Sete passos para evitar a COVID-19: Organização Mundial de Saúde

Março 27, 2020 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Ajudar as Crianças a lidar com o stress durante o surto de COVID19

Março 19, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.ordemdospsicologos.pt/pt/p/covid19

original da WHO:

https://www.who.int/docs/default-source/coronaviruse/mental-health-considerations.pdf?sfvrsn=6d3578af_8

Número de crianças obesas no mundo aumentou 11 vezes em quatro décadas

Fevereiro 26, 2020 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 19 de fevereiro de 2020.

Mais de 124 milhões de crianças e adolescentes em todo o mundo eram obesas em 2016, o que significa 11 vezes mais do que há quatro décadas, segundo um relatório nesta  quarta-feira divulgado pelas Nações Unidas e pela revista The Lancet.

O número de crianças e adolescentes obesos aumentou de 11 milhões em todo o mundo em 1975 para 124 milhões em 2016.

A exposição das crianças a anúncios e comerciais sobre comida não saudável (junk food) e bebidas açucaradas está associado a escolhas alimentares inadequadas e ao excesso de peso ou obesidade.

No que respeita ao contributo do marketing para a obesidade infantil, o relatório sugere que nalguns países as crianças vêem cerca de 30 mil anúncios televisivos num único ano.

“A auto-regulação da indústria falhou”, refere Anthony Costello, um dos autores do documento, elaborado pela Organização Mundial da Saúde, pela UNICEF e pela revista científica The Lancet.

Os autores apontam o dedo ao que consideram ser as “práticas exploradoras” do marketing das indústrias que promovem a fast food ou as bebidas açucaradas.

Outra das preocupações expressas do documento é a exposição dos menores a publicidade e marketing sobre o consumo de álcool e de tabaco.

Por exemplo, na Austrália as crianças e adolescentes continuam a ser expostas a mais de 50 milhões de anúncios a bebidas alcoólicas ao longo de um ano durante a transmissão televisiva de desportos como o futebol, o cricket ou o rugby.

Também nos Estados Unidos tem crescido a exposição dos jovens a anúncios sobre cigarros electrónicos ou vaping, um aumento de 250% em dois anos, com a publicidade a chegar a mais de 24 milhões de menores.

Mais informações nos links:

https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(19)32540-1/fulltext

https://www.who.int/news-room/detail/19-02-2020-world-failing-to-provide-children-with-a-healthy-life-and-a-climate-fit-for-their-future-who-unicef-lancet

Bem-estar de crianças e adolescentes sob ameaça em todo o mundo, alerta estudo

Fevereiro 21, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da ONU News de 18 de fevereiro de 2020.

Dos países lusófonos, Portugal é o melhor posicionado em índice de sobrevivência e bem-estar, mas ocupa último lugar em nível de emissores de CO2 por pessoa; já Brasil é destacado por fortalecer sistema de informações de saúde; novo estudo adverte para excessos de emissões de carbono em economias mais ricas.

Nenhum país protege de forma adequada a saúde, o ambiente e o futuro das crianças, segundo um relatório de 40 especialistas em saúde infantil e de adolescentes em todo o mundo.

A publicação A Future for the World’s Children? ou Um Futuro para Crianças do Mundo?, em tradução livre, mostra que menores de idade na Noruega, na Coreia do Sul e na Holanda têm maior chance de sobrevivência e bem-estar.

Língua Portuguesa

Dentre as nações de língua portuguesa, Portugal figura na posição 22 do índice que compara indicadores como saúde, educação e nutrição. A seguir estão Brasil em 90º, Cabo Verde em 109º e São Tomé e Príncipe em 125.  Já Timor-Leste aparece na posição 135, Angola em 161º, Guiné-Bissau em 166º e Moçambique na posição 170.

Nos piores cenários entre os 180 Estados analisados estão República Centro-Africana, Chade, Somália, Níger e Mali.

O estudo inclui o índice de sustentabilidade revelando que cada pessoa dos países mais desenvolvidos emite mais dióxido de carbono, CO2, do que o objetivo nacional definido para 2030. Entre as questões avaliadas estão equidade e diferenças de rendimentos.

Entre os países lusófonos, Portugal está em 129º lugar no ranking de sustentabilidade, Brasil vem em 89, Angola 63, Cabo Verde 59 e São Tomé e Príncipe em 41. Timor-Leste está em 33º lugar, Moçambique em 29º e Guiné-Bissau em 16º.

Países ricos

Entre os maiores países emissores de gás carbônico estão Estados Unidos, Austrália e Arábia Saudita. O documento destaca que as emissões nas economias mais ricas são feitas de forma desproporcional.

A Comissão formada pela Organização Mundial da Saúde, OMS,  o Fundo da ONU para a Infância Unicef, e a revista médica The Lancet destacam que a saúde e o futuro de crianças e adolescentes em todo o mundo estão sob ameaça.

Entre os  fatores que agravam essa situação estão  a degradação ecológica, a mudança climática e as práticas de marketing prejudiciais que promovem alimentos processados, bebidas açucaradas, álcool e tabaco.

O Brasil é destacado entre os países de renda média por investir no reforço do seu sistema de informações de saúde de rotina como parte da reforma do sistema de saúde.

Crianças

Aos países em desenvolvimento, o documento recomenda mais ações para que suas crianças vivam de forma mais saudável por causa da ameaça das emissões excessivas de carbono para seu futuro.

O estudo alerta para consequências arrasadoras para a saúde infantil se o aquecimento global ultrapassar os 4 °C até 2100, de acordo com as projeções atuais. A consequência incluem ondas de calor extremo e proliferação de doenças como a malária o dengue além de condições como a subnutrição.

Mais informações nos links:

https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(19)32540-1/fulltext

https://www.who.int/news-room/detail/19-02-2020-world-failing-to-provide-children-with-a-healthy-life-and-a-climate-fit-for-their-future-who-unicef-lancet

Mais de 80% dos estudantes adolescentes não praticam atividades físicas suficientes, diz OMS

Novembro 30, 2019 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Banco Mundial/Charlotte Kesl
Estudo nota que se tendências apresentadas continuarem, a meta global de uma redução relativa de 15% na atividade física insuficiente até 2030, não será alcançada.

Notícia da ONU News de 21 de novembro de 2019.

Estudo da Organização Mundial da Saúde, OMS, recomenda pelo menos uma hora de exercícios físicos por dia; especialistas afirmam que tempo gasto com aparelhos eletrônicos como celular e computadores influencia no sedentarismo.

A Organização Mundial da Saúde realizou o primeiro estudo sobre a falta de atividades físicas entre adolescentes. O levantamento analisou a situação de crianças e adolescentes entre 11 a 17 anos.

A pesquisa publicada neste 21 de novembro conclui que mais de 80% dos adolescentes, que frequentam escolas em todo o mundo, não cumpriram as recomendações atuais de pelo menos uma hora de atividade física por dia.

Alerta

Os autores do estudo afirmam que os níveis de atividade física insuficiente em adolescentes continuam extremamente altos, comprometendo sua saúde atual e futura. Em conversa com a ONU News, de Moscou, o diretor do Escritório Europeu da OMS de Prevenção e Tratamento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis disse que o fato de o problema afetar quatro em cada cinco adolescentes é “bastante assustador”.

João Rodrigues alerta que a falta de atividades físicas entre as crianças e os jovens geram problemas tanto físicos como mentais.

“A atividade física é muito importante porque realmente promove a saúde mental. Existem estudos que dizem que adolescentes que são mais ativos têm melhores resultados escolares, mas também têm, níveis de relação social e saúde mental naturalmente melhores. No fundo, a atividade física protege e promove a saúde mental. A atividade física também serve para lidar com e a prevenir o excesso de peso e obesidade. Os adolescentes e as crianças que são mais ativos têm menos risco de ter obviamente excesso de peso e obesidade.”

Rodrigues acrescentou que além da obesidade, atividades físicas também evitam problemas cardiovasculares, câncer e outros, e que é essencial que crianças e jovens pratiquem atividades físicas pelo menos uma hora por dia, para serem considerados ativos.

Gênero

Os resultados apresentados pela pesquisa são piores para meninas do que meninos, com 85% e 78%, respectivamente. O estudo, que é baseado em dados relatados por 1,6 milhão de estudantes da faixa etária, registrou essa tendência de diferença entre os gêneros em todos os 146 países analisados entre 2001 e 2016, exceto em Tonga, Samoa, Afeganistão e Zâmbia.

A maioria dos países, 107 de 146, viu essa diferença de gênero aumentar entre 2001 e 2016.

Em 2016, as Filipinas foram o país com maior prevalência de falta de atividade entre meninos, com 93%, enquanto a Coréia do Sul apresentou níveis mais altos entre meninas, com 97%, e ambos os sexos combinados, 94%. Bangladesh registrou a menor prevalência de atividade física entre meninos e meninas com 63% e 69%.

Lusófonos

O Brasil é um dos citados. No país, em 2001, a prevalência de falta de atividades físicas dos adolescentes era de 84,6%. E em 2016, o índice teve um pequeno progresso passando para 83,6%.

Em Moçambique, no mesmo período, os resultados desceram de 84,6% para 83,6% e no Timor-Leste, o índice subiu pouco: de 89% para 89,4%.

Sociabilização

O estudo também indica que existem sinais de que a atividade física tem um impacto positivo no desenvolvimento cognitivo e na sociabilização. Fora isso, muitos desses benefícios continuam na idade adulta.

Rodrigues enfatiza que é essencial que crianças e jovens, desde muito cedo, se envolvam em atividades esportivas e de caráter recreativo, como caminhadas e ciclismo. Ele também citou recomendações recentes da OMS de que crianças devem ter tempo limitado na frente das telas de aparelhos como computadores e telefones celulares.

“Nós sabemos que um dos elementos que podem contribuir aos níveis de sedentarismo são as horas que as crianças e os jovens passam em frente às telas e aos computadores. É muito importante reduzir ou limitar, não cortar, naturalmente, é importante que as crianças e jovens possam usar os benefícios da internet etc, dentro de determinados limites. Mas é importante reduzir o tempo porque os dados indicam que é muito visível que as crianças e jovens passam mais tempo do que o aceitável por dia nessas atividades sedentárias.”

Redução

A pesquisa nota que se as tendências apresentadas continuarem, a meta global de uma redução relativa de 15% na atividade física insuficiente, o que levaria a uma prevalência global de menos de 70% até 2030, não será alcançada. Esta meta foi acordada por todos os países na Assembleia Mundial da Saúde no ano passado.

Rodrigues diz que para mudar essas tendências, é importante trabalhar com um conjunto de fatores, onde a participação dos pais é essencial.

“O mais importante é que os pais também sejam ativos fisicamente. Crianças e jovens de pais ativos, seguramente, serão mais ativos também. Então, a primeira coisa é o exemplo, outra é não deixar as crianças ficarem tanto tempo nessas atividades sedentárias e realmente impor um limite diário de número de horas que podem fazer essas atividades, como o uso dos seus smartphones, e de computadores. Ao mesmo tempo, também, colaborar com a escola. Porque a escola é realmente um dos ambientes mais importantes para promover a atividade física. Envolvendo os pais com a escola, de uma forma interativa e compreensiva, é muito importante, porque naturalmente os pais sozinhos não podem fazer tudo.”

Outras recomendações do estudo incluem a promoção pelos líderes nacionais, regionais e locais da importância da atividade física para a saúde e o bem-estar de todas as pessoas, incluindo adolescentes.

Recomendações:

  • Ampliar, urgentemente, políticas e programas eficazes conhecidos para aumentar a atividade física em adolescentes;
  •  Promover ações multisetoriais para oferecer oportunidades aos jovens de serem ativos, envolvendo educação, planejamento urbano, segurança viária e outros.

 

Mais informações na notícia da World Health Organization:

New WHO-led study says majority of adolescents worldwide are not sufficiently physically active, putting their current and future health at risk

Artigo da The Lancet Child & Adolescent Health:

Global trends in insufficient physical activity among adolescents: a pooled analysis of 298 population-based surveys with 1·6 million participants

Alerta da OMS. Alimentos para bebés têm excesso de açúcar

Agosto 6, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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thumbs.web.sapo.io

Notícia e imagem do Sapo Lifestyle de 15 de julho de 2019.

A Organização Mundial de Saúde detetou em quatro cidades europeias que pelo menos um em cada três alimentos infantis tem níveis de açúcar excessivos e são comercializados de forma incorreta como adequados para bebés com menos de seis meses.

Nos estudos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recolheu dados sobre 7.995 alimentos ou bebidas comercializadas para bebés e crianças pequenas de 561 lojas em quatro cidades europeias da Região Europeia da organização – Viena (Áustria), Sofia (Bulgária), Budapeste (Hungria) e Haifa (Israel).

Em todas as quatro cidades, entre 28% e 60% dos produtos era comercializada como sendo adequada para bebés com menos de seis meses de idade e em três das cidades metade ou mais dos produtos forneciam mais de 30% das calorias através dos açúcares.

Em cerca de um terço dos produtos, o açúcar, sumo de frutas concentrado ou outros agentes edulcorantes faziam parte da lista de ingredientes. “Esses aromas e açúcares adicionados podem afetar o desenvolvimento das preferências de sabor das crianças aumentando o gosto por alimentos mais doces”, indica a OMS.

Apesar de alimentos como frutas e vegetais, que naturalmente contêm açúcares, serem apropriados para bebés e crianças pequenas, “o nível muito alto de açúcares livres em produtos comerciais como o puré também é motivo de preocupação”, frisa a organização.

As recomendações da OMS indicam que as crianças devem ser amamentadas exclusivamente nos primeiros seis meses de vida e que os alimentos complementares não devem ser anunciados como para bebés com menos de seis meses de idade, mas estes dois estudos mostram que as empresas não as seguem.

Embora seja permitido pela legislação da União Europeia, a OMS diz que este comportamento das empresas “não presta homenagem ao Código Internacional de Comercialização de Substitutos do Leite Materno” nem ao guia da organização.

“Ambos afirmam explicitamente que os alimentos complementares comerciais não devem ser comercializados como adequados para crianças com menos de 6 meses de idade”, sublinha a OMS, num comunicado sobre o estudo, hoje apresentado em Bruxelas.

Este trabalho foi realizado entre novembro de 2017 e janeiro de 2018.

“Os alimentos para bebés e crianças pequenas devem atender a várias recomendações estabelecidas de nutrição e composição. No entanto, há preocupações de que muitos produtos ainda possam ser muito ricos em açúcares”, diz João Breda, chefe do Escritório Europeu de Prevenção e Controle de Doenças Não Transmissíveis da OMS.

Para ajudar os países a avançar com recomendações nutricionais, a OMS propõe a proibição de açúcares adicionados, incluindo o concentrado sumo de fruta, em todos os alimentos para bebés, a limitação do teor total de açúcar dos snacks salgados a valores inferiores a 15% da energia e do uso de puré de fruta a 5% do peso total do alimento.

Propõe igualmente uma melhoria da rotulagem no que se refere aos produtos de açúcar e aos teores totais de frutas, assim como a redução do teor máximo permitido de sódio para 50mg/100Kcal e 50mg/100gr na maioria dos produtos.

A OMS defende ainda que as bebidas de frutas e sucos, as alternativas de leite / leite de vaca adoçadas e os salgadinhos doces não devem ser comercializados como adequados para bebés e crianças de até aos três anos de idade (36 meses).

“A nossa sociedade está amordaçada com pais que vivem o tempo a trabalhar”

Maio 28, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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© Dreamstime

Notícia do i de 2 de maio de 2019.

Marta F. Reis

Carlos Neto, professor da Faculdade de Motricidade Humana, está preocupado com os hábitos de brincadeira das crianças portuguesas. Diz que são precisas medidas públicas que reforcem a autonomia dos mais novos e considera que “foi um crime ter-se posto um campo de futebol em cada escola do 1.º ciclo”.

Sem muita surpresa, mas com preocupação. Foi assim que Carlos Neto, professor da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, viu os resultados do inquérito feito a 1466 famílias sobre o padrão de brincadeira das crianças portuguesas. O académico tem defendido a necessidade de aumentar a literacia física e motora dos mais novos. Perante os dados do estudo, insiste que esta é uma reflexão que está, em grande medida, por fazer no país. “É urgente dar mais mobilidade às crianças, viverem mais a cidade, terem mais autonomia e independência. Não o fazendo, estamos a criar condições para que haja mais obesidade, mais depressão, mais défice de atenção e hiperatividade. É uma questão crucial para a saúde mental e física da população no futuro”.

Neto foi um dos participantes na conferência onde, na última terça-feira, foram apresentados os resultados do relatório Portugal a brincar, que revela que os pais sentem que as crianças brincam pouco, a maioria do tempo lúdico está restrito ao espaço das escolas, é pouco o tempo para brincadeiras em casa e os jogos e atividades na rua passaram a ser algo residual. O estudo, uma iniciativa da Escola Superior de Educação de Coimbra e do Instituto de Apoio à Criança, passará a ser repetido a cada dois anos.

Para o investigador, um dos primeiros dados que chamam a atenção no relatório prende-se com a forma como os próprios pais valorizam os aspetos mais lúdicos da brincadeira e até de desenvolvimento afetivo e emocional, mas dão pouco relevo à componente física da brincadeira.

No estudo, o facto de a brincadeira “promover o desenvolvimento afetivo e emocional da criança” foi o benefício mais vezes elencado, tendo sido expresso por 31,3% dos inquiridos. Outros 19,6% salientaram que brincar “estimula a imaginação e criatividade da criança”, 16% que a brincadeira “desenvolve as competências cognitivas” e 15,8% que é um caminho para adquirir novos conhecimentos. Só 9,4% consideram que a criança “precisar de se divertir” é uma das mais–valias da brincadeira, sendo ainda menos (6%) os que destacam o papel no desenvolvimento físico e motor, na socialização (1,8%) ou no desenvolvimento de habilidades úteis na criança para a sua futura vida profissional (0,8%).

“Os pais dão sobretudo importância aos aspetos cognitivos e deixam para último os que estão relacionados com a atividade física”, diz Carlos Neto, que considera que este é um reflexo de uma cultura de “medo dos riscos, sobreproteção das crianças e desvalorização da literacia física” que importa contrariar.

O investigador sublinha que esta não é já uma preocupação apenas dos académicos. Na semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu novas orientações sobre atividade física e sono para crianças até aos cinco anos de idade. O painel de peritos respondeu ao apelo da comissão para a erradicação da obesidade infantil da OMS, que pedia orientações mais claras num momento em que estatísticas internacionais sugerem que 23% dos adultos e 80% dos adolescentes não são suficientemente ativos.

As orientações, que se dividem por várias faixas etárias (ver caixa), incluem, para as crianças entre os três e quatro anos, pelo menos três horas diárias de atividade física de qualquer intensidade, dos quais pelo menos 60 minutos de atividade moderada a vigorosa espalhados ao longo dia, a par de 10 a 13 horas de sono. Não devem estar “presas” (em carrinhos, por exemplo) mais de uma hora por dia ou permanecer sentadas por longos períodos. O tempo de ecrã “sedentário” deve ser no máximo de uma hora por dia. “Quanto menos, melhor”, lê-se no comunicado da OMS. “O que temos mesmo de fazer é trazer de volta o brincar às crianças”, disse Juana Willumsen. “É fazer a mudança do tempo de sedentarismo para o tempo de brincadeira e, ao mesmo tempo, proteger o sono”.

Na hora de apontar os entraves, Carlos Neto acredita que o inquérito reflete o principal: o tempo disponível foi o principal fator apontado pelos pais para a limitação das atividades lúdicas das crianças, que gostariam que fossem mais presentes no quotidiano. Durante a semana, o mais comum é conseguirem brincar com os filhos, no máximo, uma hora por dia. “A sociedade portuguesa está completamente amordaçada em pais que vivem o tempo a trabalhar e as crianças são vítimas disso, acabando por ficar sujeitas a atividades completamente padronizadas”.

Uma escola centrada no cérebro e não no corpo O inquérito conclui que é na escola que a maioria das crianças (53,8%) mais brincam, por ser também o local onde passam mais tempo. Para Carlos Neto, reconhecer esta tendência devia obrigar a repensar a organização do tempo escolar. “Hoje, o centro da escola é o cérebro, e não o corpo”, resume o investigador, que tem estado a trabalhar com algumas autarquias, entre elas Cascais, na requalificação dos espaços lúdicos dos recreios das escolas básicas, por exemplo para criar maior contacto com a natureza. O investigador refere as últimas conclusões sobre os recreios “futebolocêntricos” – um estudo que analisou a realidade na Áustria e um projeto de arquitetas espanholas que concluíram que os pátios organizados em campos de jogos empurraram as raparigas para atividades sedentárias na periferia – para alertar para a realidade nas escolas portuguesas. “Foi um crime, depois de 2004, ter-se posto um campo de futebol em cada escola do 1.o ciclo”, diz Carlos Neto, que considera que o impacto das iniciativas promovidas por autarquias na senda do Euro 2004 contribuirá para mudanças na qualidade dos recreios, que por cá estão ainda por estudar. “Discriminaram as crianças sem ter em conta as diferenças de género. No momento em que se instala um campo de futebol e de jogos está-se a pôr na escola um estereótipo adulto, com balizas e cestos que acabam por limitar as atividades livres das crianças. Discriminam-se as raparigas, as que jogam são ‘marias-rapazes’, os rapazes que não jogam não têm jeito. Há guerras intestinas pela vez de jogar”, diz o investigador. Substituir os campos de jogos de asfalto e relva sintética por espaços mais desafiantes, com estímulos naturais e diferentes atividades, será um desafio nos próximos anos, conclui.

Orientações da OMS

Até um ano de idade

  • Ter vários momentos de atividade física por dia, em particular em brincadeiras ativas no chão. Para as crianças que ainda não têm mobilidade, pelo menos 30 minutos de barriga para baixo espalhados ao longo do dia.
  • Não estar preso mais de uma hora por dia. O tempo de ecrã não é aconselhado.
  • Sono: 14h a 17h dos zero aos três meses, 12h a 16h dos quatro aos 11 meses, incluindo sestas.

1 a 2 anos

  • 180 minutos de vários tipos de atividade física ao longo do dia.
  • O tempo de ecrã não deve ultrapassar uma hora, mas só a partir dos dois anos.
  • Sono: 11 a 14 horas, incluindo sesta.

3 a 4 anos

  • 180 minutos de vários tipos de atividade física ao longo do dia, incluindo 60 minutos de atividade moderada a vigorosa. Sono: 10h a 13h.

 

 

 

Quando é que os bebés de um ano de idade podem ver vídeos no telemóvel? Nunca, diz a OMS

Maio 8, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 25 de abril de 2019.

A Organização Mundial da Saúde publicou ontem novas recomendações sobre o tempo de exposição de crianças a aparelhos eletrónicos. Dos 2 aos 4 anos, por exemplo, não devem estar mais de uma hora por dia em frente a um ecrã. Veja aqui todas as normas .

Ligar a televisão nos desenhos animados ou pôr no telemóvel um vídeo do YouTube são truques usados por muitos pais para acalmar os filhos pequenos, sobretudo na hora da refeição. Mas a Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que é má ideia.

A instituição publicou na quarta-feira, 24, uma série de recomendações sobre as necessidades dos mais novos, preparadas por um painel de especialistas, que incluem a resposta à pergunta que muitos fazem: quanto “tempo de ecrã” é o indicado para as crianças? Tempo nenhum, responde a OMS, se a criança tiver até um ano. Se tiver dois anos, o tempo passado em frente à televisão ou ao telemóvel não pode exceder um hora diária.

As recomendações fazem parte de um conjunto maior de normas relativas ao sedentarismo e qualidade de sono dos mais novos. “A primeira infância é um período de rápido desenvolvimento e uma altura em que as rotinas familiares podem ser adaptadas de forma a estimular uma vida mais saudável”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Os especialistas da OMS concentraram-se em analisar os comportamentos que podem afetar negativamente o desenvolvimento físico e cognitivo das crianças.”Aumentar a atividade física, reduzir o sedentarismo e garantir um sono de qualidade vai melhorar a saúde e o bem-estar físico e mental das crianças, além de prevenir a obesidade infantil e doenças que lhe estarão associadas mais tarde”, assegura a médica da OMS Fiona Bull, diretora do programa de vigilância e prevenção de doenças não transmissíveis.

Veja aqui as recomendações da organização.

Bebés com menos de 1 ano devem:

  • Ser fisicamente ativos várias vezes por dia e de diferentes maneiras, particularmente através de jogos interativos no chão; quanto mais, melhor. Os que ainda não se conseguem deslocar devem ficar pelo menos 30 minutos de barriga para baixo, em períodos espalhados ao longo do dia.
  • Não devem estar presos mais de uma hora seguida (por exemplo, carrinhos de bebé, cadeiras infantis ou nas costas dos pais). Não é recomendado qualquer tempo de ecrã. Quando o bebé estiver sedentário, reomendamos a leitura de histórias por parte dos progenitores.
  • 14 a 17 horas (dos 0 a 3 meses de idade) ou 12 a 16 horas (de 4 a 11 meses de idade) de sono de boa qualidade, incluindo sestas.

Crianças de 1 a 2 anos de idade devem:

  • Passar pelo menos 3 horas diárias numa variedade de atividades físicas de qualquer intensidade, incluindo intensidade moderada e vigorosa, distribuída ao longo do dia; quanto mais, melhor.
  • Não devem ficar presos mais de uma hora seguida (carrinhos de bebé, cadeiras infantis ou nas costas dos pais) ou sentados longos períodos de tempo. Para crianças de um ano de idade, o tempo de ecrã (TV, vídeos, videojogos) não é recomendado. Aos 2 anos de idade, o tempo de ecrã não deve ser superior a 1 hora; quanto menos, melhor. Quando a criança estiver sedentária, recomendamos a leitura de histórias.
  • 11 a 14 horas de sono de boa qualidade, incluindo sestas, com períodos regulares de sono e de despertar.

Crianças de 3 a 4 anos de idade devem:

  • Passar pelo menos 3 horas numa variedade de atividades físicas de qualquer intensidade, das quais pelo menos 60 minutos são atividades físicas de intensidade moderada a vigorosa, espalhadas ao longo do dia; quanto mais, melhor.
  • O tempo de sedentarismo não deve exceder uma hora; quanto menos, melhor. Quando a criança estiver sedentária, recomendamos a leitura de histórias.
  • 10 a 13 horas de sono de boa qualidade, que podem incluir uma sesta, com períodos regulares de sono e de despertar.

 

O documento citado na notícia é o seguinte:

Guidelines on physical activity, sedentary behaviour and sleep for children under 5 years of age

 

 

Três horas para brincar e pelo menos 10 horas para dormir. As recomendações da OMS para crianças com menos de 5 anos

Maio 7, 2019 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia e imagem do Observador de 24 de abril de 2019.

Vera Novais

A Organização Mundial de Saúde divulgou esta quarta-feira um conjunto de recomendações sobre atividade física e momentos de repouso para crianças com menos de cinco anos. Muita corrida e poucos ecrãs.

Quanto tempo por dia deve uma criança praticar atividades físicas? Três horas a partir do primeiro ano, mas “quanto mais melhor”, recomenda a Organização Mundial de Saúde (OMS). Quando ao tempo em frente a um ecrã, “quanto menos melhor” e nunca mais de uma hora.

A atividade física deve começar logo no primeiro ano de vida. Se o bebé ainda não for capaz de se sentar, deve passar pelo menos meia hora por dia de barriga para baixo, e nunca mais de uma hora preso numa cadeira ou nos transportadores usados pelos pais. As recomendações também têm em conta as horas de sono, que vão diminuindo à medida que a criança cresce, mas nunca menos de 10 horas.

A OMS esclarece a atividade física pode, muitas vezes, dizer respeito aos jogos e brincadeiras das crianças em que há movimentos moderados ou até intensos — e não necessariamente uma aula de ginástica ou natação. E que os momentos sedentários também são necessários, mas não aqueles que são passados em frente a um ecrã de televisão ou telemóvel. Como exemplos atividades nos momentos sedentários, estão os jogos menos exigentes fisicamente — como montar um puzzle ou até ler um livro.

As recomendações constam no documento “Diretrizes para a Atividade Física, Comportamento Sedentário e Sono — para crianças com menos de cinco anos”, publicado esta quarta-feira. O objetivo é fornecer recomendações sobre os períodos de atividade ou repouso para crianças menores de cinco anos, tendo em conta a sua saúde e bem-estar, porque a atividade física (e o sono) antes dos cinco anos está relacionada com alguns indicadores de saúde, como acumulação de gordura, saúde óssea e cardíaca, desenvolvimento cognitivo e motor. E têm uma vantagem adicional, os hábitos e estilo de vida adotados na primeira fase da vida podem influenciar os hábitos no futuro.

O documento visa também colmatar uma lacuna, já que as recomendações da OMS em relação à atividade física, divulgadas em 2010, não contemplam esta faixa etária. Os autores acautelam, no entanto, que as recomendações para crianças com deficiências ou doenças crónicas devem ser adaptadas pelos médicos que as acompanham.

Depois dos cinco anos e até aos 17, a atividade física é recomendada com o objetivo de melhorar a função cardiorrespiratória (coração, sistema circulatório e pulmões) e desempenho muscular, melhorar a saúde óssea e reduzir sintomas de ansiedade e depressão. O ideal é que as crianças e jovens pratiquem atividades físicas moderadas ou intensas durante 60 minutos por dia, sejam jogos, desportos ou caminhadas para a escola. Além disso, o exercício físico intenso deve ser realizado três vezes por semana.

As recomendações destinam-se a decisores políticos, sejam eles nos ministérios da Saúde, Educação ou Segurança Social, a trabalhadores de organizações não-governamentais, dos serviços de apoio ao desenvolvimento infantil, mas também a pediatras, médicos, enfermeiros e terapeutas ocupacionais. Claro que os pais, enquanto primeiros cuidadores são quem mais facilmente as poderá colocar em prática.

 

 

OMS: para crescerem saudáveis, crianças devem sentar menos e brincar mais

Abril 29, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da ONU News de 25 de abril de 2019.

Novas diretrizes da agência destacam atividades físicas, comportamento sedentário e sono para crianças com menos de cinco anos; mais de 23% dos adultos e 80% dos adolescentes não são suficientemente ativos fisicamente.

Crianças com menos de cinco anos devem passar menos tempo sentadas em frente às telas ou dentro de carrinhos de bebê. De acordo com novas diretrizes divulgadas pela Organização Mundial de Saúde, OMS, elas também precisam dormir melhor e ter mais tempo para brincar ativamente para que cresçam saudáveis.

Segundo o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Ghebreyesus, “alcançar a saúde para todos significa fazer o que é melhor para a saúde desde o início da vida das pessoas”.

Diretrizes

O representante destaca que “a primeira infância é um período de rápido desenvolvimento e uma época em que os padrões de estilo de vida da família podem ser adaptados para aumentar os ganhos em saúde”.As novas diretrizes sobre atividades físicas, comportamento sedentário e sono para crianças com menos de cinco anos foram desenvolvidas por um painel de especialistas da OMS. O grupo avaliou os efeitos em crianças pequenas do sono inadequado e do tempo que elas passam sentadas assistindo telas ou em cadeiras e carrinhos de bebê.

A equipe também revisou evidências sobre os benefícios do aumento dos níveis de atividade.

Para a gerente de programas de vigilância e prevenção baseada na população de doenças não transmissíveis, Fiona Bull, “melhorar a atividade física, reduzir o tempo de sedentarismo e garantir o sono de qualidade em crianças pequenas melhora sua saúde física, mental e de bem-estar e ajuda a prevenir a obesidade infantil e doenças associadas que surgem mais tarde na vida”.

Atividades Físicas

A OMS aponta que a falha em seguir as recomendações atuais de atividade física é responsável por mais de 5 milhões de mortes em todo o mundo, a cada ano, em todas as faixas etárias. Atualmente, mais de 23% dos adultos e 80% dos adolescentes não são suficientemente ativos fisicamente.

A agência acrescenta que se a atividade física saudável, o comportamento sedentário e os hábitos de sono forem estabelecidos no início da vida, isso ajuda a moldar os hábitos desde a infância, adolescência e até a idade adulta.

Brincadeiras

A especialista em obesidade infantil e atividade física da OMS, Juana Willumsen, enfatiza que o que se precisa realmente fazer “é trazer de volta a brincadeira para as crianças.” Ela acrescenta que “trata-se de fazer a mudança do tempo de sedentarismo para o tempo de brincadeira, e ao mesmo tempo, protegendo o sono.”

A OMS aponta também que o tempo sedentário de qualidade passado em atividades interativas não baseadas em tela com um cuidador, como leitura, narração de histórias, canto e quebra-cabeças, é muito importante para o desenvolvimento infantil.

Segundo a agência, o uso dessas diretrizes durante os primeiros cinco anos de vida pode contribuir para o desenvolvimento motor e cognitivo das crianças e a saúde ao longo da vida.

Recomendações para crianças com menos de um ano: 

  • Ser fisicamente ativo várias vezes ao dia de várias maneiras, particularmente por meio de brincadeiras no chão – quanto mais melhor. Para aqueles que ainda não são caminham, isso inclui ficar pelo menos 30 minutos em posição de bruços em diferentes períodos do dia enquanto estão acordados.
  • A criança não deve ser restringida por mais de uma hora de cada vez. Por exemplo: em carrinhos de bebê ou carrinhos, cadeiras altas ou amarradas nas costas de um cuidador. Não é recomendado passar tempo em frente à tela. Quando esta estiver parada, é recomendado que ela se envolve em leituras e ouça histórias de um cuidador.
  • Entre o zero e os três meses, os bebês devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade, incluindo momentos de repouso. Já entre os quatro e 11 meses, o recomendado é ter entre 12 a 16 horas.

Crianças com entre um e dois anos devem:  

  • Gastar pelo menos 180 minutos em diversos tipos de atividades físicas em qualquer intensidade, incluindo atividade física de intensidade moderada a vigorosa, distribuídas ao longo do dia. Quanto mais, melhor.
  • A criança não deve estar inativa por mais de uma hora de cada vez. Por exemplo: em carrinhos de bebê ou carrinhos, cadeiras altas ou amarradas nas costas do cuidador, ou sentar-se por longos períodos de tempo. Para os menores de um ano, não é recomendado passar tempo sedentário em frente à tela, como assistir TV, vídeos ou brincar com jogos de computador. Para as que tenham dois anos de idade, o tempo sedentário diante da tela não deve ser superior a 1 hora – quanto menos melhor. Quando a criança estivar parada, é recomendado que se envolva em leituras e narração de histórias com um cuidador.
  • Entre o zero e os três meses, os bebês devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade, incluindo momentos de repouso. Já entre os quatro e 11 meses, o recomendado é ter entre 12 a 16 horas.

Crianças de três a quatro anos devem:  

  • Passar pelo menos 180 minutos em várias atividades físicas em qualquer intensidade. Pelo menos 60 minutos dessas atividades devem ser físicas de intensidade moderada a vigorosa, espalhadas ao longo do dia. Quanto mais, melhor.
  • Não devem ser mantidas por mais de uma hora de cada vez, como em carrinhos de bebê, ou sentar por longos períodos. O tempo sedentário em frene à tela não deve exceder uma hora – quanto menos melhor. Quando inativa, é recomendado que a criança se envolva em leituras e narração de histórias com um cuidador.
  • Entre o zero e os três meses, os bebês devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade, incluindo momentos de repouso. Ter de 10 a 13 horas de sono de boa qualidade, que podem incluir um cochilo, com horários regulares para dormir e acordar.

Descarregar o documento WHO guidelines on physical activity, sedentary behaviour and sleep for children under 5 years of age no link:

https://www.who.int/news-room/detail/24-04-2019-to-grow-up-healthy-children-need-to-sit-less-and-play-more

 

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