Porto Editora explica corte em poema de Álvaro de Campos com pedofilia

Janeiro 15, 2019 às 7:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 14 de janeiro de 2019.

Editora afirma que a versão integral do poema Ode Triunfal está no livro reservado aos professores e diz que corte de três versos no manual para os alunos não é censura.

Lusa

A Porto Editora omitiu de um manual de Português do 12.º ano versos de um poema de Álvaro de Campos, um dos heterónimos de Fernando Pessoa, por possuir “linguagem explícita” e abordar a pedofilia, defendendo que cabe aos professores decidir se estudam os referidos versos.

Três versos do poema Ode Triunfal, de Álvaro de Campos, foram substituídos por um tracejado no manual Encontros do 12.º ano, da Porto Editora. O caso foi revelado neste domingo pelo semanário Expresso.

Por opção editorial desapareceram os seguintes versos: Ó automóveis apinhados de pândegos e de putas; E cujas filhas aos oito anos  e eu acho isto belo e amo-o! –Masturbam homens de aspecto decente nos vãos de escada.

Segundo uma declaração assinada pela equipa de autores do manual e enviada para a Lusa pela Porto Editora, o poema “está disponível na íntegra no livro escolar Encontros  12.º ano, na versão do professor”. A Porto Editora também já publicou um esclarecimento na sua página electrónica.

Os autores do manual escolar acrescentam que na versão do professor estão sinalizados os versos omitidos na edição do aluno e, assim, “os docentes podem decidir se abordam em contexto de sala de aula — e de que forma — versos que têm linguagem explícita e se relacionam com a prática da pedofilia”.

A Porto Editora assume que retirou os versos, mas sublinha que “a indicação de que os versos foram cortados é visível tanto graficamente (linhas a tracejado) como através da numeração das linhas”.

Para os autores do manual, deve ser o docente, tendo em conta “as características específicas de cada turma”, a decidir se têm condições para abordar os versos em falta.

“Os professores conhecem as suas turmas e conhecem o poema integralmente, pelo que saberão também se têm ou não condições para abordarem os referidos versos com o tempo e o cuidado necessários, uma vez que podem, obviamente, constituir factor de desestabilização ou de desvio da atenção dos alunos”, acrescentam em resposta à Lusa.

A Porto Editora recusa que tenha havido qualquer tentativa de censura da obra de Fernando Pessoa, garantindo que se tratou “apenas e tão somente de uma preocupação didáctico-pedagógica — seguida pela generalidade dos manuais existentes — que permite aos professores decidirem livremente sobre a abordagem mais adequada junto dos seus alunos”.

 

 

 

Alunos de dez anos com conto editado em livro

Dezembro 12, 2017 às 6:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Notícia do http://tag.jn.pt/

Aos dez anos de idade, 27 alunos da escola básica José Manuel Durão Barroso, Armamar, podem dizer que já escreverem um livro.

O conto “Uma limpeza necessária”, da autoria da turma A do 4º ano, vencedor do concurso literário Correntes d`Escrita, organizado pela Câmara Municipal de Póvoa de Varzim e a Porto Editora, já está editado em livro.

“Há muitas crianças que vão ler este conto e este é o mundo fantástico de quem escreve histórias”, realçou Paulo Gonçalves, da Porto Editora, aquando da distribuição do livro.

Tal como revela Sofia Castro Cruz, uma das autoras, o conto fala de uma menina, filha de um cientista, que um dia diminui de tamanho e entra no cérebro de um comandante de tropa mau. A missão da criança é limpar o cérebro do militar para o transformar num homem bom.

“Gosto mais de ler do que escrever”, conta Sofia, na linha dos colegas Maria João Teixeira e Miguel Santos Silva.

Para a professora que orientou o conto, Maria Delfina, mais importante do que ganhar é incutir o desejo da escrita e da leitura nas crianças. “Fica o bichinho”, realça.

Uma outra turma (B) da mesma escola também arrecadou o segundo prémio do Correntes d`Escrita com o conto “A história que o Miki contou”.

mais informações:

http://tag.jn.pt/alunos-dez-anos-conto-editado-livro/

https://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/correntes-d-escritas-2017/19278276

https://www.portoeditora.pt/noticias/criancas-desafiadas-para-conto-infantil-ilustrado-correntes-d-escritas-porto-editora/128544

“Não é de menor importância o tipo de imagens que transmitimos às nossas crianças”

Agosto 30, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Entrevista da http://sicnoticias.sapo.pt/ a Teresa Fragoso no dia 24 de agosto de 2017.

Visualizar o vídeo da entrevista no link:

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2017-08-24-Nao-e-de-menor-importancia-o-tipo-de-imagens-que-transmitimos-as-nossas-criancas-1

As vendas de dois blocos de atividades para rapazes e raparigas, dos 4 aos 6 anos, lançados pela Porto Editora, foram suspensas após recomendação do Governo. A presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade do Género, Teresa Fragoso, explicou, na Edição da Noite, as razões que levaram à recomendação para que a venda fosse suspensa.

 

Livros de exercícios diferentes para meninos e meninas. Serão elas mais limitadas? A Porto Editora parece achar que sim

Agosto 23, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 22 de agosto de 2017.

Exercícios para crianças, dos quatro aos seis anos, em livros da Porto Editora, estão na mira da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género. Editora rejeita acusações.

Clara Viana

A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) está a analisar dois blocos de actividades publicados pela Porto Editora para crianças dos 4 aos 6 anos, que têm a particularidade de estarem divididos por género: um destina-se a meninos, e tem capa azul, outro a meninas e a capa está pintada de rosa. Acrescendo o facto de que alguns dos exercícios propostos, apesar de idênticos, serão de muito mais fácil resolução no livro para raparigas.

Na sua página do Facebook, a CIG informa que tem recebido muitos alertas sobre esta situação, que foi denunciada nesta terça-feira nas redes sociais, acrescentando que depois da análise das publicações irá “agir em conformidade”. “O assunto não é indiferente, nem vai morrer aqui”, confirmou ao PÚBLICO uma fonte da Comissão para a Igualdade e Cidadania de Género, que depende da presidência do Conselho de Ministros.

O PÚBLICO comparou os dois livros, que foram publicados no Verão de 2016. O que é destinado a eles, chama-se Bloco de Actividades para Rapazes. O que se destina a elas intitula-se Bloco de Actividades para Meninas. No conjunto das 62 actividades propostas, existem seis cuja resolução é mais difícil no livro dos rapazes e três que apresentam um grau de dificuldade superior no das meninas.

Mas a maior parte das actividades reproduzem uma série de velhos estereótipos. Apenas alguns exemplos: eles brincam com dinossauros, com carrinhos e vão ao futebol, enquanto elas brincam com novelos de lã, ajudam as mães e vão ao ballet; eles pintam piratas, elas desenham princesas. O universo caseiro do lar surge muito mais associado ao género feminino do que ao masculino.

Atitude discriminatória

“Total estupefacção”. Foi assim que a professora do Instituto Superior de Economia e Gestão, Sara Falcão Casaca, com diversa investigação sobre a igualdade de géneros, diz ter reagido quando se deparou com a imagem dos blocos de actividades nas redes sociais. Salvaguardando que apenas viu duas páginas, frisa ser “muito preocupante a representação social, transposta para os blocos de actividades, sobre o que os rapazes e as meninas estão aptos a desenvolver do ponto de vista das suas capacidades cognitivas”. “Assume-se que os rapazes estão aptos a desenvolver actividades de complexidade superior”, acrescenta.

A investigadora sublinha ainda que uma editora “que trabalha para um público infantil e juvenil, produzindo materiais educativos e manuais escolares e pedagógicos, deveria orientar-se sem desvios pelas políticas públicas em vigor. Ou seja, deveria co-responsabilizar-se por uma educação para a igualdade de género, para a não discriminação e a cidadania.”

Confrontada com a descrição das publicações, que desconhecia, a deputada socialista Elza Pais, ex-secretária de Estado da Igualdade, considerou “absolutamente inadmissível” que se reproduzam daquele modo “estereótipos de género”, que consubstanciam uma atitude “discriminatória”.

Editora rejeita acusações

Em resposta ao PÚBLICO, a responsável pelas publicações infanto-juvenis da Porto Editora, Susana Baptista, nega que existam exercícios com graus de dificuldade diferente para rapazes e raparigas. “Em ambas as edições são trabalhadas as mesmas competências, na mesma sequência e com exercícios semelhantes. A diferença está na ilustração e na abordagem artística que as diferentes ilustradoras fizeram”, refere, para acrescentar: “E se há um exemplo em que o exercício, no caso das meninas, é aparentemente mais fácil, há vários outros em que os exercícios são aparentemente mais difíceis” no livro que é dirigido a elas.

Quanto ao facto de terem optado por fazerem dois blocos de actividade distintos, um para rapazes e outro para raparigas, Susana Baptista esclarece que “são propostas editoriais de grande sucesso – ambas as edições estão em vias de esgotar – o que significa que pais e crianças gostam destas publicações.

Esta responsável diz ainda que a Porto Editora compreende “a preocupação que esteve na origem desta polémica”. Mas “estas publicações não reflectem uma visão discriminatória e preconceituosa, com a qual, obviamente, não nos identificamos”, sublinha de seguida.

Um exemplo de um exercício proposto para os meninos:

Um exemplo de um exercício proposto para as meninas:

 

 

 

 

Literacia 3D: o desafio continua

Janeiro 27, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.educare.pt/ de 3 de janeiro de 2017.

educare

Conhecimentos na área da Leitura, Matemática e Ciência voltam à competição na segunda fase do concurso Literacia 3D.

Andreia Lobo

Não se trata do PISA, mas as áreas em que os alunos são desafiados a mostrar o que sabem são idênticas. Leitura, Matemática e Ciência. O concurso Literacia 3D: O desafio pelo conhecimento junta criatividade e inovação.

A primeira fase testou as competências de 90 mil alunos do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico ao nível da interpretação de textos, do cálculo e do conhecimento científico. Agora, os mais bem classificados avançam para as competições distritais. Os saberes voltam a ser testados em março.

Dois mil participantes estão apurados para a segunda fase do concurso nacional Literacia 3D. Um desafio lançado pela Porto Editora ao qual responderam escolas de norte a sul de Portugal e dos arquipélagos dos Açores e da Madeira. A iniciativa avalia as competências dos alunos na literacia da Leitura no 5.º ano, da Matemática no 6.º ano e da Ciência no 7.º ano. E voltará às escolas no segundo período, entre os dias 6 e 10 de março de 2017.

Nessa altura os alunos que obtiveram as melhores classificações vão poder representar o respetivo agrupamento escolar na fase distrital. O Literacia 3D vai apenas na segunda edição, mas já ganhou o entusiasmo da comunidade educativa.

Prova disso foi o aumento do número de participantes face à edição anterior que no ano letivo de 2016/2017 duplicou. No total participaram mais de 750 estabelecimentos de ensino da rede pública e privada. Na primeira fase, decorrida em novembro, estiveram envolvidos cerca de 90 mil jovens e mais de mil professores e pais em colaboração com centenas de diretores escolares e municípios.

As provas de Leitura, Matemática e Ciência inovam tanto no formato como no conteúdo. O papel e caneta estão dispensados. As questões são realizadas no computador através da plataforma da Escola Virtual. A matéria é a lecionada nos currículos, mas a prova remete os alunos para a necessidade de pôr em prática diferentes competências, levando-os à resolução de problemas colocados em situações reais.

Exemplos? Na primeira edição, a prova de literacia científica colocava aos alunos o desafio de perceberem o processo de tratamento de águas residuais e de antever as consequências da libertação do conteúdo de uma fossa séptica para o ambiente.

Relativamente à literacia da leitura, a prova apresentava um excerto de um texto sobre a postura de ovos das tartarugas, retirado de um guia turístico de São Tomé e Príncipe, sendo pedido aos alunos para responderem a perguntas sobre a informação apresentada.

A prova de literacia matemática, a disciplina mais temida, desafiava os participantes a usarem o cálculo para resolver problemas que requeriam a análise de estatísticas e de infografias. Em comum, todas as provas apresentam várias questões elaboradas em formato de escolha múltipla ou verdadeiro e falso.

A grande final do Literacia 3D está marcada para o dia 26 de maio. Nessa data serão conhecidos os campeões nacionais nas três áreas a concurso.

mais informações:

https://www.portoeditora.pt/literacia-3d

Novos manuais escolares vão estar ligados ao telemóvel

Abril 23, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 15 de abril de 2016.

Os alunos vão poder optar por uma solução que aplica aos manuais escolares a tecnologia da realidade aumentada, associando os livros ao telemóvel, anunciou esta sexta-feira a Porto Editora.

A editora desenvolveu uma aplicação gratuita, para Android, IOS e, em breve, para Windows, que, uma vez instalada no telemóvel, vai reconhecer o manual escolar através da capa e permitir a consulta de conteúdos multimédia em contexto, ou seja, à medida que o aluno vai evoluindo na exploração do livro, explica uma informação da empresa.

Esses conteúdos estão sinalizados no manual, bastando apontar o telemóvel para as páginas que estão assinaladas com o ícone da aplicação.

Os primeiros manuais híbridos correspondem aos novos livros escolares que vão entrar em vigor no próximo ano letivo: Inglês do 4.º ano de escolaridade, Português, Matemática, Ciências Naturais, História e Geografia de Portugal e Educação Musical do 5.º ano, Física e Química A, Matemática A, Matemática B, Matemática Aplicada às Ciências Sociais e Português dos cursos científico-humanísticos do 11.º ano de escolaridade.

Estes novos manuais vão chegar às livrarias no próximo verão, garante a Porto Editora, “não tendo qualquer alteração de preço ou custo adicional”, devendo o conceito dos manuais híbridos ser alargado aos outros anos de escolaridade à medida que forem entrando em vigor os novos manuais escolares.

O novo conceito foi desenvolvido ao longo de ano e meio e envolveu dezenas de profissionais da divisão editorial escolar e dos departamentos multimédia e de investigação.

“Na procura de promover a autonomia das aprendizagens, a tendência é a personalização dos recursos educativos e é esse caminho que estamos a seguir, e quando o aluno está a estudar em casa, queremos que ele tenho recursos coerentes, diversificados e complementares, que lhe facilitem as aprendizagens e que possam também promover o acompanhamento dos pais e encarregados de educação, no caso dos mais jovens”, explica na nota Vasco Teixeira, administrador e diretor editorial.

mais informações:

http://www.escolavirtual.pt/registar-livros/emanual/

Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes d’Escritas Porto Editora

Novembro 21, 2012 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Até 10 de janeiro,as escolas interessadas podem concorrer ao Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes d’Escritas Porto Editora.

Este prémio destina-se a galardoar, anualmente, um Conto Ilustrado inédito, em língua portuguesa, realizado por alunos – conto e ilustração – que frequentem o 4º. ano de escolaridade do 1º. Ciclo do Ensino Básico. O Prémio visa estimular a criação literária, especialmente o desenvolvimento da comunicação escrita e criativa e destina-se a trabalhos coletivos (realizados por todos os alunos de uma turma) com um mínimo de uma e um máximo de três páginas. Cada Escola poderá concorrer com o máximo de dois trabalhos por turma do 4º. ano de escolaridade. Consulte o regulamento no portal municipal.

O anúncio das obras premiadas nos diferentes concursos será feito na sessão de abertura da XIV Edição do Correntes d’ Escritas – Encontro de Escritores de Expressão Ibérica, em fevereiro de 2013, e a entrega do Prémio aos autores galardoados ocorrerá na sessão de Encerramento – Cerimónia Pública – do Encontro.

Guia de Sexualidade para Jovens

Outubro 7, 2011 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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A Porto Editora acaba de lançar três obras essenciais e de grande valia para a compreensão da sexualidade por parte de jovens a partir dos dez anos! Trata-se dos livros: Guia da Sexualidade para raparigas; Guia da Sexualidade para rapazes e Guia da Sexualidade – 101 perguntas e respostas. Sendo a adolescência um período de grande importância, dado que é nesta fase que ocorrem as principais mudanças na vida de uma pessoa, as 3 obras serão importantes no esclarecimento de grandes dúvidas que usualmente surgem nesta etapa da vida. Rapazes e raparigas podem escolher o livro que melhor se adapta às respetivas inquietações e que melhor os auxilia na descoberta dos pequenos-grandes segredos que a sexualidade encerra. A coleção conta com a revisão científica da Associação para o Planeamento da Família.

 


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