Percepção de fragilidade do bebé prematuro: Sim! Impotência dos pais: Não!

Dezembro 1, 2019 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião de Cristina Matos publicado no Público de 17 de novembro de 2019.

Nem todos os bebés prematuros têm o mesmo tipo de problemas. As possibilidades de sobrevivência dependem da idade gestacional, do peso e dos problemas graves ao nascimento, como sejam: respiratórios; cardíacos; infecciosos e malformativos. De todos eles o mais importante é a idade gestacional.

O nascimento de um filho é um momento único de alegria e de esperança.

A duração de uma gravidez normal, de termo, ocorre quando o parto se dá entre as 37 e as 41 semanas mais seis dias de gestação. Porém, algumas vezes, de forma inesperada e abrupta, a gravidez acaba prematuramente e o bebé nasce antes das 37 semanas, é então designado como prematuro ou pré-termo. Nestes casos, o bebé real é frágil, imaturo, indefeso, pequenino, tão diferente do bebé que tinham imaginado durante toda a gravidez.

“Será que vai sobreviver? Em que posso ajudar o meu bebé?”

Os pais ao entrarem pela primeira vez na Unidade de Cuidados Neonatais ficam assustados por encontrar o seu filho rodeado de aparelhos e máquinas, tubos e fios.

“Posso acariciá-lo? Mexer-lhe? Pegar-lhe? Qual o meu papel enquanto mãe ou pai?”

Os profissionais de saúde, médicos e enfermeiros, que trabalham na unidade explicam o funcionamento de todo o equipamento que irá ajudar o bebé, nestes primeiros tempos de vida, incentivam e apoiam os pais a estarem presentes junto do recém-nascido e a ultrapassar as dificuldades, vivendo um dia de cada vez.

O bebé prematuro não só tem menos peso e é mais pequenino, como nasce com imaturidade dos seus órgãos e sistemas — pelo que pode ter problemas respiratórios, de controlo de temperatura, dificuldade alimentar, menor defesa às infecções. Tudo isto torna-o mais vulnerável às doenças e mais sensível aos estímulos externos, como a luz e o som.

Nem todos os bebés prematuros têm o mesmo tipo de problemas. As possibilidades de sobrevivência dependem da idade gestacional, do peso e dos problemas graves ao nascimento, como sejam: respiratórios; cardíacos; infecciosos e malformativos. De todos eles o mais importante é a idade gestacional.

A gravidade dos problemas está inversamente relacionada com a idade gestacional. Actualmente o limiar de sobrevivência são as 23/24 semanas de gestação. Os bebés prematuros vão necessitar de passar os primeiros tempos de vida internados em Unidades de Cuidados Neonatais, numa incubadora para lhes manter a temperatura, podem necessitar de um ventilador para os ajudar a respirar, serem alimentados através de um catéter, colocado numa veia que lhes leva os nutrientes necessários ou de uma sonda que lhes leva o leite até ao estômago.

Os bebés têm de ficar afastados fisicamente dos pais, quebrando-se a relação afectiva essencial no estabelecimento da relação precoce pais/filhos.

Sempre que o desejarem, desde que o estado de saúde do bebé o permitir, os pais podem tocar, acariciar, falar, fazer contacto pele a pele, trocar a fralda, colaborar na higiene, colocar bebé ao peito, embalar, cantar.

Conhece-se hoje a importância da presença e envolvência dos pais nos cuidados ao recém-nascido. Diminui o stress e insegurança dos pais, melhora a relação de afectividade com o bebé e dá maior estabilidade ao recém-nascido.

É um tempo de aprendizagem, capacitação e preparação gradual dos pais para o momento tão esperado de uma ida com segurança para casa.

A humanização das Unidades, os cuidados centrados no desenvolvimento e na família, a par da elevada tecnologia que hoje dispomos, são fundamentais para a sobrevivência com qualidade de vida dos bebés prematuros.

Fragilidade dos Prematuros: Sim!

Impotência dos Pais: Não!

Médica Pediatra responsável pela Unidade de Neonatologia do Hospital CUF Descobertas

Campanha do Unicef Portugal combate falta de apoio a recém-nascidos prematuros e famílias

Outubro 19, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da ONU News de 8 de outubro de 2019.

Iniciativa em Portugal deve ajudar famílias em todo o mundo; todos os anos 2,6 milhões de bebês morrem antes de completarem um mês; cerca de 1 milhão não sobrevivem sequer 24 horas.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, lança esta semana uma campanha em Portugal para angariar donativos para a prevenção e acompanhamento de bebês prematuros e das suas famílias.

Os donativos serão usados em programas de sobrevivência infantil em todo o mundo.

Ajudar

Com a hashtag “Ligados à Vida”, o spot de televisão de 30 segundos conta a história de Blessing, uma tanzaniana que nasceu prematura e que a agência ajudou a salvar através de uma unidade de cuidados intensivos neonatais.

A campanha dura de 7 a 27 de outubro na televisão e na internet. Para ajudar e contribuir para esta causa, os portugueses só têm que ligar para o 760 100 215 (chamada de valor acrescentado – €0,60 + IVA) ou visitar o site www.unicef.pt.

Importância

Todos os anos 2,6 milhões de bebês morrem antes de fazerem um mês. Cerca de 1 milhão morre durante as primeiras 24 horas.

Mais de 80% das mortes de recém-nascidos acontecem por complicações durante o parto e infecções como meningite e pneumonia. Segundo a agência da ONU, milhões de vidas poderiam ser salvas se mães e filhos tivessem acesso aos cuidados necessários, a uma boa alimentação e a água potável.

Ação

Com os donativos desta campanha, o Unicef pretende ajudar a prevenir e a reduzir a prematuridade de várias formas.

Devem ser criadas e reforçadas unidades de cuidados intensivos de neonatologia, formadas equipas médicas em situações de emergência e triagem e comprados novos equipamento e medicamentos, incluindo aquecedores eléctricos e máquinas de respiração de oxigénio.

Os donativos angariados com a campanha também devem servir para prestar acompanhamento psicológico às famílias.

http://www.youtube.com/watch?v=oIJYGDo1CBs

Ligados à Vida

Banco de leite humano ajuda a salvar bebés prematuros

Agosto 16, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do DN Life de 9 de julho de 2019.

Numa altura em que há cada vez prematuros a nascer de grávidas tardias, o leite materno permite evitar infeções, futuras complicações no desenvolvimento, até mortes. E aqui entra o único Banco de Leite Humano do país, a ajudar as mães a alimentarem os seus bebés desde 2009.

Texto de Ana Pago

Israel Macedo, pediatra e neonatologista, sabe bem os cuidados que inspiram bebés nascidos antes do tempo. Alguns pesam menos do que um pacote de arroz, com órgãos tão imaturos que quase os perdemos com um sopro. Muitos irão ter tubos e sensores nos corpos minúsculos até alcançarem o vigor de um bebé maior – os pais ficam perfeitamente aterrados, mas o importante é sobreviver. E aqui o leite materno tem um papel imperativo, que justifica a existência de um Banco de Leite Humano na Maternidade Alfredo da Costa (MAC) desde 2009. É o único no país até à data.

Há cada vez mais prematuros a nascer em Portugal, fruto de melhorias na saúde e de um aumento da idade materna. E é nos muito pré-termo que se regista quase 60% da mortalidade neonatal e maior perigo de complicações posteriores ao nível do desenvolvimento”, explica o médico especialista em prematuros da MAC, Lisboa, e coordenador do Banco de Leite Humano que cocriou, ciente das prioridades: os bébés evoluem melhor com leite fortificado da mãe e logo a seguir com leite doado (se a primeira opção for insuficiente).

“Mesmo nesses casos, o ideal é combinar o leite doado com leite materno sem cair na asneira de achar que o das dadoras substitui o da própria mãe, do melhor para proteger um bebé tão vulnerável de uma série de infeções no imediato e a longo prazo”, sublinha Israel Macedo. Por isso insiste tanto em dizer a estas mães fragilizadas, que veem os seus filhos de um palmo a ser ventilados na incubadora, que devem tentar amamentá-los mesmo que se sintam fracas e tenham pouco leite.

“É tudo ouro. Qualquer bocadinho de colostro já vai ter um papel anti-inflamatório e estimular o crescimento do tubo digestivo”, reitera o médico, que se por um lado não se impressiona com o aparato tecnológico em torno dos prematuros, por outro assusta-se de morte com o risco de infeções fatais em bebés tão pequenos. “Com o Banco de Leite Humano a ajudar estas mães a amamentar, o número de enterocolites caiu drasticamente para um a dois casos por ano, quando antes surgiam em 12% dos bebés com menos de 28 semanas.”

Isto quando a enterocolite é a emergência gastrointestinal mais recorrente e perigosa nos recém-nascidos, em especial os de muito baixo peso ou que ficam internados nos cuidados intensivos: a superfície interna do intestino inflama-se e sofre lesões que conduzem a uma proliferação bacteriana anormal, podendo redundar em peritonites, perfuração intestinal e até infeção generalizada e morte nos quadros mais graves, agravadas pelos leites de fórmula que alteram o microbioma.

“Aqui, se 50% do leite for da mãe, complementado com leite de banco, a proteção é idêntica à que o bebé teria se só bebesse leite materno, já que os micro-organismos e toda a parte enzimática que existem no leite cru estão lá presentes”, sustenta Israel Macedo, acrescentando de caminho outra mais-valia inegável: “Ao fazermos a alimentação exclusiva com leite materno ou de dadora até às 32-34 semanas, assistimos habitualmente a um retirar de cateteres mais rápido, o que só por si também reduz o risco de infeções hospitalares”, diz.

De resto, bebés prematuros são todos os que nascem com menos de 37 semanas, sem exceção, embora haja uns casos mais alarmantes do que outros – em particular os nascidos antes das 32 semanas e a pesar menos de um quilo e meio (pouco mais que as embalagens de leite ou farinha que compramos no supermercado). A idade gestacional em que 50% sobrevive está atualmente nas 24 a 25 semanas, algo que seria impensável há uns 30 anos.

“Aquilo que pensámos foi que, face à população crescente de grávidas tardias e prematuros em Portugal, não fazia sentido não ter esta opção para oferecer quando não existe leite materno em quantidade suficiente”, conta Israel Macedo, que em 2007 começou a matutar num banco nosso ao assistir a um congresso sobre o tema em que participaram João Aprigio, coordenador da Rede Brasileira e do Programa Iberoamericano de Bancos de Leite Humano, alguns colegas espanhóis e brasileiros com essa experiência e Jorge Branco, então presidente da MAC (que na altura estava a aderir à iniciativa Hospitais Amigos dos Bebés, promovendo o aleitamento materno).

Em 2008, à boleia de umas remodelações na ala pediátrica da MAC, fizeram-se as obras a contar com o Banco de Leite Humano, que já ajudou a alimentar mais de mil bebés. “Em 2009, quando entrou em funcionamento, houve pelo menos 70 mulheres a doarem-nos o seu leite, o que permitiu alimentar uma média de 20 bebés prematuros por mês”, revela o neonatologista, lembrado de cada momento. De 2010 a 2011 recolheram cerca de 600 litros de leite humano, sem imaginar a carência que estava para chegar.

Em 2012, com a crise a restringir o que se pagava à empresa que recolhe e faz o transporte refrigerado de casa das dadoras para o Banco, a MAC passou de uma média de 30 mulheres para dez (e depois para cinco), com o leite a baixar dos 15 para os oito litros por semana num ápice. Somente em 2018 voltaram a uns generosos 360 litros de leite entre 46 dadoras (algumas tinham muito para dar) e estimam atingir entre 400 e 500 litros em 2019.

Além dos bebés internados no serviço de neonatologia da MAC, o Banco alimenta ainda prematuros nos hospitais Fernando Fonseca (o Amadora-Sintra), Dona Estefânia, Santa Marta e pontualmente no de Cascais e Beatriz Ângelo (Loures). Estão igualmente a dar-se passos sólidos para que o fornecimento seja alargado aos hospitais de Santa Maria, Garcia de Orta e São Francisco Xavier.

“O processo é muito simples: mal os hospitais com prematuros preveem iniciar a alimentação dos seus bebés, mandam-nos um e-mail com aquilo de que precisam e o estafeta leva diariamente o leite que descongelamos para os nossos”, esclarece o coordenador. Quando as quantidades são maiores, passam a fornecer o leite para a semana e fazem, eles próprios, uma a duas pasteurizações semanais em que tratam nove litros de leite cru, que é descongelado e submetido a temperaturas de mais de 60 graus para matar quaisquer vírus e bactérias. “No final, uma técnica de patologia clínica analisa tudo, faz a rotulagem e informatiza os resultados”, diz.

Antes desta fase, cada dadora recebe frascos esterilizados, etiquetas e uma bomba para extrair o leite em casa, onde pode conservá-lo por alguns dias a 25 graus negativos antes de ser recolhido e levado para o Banco de Leite Humano. Requisitos cruciais a cumprir: não pode fumar, beber álcool, ter doenças crónicas ou tatuagens há menos de três meses, estar infetada com algo que possa ser transmitido ao leite ou tomar medicação regularmente. Além disso tem de estar a amamentar em exclusivo o seu próprio bebé, nascido há pelo menos quatro meses.

“Temos uma enfermeira na MAC que faz a triagem telefónica, mais três médicos responsáveis pelas entrevistas pessoais detalhadas”, enumera Israel Macedo. Para a recolha contam ainda com três pessoas do Banco do Bebé – uma organização sem fins lucrativos que presta apoio domiciliário – e com uma equipa de dois médicos e duas enfermeiras da Unidade de Saúde Familiar Conde Oeiras, que desde 2017 já angariou mais de 120 litros de leite para o Banco, fazendo todo o acompanhamento das mães ainda desde as consultas pré-parto.

“No meio disto, é uma pena que o Porto não tenha conseguido fazer o Banco de Leite Humano que esperava abrir no final de 2018”, lamenta o pediatra, que acompanhou de perto as movimentações dos hospitais de São João, Santo António e Maternidade Júlio Dinis nesse sentido – sem efeito. “Não sei em que pé estão as coisas ou que dali vai sair, mas a quantidade de partos e de prematuros justifica plenamente um segundo Banco que sirva a zona norte e centro, onde se inserem os hospitais de Coimbra.”

Há dadoras que lhes ligam, a quererem entregar o seu leite, e nem eles têm capacidade para ir fazer recolhas lá acima nem a hipótese de mandarem leite materno de Lisboa para norte. “Numa fase a seguir a essa teria de se pensar também numa pequena unidade em Faro, que é outra zona do país onde nascem bastantes prematuros”, acrescenta Israel Macedo, esperançado num desfecho positivo. Gota a gota…

Estudo. Consumo de cafeína em chá ou café na gravidez pode ser uma atitude de risco para o seu bebé

Fevereiro 25, 2019 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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©Dreamstime

Notícia do i de 9 de janeiro de 2019.

Se está grávida e é uma consumidora assídua de cafeína então este artigo
De acordo com um novo estudo, levado a cabo por investigadores da University College Dublin, na Irlanda, as grávidas que consomem caféina, seja no café ou no chá (verde ou preto) apresentam um maior risco de ter bebés de baixo peso ou prematuros, compativamente às mulheres que se abstêm do estimulante durante a gravidez.
Em causa está o facto da cafeína restringir a circulação do sangue direcionado para a placenta, o que acaba por atrasar o crescimento do bebé.
Para o estudo, foram examinadas 941 mães e bebés. Destas, 48% tinham como principal fonte de cafeína o chá, enquanto 38% consumia café.
“Com base nas associações consistentes que observamos e porque muitas gravidezes não são planeadas, recomendamos mulheres que estão grávidas ou que desejam engravidar para pelo menos limitar o consumo de café e chá com cafeína”, disse Ling-Wei Chen, autor do estudo, citado pela Reuters.
De acordo com a investigação por cada 100 miligramas adicionais de cafeína diária durante o primeiro trimestre, o que equivale a cerca de metade de uma chávena de café, o bebé pode diminuir cerca de 700 gramas antes do nascimento, ter uma idade gestacional menor, ter menor comprimento no nascimento e dimuir a circunferência do crânio.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) já havia recomendado que as mulheres consumissem menos de 300 miligramas de cafeína por dia durante a gravidez. Contudo, o estudo, publicado no The American Journal of Clinical Nutrition, mostra que esse valor é elevado.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Associations of maternal caffeine intake with birth outcomes: results from the Lifeways Cross Generation Cohort Study

Portugal é dos países onde nascem mais bebés com baixo peso

Novembro 22, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.dn.pt/ de 11 de novembro de 2017.

Em 15 anos, número de crianças que nasceram com menos de 2,5 quilos disparou 59%

Portugal está na quinta posição dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) onde nascem mais bebés com menos de 2,5 quilos, avança hoje o Público, que cita o relatório Health at a Glance 2017. Só a Indonésia, Colômbia, Japão e Grécia têm mais crianças a nascer nesse limiar de peso.

Em Portugal, esses nascimentos representam 8,9% do total. Entre 1990 e 2015 o aumento destes casos foi de 59%. Na OCDE, os nascimentos com menos de 2,5 quilos representam 6,5% do total e registaram um aumento de 15%, segundo os dados citados pelo jornal.

O aumento do número de partos prematuros e a idade avançada das mães são fatores que ajudam a explicar estes dados.

O documento citado na notícia é o seguinte:

Health at a Glance 2017

 

 

Avô “cuidador” de bebés no Children’s Healthcare of Atlanta

Novembro 1, 2017 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Lançamento do livro “Diálogos Acerca da prematuridade” 16 dezembro em Lisboa

Dezembro 14, 2016 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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prematuridade

mais informações:

http://www.edicoesaloendro.com/

Alimentar bebés prematuros só com leite materno pouparia mil euros por criança

Outubro 23, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 7 de outubro de 2016.

daniel-rocha

Lusa

Em Portugal, poupança equivaleria a uma redução de custos na ordem dos oito milhões de euros anuais.

Alimentar os bebés prematuros exclusivamente com leite materno traria uma poupança de mil euros por criança ao longo do seu desenvolvimento, o que em Portugal equivalia a uma redução de custos na ordem dos oito milhões de euros anuais.

Segundo um estudo britânico do consórcio York Health Economics, da Universidade de York, a poupança de cerca de mil euros por cada criança foi estimada tendo em conta o período que o bebé prematuro permanece nos cuidados intensivos e também a redução de doenças a longo prazo e complicações após a alta hospitalar.

Os investigadores desenvolveram um modelo para calcular o valor económico resultante da redução da incidência, severidade e risco de ter determinadas doenças e complicações em recém-nascidos prematuros alimentados exclusivamente com leite materno, face aos que são alimentados com leite de fórmula.

De toda a poupança estimada, quase 65% (670 euros) aplica-se ao período de internamento em cuidados intensivos nenonatais e os restantes 35% estão ligados à redução de doenças a longo prazo.

O estudo, que foi promovido em conjunto com uma empresa de produtos e investigação em aleitamento materno, teve o sistema de saúde britânico como modelo, mas supôs que as poupanças seriam similares em economias comparáveis, como a portuguesa.

Vários estudos internacionais têm demonstrado que o leite materno em exclusivo aos bebés pré-termo (antes das 37 semanas de gravidez) reduz o risco de desenvolverem várias doenças.

Esta análise da Universidade de York centra-se na enterocolite necrosante, a doença digestiva mais frequente e grave no período neonatal, na sepsis, na síndrome de morte súbita do bebé, na leucemia infantil e noutras doenças crónicas e infecciosas.

Portugal assinala na primeira semana de Outubro a Semana Mundial do Aleitamento Materno.

 

 

Foi lançado este mês o livro “Viver a prematuridade”

Junho 24, 2016 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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pais2

 

 

“Viver a prematuridade” é um livro de Cláudia Pinto feito em articulação com o Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, que ajuda os pais a lidar com o nascimento de um bebé prematuro através de testemunhos e das palavras de especialistas. O livro é patrocinado pela Associação Portuguesa de Apoio ao Bebé Prematuro – XXS.

Fotógrafo registra antes e depois de crianças prematuras

Outubro 26, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.paisefilhos.com.br de 5 de outubro de 2015.

Red Méthot

Veja a série de lindas fotografias que retratam a história destas pessoas

O fotógrafo canadense Red Méthot realizou um ensaio fotográfico chamado “Les Premas”, onde crianças que nasceram prematuras seguram quadros com suas fotos ao nascerem, para mostrar a dificuldade que enfrentaram e os desafios superados. Foram reunidas várias crianças para a série. Confira abaixo:

Red Méthot2

mais fotos no link.

https://www.yahoo.com/parenting/powerful-photos-show-how-far-premature-babies-have-191110545.html?soc_src=mail&soc_trk=ma

https://www.facebook.com/RedMPhoto

 

 

 

 

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