Lançamento da publicação: “Tecnologias de Apoio Tecnologias para Todos”

Março 9, 2015 às 1:15 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (Leiria)

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Formação Consciência Fonológica – Estratégias de Estimulação / Reabilitação

Maio 21, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Instituição algarvia desenvolve projeto para deficientes inspirado em fato usado pela NASA

Novembro 28, 2012 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da RTP de 16 de Novembro de 2012.

Foto retirada daqui

Uma instituição algarvia está a desenvolver um projeto que visa capacitar crianças com paralisia cerebral através de um fato inspirado em tecnologia usada por astronautas da agência espacial americana NASA, disse hoje à Lusa a promotora do projeto.

Segundo a diretora da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral (APPC) de Faro, o projeto “Vamos ser astronautas” destina-se a crianças com paralisia cerebral e outros distúrbios neurológicos.

O projeto consiste na utilização de um fato originalmente usado por astronautas em voos espaciais e posteriormente adaptado à reabilitação de pessoas com paralisia cerebral.

Este fato ajuda a neutralizar os efeitos nocivos da ausência de gravidade, tais como, a atrofia muscular, a perda de densidade óssea ou alterações do controlo motor.

De acordo com Graciete Campos, o impacto da ausência de gravidade nos astronautas é semelhante às alterações neuromotoras nos pacientes com paralisia cerebral, o que levou uma equipa de reabilitação do Brasil a criar o fato ortopédico dinâmico “Pediasuit“.

A utilização do fato em exercícios ajuda a normalizar o tónus muscular, diminuindo os movimentos descontrolados e melhorando a postura e simetria corporais, entre outros benefícios.

O tratamento consiste em colocar as crianças ou jovens vestidas com os fatos – compostos por chapéu, colete, calção, joelheiras e calçado, interligados por elásticos -, dentro de estruturas metálicas de suporte específicas, onde são desenvolvidas as atividades terapêuticas.

“O objetivo é criar uma unidade de suporte para alinhar o corpo o mais próximo do normal possível, restabelecendo o correto alinhamento postural”, explicou à Lusa Cristina Sobral, uma das terapeutas da APPC/Faro que vai receber formação para ministrar o tratamento.

O tratamento é intensivo e especialmente indicado dos zero aos dez anos, idade em que há uma maior plasticidade cerebral, o que permite às crianças integrarem melhor a informação, explicou a terapeuta.

Graciete Campos sublinhou que a implementação do projeto só é possível graças a um prémio a que a instituição se candidatou, no valor de 50 mil euros, que será atribuído por uma instituição bancária até ao final do ano.

Este dinheiro contempla a formação dos técnicos da instituição e a aquisição de todo o material necessário para a implementação do projeto.

Brinquedos adaptados para jovens deficientes

Janeiro 3, 2011 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do Diário de Notícias de 21 de Dezembro de 2010.

por SUSANA PINHEIRO

Foi com alegria no olhar e um sorriso contagiante que Jonathan, de 13 anos, e Artur, de 21, receberam ontem os brinquedos propositadamente adaptados para eles e mais treze colegas com paralisia cerebral do Instituto de Reabilitação e Integração Social (IRIS), em Braga. Uma reacção que agradou ao professor e aos alunos da Universidade do Minho (UMinho) que, numa iniciativa conjunta com o portal Ajudas.com, transformaram setenta bonecos para que estas e outras crianças de instituições do País possam brincar.

Quando os alunos e o professor do Laboratório de Automação e Robótica (LAR), da Universidade do Minho, entraram na sala com os bonecos nas mãos e o gorro de Pai Natal na cabeça, a alegria e a surpresa tomou conta de toda a plateia, entre os 13 e os 21 anos. Com a ajuda da fisioterapeuta Cátia Magalhães, um desses jovens, Artur, depressa se adaptou e conseguiu activar com o pescoço o interruptor externo de um urso que de outra forma não conseguiria. Com as mãos seria difícil tocar nos botões externos do boneco original. “O Artur adorou o brinquedo”, diz a fisioterapeuta. “Estes brinquedos vão ser um estímulo para ele virar a cabeça para a esquerda e para direita”, continua.

Outros bonecos falam, cantam ou acendem a luz; o que acaba por ser um estímulo visual e auditivo para estes jovens com paralisia cerebral. O mesmo refere a presidente do IRIS, Eduarda Queiroz: “É importante ter brinquedos adaptados a eles para brincarem. Os brinquedos precisam de ter som, luz e textura para estimulá-los.”

O que acontece graças à equipa de voluntários do professor Fernando Ribeiro, do LAR, que, durante uma semana, adaptou cerca de setenta brinquedos cedidos pela Concentra, dos quais quinze ficaram nesta instituição. Os restantes foram distribuídos por instituições de Lisboa, Vila Real e Setúbal, seleccionadas pelo portal Ajudas.com, parceira neste projecto. A empresa SAR cedeu o equipamento electrónico para as adaptações.

“Transformámos brinquedos onde botões são difíceis de detectar. Adaptámo-los, colocando um interruptor externo, e depois, com o pescoço ou com as mãos, a criança acciona o botão.” As mudanças aconteceram, por exemplo, “com um boneco que andava. Mas, como estas crianças não podem correr atrás dele, tirámos os motores dos pés e colocámo-los nos braços”.

Carlos Azevedo foi um dos alunos de Electrónica Industrial que vestiu o papel de “duende”, nesta quadra natalícia, para ajudar o “Pai Natal” a adaptar os brinquedos. “Abri um boneco Batatoon e tirei parte do interruptor. Escolhi a função mais engraçada para o interruptor externo e o boneco canta.” Diz que a experiência “valeu a pena porque se vê a reacção das crianças quando recebem os bonecos”. O mesmo refere o professor, que, pelo sexto ano consecutiva, dedicou todo o seu engenho para, no final, conseguir agarrar um sorriso a estas crianças. “Vale a pena ver a reacção deles”, afirma, entusiasmado.

Refira-se que o portal Ajudas.com é um projecto de “responsabilidade social da Handout Lda., que se dedica à temática da reabilitação e ajudas técnicas para pessoas com deficiência”.


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