Não sabes o que queres ser quando fores grande? Este site ajuda

Junho 23, 2015 às 6:00 am | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 16 de junho de 2015.

Fernando veludo infactos

Cláudia Bancaleiro

Plataforma online e móvel mostra em vídeo o que se faz em 100 profissões de várias áreas. Objectivo é ajudar jovens a escolher uma profissão.

O que queres ser quando fores grande? Mesmo no final do ensino secundário esta continua a ser a pergunta base dos que se preparam para tomar aquela que será a primeira grande decisão de vida. Muitos dos jovens que se encontram nesta fase não sabem que caminho seguir, desconhecem as competências necessárias para uma profissão e as saídas que existem depois no mercado de trabalho. Para tentar ajudar os que se preparam para escolher uma profissão foi lançado esta terça-feira o projecto Design The Future (Desenhar o Futuro), uma plataforma móvel e online que mostra o percurso e o dia-a-dia de 100 profissionais em várias áreas, em vídeos de cinco minutos.

Quando se entra no site Design The Future deparamo-nos com os mediáticos Marcelo Rebelo de Sousa, professor universitário, Zé Pedro, guitarrista dos Xutos e Pontapés, José Avillez, chef, ou ainda Joana Vasconcelos, artista plástica. Mas há ainda o agente do Centro de Inactivação de Explosivos e Segurança em Subsolo da PSP, Samuel Farinha, a cientista especialista em malária, Maria Manuel Mota, a assistente social Maria João Pena, ou Miguel Pinheiro, piloto de helicópteros. Estes profissionais estão entre os 100 entrevistados ao longo de um ano para o projecto que resulta de uma parceria entre a Associação Better Future e a Fundação Vodafone, apresentado no Museu do Oriente, em Lisboa.

“Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida”, a frase de Confúcio serve a Inês Teixeira-Botelho, da Associação Better Future, para explicar de que forma a plataforma disponível para PC, smartphone e tablet pode ajudar a que uma citação possa tornar-se realidade. No site, podem visualizar-se os vídeos mais recentes e os mais visualizados. Há ainda quatro campos de pesquisa para chegar a uma determinada profissão. Pode pesquisar-se por profissão, ou então escolher uma área (Direito, Educação, Marketing, Saúde), profissão num segundo campo, e por fim especialidade. Por exemplo, se escolhermos a área saúde a plataforma devolve oito resultados. Cada profissional tem uma ficha associada com dois vídeos, um que mostra o dia-a-dia do profissional e outro com uma entrevista, onde este fala do seu trabalho, das competências necessárias para exercer a profissão ou as dificuldades.

Na página do profissional existe ainda uma biografia, uma descrição da profissão, incluindo o perfil necessário para a desempenhar ou as principais actividades que se cumprem, e ainda as opções formativas. É nesta zona que o utilizador pode ter acesso às instituições do país onde é leccionado o curso que dá acesso à profissão que quer. Em alguns casos, são ainda indicadas profissões relacionadas com a que se está a pesquisar.

Para além de conhecer várias profissões, os jovens poderão ainda ter acesso a informação sobre os mais de 3300 cursos profissionais, superiores e livres que existem nas cerca de 1200 instituições de todo o país disponíveis na plataforma. A partir de um registo na página, pode receber-se novas actualizações sobre profissões previamente escolhidas.

Num futuro próximo, o site irá permitir buscas a partir das competências que o utilizador tem para chegar à profissão onde estas se encaixam melhor e ainda mostrar as profissões que têm um maior índice de empregabilidade.

“A plataforma quer ajudar os jovens numa fase essencial das suas vidas”, resume, por sua vez, Inês Menezes, também da Better Future. A responsável sublinha que com base nas entrevistas e inquéritos realizados em escolas e universidades do país para criar a plataforma concluiu-se que os jovens “desconhecem as saídas profissionais dos cursos que escolheram”. “Não sabem quem são, nem aquilo que querem ser”. É aqui que o projecto entra. “Em vésperas de arranque dos exames nacionais que permitirão o acesso de mais 157.000 alunos portugueses ao ensino superior, e numa altura em que mais de 1 em cada 10 estudantes desiste da licenciatura ao fim de um ano, o projecto Design the Future pretende transformar a forma como os jovens procuram informação sobre o seu futuro profissional”, resume a parceria Fundação Vodafone e a Better Future.

O secretário de Estado do Ensino Superior, José Ferreira Gomes, esteve presente na apresentação do projecto. O membro do Governo saudou o lançamento da iniciativa, que considerou de “grande importância”, e que vem responder a questões dos jovens de forma “mais eficaz” ao escolher o formato vídeo para informar. Ter certeza sobre o futuro profissional e acesso ao ensino para atingir a realização profissional é importante, mas Ferreira Gomes fez uma pausa para a “realidade”. “Mais de 50% dos licenciados na Europa estão a fazer coisas para quais não se formaram. Isto vai ser assim, não é a crise é o futuro”.

 

 

 

 

Design The Future – plataforma online de orientação vocacional para jovens

Junho 22, 2015 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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A Drª Maria João Pena (Instituto de Apoio à Criança – SOS-Criança/Criança Desaparecida) participou com 2 vídeos como Assistente Social no Instituto de Apoio à Criança – Serviço SOS Criança.

 

Press Release da Vodafone

FUNDAÇÃO VODAFONE LANÇA PLATAFORMA DIGITAL PARA JOVENS: DESIGN THE FUTURE

Terça-feira, 16 de Junho de 2015

Em parceria com a Better Future e com recurso a testemunhos reais

A Fundação Vodafone e a Associação Better Future acabam de lançar uma plataforma online, que pode ser acedida via PC, smartphone e tablet, que tem como missão difundir o conhecimento e promover a literacia dos jovens portugueses ao nível das suas opções formativas, de forma a permitir a estes jovens uma escolha académica mais orientada aos seus gostos e aptidões.

Na fase de lançamento da plataforma Design The Future, estão disponíveis mais de 100 vídeos com entrevistas a reconhecidos profissionais, representantes de profissões de várias áreas, tais como medicina, engenharia, desporto, literatura, educação, jornalismo, música, entre muitas outras, que falam sobre as suas profissões e sobre as motivações que os levaram a escolher a vocação na qual hoje são uma referência. Os entrevistados partilham a sua experiência profissional, de modo a transmitirem informação necessária para que os jovens possam fazer escolhas mais conscientes e orientadas ao seu perfil, competências e vocação, sempre em linha com as necessidades do mercado.

Este programa pretende contribuir para a melhoria do conhecimento dos jovens em relação às profissões existentes no mercado atual, bem como permitir disponibilizar informação sistematizada sobre as várias opções formativas existentes em Portugal, através das quais os jovens poderão ao longo do seu percurso desenvolver competências para o exercício de determinada profissão, designadamente informação sobre os cursos e respetivas instituições, provas de ingresso e médias de acesso.

Atualmente existem cerca de 440.900 jovens a frequentar o ensino secundário e 390.300 matriculados no ensino superior, no entanto, estima-se que metade dos estudantes que frequentam o ensino superior desiste do curso durante o 1º ano. Alguns estudos demonstram que tanto o abandono académico como uma parte da taxa de desemprego jovem advêm da falta de informação dos estudantes em relação aos cursos disponíveis no mercado e às respetivas saídas profissionais.

Como em todos os programas promovidos pela Fundação Vodafone, a plataforma Design The Future é inclusiva, permitindo a utilizadores cegos ou com baixa visão, aceder a todos os conteúdos disponibilizados através da mesma.

Link de acesso: http://designthefuture.pt/

 

 

Sessões de Orientação Vocacional na Casa da Juventude de Odivelas

Abril 1, 2015 às 11:15 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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voca

mais informações no link:

https://www.facebook.com/Casajuventudeodivelas?fref=ts

Lançado portal para ajudar alunos a escolher cursos superiores

Junho 20, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 19 de junho de 2014.

Enric Vives-Rubio

Lusa

Plataforma apresenta dados caracterizadores de cada curso em termos do concurso nacional de acesso e apresenta também dados sobre desistências e empregabilidade.

O Portal Infocursos, uma plataforma online destinada a ajudar os alunos na escolha do curso superior depois de terminado o ensino secundário, fica disponível a partir desta quinta-feira, anunciou o Ministério da Educação.

“Trata-se de uma plataforma online, desenvolvida pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência e pela Direcção-Geral do Ensino Superior, que permite aos candidatos ao ensino superior, e ao público em geral terem acesso a informação relevante para escolherem melhor a formação”, afirma o Ministério da Educação e Ciência (MEC).

O portal reúne informação sobre todos os cursos de licenciatura e mestrado integrado ministrados em Portugal e registados na Direcção-Geral do Ensino Superior até 31 de Dezembro de 2013.

A plataforma apresenta dados caracterizadores de cada curso em termos do concurso nacional de acesso ao ensino superior e reúne, de forma gráfica “e fácil de interpretar”, vários indicadores estatísticos, entre os quais se destacam a distribuição dos estudantes consoante as vias de ingresso no curso, o percentil médio dos estudantes à entrada do curso, em termos de notas nas provas de ingresso, as taxas de abandono, transferência e continuidade dos alunos no curso um ano após a sua primeira matrícula.

“Mostra também a distribuição dos alunos por sexo e idades, a distribuição das classificações finais à saída do curso e a relação entre o número de inscritos como desempregados nos centros de emprego, com base nos registos no Instituto do Emprego e Formação Profissional, e o número de diplomados, curso a curso, entre outros parâmetros”, adiantou o MEC, em comunicado.

 

Em Lousada, 500 alunos percebem o que é o mundo do trabalho

Abril 24, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do site educare de 9 de abril de 2014.

A Câmara de Lousada quis perceber a raiz do problema. “Chegámos à conclusão que o que levava ao abandono escolar era o insucesso”, refere ao EDUCARE.PT Cristina Moreira, vereadora da Juventude e Ação Social da autarquia. Em 2007, surge então o programas DICAS – Diversidade, Inclusão, Complexidade, Autonomia e Solidariedade que tem funcionado como o chapéu de uma série de iniciativas que envolvem os mais jovens, sobretudo na deteção atempada de algumas dificuldades dos alunos, nas questões relacionadas com as dependências e a sexualidade, bem como na orientação vocacional. “Aprendiz por um dia” é um desses projetos. Durante esta semana, cerca de 500 alunos do 9.º ano de todos os agrupamentos de Lousada passam um dia dentro de uma empresa para perceberem se querem ou não seguir a profissão que têm debaixo de olho.
“O balanço do programa é extremamente positivo. Não imagina a diferença que faz este dia”, afirma a vereadora. A diferença está em perceber no terreno, em contacto com profissionais das áreas de eleição, se o caminho futuro é ou não por ali. Esta perceção, em contexto real, do mundo do trabalho é bastante importante. Se uns confirmam que é aquilo que realmente querem fazer quando deixarem a escola, outros percebem que, afinal, há uma diferença entre o que se pensa e o que se faz. Em veterinária, por exemplo, tem havido algumas desistências. Os alunos gostam de animais, sonham ser veterinários, mas quando é preciso cuidar e lidar com doenças, as certezas dão lugar a dúvidas. “Aprendiz por um dia” serve precisamente para isso.

Em janeiro, os alunos do 9.º ano das escolas públicas de Lousada, que se encontram numa fase importante para tomar decisões, interessados no programa, inscrevem-se e escolhem a profissão dos seus sonhos. As inscrições são acompanhadas por psicólogos responsáveis pela orientação vocacional de forma a ir ao encontro das preferências dos jovens. Na quarta edição do programa, a adesão ronda os 90%, depois de no ano passado ter rondado os 80%. As áreas mais procuradas são as ligadas à saúde – enfermeiros, médicos, veterinários, fisioterapeutas – ao meio artístico – no cinema, teatro, multimédia – e tem havido procura nos bombeiros, tribunal e polícia. Há, no fundo, de tudo um pouco. Escolhas feitas, a câmara faz a ponte entre desejos dos alunos e o mundo empresarial. E as empresas têm estado recetivas a receber os jovens, não só no concelho de Lousada, mas mesmo fora – em Vizela, Póvoa de Varzim, Porto, Viana do Castelo, Vila Nova de Gaia.

Cristina Moreira sublinha a importância que estas experiências, em contexto de trabalho, têm em decisões mais conscientes, fundamentadas e adequadas por parte dos jovens. Escolhas mais adequadas ao perfil de cada um. “Um dia, um livro, um filme, uma conversa podem fazer a diferença na vida de uma pessoa, e de um jovem muito mais”, comenta. É um dia que marca e que, no fundo, envolve vários intervenientes. Jovens do 9.º ano que têm de decidir o que querem fazer no futuro, empresas que se disponibilizam para mostrar com funcionam aos trabalhadores do amanhã, escolas que se envolvem num projeto estruturado, psicólogos que têm de acompanhar a orientação vocacional, famílias que tentam perceber caminhos futuros e ganham tempo para se prepararem, a autarquia que assume a vontade de combater o abandono escolar. “Há um ditado que diz que para educar uma criança é preciso uma aldeia inteira”, recorda a responsável.

É a quarta vez que a Câmara de Lousada coloca no terreno o programa “Aprendiz por um dia”. A ideia é aproveitar a primeira semana de férias da Páscoa para que alunos do 9.º ano contactem com o mundo do trabalho presencialmente. Empresas acolhem estudantes que assim têm oportunidade de perceber, por dentro, como funciona o meio laboral, contactar com profissionais, colocar questões, perceber se aquela é mesmo a área da sua eleição. Uma maneira de aproximar ensino e trabalho e de os alunos participantes pensarem melhor nas suas escolhas futuras.

“Pretende-se que os jovens possam ter a oportunidade de, ao longo de um dia, acompanhar um profissional nas suas funções diárias e participar nas tarefas quotidianas”, sublinha a autarquia, num comunicado. Reduzir o abandono precoce da escolaridade mínima obrigatória e seguir as orientações das escolas de futuro são objetivos desta iniciativa que abrange alunos do ensino público de um dos concelhos mais jovens do país.

E o 9.º ano não é um ano qualquer. É um ano de tomada de decisões, de escolher uma área que poderá ser determinante na vida futura dos mais jovens. “Através deste projeto, o município pretende que a orientação vocacional seja vista como um caminho a percorrer conjuntamente pelos alunos e pela escola, com o intuito de o construir da forma mais sólida possível e de encontro às necessidades reais do mercado de trabalho”, sustenta a Câmara de Lousada. “Ou seja, a escola tem de satisfazer o aluno e vários níveis como áreas de interesse, formação, qualidade, atração, equipamentos e necessidades do mercado de trabalho”, acrescenta.

A Câmara de Lousada quis perceber a raiz do problema. “Chegámos à conclusão que o que levava ao abandono escolar era o insucesso”, refere ao EDUCARE.PT Cristina Moreira, vereadora da Juventude e Ação Social da autarquia. Em 2007, surge então o programas DICAS – Diversidade, Inclusão, Complexidade, Autonomia e Solidariedade que tem funcionado como o chapéu de uma série de iniciativas que envolvem os mais jovens, sobretudo na deteção atempada de algumas dificuldades dos alunos, nas questões relacionadas com as dependências e a sexualidade, bem como na orientação vocacional. “Aprendiz por um dia” é um desses projetos. Durante esta semana, cerca de 500 alunos do 9.º ano de todos os agrupamentos de Lousada passam um dia dentro de uma empresa para perceberem se querem ou não seguir a profissão que têm debaixo de olho.
“O balanço do programa é extremamente positivo. Não imagina a diferença que faz este dia”, afirma a vereadora. A diferença está em perceber no terreno, em contacto com profissionais das áreas de eleição, se o caminho futuro é ou não por ali. Esta perceção, em contexto real, do mundo do trabalho é bastante importante. Se uns confirmam que é aquilo que realmente querem fazer quando deixarem a escola, outros percebem que, afinal, há uma diferença entre o que se pensa e o que se faz. Em veterinária, por exemplo, tem havido algumas desistências. Os alunos gostam de animais, sonham ser veterinários, mas quando é preciso cuidar e lidar com doenças, as certezas dão lugar a dúvidas. “Aprendiz por um dia” serve precisamente para isso.

Em janeiro, os alunos do 9.º ano das escolas públicas de Lousada, que se encontram numa fase importante para tomar decisões, interessados no programa, inscrevem-se e escolhem a profissão dos seus sonhos. As inscrições são acompanhadas por psicólogos responsáveis pela orientação vocacional de forma a ir ao encontro das preferências dos jovens. Na quarta edição do programa, a adesão ronda os 90%, depois de no ano passado ter rondado os 80%. As áreas mais procuradas são as ligadas à saúde – enfermeiros, médicos, veterinários, fisioterapeutas – ao meio artístico – no cinema, teatro, multimédia – e tem havido procura nos bombeiros, tribunal e polícia. Há, no fundo, de tudo um pouco. Escolhas feitas, a câmara faz a ponte entre desejos dos alunos e o mundo empresarial. E as empresas têm estado recetivas a receber os jovens, não só no concelho de Lousada, mas mesmo fora – em Vizela, Póvoa de Varzim, Porto, Viana do Castelo, Vila Nova de Gaia.

Cristina Moreira sublinha a importância que estas experiências, em contexto de trabalho, têm em decisões mais conscientes, fundamentadas e adequadas por parte dos jovens. Escolhas mais adequadas ao perfil de cada um. “Um dia, um livro, um filme, uma conversa podem fazer a diferença na vida de uma pessoa, e de um jovem muito mais”, comenta. É um dia que marca e que, no fundo, envolve vários intervenientes. Jovens do 9.º ano que têm de decidir o que querem fazer no futuro, empresas que se disponibilizam para mostrar com funcionam aos trabalhadores do amanhã, escolas que se envolvem num projeto estruturado, psicólogos que têm de acompanhar a orientação vocacional, famílias que tentam perceber caminhos futuros e ganham tempo para se prepararem, a autarquia que assume a vontade de combater o abandono escolar. “Há um ditado que diz que para educar uma criança é preciso uma aldeia inteira”, recorda a responsável.

É a quarta vez que a Câmara de Lousada coloca no terreno o programa “Aprendiz por um dia”. A ideia é aproveitar a primeira semana de férias da Páscoa para que alunos do 9.º ano contactem com o mundo do trabalho presencialmente. Empresas acolhem estudantes que assim têm oportunidade de perceber, por dentro, como funciona o meio laboral, contactar com profissionais, colocar questões, perceber se aquela é mesmo a área da sua eleição. Uma maneira de aproximar ensino e trabalho e de os alunos participantes pensarem melhor nas suas escolhas futuras.

“Pretende-se que os jovens possam ter a oportunidade de, ao longo de um dia, acompanhar um profissional nas suas funções diárias e participar nas tarefas quotidianas”, sublinha a autarquia, num comunicado. Reduzir o abandono precoce da escolaridade mínima obrigatória e seguir as orientações das escolas de futuro são objetivos desta iniciativa que abrange alunos do ensino público de um dos concelhos mais jovens do país.

E o 9.º ano não é um ano qualquer. É um ano de tomada de decisões, de escolher uma área que poderá ser determinante na vida futura dos mais jovens. “Através deste projeto, o município pretende que a orientação vocacional seja vista como um caminho a percorrer conjuntamente pelos alunos e pela escola, com o intuito de o construir da forma mais sólida possível e de encontro às necessidades reais do mercado de trabalho”, sustenta a Câmara de Lousada. “Ou seja, a escola tem de satisfazer o aluno e vários níveis como áreas de interesse, formação, qualidade, atração, equipamentos e necessidades do mercado de trabalho”, acrescenta.

Ordem dos Psicólogos denuncia que alunos são encaminhados para ensino vocacional sem orientação

Março 18, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Antena 1 de 24 de Fevereiro de 2014.

Ballasteros

Ballesteros/EPA

Ouvir a reportagem aqui

Andreia Brito

Centenas de alunos estão a ser encaminhados para o ensino vocacional sem orientação de um psicólogo. A portaria que regulamenta este tipo de ensino prevê que os alunos sejam integrados nesse sistema, depois de um processo de orientação realizado por um psicólogo.

A Ordem dos Psicólogos denuncia na Antena 1 que a lei não está a ser cumprida. Questionado pela Antena 1, o Ministério da Educação garante que em 500 candidaturas todas apresentam documentos que provam a existência de um processo de avaliação, antes do encaminhamento dos candidatos para este sistema.

O ensino vocacional é o tema da reportagem Antena 1 desta segunda-feira, que vai ser transmitida na rádio pública esta tarde após o noticiário das 15 horas.

Sessão Temática Papel dos Pais no Processo de Tomada de Decisão Vocacional dos Filhos

Março 10, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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tematica

http://www.psicoset.com.pt/Index.html

 

Portugal tem das mais altas taxas de jovens sem dinheiro para estudar

Janeiro 13, 2014 às 2:02 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 13 de janeiro de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Education to Employment: Getting Europe’s Youth into Work

mckinsey

Lusa

Maioria dos alunos está mal informada sobre as oportunidades de trabalho antes de sair do ensino secundário, segundo um estudo apresentado hoje em Bruxelas.

Portugal tem uma das mais altas percentagens de jovens que queriam prosseguir os estudos, mas não têm possibilidade de os pagar (38%), revela um inquérito patrocinado pela Comissão Europeia que é apresentado nesta segunda-feira em Bruxelas. O mesmo estudo revela que os alunos não estão bem informados sobre as oportunidades de trabalho antes de terminarem a escola secundária.

O inquérito, intitulado Educação para o Emprego: Pôr a Juventude Europeia a Trabalhar e elaborado pela consultora McKenzie, questionou 5300 jovens, 2600 empregadores e 700 instituições educativas de oito países da União Europeia: França, Alemanha, Grécia, Itália, Portugal, Espanha, Suécia e Reino Unido.

O documento sublinha que entre os oito países estão as cinco maiores economias da Europa (Inglaterra, França, Alemanha, Itália e Espanha), dois dos países mais afectados pela crise (Grécia e Portugal) e um da Escandinávia (Suécia). No conjunto, estes países têm perto de 75% do desemprego jovem na União Europeia a 28.

O valor das propinas pago pelos estudantes nas universidades públicas ultrapassa os mil euros por ano e o relatório indica outro factor que eleva as despesas: a deslocação da área de residência. “Quarenta e cinco por cento dos jovens tem de sair da sua cidade para continuar a estudar”.

Neste inquérito, um terço (31%) dos jovens portugueses declarou não ter tempo para estudar porque tinha de trabalhar, o valor mais elevado entre os países analisados. Além da situação económica, em geral, é também afirmado que “problemas com o sistema de educação-emprego não estão a ajudar”, já que “apenas 47 por cento dos jovens acredita que os seus estudos pós-secundário melhoraram as perspectivas de emprego”.

Alunos mal informados
Além disso, 86% dos inquiridos afirmaram que não recebem informação suficiente sobre as oportunidades de trabalho antes de terminar o liceu. “As lacunas de informação são significativas”, lê-se no relatório da consultora McKenzie. “O estigma social sobre o ensino vocacional também não ajuda.”

Os resultados mostram que apenas 44% dos alunos que preferiam seguir a via profissional chegam realmente a fazê-lo, enquanto 85% acredita que a educação vocacional é mais útil para encontrar emprego.

Os empregadores, por seu lado, enfrentam uma escassez de competências. “Não só a juventude está a estudar as coisas erradas, como não está a receber as competências que precisa no processo”. Três em cada dez empregadores portugueses afirmam não preencher vagas por não encontrarem candidatos com as habilitações necessárias, uma situação que é particularmente crítica para as pequenas empresas.

Os estudantes “partilham a insatisfação dos empregadores”, segundo o estudo, em que se aponta: “menos de metade (47%) acha que a educação pós-secundária melhorou as suas oportunidades de emprego”. Embora este valor seja um pouco melhor do que a média do levantamento, este número ainda é considerado baixo.

Quarenta por cento dos jovens que trabalham estão num emprego provisório que encaram como um compasso até encontrarem uma função mais adequada. Os dados económicos usados no trabalho assentam numa taxa geral de desemprego que ronda os 16% e de desemprego jovem de 38%.

No documento, refere-se que Portugal “sofreu muito durante a recessão”, com a taxa de emprego global a cair quase 8 pontos percentuais e o desemprego entre os jovens a subir para 37%.

O relatório é apresentado nesta segunda-feira em Bruxelas numa conferência que tem como principal oradora a comissária Androulla Vassiliou, responsável pela Educação, Cultura, Multilinguismo e Juventude. Na opinião da comissária, o relatório da consultora McKenzie não podia estar mais actual: “Na Europa, o desfasamento entre aquilo que os sistemas de educação oferecem e as necessidades dos empregadores está a resultar numa séria escassez de competências, a prejudicar as aspirações da juventude e, por último, a nossa prosperidade futura”.

O relatório contém “uma mensagem clara”, lê-se no documento que enquadra a iniciativa: “Políticos, educadores e empresários devem todos sair dos seus silos e colaborar mais estreitamente para evitar o que é uma crise de crescimento”.

 

O papel dos pais nas escolhas vocacionais dos filhos – tertúlia para pais

Outubro 11, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Jornadas de Psicologia da Educação

Abril 17, 2013 às 9:13 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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jornadas

Mais informações Aqui

A Faculdade de Filosofia de Braga, da Universidade Católica Portuguesa (FacFil-UCP) promove, no próximo dia 24 de Abril, as ‘Jornadas de Psicologia da Educação’. Esta iniciativa, organizada pelos docentes do Mestrado em Psicologia da Educação, com o apoio do Centro de Estudos Filosóficos e Humanísticos da Facfil-UCP, surge com o propósito de dar a conhecer, a estudantes e profissionais ligados às áreas da Psicologia e da Educação, investigações recentes e boas práticas em âmbitos como a Orientação para a Carreira, Aprendizagem e fatores associados, Dificuldades de Aprendizagem e Necessidades Educativas Especiais.

Com efeito, os tempos difíceis fazem apelo ao envolvimento de todos os educadores. A escola e os sucessivos sistemas educativos, tantas vezes criticados, reflectem os sonhos e as utopias da sociedade. Importa então explorar o papel dos profissionais da Psicologia na promoção da inovação e da melhoria.

Neste sentido, com a intenção de promover a inclusão e a aprendizagem de todos os alunos na escola, e alicerçado num paradigma desenvolvimental, este evento dará lugar à apresentação e discussão de trabalhos, investigações e programas realizados por especialistas convidados e por docentes e alunos graduados da FacFil-UCP. Estas jornadas pretendem, pois, ser o palco para um diálogo reflexivo no âmbito da Psicologia e da Educação, que conta com a participação de Helena Rebelo Pinto, Luís Miranda Correia, e Luísa Faria, enquanto conferencistas convidados.

A presença destes especialistas que muito têm contribuído com a produção de trabalhos de relevo formativo e científico, no âmbito da Orientação para a Carreira, Aprendizagem e factores associados, Dificuldades de Aprendizagem e Necessidades Educativas Especiais, constituirá, por certo, uma mais-valia neste encontro de saber(es), aberto a todos aqueles que se interessam por estas temáticas.

 

 

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