Covid-19. Crianças regressam esta segunda-feira aos ATL (e as que têm mais de 10 anos são obrigadas a usar máscara)

Junho 15, 2020 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 15 de junho de 2020.

DGS impõe que todos os ATL têm de estar devidamente preparados para abordar possíveis casos suspeitos de covid-19, tendo por exemplo uma área de isolamento, definição de circuitos, ou atualização de contactos de emergência das crianças

As crianças vão poder retomar a partir desta segunda-feira as Atividades de Tempos Livres (ATL), mas apenas nos centros que não estão integrados em estabelecimentos escolares, que só vão reabrir do final do ano letivo.

A reabertura das ATL estava prevista para 1 de junho, no mesmo dia em que voltaram a funcionar as instituições do pré-escolar, mas foi adiada por duas semanas, devido à necessidade de preparar a organização dos espaços onde se desenvolvem estas atividades, justificou o primeiro-ministro, António Costa.

No domingo foram conhecidas as orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS) para o funcionamento destes espaços, que salientam que as crianças com mais de 10 anos devem usar máscara nos Centros de Atividades de Tempos Livres (ATL).

Na orientação, a DGS salienta que todos os ATL (que recebem crianças para atividades de estudo e lazer a partir dos seis anos) têm de estar devidamente preparados para abordar possíveis casos suspeitos de covid-19, tendo por exemplo uma área de isolamento, definição de circuitos, ou atualização de contactos de emergência das crianças.

Nem todas as crianças regressam esta segunda-feira aos ATL, que são retomados a duas velocidades. Aquelas que frequentam os estabelecimentos ligados às escolas só voltam a partir de 26 de junho, altura em que termina o terceiro período.

O mesmo já tinha sucedido com as atividades de apoio à família que, no caso do pré-escolar, foram retomadas no dia 01 de junho, juntamente com a reabertura dos jardins de infância.

No caso dos restantes ciclos de ensino, estas atividades só vão ser retomadas após o final do ano letivo, uma vez que as atividades letivas presenciais estão suspensas e as escolas continuam encerradas.

Os estabelecimentos de ensino, desde creches a universidades, foram encerrados em 16 de março, altura em que o Governo decidiu suspender todas as atividades presenciais de forma a conter a propagação do novo coronavírus.

Entretanto, algumas faculdades e politécnicos retomaram, em meados de maio, as aulas presenciais das disciplinas práticas. Também voltaram a funcionar creches e escolas secundárias no 11.º e 12.º ano, que reabriram portas em 18 de maio, e os jardins de infância.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 421 mil mortos e infetou mais de 7,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.505 pessoas das 36.180 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

Orientação nº 032/2020 de 14/06/2020

Sarampo – Informações à Comunidade Educativa. Orientação DGS

Abril 20, 2017 às 3:26 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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descarregar a orientação Orientação nº006/2017 de 19/04/2017

https://www.dgs.pt/directrizes-da-dgs/orientacoes-e-circulares-informativas/orientacao-n0062017-de-19042017-.aspx

 

DGS recomenda que grávidas tomem iodo

Setembro 6, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 27 de Agosto de 2013.

O documento citado na notícia é o seguinte:

Aporte de iodo em mulheres na preconceção, gravidez e amamentação Orientação n.º 011/2013 de 26/08/2013

Clicar na imagem

iodo

 

Orientação da DGS sobre Mutilação Genital Feminina

Fevereiro 17, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Orientação nº 005/2012 de 06/02/2012

Pode descarregar a orientação no site da DGS seguindo estes passos:

Normas e Orientações + Orientações e Circulares Informativas

 

DGS ensina escolas a administrar medicamentos

Fevereiro 5, 2012 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Pais & Filhos de 20 de Janeiro de 2012.

Para aceder ao documento deverá seguir os seguintes passos:

http://www.dgs.pt/

Normas e Orientações

Orientações e Circulares Informativas

Orientação nº 002/2012 de 18/01/2012

A Direção-Geral da Saúde (DGS) emitiu orientações para as escolas sobre como devem proceder no caso de terem de administrar medicamentos aos alunos, uma vez que não existe legislação em Portugal sobre esta matéria citou a Agência Lusa.

 A DGS refere que, caso o aluno tenha «necessidade imprescindível de tomar medicamentos» durante o período que está na escola, os pais ou encarregados de educação devem comunicar ao educador ou ao diretor de turma, através da caderneta do aluno ou de declaração assinada pelo encarregado de educação, a dosagem e o horário da toma dos fármacos, bem como qualquer outra informação que entendam pertinente.

 Por outro lado, «o estabelecimento de educação e ensino deve solicitar o apoio da equipa de saúde escolar (do agrupamento de centros de saúde da sua área) sempre que existam dúvidas, ou haja necessidade de apoio por parte de um profissional de saúde».

 No caso de ocorrerem situações agudas em contexto escolar, as escolas devem solicitar autorização aos pais ou encarregados de educação para darem o medicamento às crianças.

 A DGS lembra que os medicamentos são substâncias usadas com finalidade terapêutica e que a sua administração pressupõe que exista um conhecimento das suas características, da dosagem, do horário da toma e de eventuais efeitos adversos, «fatores importantes para a obtenção dos efeitos desejados».

 Segundo a DGS, a autorização deverá ser registada em modelo próprio, de preferência, no início do ano letivo, devendo constar nela, além do objetivo, contexto e tipo de medicamento a utilizar, o nome do aluno, os contactos do encarregado de educação, as reações alérgicas e a assinatura do encarregado de educação.

 No âmbito do Programa Nacional de Saúde Escolar, a DGS emitiu também orientações sobre a diabetes para os agrupamentos de Centros de Saúde (ACES), unidades locais de saúde e hospitais.

 Assim, os encarregados de educação deverão notificar a escola do diagnóstico de Diabetes tipo 1 do seu educando, enquanto o estabelecimento de ensino deverá solicitar a intervenção do interlocutor da saúde da sua área.

 «O diretor executivo do agrupamento de centros de saúde ou presidente do conselho de administração da Unidade Local de Saúde tem a responsabilidade de assegurar as condições à equipa de saúde escolar para que seja elaborado o plano de saúde individual da criança ou jovem com diabetes», refere a DGS.

 O plano deve ter a participação dos encarregados de educação, professores ou educadores e profissionais de saúde dos cuidados de saúde.

 Os responsáveis pelas consultas hospitalares a crianças e jovens com diabetes tipo 1 devem enviar informação clínica aos médicos de família, uma vez que a interligação entre os cuidados hospitalares e os cuidados de saúde primários é fundamental para garantir a elaboração do plano de saúde individual.

A Diabetes tipo 1 é a forma mais frequente (95% dos casos) nas crianças e nos adolescentes diagnosticados e é caracterizada pela absoluta dependência de insulina para sobreviver.

 Em Portugal, em 2009, foram detetados 17 novos casos por 100.000 crianças dos zero aos 14 anos (268 crianças), correspondendo ao dobro do registado no ano 2000, o que está de acordo com a tendência internacional de aumento desta forma de diabetes, nomeadamente em idades cada vez mais precoces.

Regras para o Transporte de Crianças em Automóvel desde a alta da Maternidade

Outubro 26, 2010 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“A presente Orientação procede à actualização das Regras para o Transporte de Crianças em Automóvel desde a alta da maternidade, em consonância com a legislação vigente e com os contributos da Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI).”

Transporte de Crianças em Automóvel desde a alta da Maternidade (351KB)

Texto retirado do site da SPP


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