Pintar Ciência! no Centro Ciência Viva do Algarve (Faro), 16 junho

Junho 10, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://www.ccvalg.pt/public/even.php?evid=1095

 

Oficinas de Páscoa do Museu Bordalo Pinheiro – 10 a 13 de abril

Março 10, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrição:

servicoeducativo@museubordalopinheiro.pt

Tel.: 218 170 667

mais informações no link:

https://www.facebook.com/MuseuBordaloPinheiro/

Um avô que faz todos os dias desenhos para os netos

Dezembro 17, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do http://p3.publico.pt/ de 5 de dezembro de 2016.

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autoria Andreia Cunha

Natural da Coreia e residente no Brasil, Chanjae Lee, reformado de 75 anos, tinha até há pouco tempo uma única tarefa diária: levar os netos à escola. Um dia, Arthur e Allan regressaram à Coreia com os pais e o avô ficou sem nada para fazer. Os dias eram passados a ver televisão coreana. A família ficou preocupada e decidiu ajudar Chanjae a encontrar uma nova actividade. Ji Lee, um dos filhos, lembrou-se do tempo em que o pai costumava fazer desenhos para as crianças. A ideia era convencê-lo de que podia voltar a desenhar e depois partilhar as fotos no Instagram. O pai odiou a ideia e nem sequer sabia o que era esta rede social (nem um e-mail ou o Google). A mulher, por outro lado, é muito curiosa. Com 75 anos usa Gmail, Google, Facebook e Instagram. Ela e o filho uniram-se. Depois de algumas tentativas falhadas, Chanjae recomeçou um passatempo antigo. Os desenhos são para os três netos. De repente, passou de “velho mal-humorado” a ilustrador das aventuras de Arthur, Allan e Astro e a um sucesso do Instagram – como mostra o vídeo que o filho partilhou. Ensiná-lo a usar esta rede social não foi fácil, mas ele aprendeu (lentamente). Desde perspectivas de Nova Iorque a um retrato da mulher, de um desenho dos netos a tomar banho até ilustrações dos brinquedos que Arthur e Allan deixaram no Brasil. Tudo é partilhado na página @drawings_for_my_grandchildren (desenhos para os meus netos). Animais e plantas são outros dos temas preferidos, bem como as tradições e os locais da Coreia, desenhados com diferentes técnicas e estilos. Chanjae faz um desenho por dia e já tem centenas de ilustrações no Instagram. Mas não está sozinho no projecto. A avó é a responsável pelas histórias que acompanham os desenhos do avô e que encantam os netos. Os filhos traduzem cada uma para inglês e português. O projecto tornou ainda mais unida uma família que está em diferentes cantos do mundo. O sucesso foi tanto que até surgiu a ideia de expor e vender os desenhos para financiar as viagens de visita aos netos. Entretanto, “o Astro começou a correr e o Arthur e o Allan já não são pequenos rapazes”. Chanjae não mudou muito – “continua um velho mal-humorado” –, mas tornou-se um especialista do Instagram.

 

 

A felicidade escondida: “Não se negam pedidos a um anjo”

Dezembro 3, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Expresso de 21 de novembro de 2015.

Teresa Pinto Basto

Filipa Sáragga pinta, escreve e pratica solidariedade social. Tem 31 anos, três livros publicados e uma vontade imensa de partilhar o que aprende com as “crianças azuis” com quem convive.

Katya Delimbeuf

que leva uma rapariga de 26 anos, formada em Belas-Artes, a começar a escrever e a ilustrar livros? O pedido de uma menina de 7 anos com cancro terminal pode dar um valente empurrão. Foi este o clique na vida de Filipa Sáragga, hoje com 31 anos, madrinha desta menina que se chamava Maria – e que morreu. Quando Filipa disse a Maria “um dia vou pintar a tua história”, ela respondeu-lhe “não, a madrinha pinta e escreve”. “Não se negam pedidos a um anjo”, pensou Filipa. Nesse momento, naquele quarto do Instituto Português de Oncologia de Lisboa, ela soube que tinha de escrever a história de Maria, para dar a conhecer a sua sabedoria e o modo como sorria “no meio de tanto sofrimento”.

Nascia assim o livro “Talvez um Anjo”, o segundo de Filipa Sáragga, escrito e ilustrado por ela. Dedicado à memória de Maria Luísa Lousada Laureano, os lucros das vendas reverteram na íntegra para a Associação Nariz Vermelho e para a família da menina. O prefácio foi escrito pela mão do então cardeal patriarca de Lisboa, José Policarpo, e lançado na Fundação Calouste Gulbenkian.

Filipa Sáragga

Antes já tinha havido um primeiro livro (infantil), “O Toiro e a Bailarina”, ilustrado com base em pinturas a óleo da autoria de Filipa Sáragga. A pintora passou por um momento mais difícil na sua vida pessoal e decidiu transformá-lo em algo positivo. “Nesta altura, fora de casa, já me tinha deparado com o verdadeiro sofrimento, com as verdadeiras fragilidades, e decidi que queria pôr o meu trabalho ao serviço dos outros.”. Fala do voluntariado que desenvolveu sempre junto de crianças, muitas institucionalizadas ou “diferentes”, com síndromas de autismo ou trisomia 21. Chama-lhes “crianças azuis”, mas esclarece que também há muitos adultos que se sentem marginalizados e excluídos e que por isso são mal rotulados.

Imprimiu 1700 livros numa gráfica, convenceu Marcelo Rebelo de Sousa e Laurinda Alves a escrever, a apresentou a sua primeira obra no Centro Cultural de Belém (imagine-se…!). Encheu a sala e vendeu os exemplares todos. Os 23.800 euros foram direitinhos para duas associações: a Terra dos Sonhos e a Associação Salvador. Com este novo projeto, Filipa encontrou uma vocação. “Antes sonhava em vir a ser uma boa pintora. Era bastante carreirista”, assume. Depois percebeu que “é uma perda de tempo estarmos demasiado concentrados em nós mesmos”.

Filipa Saragga

Uma das ilustrações de Filipa Sáragga para o livro “A Princesa Azul e a Felicidade Escondida”, onde são visíveis os “meninos azuis” Filipa Saragga

O voluntariado já vinha de trás. “Os meus pais sempre nos incentivaram – a mim e às minhas irmãs – a respeitar e cuidar de quem mais precisa. Lembro-me, desde muito pequena, da felicidade que sentia no Natal quando íamos em família distribuir cabazes a um bairro social muito carenciado. Lembro-me como se fosse hoje da felicidade daquelas famílias ao receberem os cabazes. Consigo ver-lhes o sorriso e sentir-lhes os abraços. A felicidade daquelas crianças era irresistível.”

A felicidade escondida

Este ano, Filipa escreveu nova obra. “A Princesa Azul e a Felicidade Escondida” é um “livro de adultos para crianças que conta a história de uma princesa diferente, nascida com uma cor que não existe”, por ser vítima de bullying, discriminação, exclusão e todos os sofrimentos daí decorrentes. Determinada, Filipa queria contar com o comentário de António Guterres, alto comissário da ONU para os refugiados, na sua obra. Feitos os contactos, ele ligou-lhe, explicando que até poderia ler o livro “sem compromisso” na próxima viagem de avião, mas que não lhe podia prometer nada. Foi por isso com enorme surpresa e satisfação que Filipa recebeu a notícia de que Guterres aceitara escrever-lhe um texto para o início da obra. “Quando olho para os 50 milhões de pessoas que no mundo de hoje tiveram de fugir das suas casas e das suas comunidades por causa da guerra e da violência, gostaria muito que os responsáveis pudessem ter lido ‘A Princesa Azul e a Felicidade Escondida’ e aprendido a lição. O mundo seria bem melhor”, escreveu António Guterres. O livro de Filipa acabou por ser integrado no Plano Nacional de Leitura, no 6º ano.

Filipa Sáragga 3

Entretanto, Filipa está já a escrever o quarto livro. É uma obra que fala sobre a sua “redescoberta”, que lhe ensinou “o verdadeiro sentido da vida”. Espera “ter oportunidade de fazer isto o resto da vida”. Tem a sorte de ter uma família que a “ajuda a ajudar” e que tem orgulho no caminho que ela escolheu para si. Aprendeu muito com as suas experiências. A não julgar, a relativizar os males da vida, a olhar para o outro e não para si. No fim de tudo, gostava de sentir que fez “outras pessoas felizes” e que valorizou “aquilo que realmente é importante”. Filipa está a fazer a parte dela.

 

 

 

 

Exposição de pintura infantil e juvenil de ARTIGIANO

Setembro 16, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Concurso Mundial de Pintura dirigido a Crianças e Jovens

Maio 15, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia da DGE / SG – MEC

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A Fundação “Little Zograff”, em parceria com a Municipalidade e o Centro de crianças de Bansko – Bulgária -, vai promover um concurso mundial de pintura que obedece às seguintes regras:

Tema: o tema pode ser livre ou, então, podem ser apresentados desenhos/pinturas relacionados com a natureza, paisagens, animais ou experiências relacionadas com a natureza.

Publico-alvo: Dirigido a alunos da faixa etária dos 4 aos 15 anos de idade.

Dimensão da imagem: Mínimo de 30 a 40 cm; máximo de 49 a 70 cm.

Materiais a utilizar: Não há especificações sobre os materiais a utilizar; os trabalhos devem ser originais.

Período do concurso: Os trabalhos podem ser enviados a partir de 1 de maio de 2013 até 15 de junho de 2013 (inclusive).

Dados pessoais exigidos: Primeiro nome e apelido, sexo, idade, nacionalidade, endereço, e-mail, telefone, título da pintura, número de desenhos submetidos a concurso, sendo que o máximo estipulado é 2 por concorrente.

Avaliação: A avaliação dos trabalhos será feita por um conjunto de pintores búlgaros e especialistas na matéria.

Anúncio dos vencedores: Após a selecção dos desenhos vencedores, o anúncio será feito através de uma carta dirigida a todas as organizações participantes.

Resultados: Os resultados serão publicados na página web da Fundação “Little Zograff

Prémios: Os prémios terão uma vertente pecuniária associada a uma estatueta.

Posteriormente, a 7 de setembro, em Bansko, está pensada uma exibição de todos os trabalhos premiados. Estes mesmos trabalhos serão objeto de uma publicação em catálogo, a ser distribuido por cada vencedor.

Para informações mais detalhadas, pode ser consultada a página web da Fundação “Little Zograff”.

Fonte: DGE / SG-MEC

Exposição + Teatro Infantil + Workshops no Jardim Botânico da Ajuda nas Comemorações do 25 de Abril

Abril 21, 2013 às 2:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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exposição

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Mais informações Aqui ou Aqui

Inauguração da Exposição “Um chá para Alice” Ilustrações Contemporâneas de Alice no Pais das Maravilhas 31 de Outubro pelas 18.00 horas na FCG

Outubro 31, 2012 às 10:22 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Celebrar a figura central do clássico de Lewis Carroll através de algumas das mais sugestivas ilustrações contemporâneas é o propósito da exposição Um Chá para Alice que a Fundação apresenta na sala de Exposições Temporárias (piso 01).

A exposição reúne uma centena de originais de alguns dos melhores ilustradores contemporâneos – 21 autores de 15 países –, que apresentam o seu olhar único sobre uma obra que sempre constituiu uma inesgotável fonte de inspiração de artistas de todo o mundo: Alice no País das Maravilhas. O eixo central da exposição é o emblemático episódio do chá do Chapeleiro Maluco e da Lebre de Março que inspirou ilustrações tão diversas quantos os autores presentes, e que serão mostradas em mesas desenhadas para o efeito. Serão, ao todo, 21 mesas – uma por cada ilustrador – com formas e alturas distintas, formando uma espécie de lagarta louca, onde todas ilustrações estarão expostas.

A mostra foi estreada este verão no Story Museum, em Oxford, cidade que viu nascer esta narrativa há 150 anos e que veio a tornar-se um dos contos mais universais e intemporais de sempre, hoje traduzido para mais de uma centena de idiomas.

Imaginada por Ju Godinho e Eduardo Filipe, e apoiada pela Fundação Calouste Gulbenkian, a exposição propõe mostrar várias representações visuais contemporâneas deste conto, que teve como primeiro ilustrador o próprio Lewis Carroll, que encheu o manuscrito original de desenhos. A partir daí, sucederam-se as mais diversas ilustrações até aos nossos dias. Algumas das mais notáveis podem ser agora vistas na Fundação até 10 de fevereiro.

Os artistas representados são Alain Gauthier, Lucie Laroche, Nicole Claveloux e Rebecca Dautrement (França), Anthony Browne, Helen Oxenbury e John Vernon Lord (Reino Unido), Chiara Carrer e Lisa Nanni (Itália), Anne Herbauts (Bélgica), Dusan Kallay (Eslováquia), Iban Barrenetxea (Espanha), Joanna Concejo (Polónia), Klaus Ensikat (Alemanha), Lisbeth Zwerger (Áustria), Maggie Taylor (EUA), Narges Mohammadi (Irão), Nelson Cruz (Brasil), Suzy Lee (Coreia do Sul), Teresa Lima (Portugal) e Vladimir Clavijo (Rússia).

As imagens de cada um deles transportam o espectador para uma dimensão paralela ao texto, uma dimensão visual feita de cores, formas, texturas e relações volumétricas. Através da visão e da arte de cada artista o público é levado a revisitar episódios e personagens, a comparar estilos, escolas e técnicas, a reconhecer influências culturais e a descobrir novas interpretações.

A estreita colaboração com a Biblioteca de Munique permite incluir nesta mostra um grande número de edições antigas e modernas deste conto que podem ser consultadas pelo público.
Um Chá para Alice
1 novembro 2012 / 10 fevereiro 2013

Edifício Sede – entrada livre

Ateliês de Verão no Museu de Arte Contemporânea de Elvas

Julho 6, 2012 às 2:23 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações Aqui

Percursos para famílias e grupos de crianças dos 8 aos 12 anos no Museu Nacional de Soares dos Reis

Setembro 29, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Percursos autónomos
Famílias e visitantes individuais não precisam de marcar previamente
Grupos escolares e outros
Proporcionam uma visita autónoma, em família, em grupo ou individualmente, através da utilização de um dos percursos/guiões disponíveis na recepção do Museu. Estes guiões são acompanhados da entrega de pranchetas e lápis. Estimulam a participação do visitante propondo actividades adequadas a diversas idades.

Percursos para famílias e grupos de crianças dos 8 aos 12 anos
Bem-vindo ao Museu Nacional de Soares dos Reis — descobrir o museu e o escultor que lhe dá o nome. Decorre na Galeria Soares dos Reis.
Crianças — pinturas de Roquemont, Silva Porto, Pousão, António Carneiro, Aurélia de Sousa. Decorre nas galerias de pintura séc. XIX-XX.
Comer e beber — as coisas deliciosas que as loiças nos podem contar! Decorre nas salas de Artes Decorativas.

Percursos para famílias e grupos de jovens dos 10 aos 15 anos
Oriente — Índia China Japão — Mobiliário, Porcelana, Pintura Séc. XVI-XVII — viajamos na Nau do Trato até ao Japão e na volta trazemos objectos e experiências fascinantes… Decorre na sala Oriente.
Séculos XVII-XVIII — Faiança, Mobiliário, Ourivesaria – mudam-se os tempos, mudam-se as vontades… Comparação e contraste entre duas épocas. Decorre nas salas das Artes Decorativas.

Percursos para jovens e adultos
Paisagem — séc. XIX-XX — pinturas de Roquemont, Silva Porto, Marques de Oliveira, Henrique Pousão, Armando Basto, Dordio, Martins da Costa.

As visitas orientadas e a participação nas actividades requerem marcação prévia.

Contactos
Museu Nacional de Soares dos Reis
Palácio dos Carrancas
Rua D. Manuel II, 44
4050-342 Porto

Telefone + 351 223 393 770
Fax + 351 222 082 851
E-mail mnsr.se@imc-ip.pt

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