Youtubers. quando as influências digitais acabam mal

Junho 25, 2019 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 5 de junho de 2019.

VI Jornadas da Família – 3 julho em Góis

Junho 24, 2019 às 8:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições gratuitas e até 1 de julho através do seguinte link:

https://docs.google.com/…/1FAIpQLSfxbUktVcANUdK9P5…/viewform

Mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/315769329377196/

O caso do bebé desaparecido – comentário de Fernanda Salvaterra do IAC na SIC Notícias

Julho 6, 2017 às 2:51 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Participação da Drª Fernanda Salvaterra do IAC, na SIC Notícias no dia 5 de julho de 2017.

ver o vídeo no link:

http://sicnoticias.sapo.pt/opiniao/2017-07-05-O-caso-do-bebe-desaparecido

Três meses de prisão por deixarem o filho faltar às aulas

Dezembro 29, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://expresso.sapo.pt/ de 21 de dezembro de 2016.

Esta é a história dos pais de um estudante espanhol que por permitirem que o seu educando faltasse às aulas reiteradamente foram agora condenados a uma pena suspensa de três meses de prisão.

Os pais de um aluno residentes em Chiclana de la Frontera, Cádiz, sul de Espanha, foram condenados a três meses de prisão por terem permitido que o filho faltasse às aulas de forma reiterada durante quatro anos letivos. O aluno, agora maior de idade, tinha seis anos quando entrou para a escola (no ano letivo de 2000/2001) e 14 quando o caso chegou às mãos do Ministério Público (no ano letivo de 2008-2009).

Conta o “El País” que o tribunal de Cádiz deu como provado que os progenitores não cumpriram os seus deveres ao permitirem que o filho faltasse repetidamente às aulas. O processo chegou a tribunal no mês em que o estudante ‘baldou-se’ a 117 horas de horas de aulas num só mês.

Mas os pais não terão de cumprir a pena, por enquanto, já que o juiz suspendeu-a por dois anos, desde que façam o que lhes é devido. Decidiu ainda o juiz tornar pública esta sentença, proferida no mês passado, para dissuadir idênticas práticas por outras famílias. “Esta é a décima quarta condenação de pais de estudantes de Chiclana por absentismo escolar e a ideia é acabar com esta situação”, pode ler-se no comunicado emitido pelo tribunal.

mais informações na notícia:

Tres meses de cárcel por dejar a su hijo faltar a clase reiteradamente

 

Pais abandonam criança para jogar Pokémon Go

Agosto 3, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.jn.pt/ de 2 de agosto de 2016.

EPA

Um casal foi detido na última quinta-feira em San Tan Vale, Arizona, depois de ter deixado o filho de dois anos sozinho em casa.

Brent Darley e Brianne Daley foram acusados de abuso e negligência infantil por ter terem abandonado o seu filho, durante uma hora e meia em casa, sem água e num ambiente de 35 graus, enquanto foram jogar Pokémon Go.

Segundo as autoridades locais, o alerta foi foi dado por um vizinho, por volta das 22 horas locais, quando este ligou para o 911 (número de emergência) a avisar a polícia que tinha encontrado uma criança a chorar com sinais de abandono.

“Apenas não consigo imaginar isto. Não deixo os meus filhos em casa sozinhos por um segundo nem por qualquer motivo”, realçou a vizinha do casal detido, Kate Young.

Quando as autoridades chegaram à residência verificaram que o menino estava fechado. “Tinha apenas uma fralda e uma t-shirt e estava angustiado”, conta uma fonte de uma associação de proteção de menores que acompanhou o caso.

Quando regressaram a casa, os pais argumentaram que tinham deixado o filho a dormir, enquanto foram abastecer a viatura.

Mas, mais tarde, Brent Darley e Brianne Daley acabaram por confessar às autoridades que tinham deixado a criança sozinha em casa enquanto foram jogar Pokémon Go nos bairros e nos parques próximos da sua casa.

 

 

 

As crianças e jovens em perigo: contributos para e caracterização das decisões judiciais

Março 26, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto publicado no site http://jusjornal.wolterskluwer.pt  JusJornal, N.º 2336, 14 de Março de 2016.

Pretende-se caracterizar os processos de promoção e proteção dos TR de Lisboa e Coimbra, entre 2000 e 2013. O afastamento dos perigos a que as crianças estão expostas, a negligência dos pais e a ausência de condições da família natural representam 58,2% dos motivos da intervenção do tribunal; os processos com antecedentes prejudiciais promovem as medidas em meio natural de vida; os tribunais superiores conferem menor enfâse à adoção face aos tribunais de 1ª instância.

Ler o artigo:

As crianças e jovens em perigo

 

 

 

 

 

Jovens em centros educativos que nunca foram sinalizados revelam mais maus-tratos na infância do que jovens sinalizados

Novembro 6, 2015 às 11:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do i de 2 de outubro de 2015.

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O facto de “a criança não se sentir amada, não se sentir cuidada, aumenta a probabilidade” de criminalidade Shutterstock Jornal i

O estudo foi desenvolvido pela Universidade do Minho e publicado na revista norte-americana”Violence and Victims”.

Rapazes internados em centros educativos que nunca foram sinalizados relataram mais experiências de maus-tratos na infância do que outros jovens assinalados pelas comissões de protecção, revela um estudo que analisou os factores de risco para a delinquência.

O estudo da Universidade do Minho, Escola de Psicologia, publicado na revista norte-americana ‘Violence and Victims, incluiu quatro amostras, cada uma com 30 rapazes, com idades entre os 13 e os 19 anos, uma das quais envolveu rapazes com medidas de internamento em centros educativos.

As restantes amostras incluíram jovens sinalizados na infância pelas Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco (CPCJR), mas que ficaram com os pais, rapazes sinalizados que foram institucionalizados e jovens da comunidade sem história de sinalização ou delinquência. 

Para o autor principal do estudo ‘Adversidade na infância entre rapazes delinquentes institucionalizados e outros grupos de alto risco sem registo de crime em Portugal’, Ricardo Pinto, os resultados da investigação foram “uma surpresa”.

“Esperávamos encontrar alguma semelhança em termos de histórias, mas o que não esperávamos era encontrar mais histórias de adversidade no grupo delinquente, quando comparado com crianças que foram sinalizadas na infância”, explicou hoje o investigador à agência Lusa. 

Para Ricardo Pinto, este é “um dado muito relevante, porque todos os jovens internados entrevistados não foram sinalizados na infância”, o que mostra que “os maus-tratos ocorreram e não houve nenhuma intervenção de protecção a estas crianças”. 

O estudo avaliou dez adversidades na infância: Negligência física, negligência emocional, abuso físico, abuso emocional, abuso sexual, violência doméstica, prisão de um familiar, suicídio de um familiar, doenças mentais na família e divórcio dos pais. 

Segundo a investigação, os jovens internados em centros educativos relataram uma média superior a quatro experiências de abuso e negligência na infância (maus-tratos não sinalizados), enquanto os que estavam em centros de acolhimento contaram mais de três experiências adversas, os que estavam com medidas de apoio junto dos pais relataram mais de duas experiências e os jovens da comunidade mais do que uma.

Ricardo Pinto adiantou que o estudo também permitiu perceber que “a negligência emocional” é dos factores de risco “mais elevado para a delinquência”.

O facto de “a criança não se sentir amada, não se sentir cuidada, aumenta a probabilidade de vir a entrar numa trajectória do crime”, alertou. 

Os jovens presos também relataram mais sintomatologia psicopatológica e comportamentos de risco, como abuso do álcool, do tabaco, de drogas, uso de armas e mais comportamentos de risco para a saúde.

Para o investigador, estes resultados “confirmam, uma vez mais, que não detestar maus-tratos na infância tem impacto a vários níveis, não só na saúde física, psicológica, mas também em comportamentos delinquentes”.

“Não nos adianta aplicar medidas ou desenvolver planos de combate à delinquência” ou outros “fenómenos na sociedade se não intervirmos nas causas”, defendeu. 

Lusa

 

 

 

Relatório Anual de Avaliação da Atividade das CPCJ 2014

Setembro 23, 2015 às 6:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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cpcj

descarregar o relatório no link:

http://www.cnpcjr.pt/left.asp?14.04.17

 

Criança foi retirada aos pais por causa de videojogos

Agosto 27, 2015 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 25 de agosto de 2015.

Shutterstock

Denúncia foi feita pela escola.

Uma criança cujos pais passavam demasiado tempo a jogar videojogos, foi retirada à família pelos Serviços Sociais. Segundo o The Sun, os assistentes sociais avançaram com o processo depois de entenderem que a obsessão era equiparada a “negligência”. Aconteceu no início deste mês em Walsall, no Reino Unido, e a situação foi inicialmente reportada pela escola da criança.

Claude Knights, chefe da instituição de caridade destinada apoiar crianças que está a tomar conta da ocorrência, disse que “os jogos de computador estavam a ter uma utilização extrema. Os pais estavam a perder demasiadas horas do dia à frente do ecrã”.

“Se a criança estava negligenciada ou com falta de cuidados, as autoridades não tinham outra opção se não intervir”, acrescenta a responsável.

No início deste ano, os directores de algumas escolas primárias no Reino Unido, alertaram os pais de que, caso permitissem que os filhos jogassem videojogos (como Call Of Duty e Grand Theft Auto, por exemplo), isso seria reportado à polícia e aos serviços sociais como caso de negligência. Os directores explicaram, ainda, de acordo com informação avançada pela polícia, que estes jogos podem provocar “comportamentos sexuais precoces”.

A carta enviada pela escola à polícia, no mês passado, disse que “várias crianças relataram jogar ou assistir adultos a jogar jogos que são inadequados para a sua idade, tendo descrito os níveis de violência e conteúdo sexual que testemunharam – como Call of Duty, Grand Theft Auto, Dogs Of War e outros jogos similares que são inadequados para crianças e aos quais não deveriam ter acesso.”

Esta investigação levou ainda a que dez crianças fossem retiradas às famílias por os pais fumarem.

 

 

Encontro “Negligência nas crianças : o papel da escola e dos serviços sociais” com a participação de Melanie Tavares do IAC

Junho 1, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança, irá participar no dia 4 de junho de 2015 pelas 14.30 h no Encontro “Negligência nas crianças : o papel da escola e dos serviços sociais” com a comunicação “Mediação Escolar- exemplo de boas práticas na prevenção da negligência”.

Inscrições até 2 de junho

Câmara Municipal de Santarém

Divisão de Ação Social e Saúde

Edifício da Ex-Escola Prática de Cavalaria
Praça do Município
2005-245 Santarém
E-mail : marisa.guerra@cm-santarem.pt

Tel. 243 304 424 /410

Casa do Brasil

Rua Vila de Belmonte (Largo Pedro Álvares Cabral), n.º 13-15
2000-091 Santarém

 

encontro

 

 

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