Milhares de bebés chineses estão à venda na internet

Março 13, 2015 às 11:01 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 11 de março de 2015.

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A China continua a lidar com o drama dos raptos de crianças, uma realidade epidémica no país. O Governo chinês não dispõe de dados, mas as autoridades norte-americanas falam em milhares de menores à venda online oriundos de 20 mil raptos anuais no país, avança uma investigação da BBC. A imprensa chinesa aumenta em dez vezes este número e diz que todos os anos são retirados 200 mil menores às suas famílias.

Com um impacto devastador para várias famílias, o mercado ilegal de venda de crianças continua sem travão na China. Apesar dos esforços recentes das autoridades, milhares de meninos continuam a acabar nas malhas de redes criminosas.

Esta realidade, já antiga, veio finalmente a público há 12 anos quando a polícia chinesa descobriu 28 bebés na parte de trás de um autocarro em sacos de nylon. Estavam drogados para se manterem em silêncio e um acabou por morrer sufocado.

Este caso chocante foi apenas a ponta do iceberg para o mundo constatar o flagelo tráfico infantil. Todos os anos milhares de pais são confrontados com a agonia de lhes ser roubado um filho. O Governo chinês diz não ter dados sobre o problema, mas o Departamento de Estado norte-americano estima que sejam raptadas 20 mil crianças todos os anos, ou seja 400 por semana.

Um bebé do sexo masculino é vendido por 15 mil euros, o dobro do valor de uma menina. Os chineses continuam a preferir ter filhos, pois existe a crença na cultura do país de que os homens perpetuam o nome da família e sustentam os pais na velhice.

O destino das crianças raptadas é na maioria das vezes a adopção, mas algumas acabam em redes de trabalho forçado ou são entregues a grupos criminosos que as obrigam a mendigar. A maioria destes meninos nunca são encontrados.

A actividade destes criminosos tem vindo a ficar mais sofisticada, fazendo-se agora na internet, já que a polícia chinesa tem estado mais activa no combate a este crime. Em Fevereiro do ano passado, por exemplo, uma operação policial levou a 1094 detenções e ao resgate de 382 bebés que estavam a ser dados para adopção em fóruns online.

Os pais que procuram os seus filhos raptados apelam ao Governo que faça leis mais duras para punir os raptores. Actualmente, o crime de rapto é punido com três anos de prisão se apanhados em flagrante, o que raramente acontece.

 

 

Espiar os filhos ou confiar neles?

Março 6, 2015 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://lifestyle.publico.pt  de 12 de fevereiro de 2015.

Público

Por AFP

Pais norte-americanos têm à mão cada vez mais dispositivos que permitem localizar os mais novos.

Podem não ter os recursos da Agência de Segurança Nacional (NSA) mas os pais norte-americanos usam de todos os meios para vigiar os seus filhos. Sobretudo desde que há cada vez mais tecnologia que os permite fazê-lo.

Há relógios, pulseiras, para não falar dos telemóveis, que permitem a geolocalização, por exemplo, dos adolescentes, para confirmar se estão a dormir (conforme combinado com os pais), se numa festa (a que pediram para ir mas não tiveram autorização). No entanto, a geolocalização não é usada só para este fim. Por exemplo, há pais que têm medo que os seus filhos sejam raptados por isso põem-nos a usar uma pulseira com tecnologia que lhes permite saber sempre onde os miúdos, sobretudo os mais pequenos, se encontram.

No caso dos adolescentes, que já não acham tanta graça ao uso de uma pulseira ou de um relogia, existem dispositivos de monitorização que fazem parte integrante dos telemóveis ou podem ser instalados sem que os jovens o saibam. Estes dispositivos permitem ter acesso às mensagens trocadas, fotos tiradas ou às pesquisas feitas na Internet. Os pais podem ainda receber um alerta nos seus telemóveis sempre que os filhos saem de casa.

“Os pais querem manter o controlo da situação, é uma maneira de se sentirem bem”, justifica o professor de criminologia Sameer Hinduja, co-director do Centro Americano para a Pesquisa sobre o Cyberbullying.

Não é que Sameer Hinduja concorde com o uso destes dispositivos, mas defende que sejam usados quando os pais não têm confiança nos filhos.

Contudo, não há um consenso sobre este tema. Para Robert Lowery, responsável pelo Centro Nacional Americano para as Crianças desaparecidas e maltratadas (NCME), antes da vigilância está a educação dos filhos. “Esse tipo de comportamento [dos pais] é chocante”, diz, recusando a ideia de as crianças e adolescentes andarem com um chip para que os pais saibam sempre onde eles param.

Em vez de usar as novas tecnologias, por muito boas que sejam as intenções, Lowery sugere que os pais eduquem os filhos e os ensinem a ser responsáveis, a andar na rua sempre acompanhados ou a saber o que fazer em caso de perigo. “Como gritar ou evitar que alguém o rapte. Se alguém quiser levar uma criança, não são as novas tecnologias que o vão impedir”, conclui.

 

 

 

Ex-child soldiers live with scars of war

Maio 28, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Reportagem do Los Angeles Times de 11 de maio de 2014.

mais fotografias da reportagem aqui

Rick Loomis Los Angeles Times

Conflict in the Central African Republic

By Alexandra Zavis | Photography by Rick Loomis

SIBUT, Central African Republic — Not long ago, Charly had all the money he needed. He had a rebel uniform that commanded fear in his hometown. He had an AK-47, and he wasn’t afraid to use it.

He was still a boy, but he felt like a man.

Now he has returned to his old life. He is once again a helpless boy. The thought of it makes him sit rigid with anger, his eyes flashing.

“See the shoes I’m wearing,” the teenager snapped, pointing at a pair of dusty blue flip-flops. The soles were so full of holes that he might as well have been barefoot.

With the rebels, he said, it was different: “I had boots, a uniform and a gun in my hand.”

With the rebels, he had power.

The conflict tearing the Central African Republic apart has not only turned neighbor against neighbor. It has brought childhood to a halt.

Children have seen their parents hacked to pieces. They have watched as boys and girls just like them were shot or maimed. Some have been forced to make cold calculations far beyond their years, taking up arms with the same fighters who upended their lives or killed their relatives.

Children have been pawns in virtually every conflict in this country plagued for decades by coups, mutinies and rebellions. When a mostly Muslim rebel coalition known as the Seleka seized power a little more than a year ago, as many as 3,500 children were in the ranks of armed groups. The number swelled to 6,000 or more as self-defense militias, mostly Christian or animist, started fighting back, UNICEF estimates.

Some, like Charly, were handed guns. Others toted cargo or were taken as sex slaves.

Children barely in their teens still accompany bands of fighters along the rutted 100-mile road from Bangui, the capital, to Charly’s hometown, Sibut. Even by day, the road is dangerous. Armed men menace travelers from makeshift roadblocks; other fighters march the winding route with rifles and machetes slung over their shoulders and protective amulets draped around their necks.

The Seleka left behind nearly 400 children when they were pushed from power in January. Even as the fighting picked up again recently, UNICEF negotiated the release of more than 1,000 others from the self-defense militias.

The agency made some of the former rebel children available to tell their stories on the condition that their precise location and their full names not be used.

On a recent day, dozens of the children were gathering on a shaded veranda here. Some were about to perform a reenactment of their lives with the rebels for visiting aid workers. They carried wooden guns, brandishing the rough-hewn toys with the ease born of experience.

Several of the children appealed to the visitors with shy, winsome smiles. A few were angry, shouting that they needed help. A pregnant young girl was pushed forward. “See what they did?” a boy said of the rebels.

Sitting on a bench in a dim, windowless room, Charly recalled the day the rebels arrived.

It was more than a year ago. He was selling soap, sugar and other goods from a market stall here. At 15, it provided his only income. His father was dead, and his mother couldn’t support him.

The fighters streamed in on motorcycles and in pickup trucks, firing their guns, ransacking homes and businesses and setting them on fire.

“They were firing everywhere,” Charly said, his voice quavering. “I abandoned everything and ran.”

The fighters were with the mostly Muslim rebel alliance. Charly is Christian.

But something was more pressing than his fear of the rebels: Survival.

“I entered the Seleka to feed myself,” Charly said.

At first, he recalled, the rebels were suspicious of the lanky local boy who appeared in their midst. Then they found out he could help them. He wasn’t afraid, and he knew the town.

“When they saw I was brave, and I could point out houses to rob, they accepted me,” he said.

He was given a Kalashnikov assault rifle and sent on patrols around his hometown. His fear was replaced by swagger.

“Everyone saw me carrying an AK,” he said. “One day, an old woman tried to curse my grandmother. I was furious, so I shot her in the foot.”

At 14, Jordy doesn’t look much taller than the gun he carried for the rebels.

“It was a way to protect myself, and it was a way to survive,” he said.

It was also a way to seek revenge against the Seleka fighter he said killed his brother and a cousin. One day, he spotted the man. Jordy wanted to shoot him, but other rebels intervened, he said dully.

He doesn’t like what he did with the Seleka.

“I did a lot of bad things,” he said, eyes downcast. “I ransacked. I pillaged. I took people’s things by force.”

When the rebels continued their advance on Bangui, Jordy, Charly and other youths went with them. Some were forced to go, but others were enticed by the prospect of looting in the capital.

Jordy’s grandmother, who has cared for him since his parents separated years ago, followed him to Bangui to beg for his release. His commander agreed, but at first Jordy didn’t want to go.

“When I saw them starting to kill people, that’s when I left,” he said.

Jordy was fortunate to have his grandmother plead his case. Other children don’t even know where their relatives are — hundreds of thousands have fled their homes in the fighting. Humanitarian workers who are caring for some of the former fighters and sex slaves can spend months trying to locate the children’s families.

Even when family members can be traced, they may be reluctant to accept a former fighter into their homes. And children who are used to carrying weapons can find it hard to obey their parents.

Jordy said he hasn’t had any trouble with the mostly Christian and animist militias that are now ascendant in this area. He shares the same religion and ethnicity as the fighters.

“They even gave us food,” he said.

But in Bangui, militia members ransacked a center that helps the children; a boy who tried to join the anti-Muslim militias was killed when the fighters learned that he’d previously been with the Seleka.

And here in Sibut, some neighbors can’t forgive the children for joining the rebels. Not long ago, a man who recognized Jordy assaulted him in the street, knocking him down.

Charly was sitting with Jordy as he told of being beaten. He put his arm around his friend, and they were two boys together against the world.

Mireille was 14 when a rebel colonel spotted her last year selling homemade alcohol by the side of the road. He announced that he wanted to marry her.

“I said, ‘No, I’m still young,’ ” recalled the slender girl with intricately braided hair. She sat hunched on a bench as she told her story, wringing her hands in her lap.

That night, the rebel showed up at her home, where she was alone with three siblings. Their widowed mother was out of town at a funeral.

Mireille was taken to a Seleka base. The colonel gave her a new name, Kadija. And he raped her repeatedly.

None of the other rebels were allowed to touch her. The colonel assigned an aide to watch her when he went out looting.

“I wanted to escape, but I couldn’t because everyone had weapons,” she said.

After several months, the colonel lost interest in Mireille and took other “wives,” including her older sister. Mireille doesn’t know what happened to her. She tries not to think about it.

The reunification process has been especially fraught for the 78 girls freed by the Seleka. Like Mireille, most were sexually abused. Their families and communities often consider them tainted.

It took two weeks for Mireille’s mother to allow her into the house again. At first, she stayed with neighbors who prevailed upon her mother, arguing that it wasn’t Mireille’s fault she had been taken. Church members also spoke on her behalf.

Today Mireille has no interest in getting married or starting a family. The colonel ended those dreams.

Over and over, she used the same words for what he did to her: “He deflowered me.”

She said she’d heard later that the colonel had died in battle. Her voice betrayed no emotion.

Many children still march with the fighters. Those who have left struggle to find a way forward.

Mireille said she’d like to go back to school, maybe learn to sew. But schools in her area have been closed for months.

Jordy said he would like to try farming. “If the NGO here can help me to get cows, just so I can have some money, that will help,” he said.

Charly has already been approached by militias on the other side, eager to take advantage of his knowledge of the Seleka.

He regrets ever leaving the world of men to take care of his ailing mother.

“With a gun,” he said, “you always have money.”

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Malala, o Direito à Educação e as Meninas Raptadas Crónica de Dulce Rocha na Visão Solidária

Maio 21, 2014 às 1:15 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Crónica mensal da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, na Visão Solidária de 21 de maio de 2014.

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Em Maio, costumo escrever sobre as Crianças Desaparecidas, porque cada vez mais Países assinalam o dia 25 de Maio para lembrar todas as crianças raptadas por esse mundo fora, quase todas com fins de exploração sexual

A exploração sexual é o flagelo associado quase sempre ao Desaparecimento das crianças. São aos milhares as crianças que da Europa aos Estados Unidos, da África à Ásia, da América Latina ao Brasil e ao Canadá são traficadas para fins de exploração sexual.

Mas claro que este ano o nosso pensamento está com as cerca de trezentas meninas sequestradas no Nordeste da Nigéria, roubadas durante a noite, enquanto dormiam, das instalações anexas à escola, que de espaço de paz e tranquilidade, foi assim transformada num lugar de pesadelo.

O grupo raptor entende dever ser negado o direito das meninas a frequentarem a escola e por isso, arroga-se o direito de as manter em cativeiro, reduzindo-as à escravidão.

Esta visão das mulheres despojadas de direitos, como se fossem coisas, é ainda muito generalizada em diversas partes do mundo, e radica em conceções contrárias à Declaração Universal dos Direitos Humanos que estatui que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.

Saliento que a publicação no Diário da República da Declaração Universal, que só foi ratificada por Portugal em 1978, continua a revelar, através do título adotado -“Declaração Universal dos Direitos do Homem”-, que na altura a linguagem sexista não incomodava os decisores.

Na verdade, quando leio “Direitos do Homem”, lembro-me sempre de Olympe de Gouges, curiosamente nascida também em Maio, autora da Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã, por considerar injusto que na Revolução Francesa tivessem sido excluídas as mulheres da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Olympe de Gouges, que era anti-esclavagista e contra a pena de morte, defendia o direito de voto das mulheres, o direito a disporem dos seus bens, e defendia já nessa altura a não discriminação entre filhos legítimos e ilegítimos, o que era verdadeiramente pioneiro, se nos lembrarmos que entre nós, só depois do 25 de Abril, a Constituição da República veio a consagrá-la. As suas ideias eram demasiado inovadoras e durante o período de terror, em 1793, veio a ser executada pela guilhotina.

No fundo, se bem repararmos, a negação do direito à liberdade de pensamento está sempre na base de todas as ações reivindicadas por grupos extremistas. Porque a liberdade de pensamento não faz sentido sem o direito à sua livre expressão e essa só consegue ser posta em prática com o complementar direito à educação, que vai permitir desenvolver o espírito e claro, ler, escrever e comunicar. Por isso, a proibição das meninas irem à escola é apenas o meio para ser alcançado o fim da sua autonomia e da sua emancipação. Por isso, quando a educação não é tolerada, é todo um conjunto de direitos que é atingido, desde o direito à cultura até ao direito ao desenvolvimento pessoal, à autonomia e à felicidade.

Quando Malala foi baleada, não foi apenas porque frequentava a escola, mas porque, através do seu blogue apelava a que todas as crianças, sem distinção de sexo, tivessem reconhecido esse direito, utilizando a palavra como instrumento ao serviço da causa do Direito à Educação.

Daí que, quando soube que lhe tinha sido atribuído pela União Europeia, com todo o mérito, o Prémio Sakharov para a Liberdade de Pensamento, tenha também achado muitíssimo adequado, porque era esse sobretudo o direito que move os ódios, porque é ele a causa do desenvolvimento de todos os outros.

Desde que foram raptadas as meninas nigerianas, Malala tem estado presente diariamente, no apelo às autoridades, nas exigências aos raptores, no clamor para que regressem, sãs e salvas, na divulgação de imagens de solidariedade e mais recentemente no apoio concreto a organizações da Nigéria cuja atividade promova o direito à educação das meninas.

Neste mês de Maio, embora jamais esqueça os horrores a que estão sujeitas as crianças desaparecidas, retiradas do ambiente acolhedor a que teriam direito, num mundo que as respeitasse, achei que seria oportuno lembrar também este Direito maior, estruturante das Democracias, o Direito à liberdade de expressão do pensamento.

E decidi também homenagear Malala, incansável no seu compromisso permanente com esta causa, que é afinal a causa nobre dos Direitos Humanos.

 

Boko Haram admite sequestro de centenas de jovens na Nigéria

Maio 6, 2014 às 10:14 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 5 de maio de 2014

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Tal como se acreditava, o grupo radical islâmico assumiu a autoria do sequestro, há duas semanas, das estudantes nigerianas. Paradeiro de 230 raparigas continua a ser desconhecido.

Mafalda Ganhão

O grupo radical islâmico Boko Haram admitiu ter sequestrado centenas de raparigas na Nigéria. A autoria dos raptos foi assumida pelo próprio líder desta organização, Haram Abubakar Shekau, num vídeo obtido pela agência de notícias AFP.

Sequestradas há duas semanas numa escola no noroeste do país, na cidade de Chikob, cerca de 230 raparigas continuam desaparecidas, num caso que tem valido severas críticas ao governo nigeriano.

Perante a indignação da população, que considera não estarem a ser desenvolvidos os esforços necessários para encontrar as raparigas, o presidente da Nigéria deu ontem uma entrevista para fazer um ponto da situação. Goodluck Jonathan reconheceu, no entanto, que o paradeiro das estudantes continua a ser desconhecido, tendo sido pedida a ajuda de países vizinhos, como Camarões, Chade e Benin, por receio que as jovens possam ter saído da Nigéria.

Segundo o relato de uma das raparigas raptadas, mas que conseguiu escapar, as reféns mais jovens estavam a ser violadas várias vezes por dia, tendo ela própria sido oferecida como esposa a um dos líderes da seita.

O Boko Haram, que significa “a educação não islâmica é pecado”, luta para impor a “sharia” (lei islâmica) na Nigéria, país de maioria muçulmana no norte e predominantemente cristã no sul.

Desde que a polícia matou em 2009 o seu líder, Mohammed Yousef, os radicais mantêm uma sangrenta campanha, responsável por mais de três mil mortos.

 
 

 

Debate e Exibição do Filme J.A.C.E. que aborda o Tráfico de Crianças

Março 24, 2014 às 2:30 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Debate e Filme J.A.C.E.

Cinema City Alvalade (Lisboa): debate às 10h e filme às 11h

No dia 29 de Março haverá uma sessão especial com exibição do filme “J.A.C.E.” às 11h00, precedido de um debate às 10h00 com a presença de representantes do Instituto de Apoio à Criança, Observatório de Tráfico de Seres Humanos e Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco.

O filme “J.A.C.E.” estreia no próximo dia 27 de Março no Cinema City Alvalade (Lisboa) e ficará em exibição até dia 2 de Abril com sessão sempre às 19h00. O filme é uma coprodução portuguesa com a Grécia, Turquia e Macedónia, realizada por Menelaos Karamaghiolis e com a participação especial de Diogo Infante.

Este filme narra as histórias de uma criança raptada por uma rede internacional de tráfico de menores, de um polícia que durante uma vida inteira procura encontrar estas crianças e de um perigoso submundo nos bastidores do circo. A síndrome de J.A.C.E (Just Another Confused Elephant) explica como jovens elefantes, crescendo órfãos, em condições de cativeiro, e privados do modelo paternal, se tornam particularmente agressivos e perigosos.

Cinema City Alvalade (Lisboa)

Av. De Roma, 100

1700-352 Lisboa

Bilheteiras:+351 218413040

E-mail:alvalade@cinemacity.pt

Teaser do filme J.A.C.E.

jace

Vídeo da Kidproof sobre rapto de crianças na Malásia

Dezembro 6, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Rapto de crianças por um dos pais está a aumentar

Setembro 14, 2012 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 30 de Agosto de 2012.

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É em agosto que desaparecem mais menores

Maio 25, 2012 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 24 de Maio de 2012.

O Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança), é entrevistado na notícia.

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