Alimentação e crianças: não descure do pequeno-almoço

Agosto 12, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do site Sapo Lifestyle de 12 de julho de 2019.

Se, pontualmente, o seu filho não quiser comer o pequeno-almoço, não se preocupe. Cuide apenas para que isso não se transforme num hábito.

O pequeno-almoço é uma refeição muito importante. Vários estudos demonstram que as crianças que não comem ao pequeno-almoço têm mais problemas de concentração durante as primeiras horas do dia.

Muitas famílias se queixam da dificuldade em organizar as suas rotinas para que todos façam um pequeno-almoço saudável e tranquilo.

Aqui vão algumas sugestões

À noite, antes de deitar, deixe:

– as roupas para o dia seguinte separadas

– Se ainda assim não resultar, pode ser necessário acordar mais cedo.

Por vezes, as crianças não têm apetite logo que acordam. Se assim for, ofereça o pequeno-almoço depois de fazerem as outras tarefas.

Alguns especialistas sugerem que se ofereça um copo de sumo de laranja antes do pequeno-almoço para abrir o apetite da criança. Mas esta prática deve servir apenas por um período, até que a criança se habitue a comer o pequeno-almoço, e não deve passar a ser um hábito.

Se, pontualmente, o seu filho não quiser comer o pequeno-almoço, não se preocupe. Cuide apenas para que isso não se transforme num hábito e para que faça um lanche ao meio da manhã.

Para mais informações consulte www.papabem.pt

Vantagens de um pequeno-almoço completo no teu dia

Novembro 11, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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pequeno

mais informações:

http://nutrimento.pt/alimentacao-escolar/cartaz-vantagens-de-um-pequeno-almoco-completo/

Fotógrafa registra o que crianças comem de café da manhã pelo mundo

Novembro 22, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.hypeness.com.br 

Há quem diga que é a refeição mais importante do dia, que deve ser forte e te deixar pronto para o que der e vier, mas isso não significa seguir um plano certo. A prova disso é que os típicos cafés da manhã variam muito de país para país. Hannah Whitaker encontrou uma forma de o comprovar.

Nascida nos Estados Unidos da América, a fotógrafa quis perceber as diferenças clicando crianças sonolentas em sete países diferentes e descobriu, por exemplo, que a ideia de que os mais novos devem comer coisas leves e doces é uma tendência criada pela industrialização. Em vários países, como a Índia, é comum o café da manhã das crianças incluir alimentos azedos, fermentados e salgados.

Embora os cereais e o leite com chocolate sejam quase universais, existem lugares onde o arroz, o leite azedo ou bolos feitos de lentilhas e arroz fermentados são práticas comuns. Dá uma olhada no que Whitaker registrou e se surpreenda:

Doga Gunce Gursoy, 8 anos, Istambul, Turquia

O café da manhã desta menina inclui mel e creme de leite, a que os turcos dão o nome de kaymak, no pão torrado. Tem também azeitonas, verdes e pretas, ovos fritos com chouriço, a que chamam de sucuk, manteiga, ovos cozidos, queijos feitos de leite de cabra e de vaca, outras geleias, tortas, tomates, pepinos, rabanetes e outros legumes frescos. O prato fica completo com uma pasta feita de pimentas vermelhas grelhadas, leite e suco de laranja.

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Nathanaël Witschi Picard, 6 anos, Paris, França

Um simples kiwi, uma baguete aberta com geleia de amora e manteiga, cereais com leite frio e um suco de laranja é quanto baste para o café da manhã comum de uma criança na França.

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Saki Suzuki, 2 anos, Tóquio, Japão

O café da manhã desta menina consiste em um prato de soja fermentada, chamado natto, arroz branco, sopa de miso, pepino em conserva, omelete de ovo e salmão grelhado.

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mais fotos aqui

 

 

Curso de Actualização Profissional Alimentação Saudável em Idade Escolar

Novembro 11, 2013 às 2:14 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações Aqui

Alunos com excesso de peso não tomam pequeno-almoço

Setembro 10, 2013 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia do Correio do Minho de 2 de Setembro de 2013.

Os alunos que não tomam o pequeno-almoço em casa são obesos. É o que revela uma investigação do Instituto de Educação da
Universidade do Minho. O estudo assentou em duas dezenas de jovens do 10.º e 11.º anos do concelho de Guimarães. Os resultados demonstram ainda que os alunos que só tomam o pequeno-almoço na escola, e muitas vezes tardiamente, após a primeira aula, sofrem de excesso de peso. “Trata-se da refeição mais importante do dia, por isso também é indicadora do peso a mais. Após várias horas de sono, é essencial para fornecer os nutrientes necessários à actividade quotidiana”, explica Beatriz Pereira, professora catedrática e directora do Departamento de Teoria da Educação e Educação Artística e Física. “É importante que os pais acordem os filhos mais cedo para que estes tenham tempo para tomar o pequeno-almoço com calma. A criança não deve sair de casa a comer o pão porque está atrasada”, realça. À medida que cresce, o adolescente toma cada vez menos o pequeno-almoço no domicílio. “Não é uma refeição valorizada”, insiste a investigadora, para acrescentar: “A maioria tende a adiá-la para mais tarde durante a manhã”.
Este adiamento deve-se ao facto de eles “acordarem demasiado tarde, ficando sem tempo para o fazer”. Por outro lado, ingerir o pequeno-almoço na escola é visto pelos mais novos como sendo “uma prática fixe e bem aceite pelos pares”. São necessárias “campanhas de sensibilização para a toma do pequeno-almoço e para uma maior atenção às características dos alimentos matinais sugeridos na escola. Se possível, deve ser indicado um menu próprio a preço especial, para incentivar os alunos a tomá-lo às 8.15 horas, mal chegam ao estabelecimento de ensino”, diz a coordenadora do projecto.

Metade dos alunos melhorou aproveitamento depois de a escola garantir pequeno-almoço

Julho 22, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 18 de Julho de 2013.

Programa Escolar de Reforço Alimentar (PERA)

Andreia Sanches

Programa Escolar de Reforço Alimentar resulta de várias parcerias com entidades públicas e empresas. E chegou a mais de dez mil alunos. Já foram assinados mais protocolos.

Muitas das crianças sinalizadas como precisando que a escola lhes garantisse o pequeno-almoço melhoraram o seu desempenho a partir do momento em que a primeira refeição do dia passou a estar assegurada. De acordo com os dados apresentados nesta quinta-feira, 50% dos 10.186 alunos abrangidos pelo Programa Escolar de Reforço Alimentar (PERA) viram o seu aproveitamento melhorar.

Em 37% dos casos não houve alteração em termos de aproveitamento escolar. Em 13% das situações o desempenho não melhorou, ainda segundo o balanço feito no Ministério da Educação e Ciência, em Lisboa.

O impacto no comportamento dos alunos abrangidos pelo reforço alimentar também foi medido: 42% revelaram melhorias; em 49% dos casos não houve alteração.

Ainda assim, as taxas de aproveitamento escolar entre os alunos abrangidos pelo PERA são mais baixas do que a média — 21% chumbaram. O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, diz que isto mostra como as “dificuldades sociais” têm impacto no aproveitamento. “Mas temos que lutar contra isso”, disse, e o PERA ajuda a “trabalhar nesse sentido”. Os últimos dados disponíveis no site do ministério mostram que em 2009/2010 a média nacional de retenção e desistência variou entre 7,6%, no ensino básico, e 18,9%, no secundário.

O projecto PERA foi criado em Setembro, na dependência directa do secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, para responder à “excepcionalidade do momento” que, nas suas palavras, o país atravessava. Havia mais crianças que estavam a ir para as aulas sem tomar o pequeno-almoço, relatavam as escolas.

Com uma duração prevista de dois anos lectivos, o objectivo essencial do PERA é “conciliar a educação alimentar com a necessidade de suprir carências alimentares detectadas em alunos” de escolas públicas.

Quase 400 escolas abrangidas
Neste que foi o primeiro ano de aplicação, o PERA chegou a 387 agrupamentos e escolas não agrupadas de todo o país. E abrange actualmente mais de 10 mil crianças e jovens de diferentes níveis de ensino não superior. Mas “muitos outros já passaram pelo PERA, tendo entretanto as suas famílias sido sinalizadas para o Instituto da Segurança Social, que as referenciaram para que pudessem receber apoio de instituições de solidariedade social e/ou os apoios sociais aos quais têm direito e para que o pequeno-almoço passasse a ser tomado em casa”, segundo o comunicado do ministério.

“O Ministério da Solidariedade e Segurança Social apoiou o programa também através da utilização das cantinas sociais pelos alunos durante os períodos de interrupção da actividade lectiva.”

Na base do PERA estão parcerias várias entre o Ministério da Educação e empresas de comercialização e produção de géneros alimentares, bancos alimentares contra a fome e instituições particulares de solidariedade social. O PERA não tem custos para o ministério.

Um outro protocolo assinado com a Associação Nacional de Municípios Portugueses permitiu garantir o transporte dos produtos para as escolas. E estas últimas, por sua vez, fizeram parcerias com as redes locais de acção social.

No final da apresentação do balanço, foram assinados protocolos com dez empresas do ramo alimentar (Jumbo, Sumol+Compal, Danone, Jerónimo Martins, Lactogal, Nestlé, Sonae, Dia, Lidl e E.Leclerc), uma empresa de transportes (Luis Simões, SA), empresas de outros ramos que quiseram apoiar o projecto através do pagamento de pequenos-almoços servidos nas escolas (Grupo Portucel Soporcel, Colomer Portugal e BP) e o Lions Club.

Nuno Crato agradeceu a colaboração dos que têm apoiado com alimentos e vão continuar, sobretudo numa altura “em que muitas empresas portuguesas não estão a viver os seus dias mais felizes”.

Escolas podem não ter sinalizado todos os alunos com carência alimentar

Julho 19, 2013 às 3:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 19 de Julho de 2013.

O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, admitiu que as escolas possam não ter tido este ano letivo a capacidade de identificar todos os alunos com necessidades alimentares, mas garantiu que, dos identificados, nenhum ficou sem apoio.

No final de uma conferência de imprensa para apresentar o balanço do primeiro ano de aplicação, nas escolas, do Programa Escolar de Reforço Alimentar (PERA), o ministro Nuno Crato admitiu também que, com maior vigilância, outros casos de necessidades alimentares entre os alunos podem ser detetados, garantindo apoio para todos.

“Não estou a prever maiores dificuldades para o próximo ano letivo, mas sabemos que há dificuldades que ainda não estão satisfeitas. Portanto, a maior colaboração de todos será essencial para alargar o programa a mais pontos do país. Nós esperamos que as escolas detetem essas necessidades e que haja sempre empresas que possam colaborar”, afirmou Nuno Crato.

O ministro sublinhou que “há uma ligação muito direta” entre uma má alimentação e os maus resultados escolares, referindo que um aluno mal alimentado é um aluno que “não está na posse de todas as suas faculdades”, nomeadamente a capacidade de concentração.

De acordo com os números apresentados pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), 79% dos alunos apoiados este ano letivo pelo PERA transitaram de ano, 50% dos alunos melhoraram o seu aproveitamento escolar e 42% tiveram melhorias ao nível do comportamento na sala de aula.

O programa que abrange o território continental de Portugal, que vai ter continuidade no próximo ano letivo, envolve parcerias entre o Ministério e diversas empresas de produção e distribuição alimentar, assim como empresas de transporte.

No ano letivo de 2012-2013 foram apoiados pelo PERA 10186 alunos de 387 agrupamentos e escolas.

O programa foi criado para colmatar situações de emergência de crianças que chegam à escola sem tomar o pequeno-almoço.

Empresas dão pequeno-almoço a 13 mil crianças com fome

Dezembro 2, 2012 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 29 de Novembro de 2012.

Graça Barbosa Ribeiro

O número de crianças que as escolas incluem no programa de reforço alimentar gerido pelo Ministério da Educação tem vindo a subir

Em pouco mais de duas semanas o número de crianças com fome sinalizadas pelas escolas por irem para as aulas, de forma continuada, sem terem tomado o pequeno-almoço, subiu de 10.385 para cerca de 13 mil.

Os dois números foram indicados pelo secretário de Estado da Educação, Casanova de Almeida, que em declarações à TSF, esta quinta-feira, acrescentando que, daquelas, aproximadamente 2500 ainda não estão a receber reforço alimentar.

No passado dia 13, quando informou o Parlamento de que à data estavam a receber o pequeno- almoço 51% dos 10.385 alunos com carências alimentares identificadas, Casanova de Almeida frisou que o Ministério da Educação e Ciência (MEC) se encontrava “a gerir um projecto que nasce da vontade da sociedade civil”. Esta quinta-feira, dia em que divulga quais as empresas que estão a colaborar no projecto, doando alimentos, o secretário de Estado voltou a frisar que este não representa qualquer despesa para o MEC

“Pequeno-almoço na escola” está chegar a 51 por cento dos 10385 alunos apontados pelos agrupamentos

Novembro 16, 2012 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 8 de Novembro de 2012.

Por Graça Barbosa Ribeiro

O secretário de Estado da Educação, Casanova de Almeida, afirmou esta quinta-feira no Parlamento que, neste momento, estão a ser apoiadas no âmbito do projecto “Pequeno-Almoço na Escola”, 5547 crianças.

Este número, adiantou, corresponde a 51 por cento dos 10385 alunos, que foram identificados pelas direcções dos respectivos estabelecimentos de ensino como tendo aquele tipo de carência alimentar.

Segundo Casanova de Almeida, que frisou que o Ministério da Educação e Ciência (MEC) está “a gerir um projecto que nasce da vontade da sociedade civil”, o primeiro grupo está a ser apoiado por quatro grandes empresas nacionais e os restantes, 5288, terão os alimentos garantidos por duas empresas com as mesmas características. Os alunos em causa estão distribuídos por 253 agrupamentos de escolas.

O secretário de Estada adiantou que ainda que os familiares das crianças em causa também serão apoiados através do Banco Alimentar Contra a Fome. Não especificou como é que se irá processar este apoio e também não disse como estavam a ser distribuídos os pequenos-almoços e do que constam.

No final do ano lectivo passado aludia-se à possibilidade de colaborarem na iniciativa grandes superfícies comerciais, com a doação de alimentos, e as câmaras municipais, que assegurariam o seu transporte e entrega nos estabelecimentos de ensino.

Na sessão em que está a ser debatido o Orçamento para a Educação foi referido que a legislação já prevê que as escolas apliquem receitas próprias no fornecimento de alimentos a crianças que mostrem ter necessidades daquele tipo. “Isso está a ser feito”, disse Casanova de Almeida.

Quando se falha a primeira refeição do dia algo está mal

Maio 3, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 26 de Abril de 2012

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