Escola de Prevenção e Segurança Loures – crianças do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico

Dezembro 7, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Escola de Prevenção e Segurança é um equipamento da Câmara Municipal de Loures dirigido fundamentalmente a crianças do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico.

Tem como objetivo promover a cidadania ativa, ensinando aos alunos as normas e os procedimentos relativos à prevenção e segurança de riscos, no âmbito da proteção civil: sismos, incêndios, cheias e acidentes domésticos.

Esta escola constitui um espaço privilegiado de aprendizagem e entretenimento para as crianças, dispondo de uma área coberta constituída por um amplo pátio central, à volta do qual se distribuem as cinco salas temáticas.

mais informações:

http://www.cm-loures.pt/Media/Microsite/Prevencao/Index.html

Sessões de Educação Parental sobre Prevenção de Acidentes

Abril 3, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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www.apsi.org.pt

www.facebook.com/apsi.org.pt

 

Ação de Sensibilização Prevenção de Acidentes nos primeiros Anos de Vida

Novembro 10, 2012 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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10 novembro
GRATUITA: Ação de Sensibilização Prevenção de Acidentes nos primeiros  Anos de Vida
Local:  Biblioteca Infantil e juvenil, Parque Marechal Carmona, Cascais.
Horário: 15H
Entidade organizadora: Câmara Municipal de Cascais
Inscrições pelo 21 481 5326/ 7

Comportamentos de Saúde Infanto-Juvenis: Realidades e Perspectivas

Junho 24, 2012 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança, Livros | Deixe um comentário
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Descarregar o livro Aqui

Comportamentos de saúde infanto-juvenis : realidades e perspectivas / org. Carlos Manuel de Sousa Albuquerque. – Viseu : Escola Superior de Saúde de Viseu, IPV, 2012. – 654 p. : il. ; 24 cm. –  http://www.essv.ipv.pt/images/pdf/conferencias/Livro_MISIJ.pdf
ISBN 978-989-96715-4-6

APSI e INEM dão conselhos úteis para evitar acidentes

Agosto 5, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Em época de férias, a APSI e o INEM juntam-se para dar conselhos sobre como evitar os acidentes domésticos

Os acidentes continuam a ser a maior causa de morte e incapacidade nas crianças em Portugal. Os adultos devem estar vigilantes, mas as crianças são imprevisíveis. O ideal é adaptar a sua casa – e o exterior desta – às características dos mais novos.

Tome nota de alguns conselhos para garantir um Verão em segurança aos mais pequenos, agora que passam mais tempo em casa.

Saiba mais

Prevenção de acidentes domésticos (II)

Julho 23, 2010 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Artigo do Serviço de Pediatria do Hospital de Braga disponível no Portal Educare.pt

Serviço de Pediatria do Hospital de Braga 2010-07-14

A prevenção e antecipação dos focos de risco é essencial para evitar os acidentes na idade pediátrica.

No seguimento de tema já abordado no artigo “Prevenção de acidentes domésticos (I)“, serão avaliados os principais focos de risco de acidentes domésticos em diferentes divisões de uma habitação.

Sala
Toalhas de mesa ou de aparadores pendentes: a criança, que adquire a capacidade de preensão e posteriormente locomoção e elevação, encontra nas toalhas pendentes o apoio ideal. Ao fazê-lo arrastam sobre si tudo o que possa estar colocado em cima. Em alguns países já se encontram disponíveis dispositivos de retenção de objectos para impedir a sua queda quando a criança os puxa ou vai de encontro ao móvel que os sustenta.

Mobília: a mobília comporta em si diferentes riscos, como as esquinas e as componentes de vidro. As portas deverão estar convenientemente fechadas para impedir o acesso ao seu conteúdo (principalmente quando a criança já gatinha). O espaço por baixo dos móveis deverá ser periodicamente inspeccionado para remoção de objectos que aí se possam encontrar e que representam risco de ingestão/aspiração.

Fogão de sala/aquecedores: consultar artigo “Prevenção de acidentes domésticos (I)”.

Bebidas alcoólicas: deverão estar fora do alcance da criança, num armário devidamente fechado.

Quarto
Cama:
a) As quedas da cama são frequentes na idade pediátrica. O recurso a sistemas de protecção, como colocação de grades, previne-as. A altura das grades deverá acompanhar a capacidade da criança se colocar de pé!

b) Evitar os beliches de cima para crianças com menos de 6 anos de idade; colocar uma grade protectora (mínimo 16 cm acima do nível do colchão).

c) Evitar colocar objectos pendentes sobre o bebé, especialmente se forem pesados ou de materiais que o possam magoar numa eventual queda.

d) O bebé deverá dormir em cama própria, pelo risco de esmagamento/asfixia que corre ao dormir no meio dos pais.

Posição de dormir: o bebé deverá ser colocado em decúbito dorsal (de barriga para cima). Esta é a posição mais segura na prevenção do síndroma da morte súbita do lactente.

Móvel para mudança da fralda (fraldário): deverá ter resguardos anti-queda; nunca se deverá deixar uma criança só em cima deste móvel (nem que seja por segundos!), devido ao risco de queda.

Brinquedos: deverão ser adequados à idade. Deve ter-se o cuidado de controlar o acesso aos brinquedos dos irmãos mais velhos.

WC
Banheiras:

a) Os bebés deverão ser cuidadosamente lavados para evitar risco de asfixia/afogamento (especialmente quando de barriga para baixo) – ler mais sobre os cuidados com o banho no primeiro artigo sobre este tema.

b) À medida que a criança toma banho sozinha, deverão ser evitados os banhos de imersão (devido ao risco de afogamento) e colocados dispositivos anti-derrapantes na banheira.

Sanitas: manter a tampa fechada entre utilizações.

Aquecedores: especial atenção aos aquecedores/termoventiladores pelo risco de queimadura.

Electrodomésticos (secadores, máquinas de barbear, aquecedores): objectos ligados à corrente eléctrica numa divisão com água corrente constituem um potencial risco de electrocussão. Desligá-los sempre após utilização e manter vigilância muito apertada durante a sua utilização.

Produtos de limpeza: muitas vezes alguns produtos de limpeza e remédios são guardados nesta divisão da casa. Respeitar os mesmos cuidados de acessibilidade já descritos.

Esquentador: nunca ter o esquentador na casa de banho. O risco de acumulação de gases tóxicos potencialmente letais é grande.

Cozinha
Facas e outros utensílios: deverão estar sempre fora do alcance da criança. Ter o cuidado de não as deixar em cima das bancadas (as crianças sobem facilmente os bancos e acedem a elas). Não esquecer também de fechar a máquina de lavar a loiça, pois se ficar aberta deixa estes utensílios acessíveis às crianças.

Fogão: os discos do fogão são focos de queimaduras frequentes. Por isso:
a) Não deixar bancos/escadotes na proximidade que possibilitem o acesso às bancadas/fogão.

b) Evitar a presença da criança enquanto se cozinha – não transportar líquidos quentes/cozinhados com a criança por perto, para evitar que estas sejam atingidas.

c) Nunca deixar entrar um voador numa cozinha. A velocidade de impacto num fogão/bancada pode ser suficiente para que o seu conteúdo atinja a criança.

c) Utilizar preferencialmente os discos de trás para os cozinhados, pois diminui a acessibilidade das crianças aos tachos/frigideiras (uma criança que corra contra um fogão poderá provocar um desequilíbrio do mesmo com derrame do conteúdo sobre si).

Armários: fechar as portas dos armários e colocar os produtos de limpeza/tóxicos inacessíveis à criança;

Ferro de engomar: não deixar um ferro quente/ligado ao alcance da criança pelo risco de queimadura. Vigilância enquanto este é utilizado.

Lixo: não deixar o lixo acessível à criança.

Escritório
Utensílios de escritório: tesouras, agrafadores e abre envelopes deverão ser cuidadosamente guardados.

Jardim
Utensílios de jardinagem: guardar cuidadosamente estes utensílios.

Piscina: as piscinas deverão ser cobertas e/ou possuir dispositivos que impeçam as crianças de ter acesso à água. Nunca deixar as crianças na piscina desacompanhadas. Mesmo se equipadas com braçadeiras ou bóias, a piscina constitui um grande risco de afogamento.

Esvaziar baldes e alguidares e afastá-los de locais onde possam acumular água, pelo risco de afogamento. Fruto da anatomia própria da idade – a criança apresenta a cabeça proporcionalmente mais pesada que o restante corpo, o que aumenta a probabilidade de imersão da cabeça com afogamento -, profundidades de apenas 2,5 cm podem ser suficientes para se dar um afogamento.

Utilização de adubos, fertilizantes e outros produtos de jardinagem: não permitir que as crianças tenham acesso a áreas onde forem utilizados estes produtos.

A rua: os jardins que façam fronteira com a rua deverão estar devidamente delimitados para prevenir a fuga das crianças para a estrada.

Os animais domésticos: habitualmente restritos a esta área da casa, muitos convivem com a restante família no interior da habitação e, como tal, os mesmos conselhos se aplicam nesse ambiente. Os animais de companhia são um importante complemento no desenvolvimento das crianças – estimulam o seu desenvolvimento neurológico, a sua capacidade de interacção/empatia, a sua responsabilidade, assim como a compreensão de eventos da vida, como doença/morte (ver artigo “Quero um animal de estimação!“).

A diversidade de animais de companhia é muita e deverá ser tido em conta o risco que estes poderão constituir para a criança (ver artigo “Animal de companhia: qual escolher?“: o risco alérgico; a empatia do animal/agressividade perante a criança, principalmente em animais que já pertencem a uma família onde chega uma nova criança – evitar deixar a criança só com o animal, principalmente com algumas raças de cães, como rottweilers, pit bulls, german shepherds, cujo comportamento agressivo é muitas vezes imprevisível. Outros animais como tartarugas, cobras e iguanas, que cada vez mais constituem a escolha de muitos portugueses, representam um risco acrescido de infecções por salmonella. Deve-se, por isso, ensinar as crianças a lavar as mãos depois de brincar com eles. A comida dos animais deverá ser guardada fora do alcance da criança.

Garagem
– Nunca deixar o motor do carro a trabalhar com a porta da garagem fechada ou em qualquer espaço que não seja devidamente arejado.

– Manter ferramentas e objectos perigosos/inflamáveis fora do alcance das crianças.

Lembre-se:
A prevenção e antecipação dos focos de risco é essencial para evitar os acidentes na idade pediátrica.

A educação, explicando os riscos, o funcionamento de dispositivos, é também uma preciosa arma e deverá ser adequada à idade da criança.

Hugo Braga Tavares

Prevenção de acidentes domésticos (I)

Julho 22, 2010 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Artigo do Serviço de Pediatria do Hospital de Braga, disponível no Portal Educare.pt

Prevenção de acidentes domésticos (I)

Serviço de Pediatria do Hospital de Braga 2010-06-30

O pior inimigo da prevenção dos acidentes é a presunção de que não ocorrerão connosco. Muitos pais conhecem os riscos mas acreditam que consigo os acidentes não vão ocorrer

Os acidentes domésticos constituem um dos principais motivos de observação urgente e de morbi-mortalidade na idade pediátrica.

As crianças caracterizam-se por apresentar uma saudável curiosidade que potencia o risco de ocorrência de acidentes. Estes comportamentos exploratórios são essenciais ao desenvolvimento harmonioso da criança mas deverão ser contrabalançados pela adopção de estratégias de antecipação que minimizem a ocorrência de acidentes.

O pior inimigo da prevenção dos acidentes é a presunção de que não ocorrerão connosco. Muitos pais conhecem os riscos mas acreditam que consigo os acidentes não vão ocorrer.

Se por um lado deveremos conhecer os principais riscos em ambiente doméstico para poder adoptar as medidas preventivas adequadas, por outro o conhecimento de algumas etapas-chave do desenvolvimento psicomotor da criança permite antecipar determinados comportamentos de risco (Quadro 1):

Principais focos de risco de ocorrências de acidentes domésticos
Tomadas eléctricas e candeeiros – as tomadas eléctricas que não possuam protectores de fábrica deverão ser protegidas com dispositivos próprios, principalmente após a criança iniciar o gatinhar (em alguns casos logo após os 6 meses de idade). Também os candeeiros deverão ser retirados doespaço onde a criança circula, pelo risco de contacto com a ficha-tomada e a queda do mesmo no chão com exposição da componente eléctrica.

Aquecedores/lareiras – os aquecedores constituem um foco de potenciais queimaduras. Existem no mercado alguns com capas protectoras, mas na impossibilidade de adquirir um destes dever-se-á evitar deixar crianças sozinhas no mesmo espaço, principalmente quando já apresentam capacidade locomotora. As lareiras, além do risco de queimaduras pela emissão de faúlhas ou contacto directo, são fonte emissora de monóxido de carbono (CO), potencialmente fatal. Use recuperadores de calor que impedem o contacto com o fogo (mas que podem atingir temperaturas elevadas!) e providenciar uma boa exaustão do monóxido de carbono.

Janelas/porta da rua/varandas – para uma criança a noção de perigo está distorcida, pelo que uma janela aberta, uma varanda desprotegida e uma porta da rua aberta constituem uma oportunidade de explorar algo de novo com o risco de quedas, atropelamento, entre outros acidentes.

Escadas – as escadas são um dos principais focos de perigo numa casa. Uma grande parte dos acidentes por queda ocorrem nas escadas, muitas vezes associadas ao uso de andarilhos. Deverão ser protegidas por dispositivos tipo cancela ou rede.

Parques – os parques constituem uma confortável medida de contenção da criança e podem evitar uma grande quantidade de acidentes. Alguns cuidados deverão ser tidos em conta, no entanto, para evitar que constituam um ambiente propício a outro tipo de acidentes: tenha atenção aos brinquedos a que a criança tem acesso, não deixe o parque perto de mesas, toalhas ou outros focos de risco.

Andarilhos – os andarilhos (também denominados de voadores) são frequentemente utilizados pelos pais por serem uma forma de contenção da criança (em substituição dos parques), com a suposta vantagem de estimular o início da marcha das crianças ao promover o apoio nos dois pés. Cientificamente está provado que não aceleram a aquisição da marcha e aumentam o risco de acidentes domésticos pela mobilidade que conferem à criança, nomeadamente, quedas de altura ou escadas, embate contra móveis/fogões com quedas e/ou derrube sobre a criança das estruturas em cima colocadas.

Quadros – deverão estar bem fixos, evitando a sua colocação por cima dos locais onde a criança passa a maior parte do tempo (como o berço ou o parque).

Esquinas – as esquinas dos móveis deverão ser protegidas com dispositivos próprios, especialmente as que ficam ao nível da criança (subindo de nível à medida que a criança adquire a capacidade de se levantar).

Medicamentos, álcool e produtos de limpeza (tóxicos) – provavelmente a mensagem melhor difundida na prevenção de acidentes mas que persiste em não ser assimilada: não deixar nenhuma destas substâncias ao alcance da criança. Ter em atenção que a aquisição das capacidades motoras leva à necessidade de actualizar a localização segura destes produtos. Nunca utilizar garrafas de bebidas, caixas de bolachas ou outras familiares à criança para guardar produtos tóxicos, pelo risco de a criança as considerar próprias para consumo.

Cadeirinha/transportador – deverá ser sempre colocado numa superfície firme, preferencialmente no chão, para evitar quedas.

Isqueiros, fósforos, objectos de dimensões reduzidas (moedas), pilhas eléctricas – todos estes objectos, entre muitos outros, não devem estar acessíveis às crianças pelo risco de aspiração ou deglutição que comportam.

Banho – relativamente aos riscos relacionados com o banho há que considerar as queimaduras (a temperatura da água deverá ser adequada) e a possibilidade de afogamento (uma pequena quantidade de água pode ser suficiente; as crianças têm a cabeça proporcionalmente maior e mais pesada em relação ao restante corpo, pelo que esta tendencialmente fica debaixo de água). Os produtos de higiene a utilizar deverão ser indicados para a idade pediátrica pela possibilidade de ocorrência de ingestão.

Alimentação – as cadeiras de alimentação deverão ser estáveis e estar bem apoiadas, pois as crianças não apreciam estar em espaço restrito e tenderão a mexer-se, com o risco de queda. Se se utilizarem bancos pendentes do tampo da mesa, aconselha-se a colocação de uma cadeira por baixo da criança por questão de segurança. As crianças, principalmente a partir do ano de idade, demonstram vontade de ‘participar’ na refeição, pegando nos talheres e copos. Devem ser utilizadas colheres e evitar a presença de facas ou garfos na proximidade da criança. Copos e pratos deverão ser preferencialmente de plástico. Os alimentos deverão ser confeccionados de forma adequada à idade da criança e espinhas e outros potenciais elementos agressores deverão ser cuidadosamente retirados.

Hugo Braga Tavares


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