José Wallenstein.”Não estava à espera desta mobilização. Tem sido galopante”

Fevereiro 16, 2017 às 10:30 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 15 de fevereiro de 2017.

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Petição contra peso excessivo das mochilas já foi assinada por mais de 16 mil portugueses

Fevereiro 9, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.jornaleconomico.sapo.pt/de 6 de fevereiro de 2017.

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Mariana Bandeira

Baseando-se no estudo da Deco que concluiu que 53% das crianças transportavam mochilas com uma carga acima do recomendável pela Organização Mundial da Saúde, várias personalidades e instituições portuguesas assinaram uma petição a pedir medidas urgentes.

O ator José Wallenstein foi o primeiro signatário, mas a ele juntaram-se vários médicos fisiatras, a jornalista Cláudia Pinto e diversas instituições ligadas ao ramo da saúde. Mais de 16 mil portugueses já assinaram uma petição contra o peso excessivo das mochilas escolares em Portugal, lançada no dia 16 de janeiro.

De acordo com um estudo realizado pela Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco), em 2003, mais de metade das crianças do 5º e 6º anos de escolaridade transportam peso a mais nas mochilas.

“Passaram 13 anos desde este estudo. (…) Não estará na mesma, talvez, a maior consciencialização e sensibilização através dos meios de comunicação social, pois a cada ano letivo surgem novos alertas sobre esta situação. Mas todos sabemos que isso não é suficiente. Não chega”, escrevem os autores da petição, da qual fazem parte a Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia, a Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral, a Sociedade Portuguesa de Medicina Física e de Reabilitação e a Confederação Nacional das Associações de Pais.

A investigação da Deco concluiu 53% das crianças que participaram no trabalho transportavam mochilas com uma carga acima do recomendável pela Organização Mundial da Saúde, superior a 10% do seu próprio peso, sendo que 61% dos estudantes com dez anos de idade carregavam malas com peso excessivo e 44% das de 12 anos também.

O desfecho da análise da Deco levou a que este grupo de personalidades e instituições portuguesas a urgir alterações legislativas. Uma das principais medidas que propõem é que que se crie legislação no sentido de definir que o peso das mochilas escolares não deve ultrapassar os 10% do peso corporal das crianças, tal como o sugerido por associações europeias e americanas, requerendo ainda que se trate o assunto com urgência.

As outras sugestões dos signatários (atualmente 16.631) são as seguintes:

  • Obrigatoriedade de as escolas pesarem as mochilas das crianças semanalmente, de forma a avaliarem se os pais estão conscientes desta problemática e se fazem a sua parte no sentido de minimizar o peso que os filhos carregam. Para tal, cada sala de aula deverá contemplar uma balança digital, algo que já é comum em muitas escolas, devendo ser vistoriada anualmente.
  • Que as escolas públicas e privadas de todo o país disponibilizem cacifos para que todos os alunos consigam deixar alguns livros e cadernos, de modo que possam deslocar-se entre as suas casas e a escola com menos peso.
  • Podendo existir a opção de os alunos utilizarem o suporte digital, segundo o critério de cada escola, exigir às editoras responsáveis pela produção de manuais escolares o seguinte: manuais com papel mais fino ou divididos em fascículos retiráveis e conteúdos mais concisos e sintéticos, de modo a diminuir o volume e o peso dos livros.

 

 

10.000 Missing Children – Campanha alerta para as crianças não acompanhadas que desaparecem na Europa

Outubro 14, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Petição disponível no link:

https://you.wemove.eu/campaigns/10000-missing-children

End Child Slavery Week 20 – 26 de Novembro

Novembro 20, 2014 às 6:00 am | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança, Vídeos | Deixe um comentário
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http://www.endchildslaveryweek.org/

 

Bring Back Our Girls – Stand with the school girls of Nigeria!

Maio 6, 2014 às 10:57 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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https://www.facebook.com/unicef

Petição Over 200 girls are missing in Nigeria – Please RESCUE THEM! #BringBackOurGirls

UNICEF apela à libertação imediata de estudantes raptadas em Chibok, na Nigéria

A Associação Portuguesa de Mulheres Juristas  endereçou uma carta à Embaixadora da Nigéria em Portugal Carta à Embaixadora da Nigéria

“Barbie” careca vai ser oferecida a crianças com cancro

Abril 21, 2012 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Post de 5 de Abril de 2012 do blogue nós na rede

 

Depois da empresa responsável pelas Bratz ter respondido ao apelo online pela criação de bonecas carecas para ajudar crianças vítimas de cancro, eis que a Mattel lhe segue os passos. 

Meses após o início de uma campanha online pela introdução no mercado de uma “Barbie” careca para acompanhar crianças com cancro, eis que a Mattel confirma que vai começar a produzir bonecas sem cabelo. A fabricante da famosa Barbie, depois de ter negado a produção da boneca, decidiu dar atenção às mais de 150 mil pessoas que pediam, no Facebook, o boneco especial. No entanto, o brinquedo produzido pela empresa será “uma amiga da Barbie” e não a própria, como faz questão de salientar a empresa, em comunicado.

A decisão chega depois de, em fevereiro, a empresa que fabrica as também conhecidas Bratz ter anunciado o lançamento para junho de uma coleção de bonecos especialmente pensados para meninos e meninas que sofram de cancro, decisão que foi encarada pelo grupo “Beautiful and Bald Barbie” como um pequeno triunfo.

Agora, o intuito principal da petição que lançaram online volta a ser quase alcançado: uma Barbie careca não vai ser produzida, mas a Mattel promete distribuir uma “amiga da Barbie” em 2013, com acessórios como “perucas”, “chapéus”, “lenços” para cobrir a cabeça e “outros acessórios de moda”, para que as crianças tenham acesso à “experiência tradicional” de brincar com uma boneca Barbie. Os quase 35 mil assinantes da petição já clamam, por isso, vitória. No entanto, a Mattel garante que não vai comercializar a boneca, que será distribuída, para já, nos EUA e Canadá, exclusivamente em hospitais infantis e espaços de tratamento de crianças vítimas de cancro.

O anúncio da empresa tem sido partilhado e “gostado” no Facebook, recebendo milhares de comentários de agradecimento. A campanha que originalmente pediu a boneca careca, mesmo assim, não descansa e pede, agora, a comercialização da “amiga” careca da Barbie, para que esta possa chegar a mais crianças.

 

Crianças com fome dão origem a petição pelo pequeno-almoço nas escolas

Janeiro 25, 2012 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TVI24 de 18 de Janeiro de 2012.

O objectivo é suprir as necessidades do cada vez maior número de crianças que são obrigadas a assistir ao primeiro período lectivo em jejum.

Um grupo de pais e educadores iniciou uma petição onde exige um programa que permita às crianças tomarem o pequeno-almoço nas escolas, porque está a aumentar o número dos alunos que chegam diariamente aos estabelecimentos de ensino com fome.

A petição «Pelo Pequeno-Almoço na Escola» está disponível on-line desde a manhã de segunda-feira e até, às 14:00 desta quarta-feira, já tinha reunido cerca de 650 assinaturas.

A petição destaca que «o agravamento das condições de vida fez aumentar o número de crianças e jovens que passam as manhãs na escola em jejum», referido que «nos últimos meses, na comunicação social e nas redes sociais, multiplicaram-se os relatos e os testemunhos sobre crianças que iniciam o seu dia de aulas sem nada terem comido, aguardando até meio da manhã pelo leite do Programa de Leite Escolar, no 1º ciclo, ou pelo almoço, no refeitório da escola».

A proposta dos subscritores – «dada a gravidade da situação» e porque «as respostas encontradas por professores, funcionários e associações de pais no seio da comunidade educativa já não são suficientes» – é a criação «urgente e indispensável» de um Programa de Pequeno-almoço Escolar, «destinado às crianças da Rede Pré-Escolar e aos alunos abrangidos pela Escolaridade Obrigatória, assegurando a primeira refeição da manhã a todas as crianças e jovens que o necessitem e independentemente de beneficiarem, ou não, de Acção Social Escolar».

«Perante aquilo que me foi chegando de pessoas amigas e de professores, acerca das situações que se passam em muitas escolas, decidimos juntar uma dúzia de pessoas que dessem a cara por este objetivo de reunir mais de quatro mil assinaturas, para permitir que, no Parlamento, seja discutido em plenário», realçou o ex-dirigente da Confederação das Associações de Pais (CONFAP), Vítor Sarmento, que iniciou a petição.

Os promotores da iniciativa darão ainda conhecimento da petição ao primeiro-ministro e ao ministro da Educação, assim como a entidades como a Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), a Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), a FENPROF, a CONFAP e a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIP).

«No Facebook foi criado um evento e já há dezenas e dezenas de comentários sobre a situação. Há vários pais e professores a corroborar a situação que é denunciada na petição com aquilo que constatam nas escolas», afirmou.

Entre os primeiros signatários da petição estão Albino Almeida (Presidente da Confap), Beatriz Gomes (Movimento Escola Pública), Ana Paula Arez (investigadora), Mário Coelho (médico Pediatra) e Paulo Sucena (ex-Secretário Geral da FENPROF).

Parlamento discute petição que apelam à ratificação da convenção contra o abuso sexual de crianças

Janeiro 18, 2012 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 18 de Janeiro de 2012.

Por Agência Lusa,

O Parlamento analisa na quinta-feira os argumentos de 31.500 peticionários que apelam à ratificação da Convenção do Conselho da Europa contra a exploração e o abuso sexual das crianças, assinada por Portugal há mais de quatro anos.

Assinada pelo Estado português em outubro de 2007, esta convenção é o primeiro instrumento jurídico internacional a classificar como crime as diferentes formas de abuso sexual de crianças até aos 18 anos, incluindo os abusos cometidos com recurso à força, ameaça ou coação, mesmo na família.

Na petição, entregue no Parlamento em março, os subscritores defendem a adoção de medidas de prevenção e combate a este crime, como a realização de estudos sobre esta realidade, o reforço da proteção e segurança das vítimas durante o processo judicial e a criação de políticas que contribuam para o bom desempenho dos profissionais envolvidos na identificação destes casos.

Quando foram ouvidos na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, os peticionários defenderam que a ratificação seria um sinal para os traficantes de que, em Portugal, existe uma alta proteção jurídica nesta matéria.

Argumentaram que apenas parte do conteúdo da convenção está vertido na legislação portuguesa, pelo que a sua ratificação permitiria que pudesse ser invocada como fonte de direito em Portugal.

A Comissão para a Cidadania e Igualdade do Género não corroborou desta opinião, afirmando que as políticas de intervenção relacionadas com o tráfico de seres humanos apelam a uma visão abrangente e suficientemente compreensiva das diversas dimensões do tráfico, incluindo o de menores.

Já a Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR) considerou da “maior importância a rápida ratificação da Convenção”, adiantando que não teve conhecimento de casos de crianças vítimas de tráfico.

Nessas situações, frisou, as crianças beneficiarão imediatamente de todas as respostas de proteção que o sistema de proteção prevê inclusivamente em casos de urgência e emergência.

Em declarações hoje à agência Lusa, o presidente da CNPCJR, Armando Leandro, adiantou que, “apesar de haver aspetos da convenção que já estão transcritos na legislação portuguesa, a ratificação é importante do ponto de vista cultural e de mensagem”.

Empenhado em ver este assunto resolvido, o presidente da Comissão parlamentar de Ética, Mendes Bota, tem interpelado os governos sobre este atraso.

“Passaram anos e ainda não chegou ao fim este calvário”, disse à Lusa, sublinhando que “não há nenhuma objeção política” para esta situação, mas apenas “a burocracia dos processos de ratificação de convenções em Portugal”.

“É uma vergonha para Portugal que, neste momento, ainda não esteja dentro dos países que assinaram a convenção”, frisou, salientando, contudo, que “Portugal não está na estaca zero” em relação a esta matéria.

Mendes Bota adiantou que está a decorrer uma campanha do Conselho da Europa para promover esta convenção e que seria “a altura mais do que adequada para se terminar, de uma vez por todas, com este processo”.

Questionado pela Comissão de Assuntos Constitucionais, o Governo informou em agosto, que o processo “se encontra em fase de articulação interministerial entre os departamentos governamentais relevantes, tendo sido já obtido parecer (em sentido favorável à ratificação) de três dos quatro departamentos com competência na matéria”.

 

Acabar com o Desperdício Alimentar

Novembro 12, 2010 às 7:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Link de Acesso à Petição Desperdício Alimentar Aqui Página no Facebook

Todos os dias incontáveis refeições completas são deitadas fora nos refeitórios das empresas ( para não falar em supermercados, restaurantes, etc ).
Ao mesmo tempo – e com tendência para piorar -, muitos portugueses têm fome..! Mas uma Norma Europeia de 2002, a isso obriga. Essa lei terá sido criada com boas intenções mas, perdeu de vista o mundo real.
Não deveria ser possível escrever-se numa mesma frase, Lei de Saúde Pública – Desperdício Alimentar – Portugueses com Fome.

A partir daqui podem-se tomar duas atitudes:

1ª – “Pois é, é a lei; olha que maçada mas, não se pode fazer nada”.
Só que ao fazerem-se leis super rígidas e politicamente correctas no tampo da secretária, ninguém se lembrou de consequências possíveis como esta.

ou então

2ª – Alterar-se/adaptar-se a lei ( feita por homens e para os homens ), de modo a permitir que todo esse alimento em perfeitas condições, seja verificado, acondicionado, transportado e distribuído a quem precisa.
Esta é a única opção decente e civilizada; não nos podemos render à burocracia e à falta de humanidade. Temos de reagir.
Temos de ser mais exigentes connosco próprios enquanto cidadãos e com quem nos representa e governa.

Vantagens na alteração da Lei :

1ª Social – Esta não precisa de grandes floreados nem considerações, pois pode eliminar de alguma forma, com a fome que assola muitos portugueses., dando-lhes alento e esperança num melhor futuro, especialmente nesta fase de descrença.

2ª Económica – Ao aproveitar as incontáveis refeições que sobram todos os dias, as várias associações ( estatais ou não ) poupam muitos recursos financeiros, que poderão ser utilizados para outros fins.
Um desses fins, poderá ser empregue no uso de carrinhas preparadas para o transporte dos alimentos e para os técnicos que verificarão a necessária qualidade desses alimentos.

3ª Exemplo Cívico – Será um excelente exemplo cívico ( algo que faz muita falta ! ), dado aos cidadãos deste País e uma boa publicidade que Portugal passará para o Estrangeiro.
Além disso, quem contribuir para o êxito desta operação, sentir-se-á muito recompensado pela acção tomada.
E voltará alguma confiança e esperança por parte dos portugueses, em quem os representa e governa.

Posto isto, foi criada uma Petição Pública chamada Desperdício Alimentar e gostaria que a lesse, caso concorde assine e a divulgue, com toda a alma lusa.

Porque desperdício alimentar é… desperdício a lamentar..!


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