Brincar e nadar em segurança! Procedimentos que salvam vidas!

Agosto 7, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Brochura e flyers no link:

http://www.dge.mec.pt/noticias/educacao-para-cidadania/brincar-e-nadar-em-seguranca-e-folhetos-seguranca-das-criancas

Dicas de Segurança Infantil da Campanha “Estou aqui” 2016

Junho 6, 2016 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Aqui ficam as dicas sobre segurança infantil de um folheto da Campanha “Estou aqui” 2016 da PSP, que tem como parceiros o Instituto de Apoio à Criança e a Missing Children Europe.

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Saiba mais AQUI.

Basta haver água para uma criança se afogar

Abril 21, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 7 de abril de 2016.

Global Imagens

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Não é preciso mar ou piscina. Um balde ou um alguidar representam um risco para as crianças.

Um menino de dois anos morreu na terça-feira, no Porto, depois de cair na piscina de casa dos avós. A criança estaria a dormir e ninguém se terá apercebido de que acordara e de que fora para a rua. O perigo estava à espreita: uma piscina. Mas para uma tragédia acontecer basta que haja água, alerta Sandra Nascimento, presidente da direção da Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI).

“Recordo-me de um caso de uma criança que morreu na água da demolha do bacalhau”, diz a responsável, para salientar que o perigo está em todo o lado e não apenas na praia ou nas piscinas. Basta um balde ou um alguidar com água. Tudo depende da idade da criança.

As estatísticas comprovam-no: o afogamento é a segunda causa de morte de crianças em Portugal, atrás dos acidentes rodoviários e à frente das quedas. Entre 2002 e 2013, segundo a APSI, morreram 207 crianças e jovens em ambiente aquático e 482 foram internadas na sequência de um afogamento.

Em comparação com as quedas, os afogamentos “não são tão frequentes, mas são mais mortais”, diz Sandra Nascimento. “O afogamento é muito rápido. Acontece em pouca água, em silêncio. Há menos possibilidades de as pessoas reagirem. Quando acontece, muitas vezes é fatal”, repara a responsável da APSI.

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O peso da cabeça da criança é algo em que não se costuma pensar, mas que é essencial num afogamento. A criança pode até já ter alguma mobilidade, mas na água tem muita dificuldade em levantar-se e perde a consciência muito rapidamente. “Ela tem de ser literalmente resgatada”, alerta Sandra Nascimento.

Até a criança ter alguma mobilidade é muito comum o afogamento ser em ambiente de casa. “Uma criança pequena pode afogar-se em menos de um palmo de água”, alerta Sandra Nascimento. Por isso, todo o cuidado é pouco e há que garantir que não se deixam recipientes com água acessíveis à criança. E nunca se deve deixar uma criança pequena sozinha na banheira, por pouco tempo que seja.

“À medida que a criança ganha mais mobilidade começa a ter acesso a outros locais”, salienta Sandra Nascimento. Daí a importância de colocar barreiras físicas (vedações) que impeçam que esta chegue a piscinas, tanques ou a poços, por exemplo. “Entendemos que a proteção mais eficaz são as barreiras verticais. As coberturas das piscinas são complementares à vedação”, afirma a responsável da APSI, lembrando que os poços devem ter tampa e as piscinas insufláveis devem ser despejadas e viradas ao contrário, para impedir a acumulação de águas da chuva.

Ao contrário do que aconteceu entre 2005 e 2010, com uma média de 19,8 mortes por ano, o número de óbitos por afogamento diminuiu no triénio 2011-2013, com uma média anual de 9. E se em 2002, ano em que estes dados começaram a ser monitorizados, se registaram 28 mortes, em 2013, último ano para os quais a APSI tem dados, registaram-se apenas 5.

Segundo os dados da APSI, compilados a partir de informação recolhida na comunicação social, dos 125 casos de afogamentos de crianças e jovens até aos 18 anos noticiados entre 2005 e 2012, a maioria (43) deu-se com crianças entre os zero e os quatro anos. No que se refere ao ambiente em que ocorreu o afogamento, 56 deram-se em planos de água construídos, como tanques, poços e piscinas; e 62 em planos de água naturais, como praias, rios e lagoas. Existem ainda 7 casos de afogamentos que ocorreram em outros locais, como fonte, mina, vala, caixa de esgoto, tina de água, balde e bidão de água.

Ao contrário do que se poderia pensar, a praia não é o perigo n.º1. Quando se desagregam os diferentes locais incluídos em cada ambiente aquático, os rios/ribeiras/lagoas são os planos de água com maior registo de afogamentos (34) seguidos dos tanques e poços (28) e das piscinas (28). A praia é o plano de água com menos registos de afogamentos (28).

Sandra Nascimento não tem dúvidas de que as campanhas da APSI tem contribuído para alertar a população e para a diminuição do número de casos, mas defende que é preciso mais. Mudar a legislação seria o ideal, mas não o conseguindo, fica satisfeita por ver as pessoas mais conscientes dos perigos e do que podem fazer para prevenir afogamentos

 

 

Ortopedistas lançam campanha nas praias contra mergulhos perigosos

Agosto 12, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do Público de 11 de agosto de 2014.

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Pedro Sales Dias

Acção de sensibilização, entre Agosto e Setembro, estará em 100 praias e alertará os veraneantes para a possibilidade de mergulhos perigosos resultarem em traumatismos vertebro-medulares.

Durante dois meses as praias do país vão receber ortopedistas e vários voluntários numa campanha que visa sensibilizar os veraneantes para os perigos de mergulhar em águas baixas ou junto a rochas. A campanha “Mergulho Seguro”, em marcha entre Agosto e Setembro, “pretende prevenir os traumatismos vertebro-medulares provocados por acidentes relacionados com o mergulho”, adiantou ao PÚBLICO Jorge Mineiro, o presidente da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia (SPOT), entidade responsável pela acção em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

A campanha estará presente em 100 praias do país com cartazes e folhetos de sensibilização. “Estima-se que 43% dos acidentes de mergulho aconteceram a jovens entre os 10 e os 19 anos e que 73% dos acidentados tinham menos de 29 anos. É nos meses de Julho e Setembro que se verifica mais de 90% destas ocorrências”, apontou também Jorge Mineiro com base num estudo relativo à época balnear de 2012.

“É o único estudo prospectivo que existe. Nele foram referenciados 17 acidentes, dos quais seis resultaram em lesões medulares e três em lesão total”, explicou o médico interno autor do estudo, Ricardo Prata. No âmbito da campanha deverá ainda ocorrer a realização de acções de sensibilização em escolas de surf e a colocação de outdoors nas praias, indicou Ricardo Prata.

Com base nesses números, o presidente da SPOT defende que “os jovens devem conhecer a profundidade do local antes de mergulharem e não devem mergulhar a partir de rochas, margens de lagos ou rios ou em águas rasas”. Correr esse risco, poderá resultar na morte ou deixar os jovens “gravemente incapacitados”, alerta o especialista.

“Não mergulhes no escuro. O local onde mergulhas pode não ser tão fundo como pensas. A água às vezes não é o que parece”, lê-se num dos folhetos que serão distribuídos nas praias.

Segundo a SPOT “os traumatismos vertebro-medulares apresentam elevadas taxas de morbilidade e mortalidade particularmente elevada em Portugal face ao panorama europeu, no contexto dos acidentes em praias”. Aquela sociedade não conseguiu, porém, adiantar,  para efeitos de comparação, as taxas médias de mortalidade devido a este tipo de acidentes na Europa.

recomendações

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Sugestões de livros infantis para ler na praia

Julho 17, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://www.pumpkin.PT

Ler na praia, quem não gosta?!? À beira mar, sob o som das ondas, respirando a brisa marítima, e com um livro divertido para completar um dia perfeito de praia!

Os livros são sempre uma boa companhia. E na praia tornam-se mesmo um ótimo aliado, na hora em que queremos os nossos pequenotes à sombra do chapéu. 🙂

A pensar nisso, a Sofia Baltazar Knapič deixou-nos sugestões de livros para levar na sacola da mamã e desfrutar de leituras animadas na praia.

livros

Vejam aqui a sipnose dos livros: Viva o Peixinho!Miffy vai a PraiaA Bruxa Mimi Vai à PraiaAdivinha Quanto Eu Gosto de Ti no VerãoAnita na Praia | O Senhor Cavalo-Marinho | Uma Onda Pequenina | Nadadorzinho | Onda 

Viva o Peixinho! de Lucy Cousins

O Peixinho tem cardumes e cardumes de amigos, que desfilam um após outro neste livro encantador – um verdadeiro mar de cores e rimas.

Editor: Editorial Caminho

Faixa etária: dos 4 aos 6 anos.

Miffy vai a Praia de Dick Bruna

Com a publicação destes seis títulos, a ASA dá início ao relançamento, em Portugal, da simpática coelhinha Miffy, porventura a mais internacional de todas as personagens da literatura para a primeira infância.

Nascida em 1955 pela mão de Dick Bruna e publicada em todo o mundo em mais de 40 línguas, o seu sucesso fica a dever-se à sua simplicidade…

As imagens são reduzidas à sua essência, transformando-se em pictogramas reconhecíveis por todos em qualquer parte do mundo, e as cores utilizadas são exclusivamente cores primárias, atrativas até para os mais pequenos… As histórias são escritas em rima, também por aí se assegurando a atenção da criança, e os livros apresentam-se com capa dura e em formato quadrado, adequado ao intenso manuseamento pelas mãos irrequietas dos pequenos leitores.

Editor: Edições Asa

A Bruxa Mimi Vai à Praia de Valerie Thomas, Korky Paul

Com tanto calor, a Bruxa Mimi não consegue ficar em casa, e decide partir com o Rogério rumo à beira-mar. Mal chega à praia, estende a toalha na areia e corre para o mar para dar um mergulho – ao contrário de Rogério, que odeia água! Mas à medida que a maré vai subindo, as ondas vão-se aproximando do sítio onde a Mimi deixou as suas coisas – e levam-lhe a vassoura. Ela bem tenta que a vassoura responda ao seu «Abracadabra», mas nem tudo corre como previsto…

Livro recomendado para o 1º ano de escolaridade destinado a leitura orientada na sala de aula. Grau de Dificuldade II.

Editor: Gradiva Publicações

Coleção: Gradiva Júnior

Adivinha Quanto Eu Gosto de Ti no Verão de Sam McBratney

A Pequena Lebre Castanha adora brincar no Verão, quando há cores por toda a parte. Mas de que cor é que ela gosta mais? Dos criadores de Adivinha Quanto Eu Gosto de Ti, quatro novas histórias encantadoras, perfeitas para partilhar com os seus filhos!

Editorial Caminho

Anita na Praia de Gilbert Delahaye, Marcel Marlier

Os livros da Anita percorrem, desde há 50 anos, as mãos de todas as crianças portuguesas. Não há Avó que não se lembre da Anita, como não há neta que não deseje ler as histórias desta pequena criança desenhada desde sempre por Marcel Marlier.

Editor: PI

O Senhor Cavalo-Marinho de Eric Carle

Na maior parte das famílias de peixes, depois de a mãe pôr os ovos e de o pai os fertelizar, ninguém fica de guarda aos ovos. Mas há excepções, como o cavalo-marinho, o peixe-espinho, a tilápia, o kurtus gulliveri, o peixe-cachimbo, o peixe-gato e outros quantos. Nesses casos, não só um dos progenitores fica a tomar conta dos ovos, com grande esmero, como – surpresa das surpresas – esse progenitor é o pai. Por estranho que pareça, isto é mesmo verdade: acontecem de facto coisas maravilhosas no fundo do mar. E esta é a história desta obra, através do ponto de vista e do percurso do Sr. Cavalo-Marinho.  Dono de um estilo inconfundível, Eric Carle opta aqui por uma proposta que tem o seu maior relevo na utilização de folhas de acetato, intercaladas entre o espaço central das duplas páginas do livro, e que, sobrepondo-se sempre à página da direita, vão escondendo diferentes tipos de peixe. Essas folhas, coloridas com algas, corais ou rochas, cumprem assim uma importante função – a da camuflagem -, quer no desenrolar da história, pelo efeito de surpresa e descoberta que provocam no leitor; quer na própria transposição da história para a vida quotidiana dos animais: camuflados, eles podem efectivamente esconder-se dos predadores, e não só os peixes.

Editor: Kalandraka

Uma Onda Pequenina de Isabel Minhós Martins e Yara Kono

Todos os leitores sabem como as histórias podem ajudar-nos a vencer o medo. Depois de lermos um livro é como se ganhássemos super poderes para derrotar bruxas, dragões, lobos, tempestades… tubarões! Neste livro acontece uma situação parecida, mas ao contrário: há um menino que nada tranquilamente no mar até ser perturbado por uma dessas palavras assustadoras que nos fazem recuar (neste caso, uma palavra com muitos dentes terminada em ÃO!). E agora, o que acontecerá? É que o menino não quer voltar ao mar e precisa muito da ajuda de um leitor para vencer o medo. Será que os leitores se atrevem a mergulhar? Será que a coragem passa não só das personagens para os leitores mas também dos leitores para as personagens dos livros? É isso que vamos ver…

Editor: Planeta Tangerina

Nadadorzinho de Leo Lionni Algures, num cantinho no mar, vivia um cardume de peixinhos. Todos eram vermelhos, excepto um deles, que era tão preto, como a casca de um mexilhão. Nadava mais depressa do que os seus irmãos e irmãs e o seu nome era Nadadorzinho.  A história de Nadadorzinho, como todos os livros de Leo Lionni, convida a pensar e a aprender valiosas lições de vida. O valor da diferença e o respeito que se deve a quem -por cultura ou aspecto físico -não partilha das características comuns, reflecte-se nas primeiras páginas deste clássico da literatura infantil de todos os tempos.

Livro recomendado para Educação Pré-Escolar, destinado a leitura em voz alta.

Editor: Kalandraka

Onda de Suzy Lee

Um dia cheio de sol. Uma menina curiosa. Uma onda brincalhona Apenas com estes três elementos, Suzy Lee criou este belíssimo livro em que as imagens puxam pelas palavras. E o texto surge espontaneamente na cabeça de cada leitor.  Tudo tão simples, tudo tão belo!  Sem palavras. Assim é contada a história em Onda, livro-imagem da jovem coreana Suzy Lee. Livro dos verões (e invernos) em diversos países, publicado originalmente nos Estados Unidos, já foi publicado em vários países pelo mundo. Ao todo, são 100 mil exemplares vendidos, em apenas um ano. Universal como o mar, as imagens relatam o primeiro encontro da menina com o mar. Com traços a carvão, Lee ilustrou em azul, preto e branco o ruído das águas, o bater de asas das gaivotas, o vento que balança o vestido da criança e a conversa silenciosa que se estabelece ao longo da narrativa. Porque cuida de todos os pormenores, a autora manuscreveu o título das edições estrangeiras, inclusive o da edição portuguesa.

Editor: Gatafunho

 

Proteja o seu filho do sol

Agosto 28, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto publicado no site crescer.sapo.pt

Todos os cuidados para que os dias de calor à beira-mar deixem apenas boas recordações

A pele das crianças é mais fina e delicada do que a tez de um adulto. Tem, na verdade, uma menor capacidade de produzir melanina, a substância que produz a pigmentação e é responsável pela protecção natural do nosso organismo contra os raios solares.

Por isso bronzeia-se menos, com mais dificuldade. Os cuidados a ter com a exposição solar devem assim ser redobrados face à proteção de um adulto. Para saber mais sobre os cuidados a ter na praia, clique aqui.

Raios perigosos

Os raios ultravioleta UVA e UVB não são totalmente absorvidos pela camada do ozono. Os que atingem as crianças, ainda com uma pele vulnerável, podem ter consequências graves para a sua saúde a longo prazo. Aliás, é logo na infância que começa a contar o relógio biológico em termos do número de escaldões que o indivíduo apanhou ou vai apanhar e que o torna mais susceptível a vir a desenvolver um melanoma.

A quantidade de raios ultravioleta é maior no verão do que no inverno, devido à latitude e forma como incidem sobre a terra. São também mais intensos a meio do dia do que logo pela manhã ou à tarde. Na prática, a avaliação da intensidade dos raios ultravioleta é possível graças a um indicador, o índice ultravioleta que assenta numa escala entre 0 e 12.

Em Portugal, durante o verão, o índice varia consoante as regiões do pais, entre 4 (risco moderado) e 9 (risco muito alto). Assim, no que toca à prevenção é também importante ter em conta o grau de radiação, cuja informação pode ser encontrada no site do Instituto de Meteorologia.

Cuidados com o sol

As crianças têm maior facilidade em apanhar um escaldão, sendo que a queimadura solar origina sintomas perigosos como a dermite, uma inflamação aguda causada pela exposição excessiva.

Para além de garantir que o seu filho não apanha sol entre as 11 e as 16 horas, deve ter em conta que, depois do inverno, o corpo precisa de se voltar a adaptar ao sol.

Nos primeiros dias de praia, aconselha-se o uso de uma camisola de algodão, de um chapéu (de abas largas ou boné com a pala para a frente), para além do fato de banho. Lembre-se que a luz é reflectida também na areia, na água e neve. Por isso, mesmo estando à sombra, ou em dias nublados, a radiação também atinge a pele (as nuvens deixam passar cerca de 80 por cento da radiação).

Assim, quando o seu filho brinca na rua ou jardim não está livre dos efeitos nefastos dos raios solares, sendo importante que use um protetor solar, para além de roupas leves e frescas. Por outro lado, como as estruturas da retina estão incompletas até à adolescência, é fundamental que use óculos escuros quando está ao sol. Escolha um modelo que indique proteção total contra raios UVA e UVB.

Fórmulas infantis

Atualmente encontra à venda protectores solares infantis. Como explica Manuela Cochito, dermatologista, estes «são, sobretudo, feitos com protetores físicos (óxido de zinco e dióxido de titânio) que, sendo protetores minerais, refletem a luz como microespelhos, protegendo assim a pele da criança».

«Como são minerais, envolvem menos riscos de alergias, sendo portanto as fórmulas ideais para crianças, apesar de, por vezes, serem cosmeticamente um pouco pastosos (o que tem vindo a melhorar muito nos últimos anos)», acrescenta ainda.

Na hora de escolher um protetor solar para o seu filho tenha em conta que «os filtros solares devem ter sempre índices superiores a 30, uma vez que os testes que são feitos para determinar o índice ocorrem com quantidades muito superiores aquelas que se colocam habitualmente na pele. Para as crianças com menos de 10 anos devem ser sempre com rotulagem para crianças».

Texto: Mariana Correia de Barros com Manuela Cochito (dermatologista)

 

Crianças ao sol a horas impróprias é o mesmo que maus-tratos, diz dermatologista

Julho 11, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário Digital de 28 de Junho de 2013.

O presidente da Sociedade Portuguesa de Dermatologia avisou, esta sexta-feira, os pais que, ao exporem os filhos ao sol nas «horas impróprias», estão a contribuir para «um risco desmesurado» de baixarem a imunidade das crianças e contraírem cancro de pele.

Américo Figueiredo explicou à agência Lusa que as queimaduras solares na infância determinam duas situações «extremamente importantes»: o risco aumentado de contrair melanoma ao longo da vida e a imunossupressão.

«Uma intensidade muito grande de sol na criança pode levar a situações de imunidade diminuída», que «também é importante na saúde global da criança», adiantou o dermatologista.

Recentemente, o presidente da Associação Espanhola de Dermatologia e Venereologia, José Carlos Moreno, classificou de maus-tratos infantis o facto de uma criança estar na praia sem proteção.

Questionado se concorda com esta afirmação, Américo Figueiredo afirmou que não o diria dessa forma.

«Eu diria que os pais, ao exporem uma criança ao sol, às horas impróprias, estão a contribuir para um risco desmesurado, quer do ponto de vista da imunidade, quer do ponto de vista do risco futuro de vir a contrair cancro da pele e o pior de todos, o melanoma», sublinhou.

Para o especialista, a afirmação do responsável espanhol «faz sentido, na forma bombástica como o fez», para alertar as pessoas.

As pessoas já sabem dos riscos que correm ao exporem-se ao sol sem proteção e nas horas de maior risco, mas muitas mantém o mesmo comportamento.

«A última forma que falta é transmitir informação agredindo», disse, sustentando: «A transmissão agressiva dos factos, que o professor José Carlos Moreno fez, será de alguma forma aquilo que falta ouvir.»

«Se um pai ouve que às horas impróprias [11:00/16:30] ter uma criança ao sol é a mesma coisa que maus-tratos infantis (…) leva a que este reaja, interiorize e se comporte de forma diferente», acrescentou.

As crianças não devem apanhar sol antes de um ano de idade. Depois desta idade, os cuidados devem ser redobrados, disse, alertando que «os melanomas surgem habitualmente em pessoas que tiveram queimaduras solares em criança».

«Os casos de melanoma estão a aumentar de forma consecutiva, teremos durante 2013 cerca de mil novos casos de melanoma», alertou.

Os casos são diagnosticados cada vez mais precocemente e com melhor prognóstico, mas o número de casos aumenta sete a oito por cento em Portugal e na maioria dos países europeus, acrescentou.

O melanoma vai estar em debate no sábado, no «Primeiro Simpósio Nacional sobre Melanoma», promovido pelo Intergrupo Português de Melanoma.

«É essencial alertar as pessoas para a importância de se diagnosticar precocemente o melanoma, para que seja possível curar mais doentes», adiantou a fundadora do intergrupo.

Maria José Passos adiantou que esta doença, que representa 10% de todos os cancros da pele, sendo responsável por cerca de 80% das mortes, «tem aumentado de incidência e mortalidade e atinge muitas vezes jovens, constituindo um grave problema de saúde pública».

«Um em cada cinco doentes com melanoma desenvolve uma forma avançada e agressiva da doença. O melanoma aparece inicialmente na pele, mas na fase avançada pode tornar-se muito agressivo e atingir outros órgãos», alertou a responsável.

Diário Digital com Lusa

 

 

Voluntariado Jovem Cruz Vermelha Portuguesa – Animadores do Projecto Praias Costa de Caparica 2013

Junho 27, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações Aqui

(Voluntários a partir dos 16 anos)

Perde-se na praia uma criança por dia

Setembro 20, 2012 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 24 de Agosto de 2012.

Clicar na imagem

 

Aprenda a fazer uma construção na areia. E ensine os miúdos

Agosto 2, 2010 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do jornal i de 30 de Julho de 2010.

O que fazer na praia com as crianças? Para não voltar a fazer esta pergunta, eis uma ideia: construções na areia. Como? Com areia, água e com as dicas que lhe damos aqui em baixo

Já pensou: que actividade mantém as crianças entretidas durante o dia na praia? Além disso, tanto pode ser um simples passatempo como produzir verdadeiras obras de arte. Basta pegar na areia, juntar água e as mãos dos pequenos artistas dão vida a novos seres. Como? Nós explicamos.

Onde

Em primeiro lugar, há que escolher o cenário onde o seu pequeno Rodin vai trabalhar a areia. O que não faltam, é praias à escolha. Na Costa da Caparica, elas têm nomes tão sugestivos como Praia do Castelo, da Sereia, da Princesa, do Rei, da Rainha, da Tartaruga, do Golfinho, do Rouxinol, do Búzio ou do Albatroz e todos eles podem ser o tema inspirador de uma construção na areia. Na Linha do Estoril, tem Carcavelos, Estoril, Cascais ou o Guincho e na linha de Sintra pode escolher entre a Praia das Maçãs, a Praia da Adraga, a Praia Grande e Azenhas do Mar. Escolhido o destino, prepara-se o material: não podem faltar na mochila do seu filho um protector solar, óculos de sol, boné ou chapéu, toalha de banho e um espaço onde caiba toda a sua imaginação. Os baldes e espátulas necessários para a construção na areia podem ir nas suas mãos.

Como

Chegados à praia, e antes de pôr mãos à obra, escolham um bom lugar à beira-mar, onde se encontram os dois materiais básicos: a areia e a água. A areia fina escorre entre os dedos e deixa fugir qualquer forma ou ideia, mas molhada, permite moldar o mundo dos objectos reais e dos que existem apenas na fantasia. De simples formas a esculturas elaboradas, as construções na areia são uma arte e uma brincadeira e os seus temas, inesgotáveis. Há um clássico que é o castelo de areia, uma construção em miniatura dos imponentes castelos medievais. A sua construção é demorada e permite às crianças divertirem-se e sociabilizarem, num trabalho em conjunto entre irmãos, primos e amigos. Os grãos de areia precisam de água para ficarem fixos e exigem constantes idas à beira-mar para carregar os baldes com água. As espátulas e as mãos vão dando forma ao sonho e os pauzinhos de madeira (que até podem ser do gelado acabado de comer) ajudam a segurar estruturas.

Modelos

Para quem acha que fazer castelos na areia é coisa do passado, que tal esculpir um telemóvel, um computador ou um mp3? No entanto, e porque a areia é tão moldável que ganha a forma que se quiser, os temas multiplicam-se e não raras vezes o que começou por ser, por exemplo, um faraó egípcio, pode transformar-se num automóvel do século XXI. Os temas aquáticos, por ser este o seu meio ambiente, são igualmente muito atraentes e animais aquáticos como polvos, tartarugas, golfinhos, baleias ou figuras como sereias e piratas resultam em belas criações. Certo mesmo é que o monte de areia vai ganhando forma e que a construção vai ganhando corpo. As esculturas de areia nascem também da improvisação do momento e do aproveitamento imaginativo de materiais naturais, como conchas, algas marinhas, plantas ou seixos. As conchas apanhadas à beira-mar são as escamas da cauda da sereia e as algas, os seus longos cabelos. A tampa das garrafas de água transforma-se no olho azul de um golfinho. Os pauzinhos dos gelados ou troncos de madeira passa a ser a perna de pau de um temível pirata. As conchas brancas tornam-se os olhos de um crocodilo que não morde e as conchinhas cor de areia são o seu nariz. E assim se passa o dia.

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