As refeições nas cantinas escolares estão a melhorar

Março 20, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Notícia do https://www.publico.pt/ de 26 de fevereiro de 2018.

A qualidade e quantidade das refeições servidas nas cantinas escolares melhoraram após a publicação, em meados de Dezembro passado, de um despacho do Ministério da Educação (ME) determinando um maior controlo sobre as refeições servidas aos estudantes.

É esta, pelo menos, a opinião das 89 estruturas representativas de encarregados de educação que responderam a um inquérito online promovido pela Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais (Ferlap), cujos resultados foram divulgados nesta segunda-feira. Nesta região existem mais de 300 associações de pais.

A Ferlap esteve na origem das denúncias registadas, no início do ano lectivo, a propósito da má qualidade e escassez da comida que estava a ser servida nas cantinas. Fotografias então divulgadas mostravam mesmo rissóis por fritar nos pratos dos alunos. Na sequência destas denúncias, o ME decidiu criar “um plano integrado da qualidade e quantidade das refeições servidas nos estabelecimentos públicos de ensino”, onde são elencados todos os procedimentos que devem ser adoptados na confecção da comida e que tipo de ementas devem ser servidas.

O ministério também determinou, no mesmo despacho publicado a 13 de Dezembro, a criação de equipas de fiscalização nas delegações regionais da Direcção-Geral de Estabelecimentos Escolares, que têm como missão monitorizar a aplicação aquele plano através de deslocações regulares às escolas e realizar um registo dos incumprimentos verificados.

Em declarações à Lusa, o presidente da Ferlap, Isidoro Roque, disse não ter conhecimento de qualquer acção inspectiva nas escolas da zona de Lisboa e Santarém, mas no terreno parece que algo já mudou.

No seu inquérito às associações de pais, a Ferlap pediu que estas assinalassem qual a situação, no que respeita à qualidade das refeições, antes e depois da publicação do despacho, devendo para o efeito escolher uma opção numa escala que variava entre 1 (muito má) e 10 (muito boa). Analisando os dados discriminados, cedidos pela Ferlap ao PÚBLICO, constata-se que houve uma descida de 5,1% para 1,1% em relação à opção 1 e que o valor em relação à apreciação mais positiva se manteve nos 3,1%.

Alargando o leque de modo a assinalar as percentagens recolhidas entre os valores 7 e 10 da tabela (qualidade boa ou muito boa) verifica-se que houve uma subida de 33,7%, antes do despacho, para 39% depois deste diploma. Se o mesmo exercício for aplicado ao outro extremo da tabela, juntando os valores obtidos pelos valores 1 e 2 (muito má e má), constata-se uma descida de 10,6% para 2,2%.

Já no que respeita à quantidade das refeições a evolução pela positiva é mais acentuada. Numa escala de 1 (muito pouco) a 5 (excessivo) verifica-se que o valor mais negativo recolheu 5,3% das apreciações quando a questão era avaliar a quantidade antes do diploma, mas que não foi seleccionado por nenhuma das associações de pais na apreciação pós-diploma.

Mas há ainda 8,4% das associações de pais que consideram que a comida continua a ser insuficiente. No que respeita à apreciação que as refeições estão bem servidas passou-se de 27,4% para 35,8%.

O inquérito permitiu ainda detectar seis escolas onde as associações de pais foram impedidas de visitar as cantinas. “Isto é completamente ilegal”, alertou o presidente da Ferlap, Isidoro Roque.

 

 

Casas de acolhimento demasiado grandes e segregadoras

Dezembro 1, 2016 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Notícia do https://www.publico.pt/ de 16 de novembro de 2016.

nuno-ferreira-santos

 

Ana Cristina Pereira

Primeiro estudo nacional sobre a qualidade do acolhimento residencial de crianças e jovens retiradas às famílias detecta falhas: irmãos separados, formação por vezes insuficiente dos técnicos, meninos a mais na mesma casa.

É o primeiro estudo de âmbito nacional destinado a aferir a qualidade do acolhimento residencial de crianças e jovens órfãos, abandonados ou retirados a famílias que põem em perigo a sua segurança, saúde ou educação. O grupo de investigação e intervenção em acolhimento e adopção, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, da Universidade do Porto, ainda vai a um terço do trabalho, mas já detectou sinais de “insuficiente respeito pelos direitos da criança”.

Sónia Rodrigues, cujo projecto de doutoramento está na origem deste estudo, aponta vários exemplos de “insuficiente respeito” pelo direito à participação da criança nas decisões que a ela dizem respeito, o direito a informação sobre o seu processo, o direito a que seja trabalhada a sua autonomia e estimulado o seu desenvolvimento, o direito ao afecto, o direito a ter família.

A equipa – orientada por Maria Barbosa-Ducharne e coordenada por Sónia Rodrigues e Joana Campos – seleccionou 90 casas situadas em várias partes do país, de forma aleatória, de modo a obter uma amostra representativa. Além das seis do estudo-piloto, já avaliou 30 da amostra, o que implicou ter cinco investigadores a fazer uma visita a cada uma delas, com entrevistas ao director técnico, a elementos da equipa técnica e educativa e a outros colaboradores, mas também às crianças (a partir dos 6 anos) e aos jovens acolhidos. Tudo combinado com questionários e provas psicológicas e interacção, incluindo almoçar e jantar com as crianças e jovens.

Concluíram, para já, que as casas de acolhimento continuam a ser demasiado grandes, explica Sónia Rodrigues. “Temos casas com 30, 60, 90 crianças com menos de seis anos. Temos cuidadores com imenso espírito de missão, mas ainda é normal ouvir dizer: ‘Está cá há um mês e ainda chora. Ainda não se habituou.’ Qualquer psicólogo sabe que bebé que deixa de chorar é desânimo aprendido – já nem vale a pena chorar.”

Irmãos separados

Não é só a dimensão. “Ainda há 46% de casas segregadoras. Os irmãos vão para uma casa e as irmãs para outra. E a maioria das casas opta por ter uma população mais ou menos homogénea. Uma casa tem crianças até seis anos, por exemplo. Quando fazem seis, as crianças têm de mudar para outra.”

Ocorre-lhe o exemplo de “uma menina de sete anos que foi fechada no quarto o dia inteiro por ter passado a noite a chorar com saudades da irmã”. E o de “bebés que dormem num berçário e as cuidadoras de serviço à noite passam a ferro no edifício ao lado e vão lá de 15 em 15 minutos”. “Isto são coisas que não acontecem sem o conhecimento das pessoas responsáveis pelas instituições”, sublinha.

O objectivo é melhorar o serviço. Os investigadores oferecem a cada uma das casas que o desejar um relatório de qualidade. Nele indicam “pistas”.

Para Sónia Rodrigues, é fundamental pensar em casas de menor dimensão (até 12 crianças), casas com crianças e jovens de diferentes idades e géneros, casas com oferta de acolhimento especializado – há crianças com problemas de saúde mental, com problemas comportamentais graves, com dependências de drogas. E em cada momento ajustar rácio cuidador/cuidado.

A equipa de que faz parte detectou carências de formação específica e de base contínua e horários de trabalho que nem sempre salvaguardam as “passagens de turno”. Defende formação; supervisão externa; responsabilização das equipas técnicas; participação das crianças. “Todo o acolhimento deve ser terapêutico”, sustenta. “Deve promover a autonomia desde o início.”

“É preciso que haja directivas firmes sobre o funcionamento destas casas”, defende. “Há muitas crianças que nunca entraram numa loja, num supermercado. Não sabem como fazer as tarefas mínimas. Não tiveram carinho que lhes permita estabelecer relações duradouras. Não têm escolaridade que lhes permita arranjar emprego e mantê-lo. Quando fazem 18 anos, é muitas vezes para a família que não tinha condições para as ter que voltam. E muitos precipitam-se para uma nova família, têm filhos muito jovens, que depois lhes vão ser retirados, alimentando esta grande máquina que é o sistema de acolhimento nacional”.

473 crianças ouvidas

Para já, os investigadores ouviram 473 crianças e jovens, 46 cuidadores sobre crianças com menos de 6 anos, 36 directores técnicos, 308 cuidadores e 35 técnicos de articulação nas tutelas. E, aos maiores de 12, aplicaram testes capazes de “avaliar a saúde mental, o ajustamento psicológico, o bem-estar, a satisfação com a vida”.

Em Portugal “uma em cada 250 crianças está em acolhimento residencial”, sublinha Sónia Rodrigues. As 433 instituições existentes no país acolhiam 8297 crianças e jovens no final do ano passado, de acordo com o relatório de Caracterização Anual da Situação de Acolhimento das Crianças e Jovens 2015. “Temos muito que fazer com as famílias antes de recorrer a esta medida, mas, de forma quase chocante, essa é muitas vezes a primeira medida.”

Não se pense que o país tem “um número exagerado” de crianças retiradas às famílias. Não tem. O que tem, sublinha, é “um desequilíbrio muito grande entre acolhimento familiar e acolhimento residencial”. “Temos 96% das crianças retiradas às famílias em acolhimento residencial”, esclarece aquela investigadora. E muito poucas em famílias de acolhimento.

O modelo de financiamento não será alheio a este retrato. “Funciona por cabeça”, critica. “Não é a qualidade do trabalho que é feito com estas crianças, não é a atenção que lhes é dada, é o número que importa. Paga-se a uma casa com 60 bebés o mesmo que se paga a uma casa com 60 adolescentes com problemas de comportamento, o que faz com que as casas prefiram ter bebés”, esclarece.

Parece-lhe importante encaminhar as crianças com menos de seis anos para acolhimento familiar. Essa é, de resto, uma das orientações da revisão que em 2015 se fez da Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo. “Está provado que os bebés em acolhimento residencial ficam com danos neurológicos permanentes”, diz. “Os bebés querem colo, precisam de vinculação.”

 

 

Qualidade da educação e acolhimento na primeira infância

Outubro 4, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

educa

descarregar o estudo:

http://bookshop.europa.eu/pt/qualidade-da-educa-o-e-acolhimento-na-primeira-inf-ncia-pbBA0213204/

O presente estudo analisa a evolução das políticas seguidas na Europa no domínio da educação e acolhimento na primeira infância (EAPI). O desenvolvimento das políticas recentes da UE procura criar uma estrutura e um contexto para a evolução das políticas a nível nacional. Reunindo os dados existentes de diversas fontes e realizando estudos complementares aprofundados à escala nacional, o presente estudo propõe os pilares constitutivos de uma EAPI de qualidade. Além disso, com base num inquérito aprofundado às boas práticas seguidas na UE, o presente documento apresenta sugestões e recomendações para o desenvolvimento de uma EAPI de qualidade em toda a EU.

 

 

V Encontro Qualidade em Educação de Infância: a creche e o jardim de infância como espaços de liberdade

Julho 30, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

v

mais informações aqui

Derecho a aprender: educación de calidad, educación transformadora

Novembro 27, 2013 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

derecho

Descarregar o documento aqui

Como parte de nuestro trabajo de incidencia política y de divulgación social, desde Entreculturas presentamos el informe “Derecho a aprender: educación de calidad, educación transformadora” en el que proponemos una aproximación integral al concepto de calidad educativa, entendiendo que debe abarcar aspectos emocionales, racionales y prácticos, así como contemplar la equidad y la participación. Hablamos también sobre cómo se mide la calidad educativa y qué limitaciones, potencialidades y retos presenta este tipo de procesos. Todo ello ilustrado con tres estudios de caso (tres muestras representativas de nuestro trabajo), con los que buscamos ejemplificar toda la teoría expuesta: la experiencia educativa de los colegios La Paz (Albacete) y Padre Piquer (Madrid); el programa de formación docente del centro Padre Joaquín en Venezuela; y la implantación del sistema de mejora de la calidad educativa por parte de Fe y Alegría en un centro educativo de Colombia.

IV Encontro Qualidade em Educação de Infância: a experiência de brincar

Setembro 23, 2012 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

Mais informações Aqui

Projeto Juventude – Saber com Normas

Novembro 19, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

O IPQ, enquanto Organismo Nacional de Normalização considera que a divulgação da normalização nas escolas é uma abordagem estruturante e estratégica na medida em que, dá a conhecer a importância crescente que esta actividade tem na economia mundial, numa dimensão transversal e ainda pelos múltiplos impactos na vida de todos os cidadãos. Sendo a inclusão da Normalização na oferta formativa através dos sistemas de ensino, uma aposta incontestada por parte da Comissão Europeia, desde 2008, o IPQ assume e reconhece a importância da continuidade deste Projecto, que conta com o apoio do Ministério da Educação e Ciência, através da Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular e que se dirige a todas as escolas do ensino secundário público e privado e a todas as ofertas de educação/formação deste nível de ensino.

O Projeto Juventude – Saber com Normas desafia todos os alunos do ensino secundário, a realizar trabalhos criativos no âmbito da normalização, com recurso à pesquisa de normas para temas diversos no âmbito do currículo e/ou do projeto educativo de escola, ou mesmo a adaptação de algum trabalho já iniciado, tendo em consideração a transversalidade da normalização e a sua importância no desenvolvimento da sociedade contemporânea.

Poderão também optar, pela realização de uma sessão temática que divulgue à comunidade escolar em que se insere, através de posters, folhetos ou filmes, a temática da Normalização e como ela é importante para a nossa vida.

As sessões temáticas deverão ser devidamente ilustradas com fotos e com exemplos dos materiais de apoio efetuados para o efeito.

Os trabalhos podem ser individuais ou de grupo e deverão ser acompanhados por um professor responsável.

Os trabalhos devem ser enviados para o Instituto Português da Qualidade até dia 28 de Maio de 2012 e serão organizados em duas categorias – Trabalhos e Eventos. Posteriormente serão analisados e avaliados por um Júri nacional. No final do ano letivo ao trabalho vencedor por categoria será entregue o respetivo prémio contemplando alunos e professor responsável e ainda Diploma para a escolas.

Informamos ainda que o Instituto Português da Qualidade está disponível para fazer sessões de formação/divulgação nas escolas, sobre esta temática.

Saiba mais sobre o Projecto Juventude no sítio Web do IPQ, clicando em MATERIAL DE APOIO.

Poderá ainda colocar as suas questões através do endereço mjgraca@mail.ipq.pt ou entrar directamente no Facebook e visualizar os trabalhos vencedores dos anos anteriores: http://www.facebook.com/pages/Almada-Portugal/Normi/150425178336087

Colabore connosco!

Fonte: DGIDC

4º Seminário Coisas de Criança – Viver a Qualidade em Creche e Pré-Escolar

Maio 26, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Mais informações Aqui

II Conferência Nacional de Educação de Infância

Maio 18, 2011 às 6:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

A Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC) em parceria com o Instituto de Segurança Social (ISS) realiza a II Conferência Nacional de Educação de Infância, nos dias 17 e 18 de Junho de 2011, no Centro Cultural de Belém.

A Conferência terá como temáticas centrais a avaliação e a qualidade em educação de infância, e pretende constituir-se como um espaço alargado de reflexão e debate contando para o efeito, com a presença de conferencistas nacionais e estrangeiros de reconhecido valor.

Convidam-se todos os educadores de infância, investigadores, formadores e publico interessado nas temáticas apresentadas, podendo fazer a sua inscrição até ao dia 20 de Maio, através de formulário próprio.

Valor da inscrição: 30€ (trinta euros)
As inscrições estão limitadas à lotação do Anfiteatro (300 pessoas).
Serão consideradas as inscrições por ordem de entrada e comprovadas pelo respectivo pagamento (30€) através de transferência bancária para NIB: 0781 0112 01120011289 32.

• A inscrição só será considerada após pagamento e envio do respectivo comprovativo.

Programa


3º Seminário Coisas de Criança “Viver a Qualidade em Creche e Jardim de Infância”

Abril 5, 2011 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

A realizar no próximo dia 09 de Abril de 2011 (Sábado).

Programa:

09.00h – Recepção de participantes

09.30h – Sessão de abertura

António do Nascimento, Director Editorial da Revista Coisas de Criança

Pedro Marques, Secretário de Estado da Segurança Social

10.00h Sistema de Gestão da Qualidade

Maria Clara Guterres, Mentora do projecto

10.30h – Como Escolher Uma Creche

Teresa Maurício, Centro Distrital da Segurança Social de Lisboa

11.00h – Intervalo

11.20h – Caso prático: Associação de Promoção Social da Castanheira do Ribatejo

Hélder Geraldes, Gestor da Implementação do Sistema da Qualidade

11.50h Certificação da Qualidade no 3º Sector

Hélder Estradas, Coordenador Sénior Comercial da APCER – Associação Portuguesa de Certificação

12.20h – Debate

12.50h – Almoço livre

14.00h – Testemunho de Creche Certificada (SQRS – Nível C)

Carla Gonçalves, Directora Técnica do Centro Infantil da Trafaria, Santa Casa da Misericórdia de Almada

14.40h – A Qualidade do Currículo na Educação de Infância

Maria Elisa Leandro, Mestre em Teorias de Desenvolvimento Curricular

15.10h – Qualificação: O desafio de capacitar as instituições para a melhoria contínua (Creche/ Pré-escolar/ ATL)

Maria da Graça Correia, Reptus- Gestão e Desenvolvimento de Competências

15.40h – Debate

16.00h – Sessão de Encerramento

Filomena Santos Silva, Coordenadora Pedagógica da Revista Coisas de Criança

16.30h – Visita à “Creche Ideal Séc. XXI” e à feira PAPERGIFT (acesso incluído)

– Acesso GRATUITO ao espaço ARTSHOW, à Feira PAPERGIFT e visita à CRECHE IDEAL SÉCULO XXI a todos os participantes do 3º Seminário Coisas de Criança.

Valor: 25,00€ para inscrições até dia 30 de Março
30,00€ para inscrições até dia 6 de Abril
33,00€
para inscrições no próprio dia
(limitado aos lugares existentes)


Local: FIL (Feira Internacional de Lisboa) – Pavilhão 2
Parque das Nações.

Para fazer a sua inscrição CLIQUE AQUI

Para mais informações:
seminarios@tuttireveditorial.com
Telf: 21 966 68 80
Tlm: 93 781 41 67
www.coisasdecrianca.com

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.