I Jornadas do Alto Alentejo Contra a Violência, 12 outubro em Ponte de Sor

Agosto 27, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://apav.pt/jornadas/index.php/home-alto-alentejo

 

Emoções, Relações e Complicações: Prevenir a Violência ao Longo da Vida – livro digital do Serviço Nacional de Saúde

Dezembro 25, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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visualizar o livro digital no link:

http://biblioteca.min-saude.pt/livro/violencia#page/1

Chama-se “Violentómetro”, nasceu há três meses e já tem listas de espera

Fevereiro 17, 2017 às 5:39 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto da http://visao.sapo.pt/ de 16 de fevereiro de 2017.

Março vai ser o mês do “Violentómetro”, um projeto nascido no México para combater a violência doméstica que a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) adaptou para Portugal e fará chegar, em breve, a dezenas de escolas no País. Com um formato semelhante a uma régua de papel, o medidor da agressividade nas relações teve um impacto inesperado na população universitária transmontana quando, em finais de novembro, foram distribuídos os primeiros 1300 exemplares. “Houve uma procura muitíssimo superior ao esperado”, confirmou à VISÃO Ricardo Barroso, psicólogo e professor da UTAD. “As pessoas receberam os conteúdos do dispositivo com surpresa. Alguns comportamentos não são considerados agressivos e foi para nós evidente que ainda há muito por fazer na consciencialização relativa a este assunto”, explica aquele docente universitário, um dos mentores da versão portuguesa do projeto.

O “Violentómetro” pode também ser comparado a um marcador de livros, próprio para estar à mão ou guardar na carteira. Identifica trinta comportamentos, menos graves ou muito graves, cuja permissividade e escalada fazem aumentar o risco de maus tratos. Esses podem começar com piadas agressivas, chantagens, mentiras ou desprezo. E por aí acima, até á morte. “Quanto mais cedo estivermos atentos e travarmos a agressão, melhor. Por vezes, a violência começa com sinais muito ténues”, resume Ricardo Barroso.

Pedidos de todo o País

A notícia sobre este projeto correu célere e atulhou os serviços da UTAD com pedidos provenientes de todo o território nacional (de resto, quem o quiser fazer deve escrever para rorebelo@utad.pt).

Neste momento, há 56 escolas de todo o País, incluindo dos arquipélagos dos Açores e Madeira, em lista de espera para receber o “Violentómetro” e distribui-lo pelos alunos, confirmou à VISÃO Ricardo Barroso. Por esta altura, decorrem também conversações com três municípios da Grande Lisboa para que o projeto possa também chegar a outras franjas da população. “Os custos da impressão são integralmente assumidos pela UTAD, faz parte da nossa responsabilidade social enquanto universidade”.

Dentro de algumas semanas, mais um passo será dado.

No âmbito de um projeto-piloto com a autarquia de Alfândega da Fé será distribuído um “kit” de prevenção contra a violência doméstica nas escolas, que inclui, além do “Violentómetro”, um manual de boas práticas que será o instrumento para ações de formação e grupos de trabalho, envolvendo professores, psicólogos e alunos. “Vamos discutir tudo isto com os jovens”, assume Berta Nunes, presidente daquele município do nordeste transmontano, recentemente considerado a mais transparente do País. “Queremos vincar a ideia de que há uma escalada na violência. Temos de pará-la logo no início. Os ciúmes e as tentativas de controlar o outro não são sintomas de uma relação saudável e há um longo caminho a percorrer para estancar o problema”, explica a médica de formação.

mais informações no link:

http://www.utad.pt/vPT/Area2/noticias/Paginas/2016/noticias_novembro/violentometro.aspx

Novos manuais dirigidos à comunidade educativa sobre exposição de crianças e jovens à violência doméstica

Outubro 27, 2015 às 11:30 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://www.cig.gov.pt de 26 de outubro de 2015.

manuais

A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) acaba de publicar dois manuais dirigidos à comunidade educativa:

  • Manual para a educação de infância – crianças expostas à violência doméstica: conhecer e qualificar as respostas na comunidade
  • Manual para os ensinos básico e secundário – crianças e jovens expostas/os à violência doméstica: conhecer e qualificar respostas na comunidade

Na génese das presentes publicações encontram-se dois manuais canadianos, da autoria da London Family Court Clinic, que foram, posteriormente, adaptados à realidade do concelho de Cascais, pelo Fórum Municipal de Cascais contra a Violência Doméstica e publicados pela respetiva autarquia, em 2007 e 2009.

Recuperando esta publicação, a CIG procedeu à sua atualização, adaptando-a à realidade nacional, no âmbito do V Plano Nacional de Prevenção e Combate à Violência Doméstica e de Género (V PNPCVDG). O V PNPCVDG contempla cinco áreas estratégicas, sendo que os manuais, agora publicados, enquadram-se na área estratégica relativa à prevenção, sensibilização e educação, dando cumprimento à Medida 5. A informação, a sensibilização e a educação são fundamentais para prevenir e combater a violência doméstica na sua raiz e em toda a dimensão, visando implementar estratégias conducentes a uma sociedade assente na igualdade e livre de discriminação e de violência.

Consulte ou descarregue o Manual para a educação de infância: crianças expostas à violência doméstica »

Consulte ou descarregue o Manual para os ensinos básico e secundário: crianças e jovens expostas/os à violência doméstica »

 

 

 

Stop Violência Doméstica e Infantil – Campanha contra a Violência Doméstica e Infantil – 31 Maio frente Câmara do Porto 15 horas

Maio 27, 2015 às 12:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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viol

mais informações:

https://www.facebook.com/oletras.associacao.cultural

Associações pedem mudanças na lei para proteger vítimas de violência doméstica

Abril 21, 2014 às 3:17 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 19 de abril de 2014.

A notícia contém declarações da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança.

Miguel Manso

Existem mães que viveram histórias de violência doméstica, conseguiram “fugir”, mas continuam em perigo porque há uma lei que obriga as vítimas a encontrarem-se com o agressor, quando este é o pai dos filhos. O alerta é lançado pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC) e pela Associação Portuguesa de Mulheres Juristas (APMJ), que pedem alterações legislativas urgentes ao regime de regulação das responsabilidades parentais para proteger as vítimas de violência doméstica.

Em causa está a segurança das vítimas nas questões de guarda e de visitas dos filhos depois do divórcio, dizem. A presidente executiva do IAC explica que “em nome do interesse da criança estão a colocar-se em perigo as mães e os próprios menores”.

“Muitos dos homicídios são praticados já depois das separações”, lembra Dulce Rocha, explicando que “os agressores servem-se dos encontros, a propósito dos convívios com os filhos, para continuar a amedrontar, ameaçar, bater e até matar as ex-companheiras”.

Teresa (nome fictício) conheceu este perigo após a separação. O ex-marido foi condenado a dois anos e três meses de prisão, com pena suspensa, e proibição de se aproximar dela. “Ele tornou-se mais agressivo porque não queria separar-se. Não aceitou a rejeição e ficou descontrolado.” Mas os contactos mantiveram-se, porque “não estava inibido de se aproximar dos filhos”.

Dulce Rocha diz que se “romantiza muito” a relação entre pais e filhos e ignora-se o risco de violência. “É urgente alterar esta lei de 2008. São direitos humanos que estão em causa”, defende, sublinhando ainda “o terror” a que muitas crianças são submetidas por assistirem àquela “luta permanente, que é muito má para o seu desenvolvimento”.

Esta opinião é sustentada pelo psiquiatra Emílio Salgueiro, que acrescenta ainda o facto de muitas crianças se culpabilizarem pelas discussões dos pais.

Teresa sentiu isso e considera que o processo em tribunal foi “outra violência”: “Estou há cinco anos em tribunal e não consegui que os meus filhos fossem protegidos”, lamenta, adiantando que os dois filhos têm de fazer psicoterapia. “Se o tribunal tivesse tido uma resposta em tempo útil e tivesse inibido o pai durante algum tempo das responsabilidades parentais, se calhar isto não tinha acontecido.”

Teresa diz que conhece situações em que o pai mantém os comportamentos violentos, mas não se faz nada. “A mãe tem de estar escondida e o pai tem direito a ver os filhos. Não sei que bem isto pode fazer às crianças”, interrogou-se Teresa, que admite fazer queixa ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem sobre esta situação.

Emílio Salgueiro diz que os filhos mantêm uma ligação afectiva ao agressor, mesmo quando vivem com a mãe numa casa de acolhimento. Muitas crianças dizem “eu gosto do meu pai, só queria que ele não batesse na minha mãe”, conta o psiquiatra, ressalvando que os ofensores não são necessariamente agressivos com os filhos.

Sobre os encontros que os pais são obrigados a manter em nome dos filhos, considera que há casos em que “são impossíveis”: “Se estão gravemente desavindos como se vão entender? Só a presença um do outro desencadeia violência.”

As associações querem que haja uma alteração legislativa que vá ao encontro da Convenção de Istambul, que impõe aos Estados que garantam a segurança das vítimas nas questões de guarda e de visitas depois do divórcio. Diz a Convenção de Istambul, no seu artigo 45, que deve ser possível a “retirada da responsabilidade parental, se de outro modo não puder ser garantido o superior interesse da criança, o qual pode incluir a segurança da vítima”.

A APMJ já entregou uma proposta que está a ser analisada na subcomissão de Igualdade da Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias. A presidente desta subcomissão, Elza Pais, reconhece que “tem de se fazer alguma coisa”, mas afirma que é preciso garantir que as crianças “não perdem o direito” de ver os progenitores, a não ser que sejam agredidas.

Em Dezembro de 2013 estavam detidos 427 reclusos pelo crime de violência doméstica, mais 189 face a 2011, e havia 210 agressores com pulseira electrónica, contra 51 em 2011.

 

Seminário Prevenção da Violência Doméstica com a participação de Ana Sotto-Mayor do IAC

Março 20, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Drª Ana Sotto-Mayor do Serviço Jurídico do instituto de Apoio à Criança, irá participar no seminário “Prevenção da Violência Doméstica” com a comunicação “A violência que não parece ser : caminhos de prevenção”.

Ficha de Inscrição

A entrada é livre, sendo no entanto necessário efetuar a inscrição até o dia 27 de março.

Para mais informações, poderão contactar o Secretariado do Seminário, através do email anapaulabecunha@gmail.com

doms

programa

E-Maria – European Manual for Risk Assessment in the Field of Domestic Violence

Janeiro 30, 2014 às 6:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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descarregar manual aqui

Intimate Partner Violence (IPV) is one of the most widespread forms of domestic violence and has complex and negative consequences that affect the physical, psychological and socio-economic condition of a victim/survivor. It also impacts her family and the community in which she lives. Intimate Partner Violence occurs in all societies and is transversal to all ages, social and economic status, religious, ethnic and cultural groups. IPV also occurs in the context of lesbian, gay, bisexual and transgender – LGBT – (long term) relationships. However, it mostly affects and has impact on women and girls, children, disabled (women and children), elder women or other persons in vulnerable situations.

For the purpose of this manual, we address only violence perpetrated by men against women and children, hereafter called Intimate Partner Violence (IPV), which is one of the many forms of gender-based violence and as such is addressed by several international and national instruments. IPV is a serious human rights violation and requires that Member States assume their responsibility in the elimination of violence against women, protection of victims/ survivors and accountability of perpetrators. To successfully combat and eliminate IPV and DV, the involvement of all relevant actors that constitute a national referral mechanism and the development of systematic measures both for prevention and elimination of violence and protection of victims/survivors are essential.

Conferência Final do Projecto E-MARIA – Risk Assessment Saves Lives

Junho 23, 2013 às 3:32 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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e-maria

project E-Maria – European Manual on Risk Assessment in the Field of Domestic Violence

http://www.amcv.org.pt/

 


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