#EscutaPrimeiro: ouvir as crianças e jovens significa mais saúde e segurança – Vídeo ONU Brasil

Maio 27, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Como evitar birras às refeições?

Maio 1, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Photo by Hal Gatewood on Unsplash

Texto do site http://uptokids.pt/

“Parece de propósito! Logo hoje que preciso de chegar a horas a um sítio é que decides fazer uma birra dessas!”

Cá em casa também era assim. Cada manhã, um suplício. Mas há poucas semanas, tudo mudou. O momento de viragem foi o dia em que a minha filha mais nova, que está quase a fazer 3 anos, fez a birra das birras ao pequeno-almoço: ela gritava, esperneava, nada a acalmava. Parecia que o mundo ia acabar. Tudo por causa de um simples iogurte, que era-mas-afinal-não-era-bem aquilo que ela queria para começar o dia. E eu atrasado para uma reunião…

Mudar o foco

A minha vontade, naquele momento, foi a de muitos pais nesta situação: ralhar (“come isso imediatamente!”), chantagear (“se não comeres…”, premiar (“se comeres dou-te…), castigar (“ai não comes? Então…). O espetáculo foi tal que me passou pela cabeça dar-lhe uma nada consoladora palmada no rabo! Mas, em vez disso, comecei a aplicar o que tenho aprendido com a Disciplina Positiva: respirei fundo (muito fundo!), mantive a calma e… mudei-lhe o foco, inventando uma brincadeira em que o iogurte (o tal que ela não queria…) era tão apetecido que o melhor seria que ela o comesse todo (e rápido) antes que… a Princesa Sofia acordasse e o comesse por ela. Resultou em cheio e, em menos de 10 minutos estávamos na rua.

Dias antes já tinha aplicado a mesma estratégia, com resultados idênticos, quando ela acordou em histeria a meio da noite, a chorar e a espernear como uma louca. Nessa madrugada só se acalmou quando consegui que prestasse atenção à sua boneca favorita, que lhe disse que acordou “assustada com a berraria” dela. Depois inventei uma história (sem grande nexo, porque estava meio a dormir) que só me lembro que metia um castelo e uma princesa, que estava doente e não podia ouvir o barulho de alguém a chorar à noite, porque senão acordaria no dia seguinte cheia de espirros…

Antecipar comportamentos e dar opções limitadas

Depois das duas situações que descrevi, passei a apostar ainda mais na prevenção. “Se o pequeno almoço é um momento de potencial tensão, porque não envolvê-la na sua preparação?”. Criámos uma rotina juntos e agora abro o frigorífico e dou-lhe opções limitadas: “o iogurte de banana ou de morango?”. O pequeno almoço passou a ser um momento divertido, sem stresses e que reforça os laços familiares. E nunca mais cheguei atrasado a lado nenhum pela manhã.

Promover a cooperação tem sido outro dos trunfos, para evitar fitas à mesa ao pequeno almoço (e também resulta noutras refeições). Por exemplo, deixo que seja ela a deitar e a mexer os cereais na tigela onde deita o iogurte. No início entornava bastante, agora raramente deixa cair mais do que um ou dois pedaços. Depois, dou-lhe um bónus: escolher a colher que quer usar: “a do Mickey ou a do Pluto?”. E voilá!

Desenganem-se os pais que acham que, com esta “estratégia”, a deixei “ganhar”, “levar a melhor”. Nada disso. Limitei-me a dar-lhe poder de escolha, mas dentro de soluções limitadas, aceitáveis e respeitosas para ambos. O que a longo prazo terá efeitos positivos, já que está a aprender a decidir por si, em vez de o fazer contrariada, porque é obrigada a tal.

O que faz toda a diferença.

Nuno Martins

O seu filho faz “birras” à refeição?

Dezembro 18, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Pais & Filhos

Texto da http://www.paisefilhos.pt/ de 3 de novembro de 2017.

Escrito por Paula Beirão Valente

o segundo ano de vida do bebé a velocidade de crescimento é menor, mas a atividade física aumenta. Esse é o período ideal para aceitar novos alimentos e novos sabores, que serão mais difíceis de introduzir mais tarde. Por norma, a partir dos três anos, a “janela de oportunidade” fecha com a redução do apetite, causando, com frequência, preocupação aos pais.

É a altura em que apresentam o que costumamos chamar de neofobia, isto é, relutância em consumir alimentos que não conheçam. Nesta altura, desenvolvem “cortes alimentares”, recusando alimentos que antes aceitavam ou pedindo um alimento particular em cada refeição. Esta situação tende a ser temporária e os pais acabarão por controlar, não apenas a alimentação da criança, como também eventuais comportamentos impróprios. É importante saber que nem a abordagem de controlo rígido, nem a abordagem passiva têm sucesso.

Os pais e os cuidadores da criança deverão preparar um leque variado de alimentos, evitar os que forem recusados ou confecioná-los de modo diferente para terem outro sabor ou apresentação, em último caso poderão, ainda, ser substituídos por outros do mesmo grupo da roda dos alimentos.

Aconselho a inclusão da criança na preparação da refeição, fazendo com que ela sinta que foi a responsável pela escolha dos alimentos e elogiando o prato durante o seu consumo. Desse modo, baixamos a probabilidade de rejeição da refeição. Uma vez que são necessárias várias tentativas para que o paladar da criança se adapte aos “novos” alimentos, poderá persuadir o seu filho a provar o alimento, mesmo que não o ingira na sua totalidade. Com o tempo, a aceitação tende a aumentar. Por outro lado, se os filhos recusarem, por teimosia, a ingestão da mesma, deverão continuar sentados à mesa até ao fim da refeição. Acrescento, também, que não deverão ser compensados mais tarde com alimentos que gostem ou que peçam. Só assim pensarão duas vezes antes de repetirem o comportamento.

A falta de disponibilidade e de conhecimentos é um fator determinante na qualidade daquilo que os filhos comem e o papel da família na educação alimentar é inquestionável.

E se pesa pouco?

Em situações de baixo peso, as refeições intercalares tornam-se essenciais para suprir as necessidades energéticas da criança. Deste modo, aconselho um reforço destas com alimentos que sejam naturalmente aceites, tais como: pão (com fiambre de aves, queijo fresco, atum, ovo, bife de aves inteiro ou picado com alguns legumes e molhos com azeite como por exemplo, molho “pesto” ou molho de iogurte; cereais (ricos em fibra e com redução de açúcar), iogurtes, leite e fruta. Poderá misturá-los, tornando-os mais apelativos, como os batidos de fruta, de forma a tornar estas refeições menos monótonas e de ingestão mais rápida. Importa, que estes sejam cuidadosamente preparados para serem, simultaneamente, variados e ricos em nutrientes. Para estas crianças aconselha-se iniciar as refeições principais com o prato principal, deixando a sopa para o final, garantido a ingestão dos alimentos mais energéticos em primeiro lugar. Os alimentos com temperaturas extremas e odor forte tendem a ser também excluídos. Como tal, pratos como a sopa, indispensáveis nesta idade, deverão ser servidos mornos. Estudos revelaram também que o consumo de alimentos é diminuído quando a criança está cansada. Neste caso, um pequeno descanso prévio à refeição poderá ser eficaz.

 

Acabaram-se as birras à mesa

Setembro 13, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://p3.publico.pt/ de 17 de agosto de 2017.

Samantha Lee

Acabaram-se as birras à mesa de Samantha Lee. A dona de casa e mãe de duas crianças deu início às suas criações em 2008, quando sentiu necessidade de ensinar à filha mais velha como comer de forma independente e saudável. Ao que parece, ignorar a velha regra segundo a qual “não se brinca com a comida” deu frutos: Samantha conseguiu transformar as refeições familiares em momentos de paz e divertimento e, ao mesmo tempo, obter o reconhecimento internacional que tornou possível atingir o estatuto de food artist e trabalhar para agências de publicidade e relações públicas de todo o mundo. As suas criações já foram notícia muitas vezes, ao longo dos anos, no Daily Mail UK, Huffington Post ou ABC News, só para nomear alguns, graças aos trabalhos que desenvolveu para marcas como a MasterCard, a Turkish Airlines ou a Ben&Jerry’s. Actualmente, a conta de Instagram @leesamantha é seguida por mais de 700.000 pessoas.

 

Novo manual para alimentação saudável nos refeitórios escolares – Capitações de Géneros Alimentícios para Refeições em Meio Escolar: Fundamentos, Consensos e Reflexões

Dezembro 16, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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capitações

descarregar o manual no link:

http://nutrimento.pt/noticias/novo-manual-de-capitacoes-de-generos-alimenticios-para-refeicoes-em-meio-escolar-ja-disponivel/

Prefácio

De acordo com os nossos dados de 2004, cerca de 1/3 das crianças em escolas portuguesas apresentava excesso de peso ou obesidade, números que se tem mantido semelhantes na atualidade. Ao mesmo tempo, o momento de dificuldade de muitas famílias pode ter arrastado milhares de crianças para uma situação de carência alimentar, com relatos de jovens que afirmam sentir fome por não terem comida em casa.

Por isso, olhar para a escola e fundamental se desejarmos construir uma boa saúde no crescimento e na vida adulta, pois e nesse espaço que se constitui a matriz capaz de educar e determinar os comportamentos sobre o peso corporal, a atividade física e, muito especialmente, se consegue influenciar o balanco de oportunidades que consolidem e alarguem o currículo escolar aprendido para uma alimentação saudável.

É neste cenário complexo que se assiste a um fortalecimento global da discussão sobre a necessidade e o processo para reformar as politicas alimentares e nutricionais escolares, com o consequente aparecimento de transformações e propostas muito positivas, de acordo com a melhor evidencia para satisfazer os objetivos nutricionais em crianças, adolescentes e na transição para a vida adulta.

Esta publicação visa contribuir para essa discussão e resulta do trabalho exaustivo, complexo e valioso de nutricionistas com vastíssima experiencia na alimentação coletiva. A sua visão e muito importante para capitalizar a infraestrutura existente de unidades de alimentação escolar e a possibilidade que estas nos dão para criar um melhor ambiente de alimentação, integrando um conjunto de propostas objetivas para melhores práticas e refeições em meio escolar.

Pedro Moreira

Diretor da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto

Nutricionista e Professor Catedrático de Alimentação e Nutrição Humana

 

O telemóvel e a televisão também jantam com os portugueses

Dezembro 11, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://lifestyle.publico.pt  de 26 de novembro de 2015.

publico

Por Life&Style

Dietistas preocupados pois estes hábitos podem levar a maus comportamentos alimentares.

Cinco vezes por semana, 98% dos portugueses janta à frente da televisão ou com o telemóvel ao lado. Quem o diz é um inquérito levado a cabo pela Iglo, junto de cerca de 4500 pessoas.

Para a Associação Portuguesa de Dietistas (APD) e para o Movimento 2020 – um projecto da APD, com o objectivo de promover e implementar as boas práticas no que respeita à saúde alimentar e hábitos de vida saudável – estes hábitos podem levar a maus comportamentos alimentares.

Segundo Zélia Santos, presidente da APD e membro do conselho executivo do Movimento 2020, “o momento da refeição deve ir muito além da sua função nutricional, dada a conotação social e cultural que a alimentação tem nas nossas vidas. Cozinhar e conviver à mesa, na companhia de familiares e amigos, fomenta o bem-estar e cria condições para uma alimentação correcta e consciente. Por exemplo, a mesa é o cenário ideal para passar às crianças a importância de fazer uma alimentação equilibrada e criar apetência pelas escolhas mais saudáveis”. No contexto dos resultados apurados pelo inquérito, a responsável conclui: “Ao ritmo a que se vive, a hora de jantar torna-se no momento privilegiado para as famílias se reunirem e conversarem. Ao ocupar espaço com o telemóvel ou a televisão, há uma probabilidade acrescida de estarmos a tornar a refeição numa ingestão indiscriminada de alimentos e a perder o prazer do convívio, que é um dos conceitos em que assenta a dieta mediterrânica”.

O inquérito foi feito online através de um questionário, tendo a recolha de dados decorrido entre os dias 16 de Julho e 5 de Agosto de 2015. A amostra global é composta por 4469 indivíduos residentes em Portugal (86% do sexo feminino, 60% solteiros e 39% entre os 26 e os 35 anos), o que corresponde a uma margem de erro de 1,47%, para um intervalo de confiança de 95%.

 

 

 


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