Crianças refugiadas sorriem em Lisboa para nos lembrarmos delas

Julho 3, 2016 às 4:05 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do http://p3.publico.pt de 30 de junho de 2016

Nuno Veiga

O mote diz tudo: “Nos campos de refugiados, milhões de crianças esperam a nossa solidariedade. Acreditam que alguém se vai lembrar delas. Irá mesmo?”. Porque “a esperança é a última a morrer”, como os sorrisos na cara denunciam, a Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR) juntou-se à Câmara Municipal de Lisboa para levar, a várias ruas da cidade, fotografias de crianças refugiadas que vivem em campos de acolhimento, no Líbano. Até 19 de Julho, as imagens, captadas pela lente do fotógrafo da agência Lusa, Nuno Veiga, vão estão distribuídas por 30 múpis, nas zonas de Cais do Sodré, Praça do Comércio, Avenida 5 de Outubro, Avenida 24 de Julho, Sete Rios, Estrada de Benfica, Estefânia, Campo Grande, Saldanha, Martim Moniz, Largo do Rato, Areeiro. Inserida na campanha Take My Coat, esta iniciativa solidária é uma forma de promover a integração dos refugiados em Portugal e a acção da PAR no acolhimento destas famílias. E de não esquecer que, apesar de tudo, estas crianças sorriem, ainda. P3/Lusa

Dia Mundial do Refugiado – 20 de junho

Junho 20, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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http://www.acnur.org/diadorefugiado/

Comemorações do Dia Mundial do Refugiado

http://refugiados.net/1cpr/www/dmr2016/eCardDMR2016v0b.pdf

http://www.cpr.pt/

http://www.refugiados.pt/

E tu, se tivesses de fugir, o que levavas na mochila?

Abril 6, 2016 às 8:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do site Educare de 4 de abril de 2016.

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A 6 de abril, alunos do Básico e do Secundário são desafiados a colocarem-se na pele de um refugiado e a arrumarem a sua mochila como se fugissem da guerra. “E se fosse eu?” é o nome desta campanha lançada às escolas.

O que é ser refugiado? O que se sente quando se tem de partir e deixar tudo para trás? O que levar quando se foge da guerra? O que colocar na mochila? A 6 de abril, os alunos do Ensino Básico e Secundário podem pensar nestas questões. A campanha “E se fosse eu?” desafia os estudantes a colocarem-se no lugar de um refugiado e a decidirem o que levariam consigo se fossem obrigados a fugir da guerra. A iniciativa, lançada no Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, parte da Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), da Direção-Geral da Educação, do Alto-Comissariado para as Migrações e do Conselho Nacional da Juventude. Todos podem pensar no assunto. Todos podem participar nas suas escolas.

No site da campanha, explica-se a essência deste exercício que obriga crianças e jovens a colocarem-se no lugar do outro e a perceber que há realidades duras de sentir. Trata-se, no fundo, de “um exercício de empatia com quem foge da guerra na Síria e procura proteção humanitária”. “Perceber o que quer dizer deixar tudo para trás, ter de selecionar o que é mais importante e viver só com uma mochila numa jornada de perigos e de incertezas. Refletir e debater sobre o que gostaríamos de encontrar se vivêssemos esta situação”, lê-se no site.

A 6 de abril, na primeira aula do dia, as escolas de todo o país podem incentivar os seus alunos a pensar como arrumariam a sua mochila se tivessem de fugir da guerra, sair de casa e deixar o seu país. “É isso que acontece às famílias de refugiados que partem da Síria, deixando tudo para trás”, refere Rui Marques, coordenador da PAR, em declarações à Lusa, acrescentando que esta campanha pretende “sensibilizar a opinião pública, em particular os jovens estudantes” sobre “o que quer dizer ser refugiado”. “Quando somos colocados perante esta experiência, ainda que simulada, de que temos de deixar tudo para trás e que a nossa vida e os nossos bens se resumem àquela mochila, percebemos um pouco melhor o que significa a vida destes refugiados”, sublinha o responsável.

Em Portugal, vivem cerca de 150 refugiados. Esta realidade também pode ser debatida nas escolas para que os alunos percebam como é “a vida de tantos jovens e adultos que têm de partir num rumo de incerteza, não sabendo quando e por quem irão ser acolhidos e que tudo o que têm é a mochila que trazem consigo”. Segundo Rui Marques, esta campanha tem uma “dimensão importantíssima de educação para a cidadania e de perceber que nenhuma comunidade e nenhum país estão isentos do risco de poder, um dia, ter uma situação de conflito, de crise e ser obrigada a fugir”. “É um exercício de educação para a cidadania, mas também um exercício de mobilização dos jovens para esta causa do acolhimento e integração dos refugiados”, acrescenta.

O vídeo da campanha mostra gente de carne e osso que teve de fugir do seu país e que conta o que colocou na sua mochila. A iniciativa inspira-se, aliás, no projeto What’s in My Bag promovido pelo Rescue Comitee em colaboração com o fotógrafo Tyler Jump que, na ilha de Lesbos, na Grécia, fotografou pessoas que fugiram da guerra e que revelaram o que puseram nas suas mochilas. Omran de 6 anos é um dos exemplos. Fugiu da Síria e colocou na mochila um par de calças, uma t-shirt, pensos rápidos, sabão, pasta e escova de dentes e os seus snacks favoritos. Iqbal, de 17 anos, fugiu do Afeganistão. Não quer que saibam que é refugiado, quer andar com o cabelo espetado e que a sua pele esteja sempre branca. Colocou na mochila gel, um pente, um corta-unhas, um par de calças, um par de sapatos, meias, uma t-shirt e algum dinheiro. Há ainda Aboessa, mãe de 20 anos, que fugiu de Damasco, Síria, e que colocou na mochila medicamentos para proteger a sua filha de ficar doente, comida para bebé, o boletim de vacinas, pasta dos dentes e pouco mais.

Informações: http://www.esefosseeu.pt/

 

“E se fosse eu”: um estudante na pele de um refugiado

Março 26, 2016 às 5:32 pm | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Notícia da TVI24 de 21 de março de 2016.

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O desafio que é lançado aos jovens portugueses, de maneira a sensibilizá-los para este problema do século XXI

Ontem às 13:03 Redação / CF

“E se fosse eu” é o tema da campanha lançada por várias entidades e que desafia os estudantes a colocarem-se na pele de um refugiado e arrumarem a sua mochila como se estivessem a fugir da guerra.

Lançada no Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, a campanha nacional é uma iniciativa conjunta da Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), da Direção Geral da Educação, do Alto Comissariado para as Migrações e do Conselho Nacional da Juventude e novos

Em declarações à agência Lusa, o coordenador da PAR, Rui Marques, explicou que a campanha visa “sensibilizar a opinião pública, em particular os jovens estudantes”, sobre “o que quer dizer ser refugiado”.

O que levar na mochila quando se foge à guerra

A campanha, apresentada esta segunda-feira na Câmara Municipal de Lisboa, lança um desafio a todas escolas para que no dia 06 de abril incitem os estudantes a dizer como arrumariam a sua mochila se tivessem que fugir da guerra, sair da sua casa e deixar o seu país.

“É isso que acontece às famílias de refugiados que partem da Síria, deixando tudo para trás”, disse Rui Marques, sublinhando que antes de partirem têm de selecionar as poucas coisas que podem levar consigo num trajeto de centenas de milhares de quilómetros.

Quando somos colocados perante esta experiência, ainda que simulada, de que temos de deixar tudo para trás e que a nossa vida e os nossos bens se resumem àquela mochila percebemos um pouco melhor o que quer dizer a vida destes refugiados”, sublinhou o coordenador da PAR.

Na primeira aula do dia 6 de abril, além deste desafio, será feita uma reflexão entre o professor e os alunos sobre o que é ser refugiado.

O objetivo é que os alunos percebam com este exercício o que é “a vida de tantos jovens e adultos que têm de partir num rumo de incerteza, não sabendo quando e por quem irão ser acolhidos e que tudo o que têm é a mochila que trazem consigo”, disse Rui Marques.

Para o responsável, esta iniciativa tem uma “dimensão importantíssima de educação para a cidadania e de perceber que nenhuma comunidade e nenhum país estão isentos do risco de poder, um dia, ter uma situação de conflito, de crise e ser obrigada a fugir”.

Por isso, elucidou, “quando percebemos que pode ser qualquer um de nós, provavelmente a nossa atitude” será de receber essa pessoa como gostaríamos que nos recebessem.

É um exercício de educação para a cidadania mas também um exercício de mobilização dos jovens para esta causa do acolhimento e integração dos refugiados”, acrescentou.

Para Rui Marques, esta iniciativa tem “um enorme alcance, um sentido simbólico muito forte, simples na sua execução, mas muito profunda naquilo que é a reflexão que induz”.

Segundo o coordenador da PAR, estão em Portugal 149 refugiados distribuídos por várias organizações que têm assegurado o acolhimento destas pessoas no país.

mais informações:

http://www.esefosseeu.pt/

 

 

Carta aberta ao Governo Português “Prioridade ao acolhimento de crianças refugiadas e suas famílias”

Março 10, 2016 às 4:40 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança associou-se hoje à iniciativa da Plataforma de Apoio aos Refugiados, de que o IAC é membro desde a primeira hora, que decidiu escrever uma Carta-Aberta ao Governo no sentido de dar prioridade no Acolhimento às Crianças e suas famílias.

Pede ainda que seja implementado um Projecto-Piloto de recolocação directa, urgente e eficaz de crianças refugiadas e suas famílias, quer a partir da Grécia, quer da Turquia, Líbano ou Jordânia.

A PAR anunciou ainda que a  partir de 2ª feira terá uma representação permanente na Grécia, presidida pela Profª Mariana Barbosa da Universidade Católica Portuguesa, que contará  com o apoio da Cáritas e da Unicef.

Na sessão de hoje, promovida pelo Presidente da PAR, Rui Marques quer a Cáritas, quer a Unicef estiveram também representadas respetivamente pelo Profº  Eugénio da Fonseca e pela Drª Madalena Marçal Grilo. 

Estiveram ainda presentes o Cons. Armando Leandro da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens e o Eng, Hugo Carvalho, Presidente do Conselho da Juventude.

Carta-Aberta


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