Acabaram-se as birras à mesa

Setembro 13, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://p3.publico.pt/ de 17 de agosto de 2017.

Samantha Lee

Acabaram-se as birras à mesa de Samantha Lee. A dona de casa e mãe de duas crianças deu início às suas criações em 2008, quando sentiu necessidade de ensinar à filha mais velha como comer de forma independente e saudável. Ao que parece, ignorar a velha regra segundo a qual “não se brinca com a comida” deu frutos: Samantha conseguiu transformar as refeições familiares em momentos de paz e divertimento e, ao mesmo tempo, obter o reconhecimento internacional que tornou possível atingir o estatuto de food artist e trabalhar para agências de publicidade e relações públicas de todo o mundo. As suas criações já foram notícia muitas vezes, ao longo dos anos, no Daily Mail UK, Huffington Post ou ABC News, só para nomear alguns, graças aos trabalhos que desenvolveu para marcas como a MasterCard, a Turkish Airlines ou a Ben&Jerry’s. Actualmente, a conta de Instagram @leesamantha é seguida por mais de 700.000 pessoas.

 

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Novo manual para alimentação saudável nos refeitórios escolares – Capitações de Géneros Alimentícios para Refeições em Meio Escolar: Fundamentos, Consensos e Reflexões

Dezembro 16, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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capitações

descarregar o manual no link:

http://nutrimento.pt/noticias/novo-manual-de-capitacoes-de-generos-alimenticios-para-refeicoes-em-meio-escolar-ja-disponivel/

Prefácio

De acordo com os nossos dados de 2004, cerca de 1/3 das crianças em escolas portuguesas apresentava excesso de peso ou obesidade, números que se tem mantido semelhantes na atualidade. Ao mesmo tempo, o momento de dificuldade de muitas famílias pode ter arrastado milhares de crianças para uma situação de carência alimentar, com relatos de jovens que afirmam sentir fome por não terem comida em casa.

Por isso, olhar para a escola e fundamental se desejarmos construir uma boa saúde no crescimento e na vida adulta, pois e nesse espaço que se constitui a matriz capaz de educar e determinar os comportamentos sobre o peso corporal, a atividade física e, muito especialmente, se consegue influenciar o balanco de oportunidades que consolidem e alarguem o currículo escolar aprendido para uma alimentação saudável.

É neste cenário complexo que se assiste a um fortalecimento global da discussão sobre a necessidade e o processo para reformar as politicas alimentares e nutricionais escolares, com o consequente aparecimento de transformações e propostas muito positivas, de acordo com a melhor evidencia para satisfazer os objetivos nutricionais em crianças, adolescentes e na transição para a vida adulta.

Esta publicação visa contribuir para essa discussão e resulta do trabalho exaustivo, complexo e valioso de nutricionistas com vastíssima experiencia na alimentação coletiva. A sua visão e muito importante para capitalizar a infraestrutura existente de unidades de alimentação escolar e a possibilidade que estas nos dão para criar um melhor ambiente de alimentação, integrando um conjunto de propostas objetivas para melhores práticas e refeições em meio escolar.

Pedro Moreira

Diretor da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto

Nutricionista e Professor Catedrático de Alimentação e Nutrição Humana

 

O telemóvel e a televisão também jantam com os portugueses

Dezembro 11, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://lifestyle.publico.pt  de 26 de novembro de 2015.

publico

Por Life&Style

Dietistas preocupados pois estes hábitos podem levar a maus comportamentos alimentares.

Cinco vezes por semana, 98% dos portugueses janta à frente da televisão ou com o telemóvel ao lado. Quem o diz é um inquérito levado a cabo pela Iglo, junto de cerca de 4500 pessoas.

Para a Associação Portuguesa de Dietistas (APD) e para o Movimento 2020 – um projecto da APD, com o objectivo de promover e implementar as boas práticas no que respeita à saúde alimentar e hábitos de vida saudável – estes hábitos podem levar a maus comportamentos alimentares.

Segundo Zélia Santos, presidente da APD e membro do conselho executivo do Movimento 2020, “o momento da refeição deve ir muito além da sua função nutricional, dada a conotação social e cultural que a alimentação tem nas nossas vidas. Cozinhar e conviver à mesa, na companhia de familiares e amigos, fomenta o bem-estar e cria condições para uma alimentação correcta e consciente. Por exemplo, a mesa é o cenário ideal para passar às crianças a importância de fazer uma alimentação equilibrada e criar apetência pelas escolhas mais saudáveis”. No contexto dos resultados apurados pelo inquérito, a responsável conclui: “Ao ritmo a que se vive, a hora de jantar torna-se no momento privilegiado para as famílias se reunirem e conversarem. Ao ocupar espaço com o telemóvel ou a televisão, há uma probabilidade acrescida de estarmos a tornar a refeição numa ingestão indiscriminada de alimentos e a perder o prazer do convívio, que é um dos conceitos em que assenta a dieta mediterrânica”.

O inquérito foi feito online através de um questionário, tendo a recolha de dados decorrido entre os dias 16 de Julho e 5 de Agosto de 2015. A amostra global é composta por 4469 indivíduos residentes em Portugal (86% do sexo feminino, 60% solteiros e 39% entre os 26 e os 35 anos), o que corresponde a uma margem de erro de 1,47%, para um intervalo de confiança de 95%.

 

 

 


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