A Menina do Mar, 2 a 5 de fevereiro no São Luiz Teatro Municipal

Janeiro 27, 2019 às 6:04 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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https://www.facebook.com/events/208031129882230/

 

Jornadas literárias ’10 de Letra’ 19 abril na SPA, com Eduardo Sá, Luísa Ducla Soares, José Jorge Letria

Abril 18, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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https://escritores.online/10-de-letra/

Ensinar também é ler

Outubro 17, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://p3.publico.pt/ de 29 de setembro de 2016.

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Marta Poppe

Pergunto-lhe o que acha que faz falta na escola. “Mais do que equipamentos e materiais faz falta uma reflexão mais profunda sobre o que está a acontecer menos bem na escola.”

Texto de Cristina Nobre Soares

Conta-nos que começou a gostar de poesia no dia 25 de Abril de 1974. O pai, ao contrário do que costumava fazer todos os dias, nessa manhã não ligou o rádio. E ela apanhou a camioneta para a escola, como sempre. Sem saber o que estava a acontecer. Ao chegar ao liceu disseram-lhe, a ela e aos outros alunos, que não havia aulas naquele dia porque estava a acontecer uma revolução em Lisboa. Então, a professora de português, Irene Vivas, para que não ficassem na rua, levou-os para uma sala onde lhes leu um texto de Manuel Alegre. Um texto censurado até àquele dia. Era um texto em prosa, diz-nos a professora Ângela Oliveira. Mas tocou-me tanto, mas tanto, que eu tive de ir à procura de mais coisas escritas por ele. E descobri a sua poesia. E depois a de outros. E de outros. Aquela leitura da minha professora abriu-me um mundo que eu não conhecia. A poesia muda-nos a forma de ver o mundo, porque a partir do momento em que a conseguimos interpretar, também conseguimos interpretar o mundo.

A professora Ângela é professora de História e Português, do 2.º ciclo em Óbidos. Conheci-a numa festa de Natal da escola da minha filha. Entrou em palco com uma turma dela e poesia de Marguerite Yourcenar, mais ou menos entre as canções de Natal e a actuação do mágico. Fiquei a pensar que gostaria que ela um dia fosse professora da minha filha. Foi. Tivemos sorte. Olho-a, agora, sentada numas escadas em Óbidos, ao 7.º dia do FOLIO, e enquanto nos fala sobre poesia, com uma emoção que lhe faz perder o ar sério, eu penso que ser professor é isto. É esta passagem de testemunho, quase mágica, que atravessou séculos de humanidade. A professora dela abriu-lhe o mundo da poesia. Ela, por sua vez, abriu esse mundo à minha filha e aos filhos dos outros.

Pergunto-lhe o que acha que faz falta na escola. Pensa um bocadinho e responde: “Mais do que equipamentos e materiais faz falta uma reflexão mais profunda sobre o que está a acontecer menos bem na escola. E a aprendizagem tem de voltar a ser valorizada, porque a escola ainda continua a ser um dos melhores veículos de progressão.”

Pergunta-nos se conhecemos o jardim da Biblioteca Municipal. Eu e a Marta dizemos que não. E enquanto ela nos guia pelas ruas de Óbidos, fala-nos sobre a falta que a leitura pública faz. Que hoje se fala muito em livrarias e pouco em bibliotecas. Que a leitura pública é realmente a mais acessível. E a todos. Porque não depende do poder económico de cada um. Li muitos, muitos, livros de biblioteca, conta-nos. Os meus pais sempre que podiam compravam-me livros, mas, provavelmente não poderiam ter comprado todos os que li. Nem a mim, penso eu.

Antes de terminarmos a conversa, já na Biblioteca Municipal pergunto-lhe se gosta de ser professora. Sorri e diz-me que sim. “Ensinar também é ler, porque a vida é leitura. Lemos tudo. E ao ensinar estou sempre a ler e aprender.”

 

 

Por que é tão importante ler poemas para crianças?

Junho 17, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do http://ataba.com.br/ de 3 de junho de 2016.

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Denise Guilherme

Segundo Carlos Drummond de Andrade, as crianças são poetas por natureza. Desde pequenas, elas brincam com a linguagem, atentando para o som das palavras, seus significados e intencionalidades.

Quando bebês, embora não entendam muitos dos sentidos das palavras que lhes são ditas, os pequenos apreciam a melodia da voz de seus pais e, freqüentemente, “respondem” com balbucios e outros sons graciosos, estabelecendo uma deliciosa brincadeira com a sonoridade da comunicação humana.

Assim que aprendem a falar, logo começam a criar suas próprias expressões para se comunicar e, com o passar do tempo, descobrem que a linguagem é um jogo onde as palavras podem ser inventadas, ordenadas e faladas de diversas maneiras, dando origem a muitas interpretações. E o que é isso senão poesia?

Pensando na importância da leitura de poemas para a formação desses leitores, listamos alguns motivos pelos quais é fundamental apresentar esses textos às crianças desde cedo:

  1. A poesia contribui para a formação do imaginário, do simbólico e da criatividade. Afinal, nos poemas, as palavras sempre dizem mais!
  2. Poemas expressam a beleza por meio da linguagem literária. “A poesia mostra que a língua que se lê diz mais coisas quando ela é uma língua trabalhada, artesanalmente trabalhada.”*
  3. Os poemas contribuem para o desenvolvimento da sensibilidade estética, construindo uma ponte entre a criança e o mundo real e o simbólico. Por meio deles é possível perceber que as coisas podem ter diferentes representações.
  4. A presença da sonoridade nesse tipo de texto, construída por meio das rimas e repetições, por exemplo, torna a recitação de poemas uma atividade muito prazerosa para os pequenos. Esses recursos linguísticos possibilitam que as crianças memorizem e apreciem esses textos, mesmo que – a princípio – não sejam capazes de compreender todo o seu significado.
  5. Ouvir e recitar poemas ajuda na percepção da melodia da linguagem. Poesia e música andam juntas. Algumas canções de compositores brasileiros trabalham com processos poéticos extremamente refinados. Por isso, apreciar boas canções pode ser um ótimo caminho para aproximar os leitores da linguagem poética.
  6. Poemas possibilitam a construção de imagens, jogos de associações de palavras e metáforas. Eles desenvolvem um olhar curioso sobre o mundo.  “A poesia faz ver, dá a ver os textos, dá a ver o que se lê.”*
  7. A leitura desses textos obriga o leitor a refletir sobre a melodia, a cadência e as pausas na construção de sentido,  ajudando-o a dominar ritmos fundamentais, como o da respiração, por exemplo.
  8. Poemas exploram de maneira muito inteligente a disposição da palavra no espaço do papel. Neles, os leitores podem aprender que nos textos literários não só conteúdo, mas também a forma tem muito a dizer.
  9. A leitura em voz alta de poemas desenvolve a atenção a aspectos da oralidade (entonação, acentuação e ritmo) que são fundamentais nas situações de uso da fala em público.
  10. Por fim, ler poemas pode ser uma ótima oportunidade de mostrar às crianças que as palavras são como brinquedos. E tal qual as peças de um jogo de montar, basta apenas combiná-las de diferentes maneiras para que a magia da linguagem aconteça!

Para conhecer algumas dicas de livros de poemas para leitores de todas as idades, a equipe da Taba preparou uma seleção especial de títulos desse gênero.

Confira clicando aqui.

* JEAN, George. Actes de la scéance. 13-4 juin.1979. In. Coloque de Paris. Apprentissage et pratique de la lecture à l’école. Paris, 1979.p,87.

visualizar as imagens do texto no link:

http://ataba.com.br/por-que-e-tao-importante-ler-poemas-para-criancas-2

 

 

Histórias contadas em poesias inventadas – Comemoração do Dia Mundial da Poesia e Dia Internacional das Florestas – 21 de março na Estufa Fria

Março 18, 2016 às 6:02 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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blx

Comemoração do Dia Mundial da Poesia e Dia Internacional das Florestas
Na próxima segunda-feira, 21 de março 2016 entre as 14H00 às 18hH00 vamos celebrar este grande dia com Histórias contadas em poesias inventadas.

Pelo terceiro ano consecutivo, as Bibliotecas de Lisboa e a
Estufa Fria de Lisboa vão comemorar o Dia Mundial da Poesia e o Dia Internacional das Florestas, a 21 de março, realizando uma série de atividades para escolas, para famílias e público em geral, na Estufa Fria.

A poesia e a natureza fundem-se num lugar mágico e único, onde as palavras e a beleza do espaço originam momentos de lazer, criatividade e prazer. E em cada canto daquele oásis com mais de 300 espécies, plantam-se rimas e contos e descobrem-se plantas.

 

Dia Mundial da Poesia no CCB – 21 de março

Março 19, 2015 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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poesia

21 Mar 2015 – 14:00 às 19:00

Entrada Livre

Pelo oitavo ano consecutivo, o PNL e o CCB comemoram o Dia Mundial da Poesia. O programa, a ter lugar no sábado dia 21 de Março, dedica este ano a Maratona de Leitura a Cesário Verde. O evento ocupa diversos espaços do Centro e inclui leituras de obras de poetas portugueses, uma feira do livro de poesia, conferências e espetáculos.
Programa

14:00 – 19:00

Feira do Livro de Poesia | Entrada do Centro de Reuniões – Piso 1 Na entrada e recepção do CCB poderá encontrar o seu poeta preferido, ou último livro de poesia editado. Organização: Bertrand

INCM | corredor Sala Fernando Pessoa Posto de venda de edições e publicações da Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Organização: Imprensa Nacional – Casa da Moeda

Diga lá um poema | Espaço Amigo CCB Leituras em voz alta abertas ao público. O espaço é montado como um estúdio de gravação, com um estrado e um microfone. O público é convidado a dizer poesia em frente a uma câmara. As gravações são passadas, em diferido, em écran junto á SL.

15:00

Cesário Verde | Palestra | Sala Luís de Freitas Branco Por Fernando Cabral Martins

Poesia Latino Americana | Sala Almada Negreiros – Piso 1  Realizado em colaboração com a Casa da América Latina.

14:30

Boas vindas e apresentação do programa Por Manuela Júdice, Secretária-Geral da Casa da América Latina

14:40

Leituras Antológicas Poesia e Transcendência aos 90 anos de Ernesto Cardenal Comentário e leituras por José Tolentino de Mendonça

Poetas Diplomatas. Octavio Paz, Pablo Neruda e Vinícius de Morais Comentário e leituras por Luís Filipe Castro Mendes

O regresso à infância com Manoel de Barros Apresentação por Maria Xavier (Casa da América Latina). Leituras por Beatriz Viana, Carlos Baltazar, Duarte Bénard da Costa, Francisco Figueiredo, Gonçalo Albergaria, Inês Faria, Joana Carvalhinho, Joana Flor, Marta Sanches e Violeta D’ Aguiar (Escola Secundária Camões)

16:00

Vozes da América Andrés Ordoñez (México) e Omar Ortiz (Colômbia)  Moderados por Lauren Mendinueta

17:00

Novidades Editoriais Uma visita ao Museu de História Natural, edição bilingue. Apresentação por Nuno Júdice, com Lauren Mendinueta (autora), Ricardo Márques (tradutor) e João Concha (Não edições)

Troco a minha Vida por Candeeiros Velhos Apresentação por Jeronimo Pizarro, com Gastão Cruz (tradutor), João Paulo Cotrim (Abysmo) e Germán Santamaria Barragán, Embaixador da Colômbia.

Antes que a luz trema. Antologia de David Rosenmann-Taub, edição bilingue. Apresentação por Ana Maria Toscano (Universidade Fernando Pessoa) e leituras por Isabel Branco

Ficha Técnica

Coordenação: Maria Xavier, Casa da América Latina

Produção: Diana Lopes, Casa da América Latina

Relações Públicas: Adriana Drago, Casa da América Latina

Comunicação: Patrícia Simões, Casa da América Latina

Coordenação dos alunos: Cristina Duarte, Escola Secundária Camões

15:30

Maratona de Leitura | Cesário Verde | Sala Fernando Pessoa – Piso 2

Cesário Verde dito por diversos convidados Coordenação: Luís Lucas Aldina Duarte, André e.Teodósio, António M. Feijó, Fernando Cabral Martins, Fernando Pinto do Amaral, Gonçalo M. Tavares, Mafalda Lopes da Costa, Nicolau Santos, Paula Bárcia, Tiago Rodrigues.

16:00

De viva voz | Sala Luís de Freitas Branco – Piso 1

Poetas e outras personalidades dizem poesia sua ou de outros. Apresentação: Luísa Cruz António Carlos Cortez, Diogo Vaz Pinto, Filipa Leal, Frederico Lourenço, Joana Emídio Marques, José Luiz Tavares, Manuel Alegre, Maria Teresa Horta, Matilde Campilho, Nuno Júdice, Rosa Oliveira.

17:30

Espetáculo | De Lisboa para o Mundo| Pequeno Auditório

Há uma cidade feita de mil aldeias à beira-Tejo, que por suave milagre se unem, formando uma das mais belas ficções possíveis de viver: Lisboa. Quantas palavras a disseram, quantas não conseguiram dizê-la? Muitas e mais aquelas que ainda estão por vir. Lisboa, desde o seu nascimento, teve o mágico privilégio de ser uma cidade-espelho, onde os olhares se reflectiam e devolviam. E a poesia, que no limite não é mais do que um olhar depurado e quieto, registou esse encanto de uma cidade-porto, segura e insegura, amante ou megera, paraíso ou inferno.

Não há poetas de Lisboa: há seres apaixonados, há estrangeiros deslumbrados, há partidas e regressos que se parecem muito com as paixões. Lisboetas convictos, que se debatem com declarações confusas de amor-ódio, como só é permitido aos verdadeiros apaixonados.

Mas sabemos isto: a cidade sempre foi inspiração para a palavra poética, escrita pelos que estão, pelos que chegam, pelos que partem. Lisboa nunca deixou de receber o mundo a olhar para o mundo. São esses olhares, tão diversos e tão únicos, tão quotidianos e tão intemporais que a Lisbon Poetry Orchestra quer partilhar. Algumas vezes seduzindo pela memória; outras, revelando o que é feito hoje, pelos que vivem e sentem outra vez estas ruas, esta gente, este mistério. O encontro da palavra e da poesia musical que a Lisbon Poetry Orchestra pratica é uma das mil probabilidades de banda sonora que esta cidade permite. E é exactamente por isso que não pode deixar de ser feito: porque a Lisboa poética sempre será feita de descobertas e reencontros. ‘Nuno Miguel Guedes’

Lisbon Poetry Orchestra

Músicos Alexandre Cortez (baixo e programações) / Filipe Valentim (piano, sintetizador e percussões) / Luis Bastos (clarinete, viola e percussões) / Tiago Inuit (guitarra)

Diseurs André Gago / José Anjos / Nuno Miguel Guedes / Sandra Celas / Daniel Rocha Leite / Fernando Pinto do Amaral / Luis Carvalho / Paula Cortes / Pedro Oliveira

Vídeo João Pedro Gomes (JPG from Daltonic Brothers)

Poemas e textos de António  José Forte, Vasco Graça Moura, Alexandre O’ Neill, Plinio o Velho, David Mourão Ferreira, Herberto Helder, Eduardo Lourenço, Al Berto e de (participantes no projecto) Luis Carvalho, Daniel da Rocha Leite, José Anjos

Direcção musical e coordenação do projecto: Alexandre Cortez Apoio editorial de Nuno Miguel Guedes e Fernando Pinto do Amaral Uma produção Festival Silêncio / CTL, Cultural Trend Lisbon para o CCB

14:30 – 19:00

Museu dos Poetas| Performance e Oficinas| Salas e Foyer Sophia de Mello Breyner Performance e oficinas a partir da escolha de poesia portuguesa

O dia da Poesia é também o dia dos poetas e das letras. É o dia da chegada da Primavera. Queremos celebrar a chegada do novo ciclo. O ciclo do Sol que traz a natureza de novo à vida; que faz ressurgir a seiva que nos dá flores e frutos enchendo a atmosfera do seu benéfico calor, dando-lhe fertilidade, estabilidade e prosperidade. Com a garra, a esperança e a alegria de jovens atores evocaremos a grande musa que nos toca com a sua poesia, por vezes até sem palavras, num Museu dos Poetas. Poetas e poetisas portugueses serão pronunciados em voz alta, como grito que ecoa ao longo dos tempos, recordando-nos as raízes e a origem, contando-nos histórias do nosso país, estados de alma intemporais e quimeras que nos fazem ir e rasgar caminho.

Orientação Suzana Branco e Miguel Simões / Com João Cachola, Martim Guerreiro, Margarida Bakker, Vicente Wallenstein, Sofia Fialho, Lara Mesquita, Sílvio Vieira, Rodrigo Tomás, Vasco Barroso, Anabela Ribeiro, Lara Matos.

“Apoio Escola Secundária Eça de Queiroz (Beatriz Fernandes, Miguel Arrifano, Soraia Gomes, Ana Cristina Fernandes, Cristiana Carvalho, Rute Lopes)”

16:00

Entrega de prémios de Concurso “Faça lá um Poema* | Sala Sophia de Mello Breyner Com Teresa Gentil e apresentado por Ana Cloe

Cerimónia de entrega de prémios aos vencedores do Faça lá um Poema, concurso de poesia, em colaboração com o Plano Nacional de Leitura, dirigido a escolas do 1º Ciclo ao Secundário. A entrega dos prémios terá a participação da compositora Teresa Gentil, que junta musica às palavras dos premiados e de outros poetas portugueses.

Com Teresa Gentil Piano Guitarra, flautas e voz / Ana Cloe Apresentação e voz / Rui Silva Percussões tradicionais / Rita Matias Voz, percussão e guitarra / João Nogueira Contrabaixo e voz *Até ao limite da capacidade das salas

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Produção CCB

 

83.º Aniversário da Biblioteca Municipal Palácio Galveias

Julho 3, 2014 às 3:23 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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programa

http://blx.cm-lisboa.pt/noticias/detalhes.php?id=937

Dia Mundial da Poesia 2014 – Vídeo

Março 21, 2014 às 10:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Literatura/Pages/diamundialdapoesiamarco2014.aspx

 

Dia Mundial da Poesia – 22 de Março no CCB

Março 18, 2014 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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poesia

22 Mar 2014 – 11:00 às 18:30  CCB

Centro de reuniões
Entrada Livre sujeita à capacidade de cada uma das salas

Pelo sétimo ano consecutivo e numa iniciativa conjunta do Plano Nacional da Leitura (Ministério da Educação e Ciência e Secretaria de Estado da Cultura) e do Centro Cultural de Belém, comemoramos no dia 22 de Março, o Dia Mundial da Poesia.

A comemoração inclui um programa intenso, que terá inicio às 11h com a exposição Como as Cerejas. Ao longo do dia contaremos com a Feira do Livro de Poesia, com espaços onde a poesia portuguesa é dita por poetas, actores e personalidades – incluindo o já indispensável espaço para os espontâneos, Diga lá um Poema – e um conjunto de Oficinas e Actividades que a Fábrica das Artes organiza para todas as idades.

Este ano a Maratona da Leitura é dedicada a Vitorino Nemésio, homenageado também com a exibição do documentário de Maria João Rocha, Viagem (1999).

Contaremos novamente com a Poesia Latino Americana, organizada em colaboração com a Casa da América Latina.

O êxito das primeiras edições leva-nos a dar continuidade ao Concurso de Poesia dirigido às escolas, cuja selecção final terá lugar no Centro Cultural de Belém, com a atribuição de prémios para os melhores poemas.

Os espaços do Centro Cultural de Belém vão ser vividos num ambiente de festa com muita poesia, para todas as idades.

mais informações aqui

Concurso de Poesia Faça Lá um Poema 2014

Janeiro 16, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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poema

No intuito de incentivar o gosto pela leitura e pela escrita, o Plano Nacional de leitura e o Centro Cultural de Belém, numa iniciativa conjunta, voltam a realizar o Concurso de Poesia FAÇA LÀ UM POEMA (FLP), para que convidam as escolas públicas e privadas, do 1º Ciclo ao Ensino Secundário, de todo o país, Continente e Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

O Concurso vai decorrer entre Janeiro e Março de 2014 e terá a sua Final no Centro Cultural de Belém, integrada nas comemorações do Dia Mundial da Poesia.

Na data mais oportuna, o Plano Nacional de Leitura tornará disponíveis, nesta página, os instrumentos necessários para a divulgação, inscrição e participação no FLP 2014.

Na sequência de outras iniciativas ligadas ao incentivo à escrita e à leitura desenvolvidas pelo Plano Nacional de Leitura, chama-se a atenção para Semana da Leitura que tem como grande tema inspirador a Língua Portuguesa e propõe iniciativas para a celebração dos oitocentos anos de conhecimento dos seus textos escritos mais antigos.

Neste sentido e embora de participação totalmente isenta de constrangimentos temáticos, o Concurso Faça lá um Poema parece adequado à abordagem de temas relacionados, pelo que deixa essa indicação a todos os que nela estejam interessados.

mais informações:

http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/Concursos/index.php?s=concursos&tipo=1&concurso=45

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