Concurso Papel de Natal – faz um desenho ou escreve a tua história sobre um Natal sem desperdício

Janeiro 14, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A época natalícia pode já ter acabado, mas pensar como tornar esta quadra mais sustentável continua premente. Destinado a crianças entre os 6 e os 10 anos, o concurso Papel de Natal, baseado no filme de animação com o mesmo nome, desafia a fazer um retrato ou escrever uma história sobre um Natal sem desperdício. Para participar até 31 de janeiro de 2020.

mais informações no link:

https://www.m-almada.pt/xportal/xmain?xpid=cmav2&xpgid=agenda_detalhe&agenda_detalhe_qry=BOUI=645656937&agenda_titulo_qry=BOUI=645656937&fbclid=IwAR245UUknGMksiqDxi-5NMGTMZoMd-35ptUaiDWwgoQ-uxO7SZeQ1inFmf4

Jovens mostraram como pensam (e muito) no ambiente

Dezembro 24, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sul Informação de 17 de dezembro de 2019.

Pedro Lemos

Organização lamenta que poucos políticos tenham marcado presença.

«Estes jovens, muitas vezes vistos como pessoas apáticas e apenas interessadas nas redes sociais, demonstraram que, nas questões do ambiente, que não são de somenos, contrariam essa ideia de inércia». A frase resume o que foi o Encontro pelo Planeta que juntou, esta segunda-feira, 16 de Dezembro, 600 alunos na Universidade do Algarve (UAlg). No final, foram escolhidas as três melhores propostas que, agora, serão levadas à Assembleia da República. 

Desde propostas para reduzir o uso de microplásticos, para controlar as plantas invasoras, em Albufeira, até à implementação de um Eco-copo, na Escola Secundária Júlio Dantas (Lagos), as ideias fervilharam. O denominador comum foi a importância de salvaguardar o planeta e o ambiente.

Houve ideias com apresentações mais arrojadas (como o EcoGenius que teve direito a uma sátira) e outras mais centradas em medidas concretas. Quatro jovens da Secundária de Albufeira, por exemplo, propuseram utilizar óleo usado para fazer sabonetes.

E, no final, não se inibiram de deixar uma mensagem mais geral: «há tantos com fome! Temos de reduzir o desperdício alimentar. Já pensaram nas pessoas que passam fome?».

Ao longo do dia, houve, no total, 27 projetos levados ao palco do Grande Auditório do Campus de Gambelas. Três foram escolhidos como os melhores.

A escolha dos professores foi para o 11º E da Escola Básica e Secundária de Albufeira e o seu projeto “A importância da ação individual para a preservação do ambiente”.

Já os alunos elegeram “A Terra, minha, tua, vossa, nossa – vamos reagir – Diatomáceas, a solução do futuro?”, do 12º CTA da Secundária de Silves.

Por fim, os convidados e equipa organizadora votaram, como projeto vencedor, na ideia do 10ºG da Secundária Gil Eanes, de Lagos, de criar uma parede de musgo, capaz de fazer o mesmo papel ambiental de 275 árvores.

Agora, estes três projetos serão levados à Comissão Parlamentar de Educação, Ciência, Juventude e Desporto, na Assembleia da República.

«Foi um compromisso do Centro Ciência Viva (CCV) de Lagos, como entidade coordenadora do projeto Ecoscience. É uma forma de mostrarmos aos políticos como há jovens a pensar nas questões das alterações climáticas», considerou Luís Azevedo Rodrigues, diretor executivo do CCV de Lagos, ao Sul Informação. 

Ao mesmo tempo, também há o objetivo de levar as três ideias aos Municípios de Lagos, Silves e Albufeira para que aí sejam implementadas.

Apesar do balanço «muito positivo», Luís Azevedo Rodrigues não deixa de lamentar uma questão: a ausência dos políticos numa iniciativa para a qual foram convidados governantes, como o primeiro-ministro, ministros, autarcas e deputados. Joaquina Matos, deputada do PS e antiga professora, foi a única parlamentar a ir ao “Encontro pelo Planeta”.

«Apenas tivemos a presença do presidente da Câmara de Faro e de representantes dos Municípios de Lagos e Portimão. A nível ministerial, por exemplo, não veio ninguém. Na sessão de encerramento estiveram presentes a delegada regional de Cultura e o delegado regional de Educação, mas é algo que podemos melhorar», disse.

É que, na opinião do mentor deste “Encontro pelo Planeta”, «estes alunos mereciam muito mais».

«Normalmente ouvimos queixas de que os cidadãos têm pouca participação cívica. Este foi um projeto que envolveu 600 jovens com ideias concretas para problemas concretos», defendeu.

No discurso de encerramento, foi precisamente essa a mensagem que deixou. «Não deixem que vos considerem apáticos. Demonstrem a vossa cidadania cívica».

Fotos: Pedro Lemos | Sul Informação

Smurfing o nosso planeta azul: União Europeia e Smurfs unem-se para proteger o oceano

Setembro 21, 2019 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto da Diplomatie.Belgium

#DevelopmentCooperation | The European Union and the Belgian Smurfs are teaming up to clean the ocean! 🌊 Together, we can protect Earth’s ultimate source of life. 💪 Collect your litter after a day out at the seaside. Join an EU Beach Cleanup in September to save our ocean. ➡️ europa.eu/!VB44Hr

Plasticus maritimus. Como explicar o problema do plástico às crianças

Dezembro 14, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 28 de novembro de 2018.

Ana Dias Ferreira

Tem direito a nome científico (inventado pela bióloga Ana Pêgo) e deu um livro da Planeta Tangerina. O problema do plástico nos oceanos está agora acessível a uma criança. Vamos formar ativistas?

É uma espécie exótica e invasora que se encontra em todos os mares e zonas costeiras do mundo. Pode apresentar-se sob uma grande variedade de formas e em todas as cores, incluindo a transparente ou mesmo “invisível”. Em geral, desloca-se fácil e rapidamente, em função dos ventos e correntes. Tem grande facilidade de se adaptar a todos os ecossistemas. Nome científico? Plasticus maritimus, uma designação inventada pela bióloga Ana Pêgo (e agora um livro), que nos últimos quatro anos tem feito questão de gastar o seu latim para falar do problema do plástico nos oceanos.

“O meu objetivo é chegar ao máximo de pessoas. Essa tem sido a minha arma de combate: informar”, diz a bióloga marinha de 47 anos. Munições não lhe faltam: em 2014 reconstruiu o esqueleto de uma baleia de 10 metros só com objetos de plástico branco encontrados na praia, na instalação “Balaena plasticus”, este ano reposta no Centro Cultural de Belém. Em 2015 criou a página Plasticus maritimus para partilhar fotografias do lixo que começou a colecionar e que deu origem a várias exposições. Desenvolve regularmente oficinas e ateliers sobre o ambiente para crianças e famílias, em instituições como a Gulbenkian e o Oceanário. Passa a vida a “escrever para todo o lado”, seja sobre as largadas de balões promovidas pelas câmaras municipais ou os pacotes de sumo com palhinhas distribuídos nas escolas. Agora escreveu também um livro, em parceria com Isabel Minhós Martins, da editora infanto-juvenil Planeta Tangerina, e com ilustrações de Bernardo P. Carvalho. Um guia de campo, como os biólogos fazem quando querem identificar determinadas plantas e animais, para falar desta “espécie invasora” que representa já 80% do lixo que existe nos oceanos e que ameaça sobrepor-se aos peixes em 2050. Objetivo: sensibilizar para um uso mais sensato dos plásticos (metade usados apenas uma vez), formar ativistas, levar à mudança. “Acho que se as pessoas forem informadas sobre o impacto dos nossos hábitos diários, se souberem que as largadas de balões e os cotonetes que atiram para a sanita vão parar ao mar, vão querer fazer alguma coisa. Não podemos continuar à espera que os outros resolvam os assuntos. Temos de ser ativos.”

Dando o exemplo do sabonete em lugar do gel de banho, Ana Pêgo defende que “não é preciso fazer uma mudança radical para começar a ‘desplastificar’”, basta começar por chegar ao supermercado e “não querer as bolachas que são vendidas dentro de dois pacotes”, ou fugir das embalagens de uso único. Esse é também todo o espírito (e mérito) do livro: dar sugestões concretas, descomplicar o que é complicado e tornar um dos maiores problemas e desafios do nosso planeta acessível a uma criança de oito anos.

É por isso que Plasticus maritimus – uma espécie invasora começa por mostrar, antes de mais, qual é a importância de salvar os oceanos, principais reguladores do clima e que produzem mais de 50% do oxigénio que respiramos. Ou que explica afinal o que é o plástico, com direito a uma “pequena aula de físico-química” que mostra como se fabrica e por que é um material tão especial e duradouro, podendo ficar dezenas, às vezes centenas de anos no meio ambiente. É por isso também que depois dos números assustadores — “todos os anos, cerca de oito milhões de toneladas de plástico acabam nos oceanos, o que equivale a serem despejados no mar, a cada hora que passa, cerca de mil toneladas de plástico, um camião cheio por minuto” — se mostram alternativas e bons exemplos que já estão a ser seguidos noutros países, como a lei aprovada em França para banir a louça descartável de plástico até 2020. Ou que se dão ainda sugestões de hábitos a implementar no dia-a-dia, com direito a umas quantas notas de como lidar com a atitude dos outros se nos acharem extraterrestres por recusarmos coisas que não são essenciais, identificarmos bizarrias que não deviam existir (como laranjas descascadas vendidas em placas de esferovite e envolvidas em celofane) ou mandarmos arranjar os objetos que se estragam em vez de ir a correr comprar outros.

Estes hábitos são contra-corrente no mundo da novidade e do “usa-e-deita-fora”,  mas “o livro acaba por sair em plena explosão do plástico”, diz Ana, que em tempos se sentiu sozinha a alertar para uma questão a que ninguém parecia ligar. A sua instalação da baleia branca era o elefante na sala, mas em janeiro deste ano o elefante chegou a Bruxelas, com a apresentação da primeira grande Estratégia Europeia sobre Plásticos por parte da Comissão Europeia. “Este já não é um problema que está lá longe, na ilha do Pacífico feita de plástico, que tem 17 vezes o tamanho de Portugal e que continua a aumentar. É um problema que está aqui na Europa, aqui em Cascais, na nossa costa. Há animais que aparecem mortos e que comeram plástico.” Estão nas notícias, nas imagens (chocantes) postas a circular, começam a estar na agenda política.

Para Ana Pêgo, são os governos e os municípios que podem educar os cidadãos, mas também os cidadãos que podem exigir mais dos seus governos, através das suas escolhas. Mais do que no ecoponto amarelo, acredita numa série de “erres” antes do reciclar (repensar, recusar, reduzir, reparar e reutilizar), e acredita sobretudo no conceito de economia circular: “A reciclagem ainda tem um longo caminho pela frente e gasta recursos, além de que o plástico não é reciclável até ao infinito, ou não é facilmente reciclável de todo”, defende. “Acho que o futuro é a economia circular, que promove a reutilização de recursos e a reparação de materiais”. Citando o livro: “a ideia é que uma matéria-prima, quando é extraída da natureza, circule dentro deste circuito por muito, muito tempo… dando tempo à natureza de se regenerar.”

No seu guia de campo, e como um verdadeiro especialista à procura de uma determinada espécie no seu habitat natural, ensina a preparar uma saída para limpar as praias do Plasticus maritimus: o equipamento a levar, os cuidados a ter, os melhores locais e épocas. Para além de bióloga marinha, Ana Pêgo assume-se como beachcomber, isto é, alguém que não se limita a recolher lixo mas que coleciona e se interessa pela origem e a história dos objetos que encontra. Já apanhou 133 palhinhas na mesma praia e 253 tampas de garrafas em 20 minutos, num passeio no Cabo Raso, e tem coleções de pentes, peças de Lego, rodas, isqueiros, escovas de dentes ou embalagens de soro (todas mostradas no livro). A paixão pelo mar veio-lhe dos tempos de criança e de morar a 200 metros da Praia das Avencas, “o quintal mais incrível que alguém podia ter”. Adora baleias e esta é, resume, a sua forma de as salvar.

 

 

Concurso “Nós Reciclamos – 2015”

Abril 15, 2015 às 12:32 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança participa no concurso “Nós Reciclamos – 2015”, iniciativa do comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública (COMETLIS), realizado em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML).

A cerimónia de entrega dos prémios realizar-se-á no dia 22 de maio de 2015, no auditório da Fundação Champalimaud.

Esta iniciativa visa melhorar a proteção ambiental, estimulando a reutilização e reciclagem de materiais e tem em vista a construção de um “Carro de Patrulha”.

Este ano, a organização do evento conta, além do IAC, com a participação da Fundação Joana Vasconcelos e da Fundação Champalimaud. A iniciativa é dirigida a crianças, jovens e idosos, visando o reforço dos laços de proximidade da PSP com a população destas faixas etárias. Esses objetivos inserem-se no Modelo Integrado de Policiamento de Proximidade, concretizado pelas Equipas dos Programas Escola Segura e Idosos em Segurança da PSP de Lisboa.

Este concurso foi apresentado no dia 8 de abril, no antigo Comando Distrital de Lisboa da PSP. A primeira iniciativa, em 2013, envolveu alunos do 1.º e 2.ºciclos de 30 escolas da área da COMETLIS. No ano seguinte, foi alargado o âmbito de intervenção às instituições de apoio a idosos. Participaram 82 escolas e 62 instituições de apoio a idosos, num total de 144 instituições inscritas, o que envolveu cerca de 3000 pessoas.

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Mais informação aqui

 

A mochila que permite a crianças africanas estudar

Fevereiro 15, 2015 às 4:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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notícia do site  http://www.noticiasaominuto.com  de 19 de janeiro de 2014.

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Há um acessório escolar que está a revolucionar a vida de muitas crianças africanas. Trata-se de uma mochila feita à base de plástico reciclável que incorpora um pequeno painel solar.

O saco inovador é desenvolvido por um grupo de mulheres sul-africanas, empenhadas em dar uma melhor qualidade de vida aos alunos mais desfavorecidos, impedidos de estudar devido à falta de luz elétrica.

Durante o dia, a luz solar é absorvida e pode ser emitida até 12 horas. O material que compõe a mochila é refletor, para que os estudantes possam ser vistos à distância quando se deslocam de e para a escola nas primeiras horas do dia.

Segundo o site Blasting News, as Repurpose Schoolbags são produzidas numa fábrica em Rustenburg, na Cidade do Cabo, e distribuídas em escolas.

 

 

Concurso Escolar “Ovos Amarelos”

Fevereiro 22, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“Ovos Amarelos”
…..é um concurso destinado às crianças que frequentam o Jardim de Infância / Pré-Escola (entre os 3 e 6 anos), de estabelecimentos de ensino públicos e privados

☁ Pretendendo não só encaminhar as nossas crianças para uma conduta ambientalmente responsável, mas também estimulando-as a serem agentes ativos na preservação e implementação de práticas de boas ações ambientais, as crianças devem elaborar uma escultura (com a ajuda de educadores e auxiliares) fazendo a reutilização de materiais: embalagens usadas
☁ Os trabalhos participantes (Esculturas) devem fazer alusão ao tema: Páscoa
☁ Estará em avaliação a criatividade e originalidade dos trabalhos
☁ Os trabalhos devem ser entregues acompanhados de 50Kg de ECAL – Embalagens de Cartão para Alimentos Líquidos (p. ex. embalagens de leite, sumo, natas, etc.)
Os trabalhos devem ser entregues até ao dia 28 de março de 2014.
☁ A avaliação dos trabalhos será feita por um júri constituído por elementos da VALNOR, da Tetra Pak e da AFCAL (Associação dos Fabricantes de Embalagens de Cartão para Alimentos Líquidos)
☁ O prémio do trabalho vencedor será entregue ao estabelecimento de ensino (Jardim de Infância / Pré-Escola)
☁ Existirá apenas um Trabalho/Escultura vencedor, de acordo com avaliação efetuada pelo Júri do concurso, no que diz respeito à diversidade de materiais utilizados, à criatividade e originalidade:
Prémio: “Escola mais Amiga do Ambiente”

mais informações aqui

Ação “Criar com Desperdício”

Maio 9, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Actividade Lúdica, Divulgação | Deixe um comentário
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Desenvolver o prazer de criar e transformar, de dar nova vida a algo que deixou de ter utilidade, estimulando práticas de carácter participativo, criativo e construtivo são alguns dos objetivos da ação “Criar com Desperdício”, que o Sector da Actividade Lúdica vai realizar em formato oficina (3 horas) no dia 24 de Maio de 2012 e em formato workshop (6 horas) no dia 25 de Maio de 2012.

Criar brinquedos e brincadeiras é uma tarefa interessante e divertida. Cada brinquedo pode ter uma forma, um tamanho, uma cor diferente, de acordo com a imaginação de quem o cria e o constrói.

A utilização de materiais de desperdício, além de transmitir e fomentar valores de defesa do meio ambiente, contribuindo para o desenvolvimento de competências e atitudes ecológicas, sociais, culturais e económicas, desperta a sensibilidade, estimula a imaginação e é um convite à vontade de criar e transformar.

A ação será orientada por Elisabete Santiago, Professora de 1º Ciclo. Em baixo encontra o desdobrável e a ficha de inscrição, que nos deverá ser remetida com a maior brevidade, atendendo a que o número de inscrições é limitado.

Para algum esclarecimento adicional poderá contactar-nos através do telefone 21 380 7300 ou e-mail iac-ludica@iacrianca.pt .

Desdobrável

Ficha de Inscrição

V Encontro do CIED – Escola e Comunidade

Novembro 11, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Drª Maria João Malho (Técnica do CEDI do IAC – Centro de estudos, Documentação e Informação Sobre a Criança do Instituto de Apoio à Criança) irá apresentar a comunicação “RECREIO: o espaço eleito para brincar” na sala 302 no dia 19 de Novembro entre as 10h45 e as 12h15.  O Fórum sobre os Direitos das Crianças e dos Jovens de que o Instituto de Apoio à Criança é uma das instituições criadoras vai apresentar o poster “Fórum sobre os Direitos das Crianças : uma possibilidade de cidadania activa”  no dia 18 de novembro de 2011 entre as 19h00-20h00.

Apresentação

A quinta edição do Encontro do Centro Interdisciplinar de Estudos Educacionais – CIED pretende debater a educação no sentido amplo, como forma de intervenção social e comunitária, em múltiplos contextos, com diversas expressões e actores.

A partir de uma análise reflexiva e prospectiva, pretende-se aprofundar o debate em torno de questões fundamentais da educação.

O Encontro destina-se a professores, educadores, técnicos de intervenção social e comunitária, dirigentes associativos, estudantes de pós-graduação e cidadãos interessados nos desafios da educação.

O programa do Encontro desenvolve-se em 2 sessões plenárias, cujos debates serão suscitados pelas intervenções de oradores/as convidados/as, e por sessões abertas à apresentação de comunicações.
 

Objectivos:

– Promover apresentação de trabalhos científicos no âmbito educativo, estimulando o debate sobre as questões actuais que afectam os múltiplos contextos de educação;

– Estimular a formação de parcerias científicas entre Investigadores e Educadores;

– Promover o debate sobre práticas suportadas em evidências empíricas.

 Áreas temáticas:

1. Intervenção em Contextos de Risco

2.Inovação e colaboração em Contextos Sociais e Educativos

3.Educação dos 0 aos 12 anos

4.Educação para a Cidadania 

Mais informações Aqui

 


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