França estuda hipótese de proibir telemóveis em escolas para combater a indisciplina e o bullying

Outubro 23, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.comregras.com/ de 9 de outubro de 2017.

Por Alexandre Henriques

Tal como cá, os telemóveis já são proibidos mas podem ser utilizados se o professor autorizar. O Presidente Francês, além de defender a redução do número de alunos por turma para uns fantásticos 12 alunos, também referiu na sua campanha que os telemóveis devem ser totalmente banidos das escolas.

Parece-me que tal como em França já passámos o ponto de não retorno nesta questão dos telemóveis. Sinceramente não sei se valerá a pena gastar tantas energias numa “guerra”  que há muito foi perdida.

O Estatuto do Aluno até inclui quatro alíneas nos deveres do aluno sobre este assunto, a saber:

q) Não transportar quaisquer materiais, equipamentos tecnológicos, instrumentos ou engenhos passíveis de, objetivamente, perturbarem o normal funcionamento das atividades letivas, ou poderem causar danos físicos ou psicológicos aos alunos ou a qualquer outro membro da comunidade educativa;

r) Não utilizar quaisquer equipamentos tecnológicos, designadamente, telemóveis, equipamentos, programas ou aplicações informáticas, nos locais onde decorram aulas ou outras atividades formativas ou reuniões de órgãos ou estruturas da escola em que participe, exceto quando a utilização de qualquer dos meios acima referidos esteja diretamente relacionada com as atividades a desenvolver e seja expressamente autorizada pelo professor ou pelo responsável pela direção ou supervisão dos trabalhos ou atividades em curso;

s) Não captar sons ou imagens, designadamente, de atividades letivas e não letivas, sem autorização prévia dos professores, dos responsáveis pela direção da escola ou supervisão dos trabalhos ou atividades em curso, bem como, quando for o caso, de qualquer membro da comunidade escolar ou educativa cuja imagem possa, ainda que involuntariamente, ficar registada;

t) Não difundir, na escola ou fora dela, nomeadamente, via Internet ou através de outros meios de comunicação, sons ou imagens captados nos momentos letivos e não letivos, sem autorização do diretor da escola;

Não é por estar legislado que os alunos não levam telemóveis para as escolas, não é por estar legislado que os alunos deixam de filmar quem quer que seja e/ou tirar fotografias não autorizadas. A relação aluno/professor, a relação direção/aluno, a relação de pais com filhos, é muito mais importante que a legislação em si.

Sou da opinião que o telemóvel pode e deve ser integrado nas aulas sem complexos, acredito, até porque já experimentei, que os alunos ficam muito mais interessados na aula pois adoram mexer em tecnologia. Claro que como em tudo na vida, a oportunidade de usufruir de algo traz responsabilidades acrescidas, o incumprimento dessas responsabilidades só pode ter um destino, o fim desse privilégio e do voto de confiança que foi proporcionado.

O problema está numa sociedade que evoluiu demasiado depressa e que nem a escola, nem os próprios pais, foram capazes de acompanhar o ritmo louco das tecnologias e dos mais novos.

A culpa do atual estado das coisas deve por isso ser repartido pelos prevaricadores e pelos orientadores, neste caso da falta deles…

Mas como em tudo na vida, em cada ação há uma consequência… Boa ou má… Apliquemos este princípio e estaremos seguramente no bom caminho.

O ministro da Educação francês Jean-Michel Blanquer deu início um debate público sobre a proibição de celulares nas escolas, tentando implementar uma das propostas de campanha do presidente Emmanuel Macron.

Em entrevista à revista Express, o ministro sugere que os alunos podem ter que deixar seus celulares em cofres ao chegarem à escola.

“Nas reuniões de gabinete, deixamos nossos celulares em cofres antes de nos reunirmos. A mim me parece que isso pode ser possível em qualquer grupo humano, inclusive na sala de aula”, disse ele na entrevista, publicada nesta terça-feira.

Macron, de 39 anos, incluiu a proibição aos telefones para todas as escolas dos níveis fundamental e médio em seu manifesto, antes de vencer as eleições em maio.

Especialistas e sindicatos apontaram que o uso do aparelho celular em sala já é proibido na França, apesar de pesquisas indicarem que muitos alunos admitem ter quebrado essa regra.

Alguns professores acham que os telefones são fontes de distração e indisciplina e podem ser usando para cyberbullying na escola, enquanto outros acreditam que podem ser aproveitados para propósitos educacionais – sob controle rigoroso.

Um dos maiores grupos que representam pais de alunos franceses, conhecido como Peep, disse estar cético de que a proibição vá ser implementada.

“Não achamos que seja possível neste momento”, disse Gerard Pommier, líder do Peep, à imprensa nesta quarta-feira.

“Imagine uma escola média com 600 alunos. Eles vão colocar todos os seus telefones em uma caixa? Como vão guardá-los? E devolvê-los no final?”, questionou.

Fonte: ISTOÉ

 

 

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Baleia Azul. “Os adolescentes nunca deviam levar o telemóvel para o quarto à noite”

Maio 4, 2017 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://sol.sapo.pt/ de 3 de maio de 2017.

No seu consultório já recebeu dois jovens desesperados por terem recebido uma mensagem a pedir que se automutilassem. A esses casos, a psicóloga Bárbara Dias aconselha calma e desprezo por um jogo que é apenas isso, um jogo

Bárbara Dias está habituada a lidar com os jogos que aliciam os adolescentes a pisar o risco. “No ano passado era a ‘Maria Sangrenta’, este ano é a Baleia Azul”, refere, lembrando que o importante é dotar os adolescentes de ferramentas que lhes permitam dizer não a esse tipo de desafios. Um acompanhamento mais próximo dos pais e um acesso limitado à internet são fundamentais, defende a psicóloga.

Já recebeu dois jovens ligados ao jogo da Baleia Azul. De que forma entraram no jogo?

Nos dois casos, os miúdos já eram acompanhados por mim por episódios de ansiedade ou falta de concentração e organização na escola. Como forneço o meu Whatsapp a todos eles, estou habituada a receber desabafos do género “Já não aturo a minha irmã” ou “chateei-me com a Maria”. Desta vez, vieram perguntar-me se podiam ter consulta nesse mesmo dia, porque tinham recebido uma mensagem estranha no telemóvel.

O que dizia?

“Desenha uma baleia com a ponta de uma faca e envia uma fotografia. Se não o fizeres, sabemos onde moram os teus pais e eles morrem.”

Soube imediatamente que se tratava do jogo Baleia Azul?

Não conhecia o jogo, mas fui logo informar-me. Estes jogos são muito comuns. No ano passado era a Maria Sangrenta – jogo em que tinham que enviar uma mensagem 20 vezes “senão a tua mãe morre”. Este é o da Baleia Azul e para o ano será outro. Os miúdos têm é que estar preparados para lidar com estas situações, sejam elas quais forem.

Como é que os tranquiliza?

Tento que percebam que nada de mal vai acontecer à família, que nada daquilo é real e que não passam de brincadeiras de mau gosto. Os miúdos ficam mesmo em pânico.

E é normal essa reação?

Para o comum dos mortais, não. Mas falamos de miúdos mais sensíveis, que já têm necessidade de serem acompanhados, alguns até que se automutilam.

Existe um grupo mais vulnerável portanto.

Sim, quem está mais fragilizado acredita muito mais facilmente. Além disso, olham para este tipo de desafio como a prova de que conseguem cumprir tarefas e são capazes de ultrapassar todas as fases.

Este comportamento também é fruto de uma nova adolescência?

De facto, a adolescência atual não tem nada a ver com a de há uns anos. Os jovens passam imenso tempo sozinhos, o que lhes dá tempo para tudo e mais alguma coisa. Além disso, têm total liberdade para usar tecnologias. À noite, por exemplo, ficam até às tantas ao telefone, a jogar ou a falar com amigos. Nunca deviam levar o telemóvel para o quarto à noite.

Até que idade?

Tem mais a ver com maturidade do que com a idade. Mas um filho meu seria até aos 16 anos.

Os pais estão sensibilizados para a necessidade de um contacto mais próximo?

Faço por isso. Mas ainda a semana passada me apareceram pais a dizer que tiraram os telemóveis aos filhos para evitar que entrem no jogo. Não são essas medidas drásticas que funcionam.

O que recomenda?

Temos é de os ensinar a lidar com essas situações. Se tiverem confiança e uma boa autoestima, são capazes de ultrapassar estas questões facilmente. Da mesma forma que ensinamos os nossos filhos a sentarem-se à mesa e comer com talheres, também temos de os ensinar a navegar na net, sabendo o que é ou não seguro fazer.

 

 

 

Calmas a los niños con un celular o Tablet? Entérate del daño que les estás haciendo

Fevereiro 11, 2017 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto do site http://centralinformativa.tv/

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Use of Mobile Technology to Calm Upset ChildrenAssociations With Social-Emotional Development

Por Antonio Sánchez Melo

Quienes tienen la fortuna de ser padres, seguramente saben lo complicado y también desesperante que puede llegar a ser el tener que calmar a un niño cuando éste se encuentra enojado, llorando o haciendo berrinche. La mayoría no está seguro de lo que en realidad desean o simplemente no se toman el tiempo de averiguarlo y lo que más fácil se les hace es darles algo para que se entretengan y dejen ese comportamiento desquiciante.

Una golosina e incluso un juguete parecen ser buenas opciones, sin embargo, ¿qué pasa con aquellos padres que optan por prestarles el celular o la Tablet? Para aquellos padres que piensan que el darles un aparato electrónico es la solución, les tengo una simple sugerencia: ¡dejen de hacerlo inmediatamente!

Un grupo de investigadores han hecho un estudio sobre esta acción y han determinado que sin darse cuenta los padres están afectando gravemente el desarrollo de personalidad de sus hijos.

Ser padres nunca será fácil pero sería bueno practicar más la paternidad y estrechar lazos con ellos, no alejarlos con esas acciones que a la larga con su práctica podría causar un daño irreversible en ellos.

Desafortunadamente, cada vez son más los padres que recurren a esta ¨solución¨ cuando ya no saben qué hacer con la actitud de sus hijos. Fácilmente se rinden y no optan por la opción de tratar de tranquilizarlos, hablar con ellos o consolarlos, simplemente se inclinan por la ¨salida fácil¨. Sin embargo ignoran que este acto de rendición sólo traerá consecuencias que no están visualizando hoy.

JAMA Pediatrics reveló un estudio en donde se centraban en este tema, relata que lo más habitual para los papás es relajar/calmar a los pequeños usando el televisor, un celular, computadoras o tablets y todo se deduce a que en realidad tienen muy poco control sobre ellos y no saben de qué manera lidiar con el temperamento energético de éstos.

La doctora de la Universidad de Boston y autora de dicho estudio Jenny Radesky, reveló haber advertido muchas veces a los padres que esta acción está mal, porque además de truncar el desarrollo de la personalidad, también están afectando el desarrollo del lenguaje, ya que el niño pasa más tiempo jugando con aparatos que interactuando con personas.

Hay personas que contrastan esta versión diciendo que el uso de smartphones y tablets ayuda a los niños a hablar y mejorar su vocabulario, sin embargo, Radesky contratacó argumentando lo siguiente: ¨si estos dispositivos se convierten en un método habitual para calmar y distraer a los niños, ¿ellos serán capaces de desarrollar sus propios mecanismos de autorregulación?¨ definitivamente el querer ¨distraer¨ a los niños que se aburren o lloran con un aparato, les impide poder generar su propia forma personal de entretenimiento.

No obstante y pese a contradicciones, la doctora Radesky señaló que el abuso de estos dispositivos durante la infancia, podrían interferir con su desarrollo de la empatía, sus habilidades sociales y de resolver los problemas, que generalmente se obtienen de la exploración, los juegos no estructurados y la interacción con amigos.

Así podemos determinar que el dar un aparato electrónico a nuestros hijos para tranquilizarlos, definitivamente no es la mejor opción, el que se tranquilicen depende de ti y de sus capacidades. La mejor opción es tratar de calmarlos a través de las palabras, escucharlos y atenderlos, ya que estos a su vez mejorarán sus ansiedades y aprenderán a controlarse poco a poco. Tal vez tomará tiempo, pero ningún camino es fácil cuando realmente vale la pena.

Y tú, cómo calmas a tus hijos?

 

Qual é a idade certa para o seu filho ter telemóvel?

Dezembro 23, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto da http://www.sabado.pt/ de 18 de dezembro de 2016.

sabado

Rita faz 9 anos em Dezembro e já há meses que pede aos pais um smartphone. É para jogar ao CatHotel (para cuidar de animais), ao Minecraft (de aventura e construção) ou para brincar com aplicações de música. Na turma tem dois colegas que já têm telemóvel, mas vai ter de esperar até ao décimo aniversário. “É para estar mais contactável”, justifica a mãe, Paula Santos, 44 anos. Regras: não vai ter Facebook, nem Instagram, e terá um número limitado de contactos. Em Portugal, 65 por cento das crianças têm o primeiro telemóvel entre os 10 e os 12 anos, concluiu em 2015 um estudo do FAQtos, projecto do Instituto Superior Técnico e do INOV Inesc (Instituto de Novas Tecnologias). Não existe a idade ideal, sublinha o pediatra Mário Cordeiro: “Depende da maturidade, necessidade, responsabilidade.”

ENTRE OS 9 E OS 12 ANOS

Regras do jogo

Durante os três meses de Verão, Gonçalo, de 8 anos (quase 9) ficou com o smartphone antigo da mãe – mas sem cartão SIM. Utilizava-o para jogar e ver vídeos do YouTube. Logo surgiram problemas: “Criou um perfil de Facebook. Soubemos por amigos nossos”, lembra a mãe, Célia Freitas, de 45 anos. Terá sido com a ajuda do irmão mais velho, de 16 anos, que o miúdo criou a conta que os pais cancelaram: “Contei-lhe histórias de adultos que se fingem de crianças e que podem fazer-lhe mal.” Depois, eram os jogos que viciavam: “Jogava durante duas e três horas. E ficava muito chateado e agressivo se era contrariado.”

Com o recomeçar das aulas, os pais guardaram o telemóvel e a excepção é o fim-de-semana, com vigilância. “No YouTube gosta de ver vídeos do Feromonas e outros que não são apropriados.” Célia mantém-no debaixo de olho e lembra-lhe que pode ver no histórico o que ele andou a fazer.

O pediatra Mário Cordeiro aconselha que adie este tipo de prenda: “Não se pode ter tudo já e as crianças têm de aprender isso.” Mas se for uma necessidade urgente, lembre-se de “limitar o saldo e barrar a Internet, para lá de limitar os contactos”.

ENTRE OS 12 E OS 15 ANOS

Atenção à Sangrenta

Se a primária estava a uns metros de distância, agora, no ciclo, João Pedro, de 12 anos, fica a cinco quilómetros de casa. Foi o que levou a mãe, Zélia Paciência, 48 anos, a dar um telemóvel ao filho no ano passado. O rapaz não utiliza muito chats, nem navega na internet, mas os jogos (como o Minecraft) começam a causar adição. “Na noite passada fui ao quarto dele e estava escondido debaixo dos lençóis, a jogar”, conta a mãe. O telemóvel passa a ficar fora do quarto. É uma boa estratégia, reforça a psicóloga de adolescentes Bárbara Ramos Dias – assim como proibir os aparelhos às refeições. Entretanto, é importante que os pais dêem descanso aos seus smartphones e mostrem como ler, jogar às damas ou cartas pode ser igualmente divertido.

E mais: cuidado com os grupos de mensagens entre os mais novos, continua a psicóloga. Há o chamado bullying virtual, mas não só: “Anda aí o vídeo da Maria Sangrenta, em que eles têm de enviar a mensagem 20 vezes ‘se não a tua mãe morre’. Os miúdos sentem-se completamente amedrontados.”

ENTRE OS 15 E OS 18 ANOS

Diálogo aberto

Muitos adolescentes chegam ao consultório de Bárbara Ramos Dias exaustos das maratonas ao telemóvel, a enviar mensagens e postar fotografias. “Ficam até às 2h, 3h, 4h da manhã”, conta. No caso de Ana Sofia, filha mais velha de Zélia Paciência, desde os 15 anos que passa os dias nisto: “Quando falamos com ela responde, mas é sempre com os dedinhos a mexer no telemóvel.” Instagram, WhatsApp, Snapchat, Facebook – as redes sociais e os grupos de partilha – ocupam-lhes o tempo, ficando os jogos para segundo plano. Com quem conversam e que informações partilham (dados pessoais, fotos) tornam-se as grandes preocupações. Evite bisbilhotar, “não invada a privacidade deles”, aconselha Bárbara Ramos Dias. E mantenha o diálogo aberto: “Se os pais acharem importante ver o que eles dizem nos chats, peçam para eles mostrarem.” Mário Cordeiro continua: “Não é controlar, no sentido ‘pidesco’ do termo, mas gerir a autonomia e ter uma palavra no percurso de vida dos filhos. Isso não é controlar, é amar.”

Artigo originalmente publicado na edição n.º650, de 13 de Outubro de 2016.

Sacar do telemóvel durante uma conversa, é como erguer uma parede entre duas pessoas

Julho 14, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site http://uptokids.pt/ de 27 de julho de 2016.

O estudo mencionado no texto é o seguinte:

The Social Origins of Sustained Attention in One-Year-Old Human Infants

uptokids

De acordo com um estudo realizado por psicólogos da Universidade de Indiana, EUA, crianças cujos pais passam muito tempo a olhar para o telemóvel, têm tendência a não desenvolver a sua atenção, tornando-se ao logo do tempo reduzida.

A pesquisa mostra que a atenção é totalmente afetada pela interação social. “Quando os pais/educadores estão constantemente distraídos, ou cujos olhos não olham para os filhos enquanto brincam, traduz-se um impacto negativo enorme na atenção dos bebés num estágio-chave do desenvolvimento”, disse o líder do estudo, Chen Yu.  “Os bebés e crianças aprendem através da observação:  como ter uma conversa, como ler expressões faciais de outras pessoas, etc. Não havendo contacto visual, as crianças perdem marcos importantes de desenvolvimento.”

Além disso, estudos mostram que as crianças se estão a tornar obcecadas  por tecnologia, devido aos exemplos das mães e pais, e isso está a começar a afetar a saúde mental e o desempenho escolar em geral.

“Há uma tendência alarmante para os pais ignorarem os filhos de todas as idades, dando mais atenção a seus telefones e tablets do que à componente social e comunicativa.”

Consequentemente, as crianças podem sentir que não estão a receber a atenção que precisam. “As crianças têm necessidade de atenção, de capacidade de resposta dos seus pais quando estão furiosos, tristes, frustradas ou felizes, e sentem que têm de competir pela atenção,  quase como se se tratasse de uma rivalidade entre irmãos. Só que o rival é um novo dispositivo eletrónico. Esta tendência, se não for controlada, pode levar a problemas psicológicos.

Uma campanha de sensibilização lançada pelo Center for Psychological Research, em Shenyang, pretende alertar sobre os efeitos e as causas do uso da tecnologia quando se está com os filhos. “Sacar do telemóvel durante uma conversa, é como erguer uma parede entre duas pessoas

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Esta campanha foi amplamente direcionada para famílias com crianças pequenas, pois as crianças são quem mais se ressentirá a curto e longo prazo:

TEXTO RELACIONADO COM AS NOVAS TECNOLOGIAS, ONDE FICA O CONVÍVIO SOCIAL?

Competências Sociais

As crianças precisam de conversar diariamente com os seus pais e/ou família, para desenvolverem competências sociais. Aliás, as crianças precisam de ver os seus pais, irmãos, avós, etc, a comunicar. A conversar sobre o seu dia, sobre as questões da casa, a discutir uma noticia do jornal ou simplesmente a fazer brincadeiras e charadas. Tudo isto faz parte do processo social e dos hábitos que a criança irá herdar sobre interação social.

Auto-estima

As crianças que têm a atenção dos pais têm auto-estima mais elevada. Se respondermos com entusiasmo às suas tentativas de aprender e descobrir coisas novas, garantimos que vão continuar a tentar. As crianças precisam de ver aprovação nos nossos olhos. Precisam de ver pais felizes e orgulhosos pelos seus feitos. Porque quando agem mal parece que os pais têm cem olhos e que não perdem nada…

Segurança emocional

Dar às crianças a atenção positiva também fortalece a sua segurança emocional. Quando as crianças sabem que os pais lhes dão atenção, sentem-se mais seguras para tentar e falhar, porque sabem que têm o conforto e apoio que precisam. Sentem-se sempre acompanhadas para o que for preciso. Sabem que todas as “quedas” ou falhas serão aparadas pelos pais.

Desenvolvimento

Há uma relação direta entre o desenvolvimento do bebé e a quantidade de estímulos recebidos. Os estímulos, como olhar e conversar com um bebé, são fundamentais para um desenvolvimento saudável. Afinal os bebés aprendem a falar, a mover-se e deslocar-se, aprendem a estar, observando o comportamento e interagindo com os pais.

Prioridades

Não podemos cair no erro de trocar prioridades. Apesar de caber o mundo inteiro no telemóvel, a nossa vida é o nosso filho, à nossa frente. E ele precisa de saber que está SEMPRE primeiro que a tecnologia.

 

Estudo confirma uma geração cada vez mais dependente da tecnologia

Fevereiro 7, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site https://www.mais-psi.com de 21 de janeiro de 2016.

maispsi

Um estudo recente do Instituto de Psicologia Aplicada (ISPA), em que foram inquiridos jovens portugueses até aos 25 anos, mostra que 70% apresentam sinais de dependência do mundo digital, em que 13% são casos graves, podendo implicar isolamento ou comportamentos violentos e que obrigam a um tratamento. Este estudo foi coordenado pela investigadora Ivone Patrão e confirma os sinais de uma geração cada vez mais dependente da tecnologia. Como exemplo, é relatado o caso de um rapaz que afirma que os seus amigos ficariam zangados caso ele não respondesse rapidamente às mensagens mesmo no horário em que deveria estar a dormir. Assim, este fenómeno pode mesmo conduzir a situações limites em que é posto em causa o bem-estar físico da pessoa.

Um outro estudo de 2014, conduzido pelo Centro de Estudos de Sociologia da Universidade Nova de Lisboa (CESNOVA), no âmbito do projeto Net Children Go Mobile, mostra que mais de metade das raparigas (55%) referem usar todos os dias o smartphone, contra 44% dos rapazes. Há também uma evidência do uso excessivo no início da adolescência (11-12 anos) decrescendo no grupo intermédio (13-14 anos), para voltar a subir nos adolescentes mais velhos (15-16 anos).

Este estudo compara ainda a utilização do smartphone com outros países europeus. Constata-se que os adolescentes portugueses apresentam um valor de uso excessivo do smartphone (57%) que é superior à média europeia (48%), aparecendo o Reino Unido no topo (65%). A maioria dos adolescentes portugueses sente a necessidade de verificar o telemóvel sem razão aparente e ficam aborrecidos quando não podem usar o telemóvel por ficarem sem bateria ou sem rede. Cerca de um quinto afirmam mesmo estar menos tempo do que deviam com a família, os amigos ou a realizar as tarefas escolares, confirmando a importância do telemóvel em detrimento de outras formas de relacionamentos ou atividades.

E nos outros Países?

Um estudo coordenado por Ana Paula Correia, professora associada na Faculdade de Educação da Universidade Estatal de Iowa, Estados Unidos, publicado em agosto de 2015 na revista “Computers in Human Behavior”. Esse estudo permitiu identificar quatro características da nomofobia, ou seja, da ansiedade de separação do smartphone:

  • Não consegue comunicar. A pessoa sente-se insegura porque não pode ligar ou enviar SMS para a sua família e amigos.
  • Ausência de conectividade. A pessoa sente que está desligada da sua identidade no mundo digital.
  • Não consegue aceder à informação. A pessoa sente-se desconfortável quando não consegue, por exemplo, obter respostas às suas perguntas no Google.
  • Ausência de conveniência. A pessoa fica irritada porque não consegue terminar as suas tarefas, tais como realizar uma compra online.

Estas representam preocupações distintas que contribuem para a angústia geral das pessoas que sofrem de nomofobia.

O nome nomofobia deriva do inglês no-mobile-phone phobia. É um termo que descreve o medo crescente de ficar sem o telemóvel, representando assim uma ansiedade derivada da separação deste dispositivo móvel, e que está a crescer entre os adolescentes.

O uso excessivo do smartphone é de tal modo grave e tomou tal dimensão nalguns países, como a Coreia do Sul, que obrigou o Ministério da Educação deste país a criar um programa de prevenção e identificação precoce de crianças e jovens em risco. No âmbito dessas ações, o governo sul-coreano lançou uma aplicação para dispositivos móveis de modo a monitorar o uso do smartphone e restringir o acesso a jogos online depois da meia-noite.

Mas, será que eu sou viciado no smartphone?

Reconhece certamente o sentimento de ansiedade quando o bolso parece estranhamente mais leve e descobre que separou-se do seu smartphone. E se utiliza este dispositivo móvel para aceder às redes sociais, provavelmente, o seu nível de preocupação ainda é mais intenso. Mas será que é viciado no seu smartphone?

Estes são alguns dos sinais de alerta:

  • Fico ansioso ou inquieto quando fica longe do meu smartphone
  • Verifico constantemente o meu telemóvel
  • Evito a interação social em detrimento da utilização do telemóvel
  • Distraio-me frequentemente com emails, SMS ou outras aplicações móveis
  • Revelo um declínio no meu desempenho profissional ou académico
  • Acordo a meio da noite para verificar o smartphone

Se respondeu afirmativamente a muitos destes pontos, então poderá estar a sofrer de nomofobia.

Está na hora de fazer uma pausa

Ao longo da minha vida tenho evitado a dependência de coisas, e por isso faço regularmente uma introspeção sofre o meu estilo de vida. Procuro proteger-me de determinados vícios que podem ditar ou comprometer o meu comportamento. Isso inclui a utilização da tecnologia. Reconheço o papel dos computadores, telemóveis e outras tecnologias, que permitem-me trabalhar de forma mais fácil e eficiente, mas, porém, o meu princípio é que a tecnologia deve servir o homem, e não o contrário.

Então, o que devo fazer para ter um comportamento mais equilibrado?

  • Coloco o smartphone a pelo menos 5m de mim quando durmo à noite
  • Durante o dia tenho interações cara-a-cara com outras pessoas, sem interrupções derivadas da utilização do smartphone.
  • Certifico-me que durante o dia tenho um momento de reflexão em solidão com o smartphone desligado
  • Deste modo, durante a semana, equilibro o tempo passado com outras pessoas e ao smartphone.
  • Uma vez por mês desligo o smartphone durante todo o dia. É o dia em que me liberto!

Autoria de PsicoAjuda.

 

Vai dar um telemóvel ao seu filho? Aqui ficam alguns conselhos

Janeiro 29, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Expressso de 16 de janeiro de 2016.

Sean Gallup

Telemóveis e smartphones são uma nova realidade na vida de pais – e de filhos. Qual a idade certa para dar um primeiro telemóvel? Se for o seu caso, deixamos-lhe algumas linhas orientadoras

Katya Delimbeuf

Quantos de nós não conhecemos crianças que têm telemóvel, ou mesmo smartphones, com ligação à internet? Qual será a idade mais acertada para oferecer o primeiro telemóvel ao seu filho? Os especialistas são unânimes: uma prenda destas deve corresponder a uma necessidade efetiva – como por exemplo, se o seu filho passar a andar de transportes públicos sozinho, ou se for para um campo de férias e precisa de estar contactável – e não a um argumento do género “Mas todos os meus amigos têm…”. O pediatra Mário Cordeiro defende que “só se deve ter telemóvel quando há necessidade de comunicar sem ser por outras vias. As necessidades criam-se, a todos os níveis”, lembra. “E é bom saber estar consigo próprio, tentar que a comunicação “olhos nos olhos” substitua o virtual e saber não ser órfão do telemóvel, da televisão ou das redes sociais.”

O que é um facto é que cada vez mais crianças têm telemóveis pessoais – e cada vez mais cedo. Na vizinha Espanha, mais de 25% dos meninos de 10 anos tem um, e aos 15 anos, o valor aumenta para 63%. Para os pais, aqui ficam alguns conselhos de regras a implementar.

  1. Dê o exemplo

Os pais continuam a ser os principais educadores, e a educação faz-se pelo exemplo. Por isso, se não querem que os vossos filhos sejam viciados no aparelho e andem com ele para todo o lado, não sejam vocês próprios escravos do telemóvel. As alturas das refeições, o tempo de estudo, acompanhado ou não, ou o tempo passado no parque ou ao ar livre não devem ser interrompidos por tempo dos pais ao telemóvel. Os mais novos necessitam de sentir a nossa atenção indevida, e há estudos científicos que apontam que a dependência dos adultos relativamente ao telemóvel tem efeitos no desenvolvimento cognitivo e na autoestima dos menores.

  1. Telemóvel com ligação à internet, sim ou não?

A internet faz parte da vida moderna e pode ser útil em muitas ocasiões. Se optar por um telemóvel que o permita aceder à internet, lembre-se que controlar tudo o que o seu filho faz é impossível, e também não será uma forma saudável de cimentar a vossa relação. O diálogo continua a ser a arma mais importante dos pais, e é preciso dar espaço à privacidade dos seus filhos.

  1. Estabeleça regras

Como em tudo na vida, é necessário estipular limites. Faça um “contrato” com o seu filho, com as regras sobre tempo de utilização, “downloads”, redes sociais… Nunca é demais alertar para os “básicos” da segurança na internet: não aceitar pedidos de amizade de estranhos no Facebook, ter atenção às fotos que se publicam, por muito inocentes que pareçam, desativar funcionalidades como a localização, que pode ser usada por pessoas mal-intencionadas. É importante lembrar que aquilo que é colocado na internet tem “rasto”, ou seja, nunca desaparece depois de postado – e isso levanta questões sensíveis. A questão do ‘ciberbullying’ é real para muito mais crianças do que seria desejável, e por isso é fundamental reiterar a importância de valores como o respeito na interação virtual.

  1. Crie um clima de cumplicidade

Confiança e comunicação são fatores-chave na relação entre pais e filhos. No “Guia Parental para manter os filhos seguros na internet”, do Programa Internet Segura da União Europeia, uma das regras consideradas de ouro é “fomentar a confiança mútua, transmitindo aos seus filhos que podem falar sobre os seus erros, de modo a poderem procurar soluções em conjunto”. Os erros fazem parte da aprendizagem. E se os seus filhos sentirem que em vez de os repreender saberá ouvi-los, em caso de aflição, mais facilmente partilharão as suas dúvidas consigo.

  1. Fixe horários

Há coisas que têm de manter-se sagradas, e os locais e horários de utilização dos telemóveis são uma delas. Caso queira que o seu filho leve o telemóvel para a escola, é muito importante que lhe explique que este tem de estar desligado durante o tempo de aulas. Mas é igualmente importante que o telemóvel tenha uma hora certa para ser desligado à noite, de modo a não interferir com os horários de sono dos mais novos. Para que a luz de mensagens a entrar não perturbe o seu tempo de descanso, não devem estar apenas no silêncio – e não há como estarem desligados para não haver a tentação de jogar jogos ou trocar mensagens mais ou menos próprias.

  1. Respeite a privacidade dos seus filhos

Num inquérito nacional de 2016 do Pew Research Center, em Washington, nos EUA, realizado a pais de adolescentes entre os 13 e os 17 anos, quase metade (48%) admitiu saber a password do seu filho da conta de email, e 43% admitia conhecer a ‘password’ dos telemóveis destes. Paulo Gomes, psicólogo e investigador na equipa da Aventura Social, defende que “a privacidade dos mais novos deve ser preservada, e a sua monitorização deve existir num espaço de partilha e entreajuda, e não num espaço de mero controlo”. Lembre-se: os seus filhos estão a crescer, a tornarem-se “adultos” com personalidade própria, e têm direito à sua esfera de privacidade.

  1. Aprenda com os seus filhos

Não é novidade nenhuma que a nova geração domina as novas tecnologias de um modo que os seus pais não. Aproveite isso para aprender como se usam uma série de ferramentas e aplicações. Perguntando-lhes quais as suas aplicações preferidas, saberá quais usam – e no melhor dos cenários, as que lhe podem ser úteis a si.

 

 

Cada jovem envia 81 SMS por dia

Dezembro 5, 2015 às 4:14 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia da Exame Informática de 1 de dezembro de 2015.

mais informações sobre o inquérito no link:

http://faqtos.pt/index.php?id=53&idn=151

clicar na imagem

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Foi à escola exigir telemóvel da filha e acabou condenada em tribunal

Setembro 24, 2015 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 23 de setembro de 2015.

Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães no link:

http://www.dgsi.pt/jtrg.nsf/86c25a698e4e7cb7802579ec004d3832/56f5afc80c9514e580257ec1004be1db?OpenDocument

Paulo Pimenta

Ana Henriques

Progenitora ameaçou professora de escola de Braga para reaver aparelho.

“Quero o telemóvel da minha filha senão parto esta merda toda”. Foi nestes termos que uma funcionária hospitalar se dirigiu à professora que havia confiscado o telefone à filha quando este tocou na sala de aula. O caso passou-se na Escola EB2/3 Frei Caetano Brandão, em Braga, em 2013 e o Tribunal da Relação de Guimarães confirmou agora a condenação inicial da progenitora.

Considerada uma pessoa habitualmente calma e educada, a mãe da aluna foi condenada, pelos crimes de coacção e injúria agravadas, a prestar 210 horas de trabalho comunitário, a que se soma uma indemnização de 1500 euros à professora e uma multa de 420 euros.

A arguida alegou que “apenas barafustou de uma forma tipicamente minhota”, e que os palavrões tinham como único objectivo conseguir a devolução do aparelho. “Embora lamentável a actuação da arguida  não se tra­duziu no emprego de meios de violência ou cariz extremos, como armas”, argumentou a sua advogada, que resumiu o episódio a um certo “rubor emotivo, tão celta, tão típico das pessoas do Norte, que tantas vezes berram e berram, mas nenhum mal querem fazer”.

A verdade é que foi preciso chamar a polícia para que a progenitora abandonasse a escola, enquanto a docente, assustada, se refugiava na sala de professores. “A filha da puta não sabe do que sou capaz; vai-se arrepender de se ter metido comigo”, gritava a mãe, gesticulando e batendo com as mãos uma na outra. “Aqui o telemóvel já, caralho, ou vai ver já o que lhe acontece e não sabes o que sou capaz!”. O alarido juntou gente. Quando a conduziram à saída ficou junto ao portão, à espera da professora. Ainda sem o telefone, que tinha sido guardado por um auxiliar que já não se encontrava no recinto escolar. Acabou por ser acompanhada a casa por dois funcionários da escola depois de chegar a PSP, e a filha foi penalizada com três dias de suspensão.

Na sentença de primeira instância, proferida este Verão, os juízes lamentam que “atitudes destas contribuam para a crise de autoridade em contexto escolar que grassa nos estabelecimentos de ensino, impedindo a boa formação escolar e cívica dos educandos”.

A circunstância de os insultos terem sido presenciados por funcionários, professores e alunos, designadamente pela filha da arguida e demais comunidade escolar causou à professora em causa “forte vexame e humilhação”, observam. “Ficou afectada na sua dignidade e honra, enquanto cidadã e professora, sentindo-se denegrida”, prosseguem. “Sentiu insegurança e medo, temendo, nomeadamente, pela sua integridade física”. O facto de a vítima das intimidações ter sido uma docente foi considerado especialmente censurável.

Com um salário de 600 euros e uma renda quase metade disso, a funcionária hospitalar contestou, sem sucesso, a multa e a indemnização. “A arguida e a filha vão comer o quê durante meses?”, perguntou a advogada aos juízes.

 

 

Estudo: 60% das pessoas adormece com o smartphone na mão

Agosto 14, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://pplware.sapo.pt  de 30 de julho de 2015.

A infografia da Motorola pode ser consultado no link:

http://motorola-blog.blogspot.pt/2015/07/2015-motorola-global-smartphone.html

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Os smartphones já fazem parte do dia a dia das pessoas, entando presentes em praticamente todas as situações.

Um recente estudo indica mesmo que 60% das pessoas adormece com o seu smartphone na mão! Conheça outros resultados surpreendentes!

A pesquisa foi desenvolvida através da Internet, pela KRC Research, e entrevistou um total de 7.112 proprietários de smartphones nos Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, China, Espanha, México e Índia.

Os resultados, publicados no dia 28 de Junho pela Motorola, revelam que 60% dos inquiridos confessou que adormece com o seu smartphone na mão. Dessa percentagem total, 74% são da Índia e 70% são da China.

Por sua vez, 57% afirmou que levam os smartphones para o WC, sobretudo pessoas da China e do Brasil.

Outros resultados indicam que 1 em cada 6 pessoas, utiliza o equipamento durante o banho e 54% confessa que, em caso de incêncio, procuraria primeiro o smartphone e só depois um gato da família.

Por sua vez, 22% dos inquiridos admite que desistiriam de sexo num fim-de-semana em vez de abdicarem dos seus smartphones.

No entanto, ‘apenas’ 39% dos entrevistados revela estar contente com o seu smartphone e 79% afirma que se sentem incomodados quando o smartrphone os interrompem em momentos inoportunos.

via | AFP

 

 

 

 

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