Cosmétiques pour bébés: encore trop de substances préoccupantes

Março 1, 2016 às 8:30 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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descarregar o relatório no link:

http://www.projetnesting.fr/spip.php?page=article&id_article=2408

Alertée par l’exposition quotidienne des jeunes enfants à des substances chimiques potentiellement dangereuses pour la santé, l’ONG WECF publie ce jour les résultats d’une enquête menée sur 341 cosmétiques pour bébés – laits de toilette, lotions, shampoings, produits pour le bain, liniments, lingettes, eaux nettoyantes, eaux de toilette, solaires- vendus sur le marché français en pharmacies, parapharmacies, supermarchés et magasins biologiques. Les expertes de WECF ont décrypté la composition des produits telle qu’elle apparaît sur les étiquettes. À partir de l’analyse de la littérature scientifique et des évaluations des autorités sanitaires de l’Union Européenne (comité scientifique pour la sécurité des consommateurs, SCCS) et française (Agence nationale de sécurité du médicament et des produits de santé, ANSM), elles ont classé les ingrédients ou familles d’ingrédients présents dans les 341 cosmétiques, en trois catégories : à « risque élevé », à « risque modéré », à « risque faible ou non identifié ».

Principaux résultats On retrouve 3 ingrédients ou familles d’ingrédients classés à « risque élevé » dans 299 produits :

  • un allergène par contact (la méthylisothiazolinone) dans 19 produits dont 7 lingettes
  • un conservateur soupçonné d’effets toxiques sur la reproduction (le phénoxyéthanol) dans 54 produits dont 26 lingettes
  • des parfums dans 226 produits, impliquant des risques potentiels d’allergies.

On retrouve 4 ingrédients ou familles d’ingrédients classés à « risque modéré » dans 181 produits :

  • un composé très présent dans les produits moussants (l’EDTA) dans 87 produits dont 30 lingettes
  • des sulfates (laureth et lauryl sulfate), agents moussants potentiellement irritants dans 50 produits, en grande majorité des produits pour le bain et shampoings
  • des huiles minérales, issues de la chimie du pétrole pouvant être contaminées par des impuretés, dans 30 produits en majorité des crèmes et lotions
  • des nanoparticules, dont les effets sont encore mal évalués, dans 14 produits solaires.

Compte tenu de ces résultats, WECF :

  • demande l’interdiction des trois ingrédients à « risque élevé » dans tous les cosmétiques destinés aux enfants de moins de trois ans
  • s’alarme de l’omniprésence de parfums (226 sur 341) potentiellement sensibilisants et pour certains mis en cause dans des allergies par contact, au demeurant superflus pour des produits destinés à de jeunes enfants
  • demande des restrictions d’usage pour les ingrédients classés « à risque modéré », en application du principe de précaution
  • demande un moratoire sur l’usage de substances suspectées d’être des perturbateurs endocriniens (PE) dans les cosmétiques pour bébés en attendant la définition des PE que doit publier la Commission Européenne avant l’été 2016
  • recommande la prudence pour les ingrédients classés dans la troisième catégorie, les risques étant mal identifiés faute, souvent, d’études scientifiques.

Pour mieux rendre compte de l’exposition réelle à laquelle sont soumis les plus petits, WECF demande que l’ANSM évalue les cosmétiques pour bébés à partir des formules finales telles qu’elles sont commercialisées et non plus à partir des différents ingrédients. WECF demande enfin un étiquetage plus clair pour les substances allergènes par contact. WECF conseille aux parents de limiter l’usage de ces produits cosmétiques et d’éviter le plus possible les produits parfumés.

Tous les résultats et les détails de l’enquête sont disponibles en ligne

WECF (Women in Europe for a Common Future) est un réseau international de 150 organisations environnementales et féminines qui agit pour construire avec les femmes un monde juste, sain et durable. WECF conçoit et met en œuvre des programmes de formation et de sensibilisation aux impacts sanitaires des polluants toxiques de l’environnement, afin de protéger la santé des populations, notamment les plus vulnérables et est à l’origine du projet Nesting www.projetnesting.fr. WECF mène des actions de plaidoyer et est partenaire officiel du Programme des Nations Unies pour l’Environnement (PNUE).

Contact WECF : Elisabeth Ruffinengo, responsable plaidoyer elisabeth.ruffinengo@wecf.eu, 06 74 77 77 00

 

 

Cosméticos para bebês são ricos em substâncias potencialmente perigosas, diz estudo

Março 1, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Noticia do site http://www.swissinfo.ch/por/ de 15 de fevereiro de 2016.

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Ainda há uma quantidade elevada de substâncias químicas potencialmente perigosas ou alergênicas para os bebês nos cosméticos usados cotidianamente, como xampus, produtos para banho ou toalhas umedecidas – segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira.

A ONG Women in Europe for a Common Future (WECF) examinou 341 produtos cosméticos para bebês em julho e agosto de 2015 vendidos nas farmácias, supermercados e lojas especializadas na França.

Na base de estudos científicos e avaliações das autoridades sanitárias da União Europeia e da França, esta ONG classificou os ingredientes que compõem os produtos segundo três categorias: “risco elevado”, “risco moderado” e “risco baixo ou não identificado”.

Os resultados desta pesquisa mostram que a grande maioria dos produtos (299) são compostos por ingredientes de risco elevado.

“Encontramos três ingredientes ou famílias de ingredientes classificados como ‘risco elevado’ em 299 produtos: um alergênico por contato (a metilisotiazolinona) em 19 produtos, dentre os quais sete lenços umedecidos; um conservante de efeitos tóxicos sobre a reprodução (o fenoxietanol) em 54 produtos dos quais 26 lencinhos; fragrâncias em 226 produtos, implicando riscos potenciais de alergias”, explica a WECF em comunicado.

A ONG também encontrou quatro ingredientes ou famílias de ingredientes classificadas de “risco moderado” em 181 produtos: o EDTA, um composto muito presente em xampus e sabonetes líquidos, sulfatos (laureth e lauryl sulfato) que são agentes espumantes potencialmente irritantes, óleos minerais, provenientes do petróleo, que poderiam ser contaminados por impurezas.

A ONG, que se apoia numa rede internacional de 150 organizações ambientais e femininas presentes em 50 países, pede “a proibição de três ingredientes de risco elevado em todos os cosméticos destinados às crianças menores de três anos”.

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Alertas do Infarmed sobre a qualidade para produtos decorativos para crianças e para alisamento do cabelo

Setembro 26, 2013 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Portal da Saúde de 24 de Setembro de 2013. infarmed

Infarmed divulgou ontem, dia 23, alertas de qualidade para produtos decorativos para crianças e para alisamento do cabelo.

O Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde emitiu ontem, dia 23 de setembro de 2013, através de circulares informativas, alertas de qualidade para produtos decorativos para crianças e produtos cosméticos contendo formaldeído para alisamento do cabelo.

De acordo com a Circular Informativa n.º 217/CD/8.1.6, os produtos decorativos para crianças abrangem uma diversidade de produtos de maquilhagem de olhos, rosto, lábios, corpo e unhas, nomeadamente, vernizes, batons, sombras, pinturas faciais e corporais.

Estes produtos, também designados por brinquedos cosméticos, são produtos para maquilhagem e pintura de bonecos e crianças, para utilização de menores de 14 anos para fins lúdicos. Estes produtos possuem marcação CE e são legislados pela Diretiva dos Brinquedos (Diretiva 2009/48/CE, de 18 de junho) e têm de respeitar simultaneamente os requisitos previstos no Regulamento dos Cosméticos (Regulamento CE nº 1223/2009, de 30 de novembro), no que respeita à composição e rotulagem.

Após análise de diversos produtos decorativos para crianças, foram detetadas diversas não conformidades na rotulagem, pelo que o Infarmed recomenda o seguinte:

Os responsáveis pela colocação no mercado devem garantir que a composição e a rotulagem destes produtos estão de acordo com a legislação aplicável aos produtos cosméticos;

O consumidor, antes de adquirir produtos decorativos para crianças, deve verificar se a seguinte informação consta na rotulagem:

Nome e endereço da empresa responsável pelo produto na União Europeia;

Lista de ingredientes e menções obrigatórias em língua portuguesa (volume/peso, data de validade ou período após abertura);

Modo de utilização e função do produto em língua portuguesa;

Número de lote.

Através da Circular Informativa 216/CD/8.1.6, o Infarmed dá a conhecer que a utilização de produtos para desfrisar/alisar o cabelo contendo formaldeído (ou formol) numa concentração superior ao limite máximo permitido pela legislação europeia pode ter riscos graves para a saúde.

Estes produtos são aplicados para alisar o cabelo, através de “ferros de alisamento”, que ao aquecer provocam a vaporização do formaldeído.

Esta substância é muito instável e reativa, pelo que pode causar lesões na pele por contacto e irritação nas vias aéreas por inalação do seu gás, aos profissionais que o aplicam (cabeleireiros), aos consumidores (pessoas a quem é aplicado o produto) e a todas as pessoas que estejam na proximidade.

Por essa razão, o formaldeído só pode ser utilizado nos produtos cosméticos e de higiene corporal nas seguintes concentrações:

Produtos para unhas (endurecedor) – até 5%;

Produtos de uso geral (conservante) – até 0.2%;

Produtos de higiene oral (conservante) – até 0.1%.

O principal efeito da exposição ao formaldeído acima do limite permitido é a irritação, em especial do trato respiratório. Outros dos efeitos indesejáveis são devidos ao contacto direto do formaldeído com a pele, tais como, queimaduras, inchaço, vermelhidão, descamação do couro cabeludo e queda de cabelo.

A inalação crónica e prolongada do formaldeído pode ainda conduzir a náuseas, vómitos, desmaios e ao aumento risco de cancro nas vias aéreas superiores.

Face ao exposto, o Infarmed recomenda o seguinte:

O alisamento do cabelo deve ser realizado com produtos que não contenham formaldeído em concentrações superiores a 0,2%. Outras substâncias que são permitidas na legislação aplicável aos cosméticos têm sido usadas para o alisamento do cabelo (ácido tioglicólico, hidróxido de potássio ou de sódio ou hidróxido de lítio);

Os consumidores e os profissionais só devem adquirir produtos que cumpram os requisitos exigidos na legislação nacional e europeia;

A rotulagem dos produtos cosméticos tem de conter a seguinte informação:

Nome e endereço da empresa responsável pelo produto na União Europeia;

Lista de ingredientes e menções obrigatórias em língua portuguesa (volume/peso, data de validade ou período após abertura);

Precauções de uso;

Menção uso exclusivo profissional (se aplicável);

Função;

Número de lote.

Sempre que ocorra algum efeito indesejável após a utilização de um produto cosmético, a sua aplicação deve ser interrompida e comunicada ao médico, se necessário. Simultaneamente, a ocorrência deve ser enviada ao Infarmed através do preenchimento da Ficha de Notificação.

Pode obter esclarecimento de dúvidas relacionadas com medicamentos e produtos de saúde (dispositivos médicos, produtos cosméticos e de higiene corporal e produtos farmacêuticos homeopáticos), junto do Centro de Informação do Medicamento e dos Produtos de Saúde (CIMI), através de:

Telefone: 217 987 373

Fax: 217 987 107

Email: cimi@infarmed.pt

Linha do Medicamento: 800 222 444 (gratuita)

Para saber mais, consulte:

Circular Informativa n.º 216/CD/8.1.7 de 23/09/2013 –  PDF – 330 Kb

Circular Informativa n.º 217/CD/8.1.7 de 23/09/2013 –  PDF – 305 Kb

Infarmed> Alertas de Qualidade

Infarmed > Alertas de Segurança

Infarmed > CIMI


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