Relatório Saúde Infantil e Juvenil – Portugal 2018

Fevereiro 5, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Descarreegar o relatório no link:

https://www.dgs.pt/documentos-e-publicacoes/relatorio-saude-infantil-e-juvenil-portugal-2018.aspx?fbclid=IwAR1oHjiEp_znostRqxuGYmgfTfWNq7D6f40nv71aeOyll92SuLHl-z06bmc

 

 

Crianças em Portugal – Dados estatísticos do INE

Junho 5, 2018 às 11:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Imagem retirada do Facebook do INE

 

Temos cada vez menos jovens, e Alcoutim é hoje o concelho mais envelhecido do país

Agosto 12, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.jn.pt/ de 12 de agosto de 2016.

Jovens representam quase 40% dos emigrantes Foto: NUNO FOX/LUSA

Jovens representam quase 40% dos emigrantes
Foto: NUNO FOX/LUSA

A percentagem de jovens (15-29 anos) portugueses baixou seis pontos de 2001 para 2015, fixando-se nos 16%, sendo os Açores a região mais jovem do país e Alcoutim, Algarve, o concelho mais envelhecido.

No Dia Internacional da Juventude, que se comemora esta sexta-feira, os números mostram uma diminuição significativa dos mais novos em Portugal, de crianças mas especialmente de jovens.

Comparando 2001 com 2015 verifica-se que no ano passado havia menos 203655 crianças (0-14 anos) e menos 604703 jovens. A diminuição da população total foi de apenas 4646 pessoas.

Os números fazem parte de uma comparação de dados estatísticos feita pelo portal Pordata, da Fundação Francisco Manuel dos Santos, a que a Lusa teve acesso. Por eles fica-se a saber que a percentagem de crianças (0-14 anos) sobre a população total passou de 16 para 14% de 2001 para 2015, e que quanto aos jovens a queda foi ainda maior, de 22 para 16%.

E fica-se a saber também que Ribeira Grande e Lagoa, nos Açores, são os municípios com maior percentagem de crianças (21,6 e 18,9, respetivamente), seguindo-se Alcochete, Mafra e Câmara de Lobos (Madeira). Quanto aos jovens são também municípios dos Açores e Câmara de Lobos que lideram na percentagem.

Do lado oposto os municípios com menor percentagem de crianças são os de Vila Velha de Rodão (4,8%), seguindo-se Almeida, Oleiros, Alcoutim e Penamacor (neste caso com 6,9%). Quanto a cidadãos entre os 15 e os 20 anos é Alcoutim o que tem menor percentagem, seguindo-se Idanha-a-Nova, Corvo, Pampilhosa da Serra e Sabugal.

O cruzamento de dados da Pordata permite ainda saber que em 2014 a faixa etária entre os 15 e os 29 representou uma importante parcela da emigração, 39,5% do total de emigrantes permanentes e 43% dos temporários.

Outros dados do portal estatístico indicam também que os jovens casam e têm filhos cada vez mais tarde. Em média os homens casavam aos 27,8 anos em 2001 e passaram a casar aos 32,5 anos em 2015. Nas mulheres a idade passou dos 26,1 para os 31 anos e o primeiro filho nasce agora aos 30,2 anos (era aos 26,8 em 2001).

Na área da educação os números revelam que a taxa de abandono precoce dos estudos (pessoas entre 18 e 24 anos que não completam o ensino secundário) é das mais elevadas da União Europeia, embora tenha melhorado desde 1992, quando era de 50 por cento. Passou a 44,3 por cento em 2001 e a 13,7 por cento em 2015. Em todas as datas foram sempre mais os rapazes que abandonaram os estudos.

Ao mesmo tempo a entrada cedo nas escolas é cada vez mais massificada. A percentagem de matriculas no pré-escolar, do total de crianças entre três e cinco anos, era de 0,9 por cento em 1961, passando a 51,7 em 1992 e atingindo os 87,8% em 2014.

Quanto ao emprego, o cruzamento de dados mostra que são cada vez menos os jovens que estão no mercado de trabalho e que são eles os mais penalizados, com uma taxa de desemprego quase três vezes superior ao total.

Para pessoas dos 15 aos 24 anos a taxa de desemprego era de 18,3% em 1983 (para um taxa total de 7,8), que passou para 32% em 2015 (para uma taxa global de 12,4 por cento).

Comparando com o que se passa na União Europeia, em 2015 a taxa de desemprego para jovens entre os 20 e os 24 anos era em Portugal de 29,4 por cento (na União Europeia 19,1 por cento) e de 15,8 para a faixa etária 25-29 anos (a média na União Europeia era 12,4).

Só a Grécia, a Espanha, a Croácia, a Itália e o Chipre tinham taxas de desemprego jovem mais elevadas. Do outro lado a Alemanha, Malta e Holanda tinham das taxas de emprego mais elevadas.

E num mundo digital os jovens portugueses não são diferentes, de acordo com os números da base de dados de Portugal contemporâneo: 99,3 por cento utiliza internet. Em 2002 eram menos de metade, 42,8 por cento.

A Pordata surgiu em 2010 pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, criada um ano antes por Alexandre Soares dos Santos e família. Recolhe, organiza e sistematiza e divulga informação estatística sobre Portugal e países europeus.

O Dia Internacional da Juventude foi criado por resolução da ONU em 1999, no seguimento de uma proposta nesse sentido da Conferência Mundial de Ministros da Juventude, um ano antes em Lisboa. Este ano tem como tema “O caminho para 2030: erradicar a pobreza e alcançar o consumo responsável”.

 

 

 

Quantas crianças vivem na União Europeia?

Abril 24, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do Facebook da Representação da Comissão Europeia em Portugal de 22 de abril de 2015.

Sabes quantas crianças vivem na União Europeia?
A resposta a estas e outras questões na publicação «Ser jovem na Europa de hoje» do Eurostat que pode ser consultada aqui http://ec.europa.eu/…/products-press-releas…/-/1-16042015-AP

euro

Portugal deverá ser o país da UE com menor proporção de crianças em 2050

Abril 17, 2015 às 1:29 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 16 de Abril de 2015.

O documento citado na notícia é o seguinte:

What it means to be young in the European Union today  Facts and figures on youth and children in the EU   67/2015 – 16 April 2015

Getty Images

Agência LUSA

Portugal deverá ser, em 2050, o Estado-membro da União Europeia com menor proporção de crianças, que deverão representar somente 11,5% da população total dentro de 35 anos, segundo projeções demográficas divulgadas pelo Eurostat esta quinta-feira.

A publicação do gabinete oficial de estatísticas da União Europeia sobre “jovens e crianças na UE” revela que, em 2014, as crianças com menos de 15 anos representavam 14,6% da população portuguesa, valor ligeiramente abaixo da média europeia (15,6%), mas Portugal deverá registar até 2050 a segunda maior descida da percentagem de crianças na população total (-3,1 pontos percentuais), caindo para o valor mais baixo entre os 28 Estados-membros.

Atualmente, Portugal encontra-se na segunda metade da tabela, ao lado de Eslovénia e Lituânia, e à frente de Malta, Hungria, Áustria, Itália, Bulgária e Alemanha (que registou em 2014 a proporção mais baixa, com 13,1% de crianças enquanto parte da população total), mas a projeção de uma queda de 3,1 por cento ao longo dos próximos anos(apenas superada por aquela prevista para a Eslováquia, de -3,5%, dos 15,3 para os 11,8%) colocarão Portugal na cauda da lista.

Em termos gerais, a proporção de crianças na população total da UE deverá diminuir nos próximos anos, mas de forma muito mais ligeira que em Portugal, ao recuar dos 15,3% em 2014 para os 15,0% em 2050.

O país com uma maior proporção de jovens na sua população em 2014 era a Irlanda (22,0%), seguida de França (18,6%) e Reino Unido (17,6%).

 

 

 

Feira da Ladra Jovem 2015 em Loures

Março 26, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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IX Colóquio “Os Direitos Humanos na Ordem do Dia: Jovens e Desenvolvimento Global

Novembro 17, 2014 às 11:59 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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convit

mais informações:

http://www.parlamento.pt/Paginas/XIIL4S_IXColoquioOsDireitosHumano.aspx

Registo e informações:  info@popdesenvolvimento.org

 

A População jovem em Portugal diminuiu em quase meio milhão de pessoas – Destaque do INE

Agosto 11, 2014 às 1:45 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Destaque do INE de 11 de agosto de 2014.

destaque

Resumo
Na última década, o número de jovens entre os 15 e os 29 anos reduziu-se em quase meio milhão em Portugal. Entre 2001 e 2011, em 302 dos 308 municípios portugueses, diminuiu o número de jovens.
Jovens têm um peso significativo na emigração: em 2012 estima-se em cerca de 26 mil, o número de jovens emigrantes permanentes (50% do total) e em cerca de 27 mil os jovens emigrantes temporários (39%).
Os jovens casam cada vez mais tarde e aumentou o número de jovens que permanecem a residir com os pais. Em 2011, 68,3% dos jovens residia com pelo menos um dos pais e 21,5% tinha constituído a sua própria família enquanto casal.
Os níveis de qualificação têm aumentado entre a população jovem: a percentagem de jovens, entre os 15 e os 29 anos, com curso superior passou de 8,3% em 2001 para 14,9% em 2011. Apesar disso ainda se verifica um elevado número de situações de abandono precoce de educação e formação, que atingia, em 2013, 18,9% dos jovens, entre os 18 e os 24 anos.
Cerca de 98% dos jovens utilizam computador e internet e 80% conhece pelo menos uma língua estrangeira.
Entre 2011 e 2013, em média cerca de 55% dos jovens dos 15 aos 29 anos estavam no mercado de trabalho (40,6% empregados e 14,4% desempregados). A taxa de desemprego dos jovens foi de 26,3%em média nesse período, quase o dobro da taxa de desemprego total.
Os jovens dos 15 aos 29 anos têm rendimentos do trabalho inferiores à média nacional e essa diferença tem aumentado.

link do resumo aqui

documento Dia Internacional da Juventude 12 de agosto

Portugal perdeu quase meio milhão de jovens na última década

Agosto 11, 2014 às 1:20 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do Público de 11 de agosto de 2014.

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Público

População até aos 30 anos representa um terço dos desempregados e metade dos emigrantes permanentes do país, revela INE na véspera do Dia Internacional da Juventude.

A proporção de jovens na população nacional nunca foi tão pequena desde que há estatísticas. Os habitantes entre os 15 e os 29 anos valem apenas 17% do total do país, fruto da perda de quase meio milhão de pessoas desta faixa etária ao longo da última década. Os dados são divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), fazendo parte de um retrato feito com base em estatísticas oficiais e outros indicadores, na véspera do Dia Internacional da Juventude. Esta geração representa cerca de um terço dos desempregados e metade dos emigrantes permanentes.

Em 2011, residiam em Portugal 1 milhão e 800 mil jovens, menos quase meio milhão do que em 2011. Este número equivale a uma decréscimo de 21,4% desta população, que nunca esteve tão pouco representada na pirâmide etária nacional. Se, em 1960, as pessoas entre os 15 e os 29 anos eram 23,9% dos residentes – um número que se manteve praticamente estável até 2001 –, hoje valem apenas 17,1%, menos de um quinto da população.

“A diminuição do número de jovens é um dos indicadores do fenómeno do envelhecimento que atinge a população portuguesa e reflete a redução continuada do número de nascimentos verificada em Portugal”, sublinha o INE na publicação divulgada esta segunda-feira no seu portal da internet.

Entre 2001 e 2011, este fenómeno foi transversal a todo o país. Só em seis concelhos o número de jovens aumentou neste período: Santa Cruz (Madeira), Montijo, Albufeira, Mafra, Ribeira Grande e Lagos.

Antecipando o Dia Internacional da Juventude, que se assinala esta terça-feira, o INE divulgou um documento em que agrega indicadores referentes à população entre os 15 e os 29 anos, tendo por base os Censos de 2011 e outras estatísticas publicadas ao longo dos últimos anos. Os números mostram um peso significativo dos jovens entre o contingente de desempregados e de emigrantes do país.

Segundo o INE, em 2012 emigraram 53 mil jovens de Portugal. Destes, cerca de 26 mil fizeram-no de forma permanente, o que representa metade do total de emigrantes permanentes do país. A relevância dos jovens neste contingente de migrantes aumentou 14,5 pontos percentuais face ao ano anterior. No mesmo período houve ainda 27 mil jovens que emigraram de forma temporária (39% do total nacional).

Esta geração representa 32% dos desempregados em Portugal. Na população empregada, a participação deste grupo etário é bastante mais reduzida, representando apenas 15,5% do total. Assim, a taxa de desemprego dos jovens dos 15 aos 29 anos é de 26,3%, quase o dobro da taxa de desemprego total (14,8%).

Jovens ganham cada vez menos Ainda no mercado de trabalho, o INE mostra como os jovens ganham cada vez menos em comparação com outros grupos etários, quando trabalham por conta de outrem. O rendimento salarial médio mensal líquido da actividade principal dos jovens trabalhadores foi, em média, entre 2011 e 2013, inferior em 23,2% ao da generalidade dos trabalhadores por conta de outrem. Enquanto a população com menos de 30 anos ganha 622 euros, os colegas mais velhos recebem 810. “Esta diferença tem vindo a agravar-se sucessivamente desde 2002”, sublinha o relatório do INE. Há uma década, a diferença salarial média era de apenas 13,5%.

As dificuldades de acesso ao mercado de trabalho e as desigualdades para aqueles que conseguem ter emprego contribuem, em parte, para outra realidade sublinhada pelas estatísticas oficiais: um quarto da população entre os 16 e os 24 anos encontra-se em risco de pobreza. De acordo com o INE, cerca de 25,6% dos jovens desta faixa etária residia em agregados familiares com um rendimento abaixo da linha de pobreza.

O retrato dos jovens traçado pelo INE destaca outros indicadores para esta geração, como um aumento dos níveis de qualificação — a percentagem de jovens com curso superior passou de 8,3%, em 2001, para 14,9%, em 2011 —, de utilização do computador e Internet (98%) e de conhecimentos em línguas estrangeiras (80% conhece pelo menos um outro idioma além do português).

Os jovens também casam cada vez mais tarde e aumentou o número dos que vivem com os pais até aos 30 anos: em 2011, 68,3% residia com pelo menos um dos pais, ao passo que 21,5% tinha constituído a sua própria família.

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