Em 2014, a taxa de escolarização baixou dos 100% pela primeira vez em 20 anos

Julho 22, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

Notícia do https://www.publico.pt/ de 11 de julho de 2017.

No ano passado, 3% das crianças com idade para 1.º ciclo não estavam matriculadas. 8% da população não sabia ler nem escrever.

Lusa

Três por cento das crianças com idade para frequentar o primeiro ciclo não estavam matriculadas neste nível de ensino em 2014 e 2015, após 20 anos com uma taxa de 100%, segundo dados da Pordata divulgados esta terça-feira. Os dados do “Retrato de Portugal 2017” revelam que a taxa real de escolarização foi de 100% entre 1981 e 2013, tendo caído para os 97,9% em 2014 e para 97% em 2015. Em 1961, era de 80,4%.

Esta taxa reflecte a percentagem de alunos matriculados no ensino pré-escolar, básico ou secundário, em idade normal de frequência desse ciclo, face à população dos mesmos níveis etários.

Segundo os dados, a taxa real de escolarização era de 89% no segundo ciclo, em 2015 (7,5% em 1961 e 67,5% em 1988), e de 87% no terceiro ciclo (6,1% em 1961 e 44,7% em 1988). Os dados apontam ainda que, em 2016, 8% da população não sabiam ler nem escrever e 18% tinham o ensino superior.

Nesse ano, a taxa de abandono escolar precoce dos jovens dos 18 aos 24 anos situou-se nos 14%, um número muito distante dos 50% registados em 1992 e dos 40% em 2004, segundo a publicação divulgada no Dia Mundial da População. A directora da Pordata, Maria João Valente Rosa, adiantou à agência Lusa que a Educação é um dos 15 temas reflectidos no “Retrato de Portugal” que demonstram mudanças na sociedade.

“A sociedade portuguesa está em mudança, nalguns casos mesmo muito acelerada, e por isso mesmo precisamos de nos preparar para essas mudanças de maneira a poder retirar delas o melhor proveito”, disse a demógrafa.

Nessas mudanças descritas na publicação “existem várias tendências que nos obrigam a parar e a reflectir sobre o presente, o futuro e a trajectória que fizemos até à actualidade”, adiantou, apontando como exemplo “o número de contribuintes por pensão, que é cada vez menor”.

Há outros dados que “podem suscitar interessem, mesmo numa ótima de políticas públicas, com a ainda muito baixa escolaridade dos empregadores em Portugal ou o aumento recente dos trabalhadores por conta de outrem a receberem o salário mínimo”.

Também há “evoluções muito significativas, como a diminuição dos níveis da mortalidade infantil ou o aumento da esperança de vida”, apontou. “Hoje as crianças nascem com muito mais segurança do que nasciam no passado”, com 99% a nascerem em estabelecimentos de saúde, o que não acontecia em 1960 (18%)”, referiu.

A demógrafa realçou igualmente “o aumento da escolaridade, em especial das mulheres, que foi extremamente significativo”, mas ressalvou que ainda há “um grande caminho a percorrer” quando comparado com outros países da União Europeia. Os dados demonstram também, “apesar de muitos tentarem insinuar o contrário, que estudar compensa”, disse, exemplificando que, a partir de 2009, as taxas de desemprego mais baixas correspondem a quem tem um nível de escolaridade superior.

O livro mostra ainda que “Portugal se converteu claramente ao mundo digital” e que os portugueses estão “mais preocupados com o ambiente”, pelo modo como lidam como os resíduos.

Maria João Rosa destacou a importância do Dia Mundial da População, uma iniciativa das Nações Unidas que se celebra desde 1987, para “pensar, discutir ou abrir caminhos sobre aquilo que somos, aquilo que fomos e para onde estamos a caminhar”. “A população não é um dado imutável no tempo, vai-se alterando, e por isso é tão importante conhecer essas dinâmicas da população para nos compreendermos melhor enquanto país”, rematou.

O documento citado na notícia é o seguinte:

Retrato de Portugal PORDATA, Edição 2017

 

 

 

Pordata Kids Jogos

Novembro 15, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

pordata

descarregar os jogos no link:

http://www.pordatakids.pt/Jogos

Viagem à cidade Pordata Kids

Outubro 8, 2015 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

http://www.pordatakids.pt/

Uma Pordata para crianças, porque as estatísticas “são o abecedário do futuro”

Setembro 22, 2015 às 7:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Notícia do Público de 17 de setembro de 2015.

978326

Andreia Sanches

Chama-se Pordata Kids. É lançada dia 22. O PÚBLICO explica como funciona o novo projecto da Fundação Francisco Manuel dos Santos para “contribuir para uma sociedade mais informada”.

Bem-vindo à “cidade Pordata”. Aqui há jardim, escola, hospital, um avião a rasgar o céu, tribunal, e montanhas ao fundo a marcar o horizonte. Em cima de um edifício azul, uma bandeira esvoaça. Tem inscrita a misteriosa pergunta: “Sabias que?” Tudo isto está à nossa frente, no ecrã do computador. É um jogo novo? Não, é o Pordata Kids. Estatísticas para crianças.

Dos bebés que nascem, quantos têm meios-irmãos? Abaixo de quanto dinheiro por ano se é considerado pobre? Quantos pediatras existem no meu município? E ortopedistas? As pessoas quando viajam marcam tudo ou são mais aventureiras e vão sem nada marcado? As respostas vão estar lá.

E quem afirma que os números mentem está enganado, diz Maria João Valente Rosa, a directora da Pordata — Base de Dados de Portugal Contemporâneo. “Se souber muito de números consigo utilizar o meu argumento e convencê-la, a si, com as minhas estatísticas. Se você não souber do que eu estou a falar, é convencida. Mas não foi o número que mentiu. Fui eu que utilizei indevidamente os números para mentir. Portanto, a melhor forma de não nos deixarmos levar pela cabeça dos outros, ou por aquilo que os outros querem que nós pensemos, é sabermos ler os números e irmos para além dos números.” E quanto mais cedo se começar, diz a demógrafa, melhor.

A Pordata Kids é um site destinado a crianças, essencialmente entre os 8 e os 12 anos. É “um filho da Pordata”, como também lhe chama Maria João Valente Rosa. O mais recente projecto da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) só será apresentado  a 22 de Setembro, no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, num evento que marca os cinco anos da Pordata (e onde vai estar Hans Rosling, o professor sueco cujas palestras sobre números são um fenómeno de sucesso).

Mas, numa das salas da fundação, onde se dão os últimos retoques da nova plataforma que há meses vem sendo trabalhada, Maria João Valente Rosa mostrou ao PÚBLICO como funciona a novidade.

Informação, liberdade

Tudo começa, então, na chamada “cidade Pordata” — jardim, escola, hospital, um avião a rasgar o céu…

Cada um dos elementos da cidade são portas para diferentes temas — população, educação, saúde, turismo (para turismo “clica”-se em cima do avião, para saúde, no hospital…) São dez temas ao todo.

Aqui, as habituais expressões usadas na estatística dos crescidos adquirem formas mais simples, à espera de serem compreendidas pelos pequenos. Em vez de se falar de “nados-vivos”, fala-se de bebés. Em vez de se dizer “população activa” fala-se de pessoas que estão empregadas ou estão à procura de emprego. Em vez de se assinalar a “linha de pobreza”, dá-se a indicação do montante de dinheiro a partir do qual se é considerado pobre. Em vez de se calcular o “índice sintético de fecundidade”, calcula-se o número médio de filhos por mulher. E por aí fora.

A professora universitária explica de onde veio a ideia do projecto. “Na escola, as crianças aprendem a ler, a escrever e a contar. E o que sabemos hoje é que as estatísticas são o abecedário do futuro. Quem não estiver na posse desse abecedário fica com muitas limitações em termos da compreensão da sociedade em que vive.”

A FFMS, “nesta sua perspectiva de tentar contribuir para uma sociedade mais informada e, por isso, também mais livre, agarrou, assim, este projecto” que tem “a mesma preocupação com o rigor” da Pordata.

As estatísticas da Pordata Kids são uma selecção das que constam da plataforma-mãe, mas aqui estão trabalhadas para crianças e são apresentadas de forma a estimular-lhes a curiosidade. “Pretendemos aproximar um público mais jovem das estatísticas. Podíamos dizer: mas isso é um assunto para crescidos. Não é. É um assunto para todos. E a nossa convicção é a de que as crianças, com a curiosidade que as caracteriza, vão interessar-se.”

Na Pordata Kids há quadros que comparam diferentes anos, que comparam categorias, que dão dados para Portugal, para a Europa e para o município, há gráficos dinâmicos, que mostram evoluções — quantos bebés nasceram em 2014 com meios-irmãos? 13.555 (16,5% do total). E quantos em 1995? 7389 (menos de 7% do total).

“Não gosto de números”

Depois há a bandeira a esvoaçar em cima do prédio azul, os “Sabias que?” Todos os dias, haverá um novo “sabias que”, diz a directora da Pordata. “Sabias que em Portugal há muito mais raparigas do que rapazes a estudar para médicos? — Elas são cerca de 8000 e eles 4000.”

“Sabias que 65% das casas portuguesas têm Internet — enquanto em alguns países da União Europeia já quase todas têm?”

Maria João Valente Rosa espera que estes “sabias que” sejam tema de conversa nas salas de aula e em algumas casas. “Ó pai, sabias que 20% das pessoas que viajam para o estrangeiro fazem-no sem nada marcado?” É que a Pordata Kids pretende ser também uma ferramenta para as escolas e para as famílias: “Vamos estimular a curiosidade das crianças mas ela tem que ser acompanhada pelos adultos.”

Apesar do sucesso da Pordata (com mais de 25 milhões de visualizações), e de acreditar que esta contribuiu para dar uma visibilidade às estatísticas que elas não tinham, Maria João Valente Rosa está consciente de que não é tarefa fácil. “Às vezes estou à mesa e há alguém que diz ‘ah, eu não gosto de números.’ E ninguém questiona o facto de aquela pessoa fazer aquela afirmação. Mas se alguém dissesse à mesa ‘eu não gosto de letras’ ficaria tudo a olhar. ‘Que horror, mas como é que não gosta de letras?’ Como é números, ninguém liga. E a pessoa até diz aquilo com algum orgulho.”

Um disparate, desabafa. “Um país sem números era um país desregulado, andávamos todos aos encontrões uns com os outros, nem os encontros conseguíamos acertar. Os números estão em todo o lado. Por isso, ‘não gosto de números’ é uma frase completamente disparatada. Outra frase que se diz muito: ‘as pessoas não são números.’ Pois não. As pessoas fazem o números. Como é que eu posso falar de desemprego? Preciso de saber o que está a acontecer no meu país e para saber o que está acontecer no meu país preciso de números. Também posso dizer: ‘acho que estão a aumentar as pessoas gordas’ e você diz que não, que o que está a aumentar são as magras e isto não serve para nada, porque opiniões todos temos e não saímos daqui. Agora, se a obesidade é um problema eu preciso de saber qual é a dimensão do problema e o porquê. E isso são números.”

Os números da Pordata Kids poderão ser consultados no computador, no smartphone e no ipad. A plataforma estará acessível na Pordata, mas também terá um domínio próprio, o http://www.pordatakids.pt.

Contra o “jargão que ninguém percebe”

Um dos trunfos da Pordata é que para mostrar estatísticas, sobre os mais variados assuntos, não tem de respeitar o espartilho que está imposto aos organismos oficiais de produção de estatísticas — um certo “jargão que ninguém percebe” e que tantas vezes obedece a regras europeias, diz a directora da Pordata Maria João Valente Rosa.

A professora, que no ano passado integrou o Comité Consultivo Europeu de Estatística, gosta em especial de dar o exemplo do indicador “formação bruta de capital fixo”. O Instituto Nacional de Estatística (INE) tem de utilizar esse nome complicado; a Pordata chama-lhe “investimento”. “É claro que o INE lhe chama formação bruta de capital fixo porque são as regras, porque a Croácia não pode dizer de uma maneira e Portugal de outra e o próprio Eurostat não pode fugir daquilo.” Mas é possível, mesmo a nível europeu tornar as estatísticas mais compreensíveis, acredita Valente Rosa. “Mantenham o jargão”, diz, mas “expliquem ao lado”. É uma das suas batalhas europeias e vai mesmo propor que a Pordata sirva de inspiração.

A Pordata nasceu a 23 de Fevereiro de 2010. Em 2011, recebeu o World Summit Award, atribuído pelas Nações Unidas às aplicações mais inovadoras na promoção da sociedade do conhecimento. Hoje reúne hoje cerca de 2500 quadros estatísticos de 60 fontes oficiais.

http://www.pordata.pt/Home

 

 

 

 

A estatística não é um bicho e pode ser uma coisa para miúdos

Maio 1, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Notícia do Público de 23 de abril de 2015.

Daniel Rocha

Cláudia Bancaleiro

Exposição Pordata Viva – o Poder dos Dados abre portas esta quinta-feira e estende-se até ao final do ano.

A estatística não tem que ser um bicho-de-sete-cabeças. Pode ter ritmo, transmitir sensações, emoções e ser dinâmica. Aliás, dados sobre o Produto Interno Bruto (PIB), a demografia ou economia portuguesa e da União Europeia podem mesmo ser divertidos. É isso que quer mostrar a exposição Pordata Viva – o Poder dos Dados, no Pavilhão do Conhecimento a partir desta quinta-feira, através da interacção com gráficos, ecrãs tácteis, balanças ou um set de DJ. O humorista José Diogo Quintela vai dar uma mãozinha todos os dias.

Sabia que o número de portugueses atingiu o seu máximo em 2010, quando chegou acima dos 10,5 milhões e que desde então a população tem vindo a diminuir? E que há dados estatísticos que comprovam que, ao contrário do que se pensa, Portugal não é um país de doutores e engenheiros e que não há sete mulheres para cada homem? Até Dezembro, parte do primeiro piso do Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva, no Parque da Nações, em Lisboa, vai estar ocupado com estatística. Através de dez módulos interactivos, crianças e adultos são convidados a interagir com dados que representam a realidade do país no tempo e a sua presença na União Europeia.

Numa parceria entre a Pordata (projecto da Fundação Francisco Manuel dos Santos que reúne dados estatísticos sobre municípios, Portugal e a Europa) e o Pavilhão do Conhecimento, a exposição utiliza dados reunidos na base do Pordata a partir de 1960 e até 2013 para saber mais sobre o país e a sociedade portuguesa. Num dos módulos podemos ser convidados a competir enquanto DJ ou dançarinos e fazer corresponder da melhor forma o ritmo da música ao ritmo de dados sobre o número de assinantes de Internet ou medalhas que foram ganhas por atletas nacionais.

No módulo Que país é este?, Portugal estende-se e encolhe, ficando mesmo disforme, para desafiar os visitantes a identificar as zonas do país onde há mais poder de compra, mais jovens com menos de 15 anos ou onde é feita a maior recolha de lixo doméstico por habitante. Algarve pode ser a resposta óbvia para a questão do maior número de residentes estrangeiros mas pode surpreender se a questão for sobre a reciclagem de desperdícios.

Logo ao lado, há uma balança, onde se pode saber o peso que Portugal tem no PIB da Europa. Os países da União Europeia são representados por discos, cada um com o respectivo peso. Por exemplo, colocando a Alemanha de um lado da balança e Portugal do outro, a contribuição para o PIB europeu é obviamente mais pesada do lado dos alemães do que dos portugueses. Aliás, chega-se à conclusão, pondo ou tirando mais discos, que a Portugal tem que ser adicionado o “peso” de Espanha, Polónia e Holanda para ficar lado a lado com o país dirigido por Angela Merkel.

No Desmistificador, os dados da Pordata desconstroem sete mitos sobre o que se pensa ser a realidade portuguesa através de factos. Se por um lado é verdade que há mais mulheres do que homens em Portugal, não é verdade que haja sete para cada homem. Na realidade a média é de dez para cada nove. E apesar de nascerem mais rapazes do que raparigas, a mortalidade é superior entre o sexo masculino. Doutores e engenheiros há muitos? O Desmistificador diz que não. Aliás, tendo em conta a média da União Europeia para o número de licenciados (30,3%), Portugal fica-se pelos 21,2%.

José Diogo Quintela vai estar diariamente na exposição. Não fisicamente mas através de um pequeno filme, onde dá um toque de humor à evolução de indicadores estatísticos desde 1960 e conta que, se por um lado, se chegava à Lua há cinco décadas, em Portugal, nessa altura, mais de metade das casas de banho do país não tinham água canalizada e o banho podia ser um problema.

Há mais cinco módulos para explorar além destes, como a Beleza dos Dados, Flashback Portugal ou Dados em Relevo. Nuno Garoupa, da Fundação Francisco Manuel dos Santos, considera que a exposição vai ajudar à “divulgação da literacia estatística” junto do “público mais jovem e não só”, sem que seja de uma “forma fugaz”. Maria João Valente Rosa, coordenadora do Pordata, espera que este projecto aproxime o público do trabalho desenvolvido pela base de dados estatísticos, que esta quinta-feira celebra cinco anos de existência.

A exposição Pordata Viva – o Poder dos Dados vai estar no Pavilhão do Conhecimento a partir desta quinta-feira e até ao final do ano.

 

 

 

 

Concurso PORDATA/ RBE

Dezembro 27, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

rbe

Mais informações Aqui

Concurso PORDATA | RBE [2011-12]

Outubro 13, 2011 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Texto retirado do site da RBE

A Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares lança o Concurso PORDATA | RBE. A edição 2011-12 conta com a colaboração da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP).

O concurso de 2011-12 está aberto a todas as escolas com ensino secundário da rede pública e escolas privadas representadas na AEEP.

Para concorrer, as escolas deverão dinamizar e apoiar a elaboração de trabalhos curriculares, tendo por fonte principal de informação a base de dados PORDATA e enviar-nos o melhor trabalho da escola, selecionado internamente pelos professor orientador e professor bibliotecário, até 24 de março de 2012.

Paralelamente ao concurso, será organizado um programa de ações de formação para o uso da PORDATA, o qual será prioritariamente dirigido às escolas com ensino secundário não contempladas no plano de formação de 2010-11. As ações terão por destinatários o professor biliotecário da escola/ agrupamento e um pequeno grupo de alunos/ professores interessados em desenvolver trabalhos curriculares a partir da PORDATA.

 

Ofício de abertura [PDF]

Regulamento [PDF]

Itens para apreciação dos trabalhos [PDF]

Referências e citações bibliográficas [PDF]

Folheto concurso  [PDF] [JPG]

Cartaz [PDF] [JPG]

 
 

Veja também: Concurso Pordata | RBE [2010-11]


Entries e comentários feeds.