Estratégia nacional de educação para a cidadania – E-Book

Dezembro 3, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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http://dge.mec.pt/estrategia-nacional-de-educacao-para-cidadania

“Não há uma idade certa para se falar da IVG nas escolas”

Julho 20, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista do https://www.publico.pt/ de 9 de julho de 2017 a Margarida Gaspar de Matos.

“A descontinuidade das políticas públicas é trágica”, afirma Margarida Gaspar de Matos.

Ana Dias Cordeiro

O que aconteceu para os jovens deixarem de gostar da escola nestes últimos 30 anos?

Os [nossos] estudos desde 1998 mostravam que os miúdos tinham a percepção de serem os piores da Europa inteira, mas ao mesmo tempo gostavam muito da escola — dos recreios, de conviver com os colegas, de algumas actividades e de alguns professores. Em 2014, baixou o gosto pela escola em geral, incluindo pelos recreios.

Por que motivo?

Houve um grande desinvestimento nas áreas curriculares não disciplinares, em que os miúdos podiam construíam projectos de escola com os professores. Saiu da escola toda essa componente relacional e de cidadania e a escola passou a centrar-se unicamente nas aprendizagens, com aquele foco imenso na Matemática e no Português. Nós não queremos crânios a Matemática e a Português para depois irem tomar medicação psicotrópica.

As políticas do ensino levaram a essa situação?

Eu não posso dizer isso assim, mas aconteceu tudo ao mesmo tempo: uma mudança do clima da escola, das políticas educativas e das expectativas sobre o futuro que, aparentemente, tiraram o gosto por tudo o que tenha a ver com a escola. Neste momento, há todo um ambiente economicista que não favorece envolvimento dos professores. Além disso, as políticas públicas têm que ter uma continuidade. A descontinuidade é trágica.

Como vê esta nova experiência do Ministério da Educação (ME) para flexibilizar currículos (dar margem às escolas para juntar ou criar novas disciplinas)?

É uma boa ideia os jovens e os próprios professores serem chamados a reflectir sobre os currículos, porque há matéria a mais para o tempo disponível, e os professores e os alunos são os melhores para fazer essa análise. Mas uma coisa é a lei e a outra é o que vai acontecer.

Se for bem feito, é bom. É isso?

Se for feito realmente com propriedade. A gestão das escolas, às vezes, define o que pode ser feito entre o excelente e o péssimo. O Ministério tem que monitorizar para, pelo menos, o médio acontecer nas escolas todas.

Qual a sua opinião acerca do recente projecto do ME de “referencial de educação para a saúde” (orientações às escolas) em que se propunha abordar com os alunos do 2.º ciclo a questão da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG)?

Eu estou contra um professor chegar a uma aula com um power point e falar de IVG como se fosse matéria. A questão nunca se pôs assim. A questão é se, nalgumas condições, será lícito falar disso.

Deve ser falado com alunos do 2.º ciclo que têm entre 10 e 12 anos?

O referencial é um referencial, não é um programa. E eu estou a ver vários cenários. Se aparecer um caso, o professor bem informado pode explicar em que circunstâncias essas coisas acontecem. Quando os meninos perguntam, as coisas têm que ser esclarecidas, porque, se não são, vão inventar coisas ainda piores.

O ME fez bem em recuar e propor introduzir esse tema no 3.º ciclo?

Foi um ajuste do ME relativamente à sensibilidade do país. No 3.º ciclo acontece exactamente a mesma coisa. Eu não acharia nada interessante que, alguma vez, a pílula do dia seguinte ou a IVG viessem no capítulo Métodos Contraceptivos. Isso seria uma barbaridade em termos de saúde pública.

Não há uma idade certa para falar do tema?

Não há uma idade, há uma relevância desenvolvimental. Toda a educação para a saúde deve ser assim.

 

 

Education and Training : Monitor 2015

Março 14, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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edu

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http://bookshop.europa.eu/is-bin/INTERSHOP.enfinity/WFS/EU-Bookshop-Site/pt_PT/-/EUR/ViewPublication-Start?PublicationKey=NCAJ15001

This first edition of the Education and Training Monitor developed under the Juncker Commission is published when Europe’s need for long-term solutions to a growing social crisis has once more been thrown into sharp relief. Education is the foundation of Europe’s future economic vitality, driving the employability, productivity, innovativeness and entrepreneurial spirit of tomorrow’s working population. But equipping people for employment is only part of the picture. Education has an equally important role in creating a better society. Well-educated people are less at risk of marginalisation and social exclusion. Effective education is about inclusiveness, ensuring every citizen has an opportunity to develop their talents and to feel part of a shared future. Building effective education and training systems requires a focus on inclusion as part and parcel of the broader quest for excellence, quality and relevance. These objectives are well reflected in the Europe 2020 education headline target. Yet the latest available data shows a worrying decrease in education investment for the third consecutive year, jeopardising the EU’s progress towards these objectives. Member States that have seen a spending cut for at least three years in a row are NL, FI, PT, IT, ES, IE and UK – the latter four proving the most problematic from a demographic perspective. The Education and Training Monitor 2015 shows that, in view of improving spending effectiveness and efficiency, mutual learning and evidence-based policy making are of vital importance

 

UNESCO defende redução de custo de manuais escolares

Fevereiro 10, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do site http://www.dnoticias.pt/ de 19 de janeiro de 2016.

descarregar o documento “Every Child Should Have a Textbook” citado na notícia no link:

http://en.unesco.org/gem-report/every-child-should-have-textbook#sthash.bIfMj7KM.dpbs

RS207539_07AGO058993B

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) defendeu hoje a redução do custo dos manuais escolares para permitir que mais alunos de todo o mundo possam aceder aos livros.

Num relatório intitulado “Every Child Should Have a Textbook” (“Cada criança deve ter um manual escolar”, da autoria do Global Education Monitoring Report (Relatório Mundial de Monitorização da Educação), defende-se que centralizar ao nível nacional o mercado dos livros poderia reduzir em 2,7 euros o preço de cada manual e permitir uma poupança mais de 900 milhões de euros por ano na aquisição de material escolar só na África subsariana.

Um melhor modelo financeiro poderia ajudar a triplicar o número de livros disponíveis para crianças em todo o mundo, contribuindo para a melhoria dos resultados escolares – sobretudo nos países pobres — e podendo aumentar os níveis de literacia entre 05 e 20 por cento.

Um inquérito realizado em escolas primárias de 11 países em desenvolvimento (Argentina, Brasil , Chile , Índia, Malásia , Paraguai, Peru, Filipinas , Sri Lanka , Tunísia e Uruguai) mostrou que, em média, até 20% dos alunos do quarto ano não têm manuais ou devem partilhá-los. Nos Camarões, há apenas um livro de leitura para cada 12 alunos e um de matemática para cada 14 alunos no segundo ano de escolaridade.

O instituto de estatísticas da UNESCO (UIS) concluiu ainda que os governos não estão a investir o suficiente nos manuais, revelando que em 2012, 36 países gastaram menos de 02% do seu orçamento para a educação primária nos materiais escolares, o que, no entender da UNESCO, cria novas barreiras à aprendizagem para os mais pobres.

Por isso, o documento recomenda que, pelo menos, 03 a 05% do orçamento destinado ao ensino básico seja gasto nos manuais, aumentando esse valor para 06 a 08% quando se trata do ensino secundário.

O relatório recomenda que o próximo Global Book Fund, proposto por vários países doadores, aumente os recursos para os manuais escolares e recorra a doações do setor privado, argumentando que isso poderia aumentar o financiamento dos livros na África subsaariana de 549 milhões de dólares para 785 milhões, o que poderia triplicar o número de manuais disponíveis na região.

 

 

 

 

X Curso de Verão, Círculo de Saberes 2015, EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA: POLÍTICAS, CONTEXTOS E PRÁTICAS

Julho 8, 2015 às 11:06 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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20150605417096546786Durante os próximos dias 16 a 18 de Julho tem lugar o X Curso de Verão, Círculo de Saberes 2015, EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA: POLÍTICAS, CONTEXTOS E PRÁTICAS, promovido pelo Departamento de Ciências Sociais da Educação, do Instituto de Educação da Universidade do Minho. A equipa docente é constituída por: Emília Vilarinho [coord.], Manuel Sarmento, Natália Fernandes e Teresa Sarmento.

O Curso de Verão pretende aprofundar o conhecimento acerca da atual condição social da infância e das políticas de educação de infância em Portugal, de modo a compreender os desafios, tensões e dilemas que se colocam aos profissionais no exercício da sua profissão. Visa problematizar o desenvolvimento das políticas de avaliação da qualidade e as formas e usos da avaliação em contextos de educação de infância. Procura ainda produzir um debate entre pares que permita encontrar caminhos que, de forma articulada, respeitem os direitos das crianças e dos profissionais, no sentido de assegurar práticas pedagógicas promotoras de uma cidadania ativa das crianças.

Esta iniciativa é particularmente dirigida a educadoras de infância, educadores sociais e técnicos de associações e instituições particulares de solidariedade social, pais e encarregados de educação, responsáveis e técnicos autárquicos, animadores educativos e culturais, membros e dirigentes associativos e sindicais envolvidos na educação e outras organizações sociais que intervêm numa perspetiva de promoção da cidadania ativa das crianças.

Programa
16 de julho
9:30 – 12:30
1ª – Mesa – Políticas para a educação de infância em Portugal: desafios e dilemas
14:30-18:00
1ª – oficina – As tensões entre o Cuidar/Educar/Pré-escolarizar

17 de julho
9:30 – 12:30
2ª – oficina – Políticas de Avaliação da Qualidade em Educação de Infância
14:30-18:00
3ª – oficina – Organização do trabalho pedagógico e participação infantil

18 de julho
9:30-12:30 – Mesa final – Saberes e práticas em educação de infância
Participação de convidados oriundos de instituições que intervêm em contextos de educação de infância.
(O curso aguarda acreditação pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua).
*******************
Organização do curso: segundo uma tipologia que compreenderá sessões teóricas e sessões teórico-práticas.

Horário de funcionamento: Quinta-feira, 16 de Julho (9h-12h30m; 14h30m-18h)
Sexta-feira, 17 de Julho (9h-12h30m; 14h30m-18h)
Sábado, 18 de Julho (9h-13h)

Local de funcionamento: Instituto de Educação
Universidade do Minho
Campus de Gualtar
Braga

Inscrições: até 9 de Julho de 2015
Secretaria do Departamento de
Ciências Sociais da Educação
Instituto de Educação
Universidade do Minho
Campus de Gualtar
4710-057 Braga

endereço eletrónico: calexandra@ie.uminho.pt

Valor da inscrição:
45 € – Público em geral
20 € – Estudantes da Universidade do Minho

Pagamento através de TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA para o NIB: 0035.0171.00167322630.15 (Caixa Geral de Depósitos).
Inscrições por endereço eletrónico, enviando comprovativo de pagamento:
calexandra@ie.uminho.pt

Número limite de inscrições: 25 (segundo a ordem de receção)

 

 

Jornadas Educativas “Pensar a Educação …2015”

Março 16, 2015 às 7:10 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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pensar

Período de inscrição: Até 20/03/2015

mais informações:

http://www.edufor.info/formacao/index8.asp?id=0915T1

Qualidade da educação e acolhimento na primeira infância

Outubro 4, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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educa

descarregar o estudo:

http://bookshop.europa.eu/pt/qualidade-da-educa-o-e-acolhimento-na-primeira-inf-ncia-pbBA0213204/

O presente estudo analisa a evolução das políticas seguidas na Europa no domínio da educação e acolhimento na primeira infância (EAPI). O desenvolvimento das políticas recentes da UE procura criar uma estrutura e um contexto para a evolução das políticas a nível nacional. Reunindo os dados existentes de diversas fontes e realizando estudos complementares aprofundados à escala nacional, o presente estudo propõe os pilares constitutivos de uma EAPI de qualidade. Além disso, com base num inquérito aprofundado às boas práticas seguidas na UE, o presente documento apresenta sugestões e recomendações para o desenvolvimento de uma EAPI de qualidade em toda a EU.

 

 

No Homework! Why Finland’s school system is the best in the world

Setembro 2, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.impactlab.net de 3 de agosto de 2014.

finlanda

Our education system is failing our students. There are also a lot of different options presented on how to ‘fix’ it. Everyone has an answer, a promising new way of thinking, a potential magic bullet. Inevitably, we also examine school systems that are working as a part of investigating what to do or not to do with our own. (Infographic)

And one of those that is working and is almost always mentioned is Finland. Their students regularly top the charts on global education metrics despite a lack of homework and more away-from-the-desk time during the school day. No homework is a pretty drastic measure in most people’s minds, so how does it work?

The handy infographic below takes a look at why homework doesn’t seem to be a necessity given the structure of the rest of the system. Do you think a Finland-esque education system would work here in the US?

There’s No Homework in Finland

  • Finland boasts a 93% high school graduation rate (78% in Canada and 75% in the US)
  • 2 in 3 students go on to college
  • The mean PISA score in Finland is 20+ points higher than the next highest scoring country (Hong Kong)
  • The ratio of teachers to students is 1:12 (compared with 1:24 in New York city, for example)
  • There are no separate classrooms for accelerated or special education
  • 1 in 3 students receives some sort of special assistance in school
  • Standardized testing is minimized: only one test is taken at age 16
  • Students get about 75 minutes of recess per day
  • Homework is rarely given until students are teenagers
  • All teachers have a Master’s degree, which is subsidized by the state
  • Only the top 10% of students are accepted into teaching programs
  • Teachers are held in the same esteem as doctors and lawyers

Ver a infografia completa aqui

 

 

lançamento do livro “40 anos de políticas da educação em Portugal” e o debate “Aprender com o passado para construir o futuro”

Junho 30, 2014 às 8:15 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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CNE

VI Encontro do CIED – I Encontro Internacional em Estudos Educacionais

Novembro 14, 2013 às 1:03 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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cied

Mais informações Aqui

Apresentação

A sexta edição do Encontro do Centro Interdisciplinar de Estudos Educacionais – CIED pretende debater quais os riscos e os desafios que a atual conjuntura coloca à avaliação. Atualmente, a avaliação sustenta todas as práticas educativas. Neste sentido, a partir de uma análise reflexiva e prospetiva, pretende-se aprofundar o debate em torno de questões fundamentais da avaliação em contextos de educação e formação.

O Encontro destina-se a professores, educadores, técnicos de intervenção social e comunitária, dirigentes associativos, estudantes de pós-graduação e cidadãos interessados nos desafios da avaliação.

O Encontro terá sessões plenárias, cujos debates serão suscitados pelas intervenções de oradores/as convidados/as e por sessões abertas à apresentação de comunicações.

Objetivos

Promover a apresentação de trabalhos científicos no âmbito da educação (formal e não formal), estimulando o debate sobre as questões atuais que afetam os múltiplos contextos;

Estimular a formação de parcerias científicas entre Investigadores e Educadores;

Contribuir para a análise dos processos e resultados de avaliação em diferentes contextos;

Promover o debate e a análise dos efeitos dos diferentes modelos e práticas de avaliação.

Áreas temáticas

Avaliação de políticas de educação e de intervenção sociocultural;

Avaliação das aprendizagens;

Avaliação de organizações;

Avaliação e desenvolvimento profissional.

 

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