Eles têm aulas sobre emoções e passaram a zangar-se menos

Novembro 16, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Nuno Ferreira Santos

 

Artigo de Clara Viana para o jornal Público, publicado em 5 de Maio de 2017.

 

Identificar as emoções e aprender a geri-las desde pequenos é também uma forma de prevenir problemas na infância e adolescência, diz directora de escola de Leiria. Num congresso no ISCTE vai-se debater a empatia.

 

Valentim, 7 anos, diz que está ali “para aprender a ficar mais alegre”. A alegria foi um dos sentimentos que estavam a trabalhar na aula a partir de um pequeno vídeo de animação. Da alegria foram até ao orgulho. “Sinto orgulho quando sinto que vou conseguir”, define Valentim, que dirá depois ao PÚBLICO que a “atitude” de que “gosta mais” é a paciência. “Às vezes fico impaciente porque o meu mano mais novo está sempre a interromper-me e não quero ficar assim.”

Ao fim de quase dois anos de escola das emoções, há crianças no jardim-escola João de Deus, em Leiria, que “começaram a questionar-se mais sobre como o outro se sente, a antever a sua reacção e a adoptar comportamentos” em função dessa percepção, relata Vera Sebastião, directora daquele estabelecimento de ensino.

O projecto tem sido desenvolvido em parceria com a Associação Escola das Emoções, criada em 2014, com o objectivo de levar aos mais novos “ferramentas para poderem conhecer-se melhor”, diz Marco Coelho, presidente da organização, acrescentando que o que está em causa “não é controlar as emoções, mas sim saber identificá-las e geri-las”.

Entre sexta-feira e sábado, a escola de Leiria e a associação promovem no ISCTE, em Lisboa, o seu segundo congresso sobre educação emocional, sob o tema De dentro para fora – como nasce a empatia. E mesmo que ainda possam não saber exactamente o que quer dizer a palavra empatia, este é o sentimento vivenciado por muitos dos alunos que frequentas as aulas das emoções, que no jardim-escola João de Deus faz parte do currículo das crianças de 4 e 5 anos de idade e é também oferecido como actividade de enriquecimento curricular para alunos até aos 9 anos, assegura Sílvia Branco, uma das psicólogas da associação.

“Conseguem olhar para o outro e perceber o que se está a passar”, especifica. “É um projecto ajustado à ideia da vivência em conjunto. E isto é importante porque quanto melhor soubermos relacionar-nos com os outros, mas felizes seremos”, afirma Vera Sebastião, para acrescentar que “é também um projecto preventivo já que pode ajudar desde cedo a resolver problemas muito comuns na infância e na adolescência”. Tudo isto, frisa, é tanto mais importante quanto hoje em dia as crianças “vivem cada vez mais individualmente têm cada vez mais dificuldades em saber lidar com as frustrações”.

E frustração é precisamente o sentimento que Jaime, de 8 anos, aponta quando questionado sobre qual sentimento escolheria. “É quando estamos tão ansiosos por irmos ganhar e depois não conseguimos. Se soubermos o que isto é ficamos melhor”, diz. Jaime é um dos seis alunos que participaram na aula das emoções a que o PÚBLICO assistiu. Diz que “tem aprendido os sentimentos e a reagir com os outros”. Resultado? “Zango-me menos, mesmo quando os meus irmãos se põem a refilar.”

 

“Menos medos, menos birras”

No início do ano lectivo e no final a equipa da Associação Escola das Emoções faz um teste aos alunos de modo a aferir a sua evolução. Os resultados do ano passado mostraram que no final “havia mais medos resolvidos, menos birras, maior controlo da agressividade”, diz Sílvia Branco.

Vera Sebastião confirma que estas mudanças também se fazem sentir nas outras aulas. Aliás, no jardim-escola João de Deus não são só as crianças que passam pelas aulas das emoções. Também as educadoras e professores foram assistindo de modo a ganhar formação na área. Vera Sebastião defende que a educação emocional devia fazer parte da formação inicial dos docentes.

Seria um primeiro passo para outro ainda maior que a associação defende – a inclusão desta componente no currículo nacional. Recordam a propósito que no relatório da OCDE Skills Strategy Diagnostic report Portugal 2015 se recomenda que “o ensino em Portugal deve dar maior ênfase ao desenvolvimento de competências emocionais (….), consideradas vitais na redução do abandono escolar e melhoria da qualidade e equidade na escola”.

Na aula das emoções, em Leiria, Tomé, de oito anos, recusa-se a responder às perguntas do PÚBLICO. A todas menos a uma. Que sentimento escolheria para aquele momento? “Aflição.” Também recusou dizer porquê.

 

Bullying: O que se pode fazer?

Março 16, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Artigo de Inês Fraga e Marisa Pereira, psicólogas, para o site WeCareOn.

Cada vez se torna mais comum nos dias de hoje existir situações de violência física, psicológica e/ou emocional no meio escolar.

O que é o Bullying?

Segundo a OMS:

‘Bullying é uma forma de maus-tratos que ocorre escolas. Caracteriza-se pela exposição repetida de uma pessoa a agressões físicas e/ou emocionais, incluindo provocações, insultos, ameaças, assédio, insultos e exclusão social.’ (Bulletin of the World Health Organization 2010;88:403-403).

Importa referir que este fenómeno não se limita ao contexto escolar e em faixas etárias precoces.

“A prática de bullying pode ser observada nas escolas, e em outros ambientes de trabalho, na casa da família, nas forças armadas, prisões, condomínios residenciais, clubes e asilos”. Como apontam Smith e outros pesquisadores (2002) e Fante (2005).

 

Qual a necessidade, podemos perguntar. Muitas vezes é sem necessidade, mas a maioria é para se sentirem superiores, para sentirem que controlam os outros, que são maus e que todos devem temer e respeitar. Outras vezes é porque os próprios agressores já foram vítimas e, para não tornarem a ser, dirigem a tenção para os outros.

 

Porquê falar no plural?

Porque a grande maioria das vezes não se age sozinho, ter quorum é o melhor para o agressor. Claro que se pode pensar: que tontice ser parte da ‘claque’! Pois é, mas o sentimento na maioria das vezes é o de que mais vale apoiar do que depois sofrer com as consequências de não o fazer. Como por exemplo passar a ser vítima. Não se pode julgar.

Uma boa ilustração foi elaborada por Carlos Ferreira Neto (2006) sobre o Ciclo da Agressão:

Segundo este autor uma possível forma de intervenção para quebrar este ciclo de agressão é através dos espectadores. Pois se não houver este quorum a força dos agressores irá diminuir. Devendo-se assim apostar em ações de sensibilização e formação às crianças e adolescentes para que eles próprios identifiquem estas situações e intervenham em vez de serem espectadores.

Esta forma de tratar o outro tem muito a ver com a forma como se é tratado e com aquilo a que se assiste nos vários contextos influentes. Quer seja na própria escola, na família e no contexto social onde se vive. Basta ligar a televisão e deparamo-nos com relações forçadas e com vista a satisfação momentânea, com o usar o outro como um meio para chegar ao que se quer. Para não falar dos jogos em que se mata os outros bonecos porque sim, porque mandam as regras do jogo.

Assim se desleixam valores como a bondade, a solidariedade, o respeito pelo outro e se passa a uma convivência sem fundo e sem aprendizagem e desenvolvimento pessoal. Onde não se constrói, só se destrói. E faz-se da destruição dos outros o seu próprio ego.

 

Bullying o que fazer?

Voltando às escolas, o bullying é uma situação complicada de se controlar porque em Portugal não existe legislação nem meios para o combater (ainda!). Em Inglaterra por exemplo as escolas têm uma pessoa a trabalhar nos recreios apenas para prevenir e mediar situações de bullying.

Então o que pode um aluno fazer quando é gozado/chantageado e vítima de bullying constantemente?

Pois é, realmente é complicado e, a experiência diz-me, que o que acaba por acontecer é agir sob medo. Não contar a mais ninguém para não se sentir ainda mais ridículo e humilhado. E se contam pedem para não se fazer nada, por medo de represálias.

Mas essa estratégia só faz com que essa situação se perpetue e vá piorando.

O melhor a fazer é falar com um adulto, nomeadamente um familiar ou alguém de referência na escola (vigilante, professor, diretor de turma etc…com quem se sinta à vontade para o fazer). Depois de falar com este adulto procurar junto dos outros responsáveis (professores, diretores, vigilantes) alertar para o que está a acontecer de forma a tentarem arranjar estratégias para resolver a situação.

Caso nada seja feito pela escola os pais devem também apresentar queixa na direção da escola e falar também diretamente com a polícia da escola segura.

O bullying em si não é crime em Portugal (ainda!). No entanto pode-se apresentar queixa por ofensa à integridade física ou por difamação. No caso do cyberbullying deve-se levar o telemóvel ou computador com a informação caluniosa (mensagens, e-mails, redes sociais) a uma esquadra da polícia para que possam investigar as fontes e tomar as medidas necessárias.

 

Como lidar com bullying na escola? As estratégias são:

Não andar com objetos de valor,
Ter cuidado onde deixa a mochila,
Andar sempre acompanhado de outros colegas/amigos (nomeadamente: defensores da vítima, defensores potenciais). Pois juntos podem fazer frente ao que está a acontecer;
Evitar zonas mais perigosas como corredores sem ninguém,
E por último ser seguro a responder. Não responder com violência mas com segurança. É muito difícil claro, mas mais vale tentar.

Ser participante diretamente nesta situação, como alvo, traz várias consequências psicológicas para as crianças/adolescentes.

Nomeadamente:

Baixa auto-estima e auto-conceito;
Dificuldade em relacionar-se com os outros;
Isolamento;
Tendência para desenvolverem perturbações ligadas à depressão e ansiedade;
Tendência para terem relações amorosas íntimas violentas;
Medo de ir à escola e diminuição do rendimento escolar.

A criança/adolescente que vive a violência (Bullying) é muitas vezes um adulto violentado ou violento. Porque conviveu com este comportamento e tende a replicar, como agressor ou como vítima.

É aqui que entra o papel do psicólogo, que face a uma pessoa, independentemente da idade, que esteja nesta situação, deve logo identificar qual a situação pela qual está a passar, que estratégias deve tomar para lidar com isso, trabalhar sentimentos de raiva, angústia, medo e stress inerentes a esta situação.

E posteriormente trabalhar a auto-estima e auto-conceito, de forma a que não volte a estar numa situação destas. E também desenvolva mecanismos psicológicos defensivos para enfrentar futuras situações quer na escola como mais tarde em relações amorosas e em relações profissionais.

Como referi atrás, o agressor muitas vezes também foi agredido. Então o apoio psicológico é fundamental para corrigir esse comportamento com base em emoções muito negativas aliadas a uma quase ausente auto-estima que o leva a auto-afirmar-se com comportamentos destrutivos que dirige ao outro.

 

Para os pais:

O melhor a fazer é estar atento.

Se vêm que o filho/a está mais reservado, mais calado, façam perguntas. Mostrem interesse na vida do seu filho, preocupação e apoio. Não custa ao fim do dia perguntar como foi o dia na escola. O que se fez, se tem TPC, se gosta dos professores, o que acha da turma, com quem se dá mais e menos, etc. Assim os filhos sentem que podem confiar nos pais.

E falem de bullying!

Se há na escola do seu filho, e na turma?

Já viu alguma situação?

Se sim qual?

O que fez?

Ou o que faria se estivesse naquela situação?

E assim se demonstra que não está sozinho. E pode-se ensinar algumas estratégias para lidar com constrangimentos quer na escola como futuramente noutros contextos profissionais. Assim se transmite um valor de respeito e compreensão pelo outro.

Da mesma forma, os pais do agressor devem estar atentos. Os comportamentos do agressor fora do contexto família, pode ser bastante diferente. Em casa, o agressor (criança, adolescente, adulto) pode apresentar um comportamento submisso, introvertido. E contrariamente nos contextos profissional, escolar, amoroso serem sujeitos bastante agressivos verbal e fisicamente.

Peter K. Smith (2002), define Bullying como um subconjunto de comportamentos agressivos de natureza repetitiva, que se baseia numa relação de poder (amigos, relação amorosa, família, profissional). Segundo o autor, a natureza repetitiva deste comportamento acontece porque esta é alvo de várias agressões e por vários motivos e não se pode defender eficazmente.

Os agressores valem-se da capacidade de conseguir infligir dano no outro. Conseguindo gratificação pessoal e emocional, posse de dinheiro ou objetos ou ainda por solidificar posições na hierarquia do grupo onde estão inseridos. Violência doméstica também é Bullying, o agressor também aqui inflige dor na vítima (cônjuge) consolidando a sua figura de poder.

 

Apresentação do livro “Divórcio e Parentalidade : Diferentes Olhares : Do Direito à Psicologia” – 27 fevereiro no Instituto Alemão em Lisboa

Fevereiro 22, 2018 às 9:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Divulgação de Estudo sobre consultas de rotina das crianças – questionário online a pais/mães de crianças com 2-6 anos de idade

Maio 24, 2017 às 6:30 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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O Centro de Investigação e Intervenção Social do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa está a realizar um estudo sobre as consultas de rotina das crianças, que acontecem habitualmente nos Centros de Saúde/Unidades de Saúde Familiar (USF) ou em serviços de saúde privados (ex. pediatras particulares). Pretende conhecer a experiência dos cuidadores nessas consultas e sobretudo o seguimento dos conselhos que são dados nas mesmas.

Convidamos os pais ou mães de crianças com idades entre os 2 e os 6 anos, e que costumam ir com elas às consultas de rotina, a preencherem um breve questionário online (+/- 15 minutos). Caso tenha mais do que um filho com a idade indicada, considere o que for mais velho. Não existem respostas certas nem erradas, e a sua opinião pessoal e sincera é muito importante para nós.

A sua participação no estudo é livre e voluntária, podendo interrompê-la a qualquer momento, caso sinta vontade de o fazer. Os dados recolhidos são anónimos e confidenciais, e serão utilizados apenas para fins de investigação.

Ao completar todas (ou quase todas) as perguntas do questionário, habilita-se a ganhar um dos vouchers Sonae de 25 euros que serão sorteados.

Para aceder ao questionário, por favor clique AQUI 

(https://iscteiul.co1.qualtrics.com/SE/?SID=SV_5nArVjrfRRn0krb)

Porque necessitamos do maior número de participantes possível, pedimos-lhe ainda o favor de reencaminhar este email para a sua rede social.

Muito obrigada pela sua colaboração. Para mais informações sobre este estudo poderá contactar a investigadora Susana Mourão (email: Susana_Sofia_Mourao@iscte.pt).

 

 

Oito dicas para ajudar o seu filho a concentrar-se

Março 15, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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A incapacidade de manter a atenção pode prejudicar uma criança na escola e, consequentemente, pela vida fora. Uma situação que pode ser desesperante para os pais e para o professor, e que deve ser bem analisada.

Uma criança pode ser desatenta por vários motivos, desde ansiedade, depressão, mudanças repentinas na sua vida (como um divórcio), problemas de aprendizagem ou até mesmo por sofrer de Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA).

O psicólogo Jeffrey Bernstein deixa-lhe oito dicas para ajudar uma criança distraída:

1. Tenha consciência: Lembre-se que este tipo de criança muitas vezes se sente diferente das outras.

2. Evite gritar: Ao gritar só o confunde ainda mais, tornando-o mais propício à desconcentração.

3. Mantenha-se calmo, firme e não seja controlador: Esteja tranquilo, não crie expectativas inalcançáveis e tente não dar demasiadas ordens.

4. Seja proactivo e seja comunicativo com os professores: As crianças desatentas desistem rapidamente quando têm de enfrentar obstáculos. Mantenha-se envolvido na vida escolar do seu filho.

5. Incentive o seu filho: Ensine-o a desconstruir tarefas complexas noutras mais pequenas e viáveis. As crianças sentem-se mais motivadas ao conseguir pequenas vitórias e fugir a grandes falhanços.

6. Faça listas: Incentive o seu filho a fazer uma lista de tarefas. É estimulante para uma criança ‘riscar’ as tarefas já cumpridas.

7. Ajude, mas não faça por ele: Ajudar demasiado uma criança a concluir um problema difícil pode fazê-la sentir-se bem, mas não está a ajudá-la verdadeiramente.

8. Promova a auto-estima do seu filho: A maioria das crianças desatentas sente-se inferior aos outros. Demonstre ao seu filho não só que gosta dele, como acredita nele.

 

Jornal Sol em 23 de Fevereiro de 2016

Congresso Hapinez Psicologia para Todos! “Capítulo I: O início” – 30 de janeiro em Cascais

Janeiro 22, 2016 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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congresso

mais informações:

http://hapinez.org/?page_id=465

 

Promoção da Saúde Mental em Contexto Escolar – Formação Avançada em Psicologia

Outubro 7, 2015 às 7:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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porto

16, 23 e 29 de outubro das 17h30 às 20h30
6, 13 e 20 novembro
das 17h30 às 20h30
4 e 18 dezembro das 17h às 21h

Segundo a Organização Mundial de Saúde (2001), 1 em cada 5 jovens irá passar, ao longo da sua vida, pela experiência de um problema da saúde mental. Os professores, enquanto agentes educativos preponderantes, e a escola, como local onde os jovens passam a maioria do seu tempo – assumem-se como elementos de elevada relevância na promoção de conhecimentos sobre saúde mental. Neste sentido, considera-se fundamental dotar os professores de literacia em saúde mental, para que a escola, por seu lado, se assuma como um local promotor do bem estar dos jovens.  

25 h

* Curso acreditado pelo CCPFC com o registo CCPFC/ACC-73425/13. Atribuição de um crédito aos participantes que cumpram os requisitos estipulados ao nível da assiduidade e avaliação.

Professores (ensino básico e secundário) e psicólogos

Católica Porto, campus Foz

mais informações:

http://www.porto.ucp.pt/pt/central-oferta-formativa/formacao-avancada-em-psicologia?esp=3

 

13º Colóquio Internacional de Psicologia e Educação subordinado ao tema “Diversidade e Educação: Desafios Atuais”

Junho 16, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ispa

http://eventos.ispa.pt/xiiicoloquiopsicologiaeeducacao/

 

III Congresso de Psicologia – Os desafios da psicologia, educação e cultura na infância e adolescência

Maio 13, 2014 às 11:53 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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congresso

mais informações aqui

As inscrições decorrem até dia 16

Ordem dos Psicólogos denuncia que alunos são encaminhados para ensino vocacional sem orientação

Março 18, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Antena 1 de 24 de Fevereiro de 2014.

Ballasteros

Ballesteros/EPA

Ouvir a reportagem aqui

Andreia Brito

Centenas de alunos estão a ser encaminhados para o ensino vocacional sem orientação de um psicólogo. A portaria que regulamenta este tipo de ensino prevê que os alunos sejam integrados nesse sistema, depois de um processo de orientação realizado por um psicólogo.

A Ordem dos Psicólogos denuncia na Antena 1 que a lei não está a ser cumprida. Questionado pela Antena 1, o Ministério da Educação garante que em 500 candidaturas todas apresentam documentos que provam a existência de um processo de avaliação, antes do encaminhamento dos candidatos para este sistema.

O ensino vocacional é o tema da reportagem Antena 1 desta segunda-feira, que vai ser transmitida na rádio pública esta tarde após o noticiário das 15 horas.

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