Síntese resultados Estudo “As crianças e jovens em Isolamento Social”

Julho 9, 2020 às 3:50 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Sintese de Resultados – As crianças e jovens em isolamento social

Webinar “As Crianças e os Jovens em Isolamento Social” (IAC, ESEC, E&O) 30 junho às 16.00 horas

Junho 26, 2020 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança (IAC) e a UNICID da Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Coimbra (ESE-IPC), em parceria com a Estrelas & Ouriços, promoveram, ao longo de semanas, um estudo para apurar como estão as crianças e jovens a gerir o período de isolamento social. Já se chegou a conclusões e o convite agora é para as conhecer através de um webinar gratuito que vai acontecer a 30 de junho, no Zoom.
O mundo está a passar por uma situação sem precedentes e, por isso, importa saber como as crianças e os jovens estão a viver este momento, sobretudo nas dimensões dos sentimentos e vivências pessoais, familiares e de amizade e também quanto à escola.
Assim, o questionário, dirigido a crianças e a jovens entre os 7 aos 17 anos, desenvolvido pelo IAC, a UNICID da ESE-IPC e a Estrelas & Ouriços, contou com 1529 respostas de Norte, Sul e ilhas e conseguiu apurar algumas conclusões.
Para partilhá-las com todos os participantes e famílias interessadas, no dia 30 de junho, às 16h, pode acompanhar o webinar que vai divulgar os resultados e que conta com profissionais da área social e da educação para refletir sobre a situação atual da infância e adolescência.
Para participar nesta sessão, basta inscrever-se, de forma gratuita, no link https://bit.ly/383rGwK

Webinar “Retratos de família” num cenário inicial da pandemia COVID 19 em Portugal – 23 junho às 11.00 horas

Junho 22, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.ics.ulisboa.pt/evento/retratos-de-familia-num-cenario-inicial-da-pandemia-covid-19-em-portugal

Crianças e jovens. Uma “vacina real” contra o isolamento

Maio 14, 2020 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da RTP de 19 de abril de 2020.

Quando se é criança e jovem acredita-se que tudo é possível. Mas será esta energia suficiente para ultrapassar a barreira invisível do confinamento motivado pela pandemia? E serão eles, mais do que os adultos amadurecidos pelas vivências, a ensinar-nos como ultrapassar as dificuldades atuais?

por Nuno Patrício

Viver em comunhão e partilha é para crianças e jovens um estado natural. Num mundo cada vez mais sem fronteiras, criar laços de amizade onde a movimentação não se restringe já às fronteiras internas e onde as tecnologias aproximaram ideias e credos, as gerações mais novas adaptaram-se a viver em rotinas dinâmicas de movimentação e de fácil comunicação.

Um mundo que de um dia para outro mudou e pode mudar também a forma de como estas gerações se adaptam e relacionam com ele.

Carlos Céu e Silva, psicólogo clínico formado pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada e Mestre em Aconselhamento Dinâmico, afirma que é natural que crianças e jovens sintam o atual momento como adverso. Contudo este momento em particular pode também ser interpretado como uma excelente oportunidade para uma reaproximação de laços familiares, que a sociedade tanto tem tirado.

“Esta ansiedade que nós criamos”, diz Carlos Céu e silva, “é por vezes mais vinda dos adultos e da nossa perceção de limitação. As crianças obviamente também se sentem limitadas, mas se olharmos para a janela e para a rua, hoje em dia vemos os pais a fazerem aquilo que faziam há 30 anos, que é andar de bicicleta e a fazer uma série de coisas de um modo descontraído e quase que pedagógico ou lúdico”.

A idade como forma de maleabilidade

Os amigos e as brincadeiras parecem agora presos neste passado recente, ainda muito presente. Crianças e jovens vão ter de construir um novo molde.

Sendo as camadas novas “mais plásticas”, existe a tendência para uma maior facilidade na adaptação, muito embora quando esta situação passar se envolvam rapidamente na dinâmica social e destes tempos permaneça apenas uma vaga recordação de dificuldade.

Já os adolescentes, com uma mentalidade mais amadurecida, vão olhar o mundo de uma forma diferente, explica o psicólogo Carlos Céu e Silva.

“Este lado de confinamento tem um lado negativo muito grande que afeta a saúde mental, quer dos adultos, adolescentes ou crianças. (…) Há uma saturação independentemente de toda a criatividade que possam criar”, com a realização de novas tarefas e inovadoras, “ mas também na descoberta de novas facetas que não imaginavam ter”.

Toda uma redescoberta em que a música, a leitura e a informação pode voltar a ser parte de um quotidiano perdido, muitas vezes para as redes sociais, que continuam muito presentes nesta nova sociedade enclausurada.

Mens sana in corpore sano

Estar e ser ativo é questão fundamental para manter uma “mente sã em corpo são”, principalmente neste período.

Precisamente neste campo e preocupados com a falta de oportunidade e espaços para o movimento das crianças, um grupo de investigadores da Faculdade de Motricidade Humana (UL), da Escola Superior de Educação de Lisboa (IPL), e da Escola Superior de Desporto e Lazer (IPVC) levou a cabo um primeiro estudo, no qual analisou rotinas das famílias portuguesas durante as primeiras três semanas de confinamento devido ao surto da Covid-19, criando o projeto C-Ativo em casa.

O encerramento de escolas, bem como muitos dos espaços laborais as rotinas diárias da família e dos filhos, deram origem a taxas de sedentarismo na ordem dos 80 por cento.

De acordo com os dados recolhidos através de um inquérito online, respondido até agora por 1973 famílias e 2167 crianças, os investigadores conseguiram apurar que durante as semanas de entre 10 de março e 1 de abril, a situação de confinamento das famílias originou um decréscimo no tempo de atividade física dos seus filhos em 69,4 por cento dos casos.

Tempo este deslocado para outras atividades que resultam num aumento do tempo dedicado aos ecrãs (68,4 por cento) e um aumento nas atividades em família (82,8 por cento).

Neste estudo foi também avaliado o comportamento das crianças até aos 12 anos.

Fonte: Projeto C-Ativo em casa/DR

Considerando a percentagem de tempo acordado reportado para cada criança (excluindo as horas de sono), o tempo de ecrã lúdico (não contando aulas e trabalhos online), aumenta ao longo das faixas etárias, atingindo valores de 24 por cento na faixa etária dos 0-2 anos, 27 por cento, dos 3 aos 9 anos e 33 por cento, na faixa dos dez aos 12 anos.

A questão do sedentarismo também não foi esquecida, apontando este estudo para um aumento com a idade, atingindo os 62 por cento na faixa etária até aos dois anos; 72 por cento dos três aos cinco anos; 78 por cento dos seis aos nove anos e 84 por cento na faixa etária dos dez aos 12 anos.

Um confinamento que preocupa, mas que aproxima

Ainda no quadro deste estudo, apurou-se que 95,2 por cento das famílias afirmam estar preocupadas ou muito preocupadas com a situação de pandemia actual, sendo que 33,4 por cento consideram que está a ser difícil o isolamento com as crianças, embora 47,9 consideram precisamente o contrário.

Já no que diz respeito à actividade física das crianças, 69,4 por cento das famílias considera que estas têm feito menos ou muito menos exercícios que o habitual. Mas 82,8 por cento do universo estudado indica que tem feito mais ou muito mais atividades em família que o habitual.

E se a preocupação com o tempo de descanso das crianças é fundamental, 48,5 por cento não notam diferença no tempo de sono em relação ao habitual, manifestando 45,2 por cento que as crianças até têm dormido mais.

Apesar da diferença de género, não foram verificadas diferenças acentuadas entre sexos, tendo rapazes e raparigas valores muito semelhantes em praticamente todas as atividades à exceção das categorias de ecrã lúdico (rapazes vs raparigas) e jogo sem movimento (raparigas vs raparigas).

Dados observados em Portugal e ainda com um universo muito restrito, mas claramente exemplificativo das implicações deste isolamento social obrigatório.

No contexto geral este inquérito vem confirmar a tendência decrescente do tempo de atividade física ao longo da infância, mas as crianças que vivem em condições de confinamento obrigatório apresentam um grande tempo de sedentarismo, especialmente derivado da grande percentagem de tempo de jogo sem movimento (até aos cinco anos de idade) e do aumento do tempo de ecrã lúdico após essa idade.

Este estudo da Faculdade de Motricidade Humana (UL), da Escola Superior de Educação de Lisboa (IPL), e da Escola Superior de Desporto e Lazer (IPVC), está também a decorrer e a ser replicado em vários países (Grécia, Espanha, Reino Unido, Bélgica, EUA, Austrália, Nova Zelândia).

Mais perto de uns, mais longe de outros

Se pensarmos mais abertamente nas relações sociais criadas já neste período de confinamento, tendemos a crer que vai haver uma maior aproximação de nós para com os mais próximos. Mas se isso é verdade o contrário também pode acontecer e ser perigoso.

Os jovens podem, na sua ingenuidade ou malícia, aproveitarem-se destas fragilidades.

Para o psicólogo Carlos Céu e Silva, este isolamento, bem como distanciamento, pode ser desestruturante, “por mais consciência que tenhamos que isto é provisório, ou transitório, evidentemente afeta sempre o estado mental.”

Uma sociedade só existe se, no conjunto, todos nos comportarmos como seres saudáveis, sempre com uma boa rede social e rodeados de figuras sólidas que possam ser reproduzidas internamente.

De outra forma a anarquia tomará conta de nós, originando conflitos e desorganização no eu em que vivemos. E será o medo que vai travar a impulsividade dos jovens ou torná-los mais resistentes? Certo é que neste campo os mais velhos têm um papel fundamental na gestão da ansiedade.

É preciso compreender os medos da forma mais eficaz para ajudar as crianças a lidar com eles. E uma das formas mais simples a fazer nestas situações é tranquilizá-las, explicando o que se passa em seu redor e desmistificando cenários não entendíveis para a mente infantil.

Mas se os medos causam emoções desagradáveis e desconforto, também podem demonstrar um outro lado de aprendizagem, que se forma através da “nocão, dentro da sua dimensão etária, dos perigos que a vida tem”.

Os medos comuns na infância e na adolescência

Após o nascimento só estamos predispostos a ter medo das quedas e de certos ruídos, mas a partir do primeiro ano de vida, surgem outros medos:

1.º ano de vida: Separação, ruídos, quedas;
2.º ano: Animais, treino do bacio, banho;
3.º ano: Hora de deitar, medo do escuro monstros, fantasmas;
5.º ano: Divórcio dos pais, de se perderem;
7.º ano: Perda/morte dos pais, rejeição social;
9.º ano: Guerra, situações novas, adoção;
12.º anos: Ladrões, injecções.

Sinais que devem preocupar os adultos, sendo estes agentes tranquilizadores e explicadores das situações que as envolvem. E devem respeitar o medo que a criança sente, sem lhe dar, porém, uma importância desmedida.

Crianças devem ser protegidas, avisa ONU

Em tempo de crise são as crianças as mais vulneráveis às adversidades, quer económicas, quer emocionais. E neste sentido, já prevendo em todo o mundo consequências graves, o secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou às famílias e aos dirigentes de todos os quadrantes para que as crianças sejam elementos de proteção que, apesar de não serem as principais vítimas da pandemia da Covid-19, sofrem também elas significativamente com as consequências.

Segundo um relatório divulgado na passada sexta-feira, a ONU estimativa que esta crise anule os progressos obtidos na baixa da mortalidade infantil, mas não só nesta área.

Com o encerramento das escolas em todo o mundo, as crianças poderão sofrer ainda com a fome, uma vez que cerca de 310 milhões de estudantes dependem dos estabelecimentos de ensino para se alimentarem no dia-a-dia, afirmou.

António Guterres lembra que 188 dos 193 Estados-membros da ONU impuseram o encerramento das escolas, o que afeta cerca de 1500 milhões de jovens

Para o secretário-geral das Nações Unidas, o confinamento e a recessão mundial “alimentam as tensões nas famílias” e as crianças “são, por sua vez, vítimas e testemunhas de violência doméstica e de abusos”.

Tecnologias: “o reverso da medalha”
Até agora, muitos são os estudos que apontam as novas tecnologias, entre os mais novos, como um potencial fator de distração face à rotina social. A facilidade de comunicação e utilização das redes sociais, bem como os jogos online com uma forte obrigatoriedade de permanência em linha, são fontes de afastamento de uma maior socialização presencial.

Se todos estes elementos eram já disruptivos, com a imposição de um ainda maior confinamento, tudo isto pode ser ampliado.

Todavia, também existem aspetos positivos nas novas tecnologias e são estas que nos capacitam para a continuidade de uma relativa “normalidade”, como por exemplo o ensino à distância.

Compreendendo muito do que se passa dentro da mente das crianças e dos jovens, Carlos Céu e Silva diz que este novo paradigma, entre o restringir e o facilitar o acesso aos jogos e tecnologias, tem de exigir, por parte dos adultos, um maior equilíbrio.

“A partir de agora vamos olhar para os jogos, para os vídeos e para estas coisas todas, de uma forma diferente. E vamos todos tentar compreender melhor este mundo (…) e se não tivéssemos acesso a esta tecnologia que temos hoje estaríamos a viver um período medieval”.

Se “estas ameaças apenas ajudam a evoluir mais na nossa condição humana”, refere o psicólogo, também podem despertar ações menos positivas como o caso de uma maior facilidade e risco de assédio sexual a menores, ou ao cyberbullying.

O psicólogo do Instituto Superior de Psicologia Aplicada, habituado a lidar com os problemas dos mais novos, afirma que não é através do negativismo que se ultrapassa os problemas e que vão ser os mais novos que vão ensinar – e muito – os atuais adultos, na nova normalidade que virá depois desta crise.

“Eu acho que nos próximos anos não vai haver normalidade. Nós temos um registo interno de trauma que vai ficar com este vírus”, explica Carlos Céu e Silva. E vão ser os mais velhos a salvaguardar-se mais isolando-se.

Já o contrário será feito pelos mais novos, com uma mentalidade mais aberta, mais madura e mais responsável, sempre com a necessidade de voltar à escola, às rotinas e amizades suspensas no tempo por uma ameaça para a qual ninguém estava preparado.

Conheça e participe nos Estudos que o IAC tem atualmente em curso sobre o isolamento social

Maio 5, 2020 às 11:22 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança, face à situação de pandemia que vivemos na atualidade, iniciou dois estudos de investigação. Pretende-se, desta forma, aferir de que forma estão as crianças, os jovens e as famílias a lidar com o isolamento social.
Este conhecimento mais detalhado da situação, permite-nos adaptar as práticas e sensibilizar para um maior apoio em determinados contextos.
Assim, precisamos de chegar a mais crianças, jovens e famílias. Conheça os detalhes de cada um dos estudos em curso, participe e partilhe nas suas redes!

Link para a newsletter: https://mailchi.mp/iacrianca/estudos-em-curso

Serviço Educativo do Arquivo Municipal de Lisboa preparou um pequeno questionário para testares os teus conhecimentos sobre o dia 25 de abril de 1974

Abril 25, 2020 às 6:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Questionário no link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScOMP7703jp1jucTusQA-p_J61bW9pY2B949_VMiiWliosAcA/viewform

#DemocraciaEmCasa- Actividades para crianças e jovens com 8+ anos

Abril 25, 2020 às 7:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Questionário no link:

https://docs.google.com/document/d/1EC72YZxze_uvnfpHHsrSjAL5raOQsu1SH8on6qKCfzY/edit?fbclid=IwAR2mpzEfLPakKdwsEf38mMvusU4lK5am9O7VzyeLMERckYhKOAKv8RCHMvc

Combate à pobreza em contexto de COVID19 – Inquérito EAPN

Abril 24, 2020 às 9:50 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto da EAPN:

A EAPN Portugal em parceria com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social solicita a vossa colaboração no preenchimento de um questionário sobre o impacto da pandemia por COVID19 no combate à pobreza e exclusão social.

O questionário poderá ser preenchido até ao dia 2 de Maio – https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfgdcheh4_V5K16dZg8Ts6zkOeGHMFI1a0WTq276-c-Fc-6gg/viewform?usp=send_form –  data prevista para o fim do Estado de Emergência. O seu preenchimento demorará menos de 15 minutos. São apenas 7 questões fechadas sobre o impacto desta pandemia no combate à pobreza e 3 perguntas abertas adicionais de resposta não obrigatória. Solicitamos que preencha e envie este questionário mesmo que não tenha oportunidade para responder às perguntas abertas.

Aproveitamos, igualmente, para solicitar o vosso apoio na divulgação deste questionário junto de outras instituições parceiras. Para tal, poderá utilizar o link do questionário:

https://forms.gle/zqLALenjtXqXHs9t6

Sublinhamos a importância de um conhecimento atualizado sobre a situação e os problemas que enfrentam as entidades do terceiro sector e as pessoas em situação de pobreza para uma adequação da intervenção social às necessidades reais do combate à pobreza. Para tal, o vosso contributo é essencial!

Estudo “O que pensam e o que sentem as famílias em isolamento social”

Abril 13, 2020 às 6:59 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Estudo

“O que pensam e o que sentem as famílias em isolamento social?”

As famílias e as crianças estão a enfrentar uma situação nunca antes vivida, que traz vários desafios e alterações ao funcionamento familiar.

– Que recursos têm as crianças e as famílias para lidar com esta crise?

– Que recursos usam para manter a sua saúde mental?

Viver em epidemia pode causar trauma. Algumas crianças ficam com medo, têm manifestações físicas devido à preocupação, exibem sinais de angústia ou podem não mostrar qualquer sentimento e mostrarem-se indiferentes. É fundamental que o ambiente familiar seja afetuoso, estável e o menos ansiogénico possível.

Responder a este questionário – https://forms.gle/mh7PzWySaVC2ef7H9 – pode ajudar os pais (ou outros cuidadores) a identificarem sinais de ansiedade nos filhos e assim poderem ajudar.

Para isso encontrarão alguns recursos on-line, no final do questionário, que poderão ajudar, bem como os contactos da linha SOS-Criança.

Questionário online “Na sombra da doença”: um estudo exploratório com irmãos de crianças em cuidados paliativos”

Agosto 16, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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aceder ao questionário no link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfA37OqnhX8_ujX1GDM7_VwjDGEgqJyAfg6X2ZAYF31kT9vCw/viewform

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