez mais acentuado à medida que o efeito de onda resultante do alargamento da escolaridade obrigatória for sendo sobreposto à quebra de cerca de dez mil novos alunos à entrada, nos últimos cinco anos”, refere o documento do gabinete de estatísticas do Ministério da Educação e Ciência (MEC) divulgado na sexta-feira e que foi hoje retirado da página na internet por conter erros num quadro com estimativas.

As estimativas da DGEEC deixam de fora as crianças do pré-escolar e os adultos, referindo-se apenas aos jovens estudantes que frequentam estabelecimentos de ensino no continente.

A quebra no número de alunos tem sido a principal justificação do MEC para reduzir o número de professores colocados nas escolas.

Neste momento, ainda não há dados sobre quantos professores irão este ano dar aulas, uma vez que ainda estão a decorrer concursos para a colocação de docentes, no entanto os sindicatos estimam que sejam cerca de 110 mil no ensino público.

O calendário do MEC indica que o ano letivo das 6.292 escolas do país pode começar entre os dias 12 e 16 de setembro, havendo já colégios particulares onde os alunos já começaram as aulas.

Na Região Autónoma da Madeira haverá este ano menos 2.136 alunos nas escolas, revelou hoje o secretário regional da Educação e Recursos Humanos, Jaime Freitas, lembrando que o ano letivo começa entre os dias 17 e 19 de setembro.

Os estabelecimentos de ensino na Madeira vão também contar com menos 96 docentes.

Segundo os dados da tutela, no ano letivo 2012/2013, 51.049 crianças frequentaram os 207 estabelecimentos da região, das creches ao ensino secundário, número que passa para 48.913 este ano.

Na Região Autónoma dos Açores, a tutela contabiliza que o ano letivo, que arranca a 16 de setembro, conta com menos 853 alunos no ensino oficial.

A quebra no número de alunos nos Açores levou a uma redução de 203 professores contratados, segundo o secretário regional da Educação, Ciência e Cultura, Luiz Fagundes Duarte.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

Regresso às aulas: o que gastamos e como podemos poupar – Vídeo

Agosto 29, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Vídeo publicado no site do Público no dia 25 de Agosto de 2013.

Ver o Vídeo Aqui

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Regresso às Aulas em Segurança

Agosto 26, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Descarregar a brochura no site da Direção-Geral do Consumidor:

http://www.consumidor.pt/

 

Regresso às aulas…. e às mochilas!

Setembro 3, 2012 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do Diário dos Açores de 22 de Agosto de 2012.

Regresso às aulas…. e às mochilas!

 

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