Concurso Papel de Natal – faz um desenho ou escreve a tua história sobre um Natal sem desperdício

Janeiro 14, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A época natalícia pode já ter acabado, mas pensar como tornar esta quadra mais sustentável continua premente. Destinado a crianças entre os 6 e os 10 anos, o concurso Papel de Natal, baseado no filme de animação com o mesmo nome, desafia a fazer um retrato ou escrever uma história sobre um Natal sem desperdício. Para participar até 31 de janeiro de 2020.

mais informações no link:

https://www.m-almada.pt/xportal/xmain?xpid=cmav2&xpgid=agenda_detalhe&agenda_detalhe_qry=BOUI=645656937&agenda_titulo_qry=BOUI=645656937&fbclid=IwAR245UUknGMksiqDxi-5NMGTMZoMd-35ptUaiDWwgoQ-uxO7SZeQ1inFmf4

À procura da magia do Natal

Dezembro 25, 2019 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do Educare de 18 de dezembro de 2019.

Nem todas as famílias vivem o Natal da mesma forma. Ao longo dos últimos anos, o apelo ao consumo tomou conta do momento, comprando presentes de forma compulsiva e desenfreada, mesmo sem que as crianças as tenham desejado.

Sónia Rodrigues

Lúcia Freitas é uma madeirense de 55 anos que continua a recriar o Natal da sua infância. Oriunda de uma família numerosa, os valores e as tradições que foram mantendo ao longo dos anos faz com que o Natal seja sempre um momento mágico de convívio e partilha. Nesta família, o Natal começava logo no dia 1 de dezembro. “Recordo-me do cheiro a doce que pairava na cozinha”, relembra Lúcia que foi buscar a memória de outros tempos. Faziam, todos os elementos da família porque se tratava de um trabalho de equipa, broas de mel, bolos de mel e bolachas de toda a qualidade e feitio. “A minha mãe fazia a massa e eu e os meus irmãos fazíamos bolinhas com as mãos que, depois de achatadas, eram colocadas num tabuleiro para ir ao forno”.

As tradições não ficavam por aqui. O presépio, que era feito de papel, tinha uma preparação prévia. As folhas de papel eram pintadas e secas ao sol, um processo demorado, mas em que era um gosto participar. O ponto alto era o dia 24 de dezembro, onde a azáfama tomava conta de tudo e de todos logo pela manhã. A estrutura do presépio era montada, o presépio construído e a árvore de Natal também era engalanada nesse dia. “Nesse dia não parávamos. Era de manhã até à noite quase sem respirar”, recorda Lúcia Freitas.

A música de Natal que era ponto de honra desde o amanhecer e arrastava-se pelo dia fora. Quando os trabalhos terminavam, já a noite ia longa, a ceia de Natal era servida tardiamente e a preceito. De seguida, iam à missa do galo e só depois é que as prendas eram abertas. “Eu também era miúda nessa altura e adorava todo aquele ritual. Entretanto o nosso ponto alto terminava e recolhíamos para a cama. Na sala ficavam os mais velhos e outros elementos da família que se juntavam a nós e lá permaneciam a jogar cartas.”, explica Lúcia.

Os irmãos foram crescendo, multiplicaram-se e novos caminhos ditaram outras vivências. “Esta memória, com esta intensidade, não esteve, nem nunca estará, acessível aos meus filhos e sobrinhos. Tento, ainda assim, dentro daquilo que hoje é uma vida mais agitada, fazê-los sentir o Natal”, defende Lúcia Freitas. Mantendo sempre os mesmos valores, Lúcia faz uma adaptação aquilo que considera importante para a formação dos seus filhos. Envolve-os em atividades fora de casa para que percebam como é importante o sentimento de partilha, dar um pouco do seu tempo a outros, fazendo-os perceber que há pessoas com vidas mais complexas e que um pequeno gesto ou uma palavra valem muito mais do que a materialização do momento.

Pela primeira vez em 11 anos, Lúcia vai conseguir ter todos os seus irmãos e respetivas famílias à mesma mesa de Natal. As prendas não são nem nunca foram valorizadas pois por serem sempre muitos, praticam já há muitos anos o amigo secreto. Com uma condição. Não gastar dinheiro. Vale pela brincadeira, pelo gozo, mas sobretudo pela imaginação. E esta prática é aplicada à medida que os meninos vão crescendo. “Queremos que eles usufruam deste momento único de convívio familiar para que também eles possam espalhar o verdadeiro significado da palavra Natal.”, conclui Lúcia.

Mas nem todas as famílias vivem o Natal da mesma forma. Ao longo dos últimos anos, o apelo ao consumo tomou conta do momento, comprando presentes de forma compulsiva e desenfreada, mesmo sem que as crianças as tenham desejado.

Perante uma sociedade claramente consumista, Hercília Guimarães, professora de pediatria e diretora do serviço de neonatologia do Centro Hospitalar Universitário São João, considera que, de um modo geral, os pais dão demasiadas prendas aos filhos. “A quantidade de presentes é inimiga da ligação da criança às coisas, aos brinquedos e aos momentos. Não é a quantidade que importa. Um pequeno presente pode estar carregado de significado e pode fazer a diferença. É a presença dos pais e da família que deve ser valorizada”, defende a pediatra.

“Se pensarmos num plano a curto prazo, há pequenas coisas que os pais podem fazer para trabalhar a visão materialista das crianças em relação ao Natal. Partilhar coisas com elas, envolvê-los em ações de interajuda, dentro ou fora de portas. O importante é fazer momentos em família, que são momentos de partilha. No Natal é suposto fazer algo para os outros e pelos outros. E esta iniciativa pode ser feita já, nem precisa de entrar na resolução de Ano Novo. E a médio/ longo prazo será introduzir crianças mais pequenas nesta lógica, para que facilmente percebam que vão dar para o outro e conseguem perceber a dádiva sem ser material”, justifica Gilda Nóbrega, especialista em Psicologia Clínica e Psicoterapia.

“A perceção de falta de tempo dos pais em relação aos filhos leva-os, muitas vezes, a compensar essa ausência com bens materiais. Os pais são os guias dos filhos e as crianças percebem a dinâmica do mundo perante aquilo que os pais apresentam. Se os pais apresentarem de forma rápida que uma coisa boa é materializada num objeto, é isto que a criança vai interiorizar. Para agradecer ou se sentir feliz, a criança tem de possuir aquele objeto. Mesmo que o tempo disponível seja curto, o mais importante é aquilo que se faz com ele. Se num fim de dia de trabalho os pais alocarem efetivamente 30 minutos para ouvir os filhos e estar interessados em brincar com eles, conseguem chegar à pessoa e usufruir de momentos de felicidade que não é um objeto”, argumenta Gilda Nóbrega.

Hercília Guimarães defende que começa a haver alguma consciencialização da excessiva materialização do Natal. Ainda que a recuperação de valores e o recuo na compra de bens materiais não aconteça de forma imediata, é notório em algumas famílias que, no dia seguinte, são guardados grande parte dos brinquedos que acabam por ser doseados ao longo do ano. “Nas famílias em que o exagero é ponto de ordem, aconselha-se que substituam brinquedos por cultura, espetáculos de música ou até mesmo iniciativas natalícias. Os meninos interagem, brincam e até gostam de participar. É um momento em família em que estão todos juntos e longe de uma pilha de brinquedos. E há que evitar o isolamento. Pensar em jogos para serem jogados em família para contribuir para um crescimento socialmente mais saudável”, explica a pediatra.

Luís Osório, jornalista e escritor, vai viver este ano, pela primeira vez, o Natal com que sempre sonhou e sempre lhe foi negado. Cresceu dentro de uma família disfuncional em que do lado paterno não se celebrava o Natal por razões ideológicas, e do lado materno, uma mãe, extremamente pobre, trabalhava de dia e de noite para que o filho pudesse sentir o mínimo cheiro a Natal. O segundo casamento da sua mãe permitiu uma mudança de rumo e, no primeiro Natal que passou em casa da família do padrasto, Luís ficou completamente esmagado com a árvore de Natal da casa, que o terá impressionado ao ponto de desejar algo semelhante um dia mais tarde. Pai de quatro filhos de gerações completamente diferentes, um divórcio precoce fez com que Luís compensasse os filhos de forma mais material pela sua ausência de forma diária. “O conceito de Natal, de presença e de família, não existia e talvez por isso os tenha entupido de prendas”, relembra Luís Osório.

“As prendas são uma concessão de uma sociedade cada vez mais consumista que perde a noção daquilo que verdadeiramente conta, mas por outro lado somos fruto daquilo que nos aconteceu ao longo da vida. Vai existir prendas, sim, mas também vai existir a mensagem. No fundo, o mais importante é podermos estar todos juntos e partilhar uma ideia de futuro comum, tudo o resto é supérfluo, a começar pelas prendas”, afirma Luís.

Com o nascimento dos dois mais novos e passados 40 anos, Luís Osório vai poder concretizar este sonho. “Hoje a minha casa existe uma árvore provavelmente tão grande como aquele que conheci em casa do meu padrasto, e estamos preparados para ter um Natal com os filhos todos, e eu estou muito feliz porque, num certo sentido, este é o primeiro Natal da minha vida!”

O Instituto de Apoio à Criança deseja um Feliz Natal e um Bom Ano 2020

Dezembro 20, 2019 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Neste Natal troque os seus Pontos Solidários na MEO a Favor do Instituto de Apoio à Criança

Novembro 26, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança faz parte de um grupo de 9 Instituições Privadas de Solidariedade Social integradas nos donativos. Os clientes da MEO podem trocar pontos a favor do IAC e assim, ajudam-nos a ajudar as Crianças e a promover os Direitos das Crianças.

Pode aceder Aqui (5 euros) e Aqui (12 euros) à página da MEO com os donativos a favor do IAC

Um Conto de Natal foi publicado pela primeira vez há 175 anos

Dezembro 25, 2018 às 3:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 19 de dezembro de 2018.

Joana Marques Alves

Quem não conhece a história de Ebenezer Scrooge.

Faz hoje 175 anos que a editora Chapman & Hall publicou Um Conto de Natal, aquele que viria a ser uma das obras mais conhecidas de Charles Dickens e um dos livros que ainda hoje faz parte das festividades.

Ebenezer Scrooge tornou-se um símbolo do Natal inglês. Na história, publicada a 19 de dezembro de 1843, Scrooge é um homem avarento que detesta a época natalícia. Bob Cratchit, o seu empregado, vive com a mulher e os quatro filhos na pobreza, mas consegue ter sempre um sorriso nos lábios e uma atitude positiva.

Na véspera de Natal, Scrooge recebe a visita do seu ex-sócio, que morreu há sete anos. Jacob Marley avisa-o que é melhor começar a ser boa pessoa, senão acabará como ele: no limbo, num rebuliço eterno, sem descanso. Marley avisa o antigo sócio que receberá a visita de três espíritos que poderão ditar o seu futuro.

O primeiro é o Espírito do Natal Passado, que leva Ebenezer Scrooge até aos momentos em que era jovem e adorava o Natal. Triste com o que estava a recordar, o homem de negócios faz de tudo para voltar ao presente e o espírito acaba por desaparecer.

Depois, surge o Espírito do Natal Presente, que mostra a forma como as famílias celebram o Natal. Uma delas é a de Bob Cratchit – apesar de viverem na pobreza, os Cratchit celebram o Natal de forma feliz e unida. No final da viagem, o espírito revela duas crianças com caras terríveis – a Ignorância e a Miséria – que devem ser evitadas por todos os homens.

Por último surge o Espírito do Natal Futuro, que não diz nada e apenas aponta para a campa de Scrooge, que nem um amigo teve no funeral.

Depois da visita dos três espíritos, Scrooge acorda como um homem novo: começou a gostar do Natal, é generoso com todos e até ajudou o seu empregado, tornando-se um segundo pai para o Pequeno Tim, o filho de Bob que tem graves problemas de saúde.

Esta tornou-se uma das histórias mais conhecidas de sempre. Logo na altura em que saiu, a obra de Dickens foi um best-seller. Foram muitas as adaptações feitas ao longo dos últimos anos – as mais conhecidas são a da Disney (que tem o Tio Patinhas como Ebenezer Scrooge) e a dos Marretas (com o Sapo Cocas no papel de Bob Cratchit).

 

 

 

Pais, se tremem à primeira birra no Natal, “algo está mal”

Dezembro 23, 2018 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 20 de dezembro de 2018.

Como dizer não no Natal? Faz sentido dar tudo o que as crianças pedem? Há estudos que dizem que “o grau de satisfação e de felicidade da criança começa a baixar a partir do terceiro presente que recebe”

Susana Pinheiro

O Natal está a chegar e muitas crianças têm uma lista sem fim para pedir ao Menino Jesus ou ao Pai Natal. Como dizer-lhes “não” sem que façam uma birra? Ou será melhor dar-lhes tudo para que não sofram uma desilusão? Mesmo no Natal, “os pais que dizem ‘sim’ a tudo, não estão a ser pais. Não estão a educar, mas a estragar”, alerta o psicólogo Eduardo Sá. “Se tremem à primeira birra dos filhos, algo está mal”, realça. É preciso uma “firmeza serena” para dizer não. Há que ser “assertivo”, sublinha também o pedagogo Renato Paiva. As crianças e os jovens têm de perceber que não podem ter tudo, que têm de fazer por merecer o que recebem e aprender a seleccionar. “A vida adulta é feita de escolhas”, sustenta o autor de livros como Queridos Pais, Odeio-vos.

“Eles só puxam a corda se sentirem que os pais são todos tremeliques”, aponta Eduardo Sá. Na realidade, é uma questão de quase “tentativa e erro”, continua. “As crianças atiram o barro à parede a ver se cola”, para ver até onde conseguem ir. Mas, salvaguarda o autor do Livro de Reclamações das Crianças, “estão bem atentas ao que os pais podem ou não comprar”. É, de todo, uma “ideia errada pensar que são pequenos tiranos”, diz. “São, sim, negociadores.” Por isso, faz parte da função dos pais saberem dar-lhes a volta quando começam com birras. E, se for preciso, zangarem-se e fazerem cara feia, aconselha.

Os limites fazem parte da educação, mesmo no Natal. “Eles podem ser os príncipes e princesas lá de casa, mas quem manda são os reis e as rainhas. Importa deixar isso bem vincado”, defende Renato Paiva.

“Se a criança ficar desiludida, paciência. A frustração faz parte da vida”, afirma, por seu lado, o pediatra Mário Cordeiro. Até porque, corrobora Renato Paiva, “aprender a frustrar nesta fase mais precoce da vida fará com que saibam lidar com adversidades e frustrações futuras de forma mais madura, equilibrada e com menor sofrimento”.

Se a criança fizer uma birra, aconselha Mário Cordeiro, “há que mostrar que está desenquadrada do espírito de Natal, que é um espírito de humildade, solidariedade, afecto e alegria pela dádiva, e não um momento narcisista de ‘quero tudo, já’”. Na realidade, não se pode ter tudo. Ponto final.

“Se a criança está a fazer birra porque não recebeu o brinquedo x, vamos propor que experimente o jogo y. Não nos devemos justificar muito com os presentes”, aconselha Renato Paiva.

Listas, sim ou não?

Para Eduardo Sá, “é óptimo que as crianças façam uma lista de Natal, porque é uma maneira de não arriscarem a ter as prendas que os pais gostariam de ter tido quando eram da idade deles”.

Já Mário Cordeiro é “contra as listas de exigências e a escravidão de quem oferece — quem dá tem de ter o mesmo júbilo de quem recebe, e quem escolhe tem de pensar no outro e ‘estar presente’ — daí o nome ‘presente’”.

“‘Prendas’ é quando se dá um prémio por algo que se fez de talentoso, ou quando [a criança] se transcendeu na escola, no que for. O presente é… estar presente na vida dos outros através desse objecto — é o que acontece no Natal”, distingue o pediatra e autor de Educar Com Amor.

Se os pais optarem por deixar fazer a “carta ao Pai Natal”, devem explicar que esta “não é uma lista de compras, mas de sugestões”, aconselha Renato Paiva. É importante “deixar bem claro que não serão todos e até pode acontecer não ser nenhum. É uma lista de possibilidades!”

O melhor é não dar mais de três presentes, recomenda, por seu lado, Susana Albuquerque, coordenadora de educação financeira da Associação de Instituições de Crédito Especializado, sustentando-se em estudos franceses e norte-americanos. “O grau de satisfação e de felicidade da criança começa a baixar a partir do terceiro presente que recebe”, garante. “Depois, é muito importante dizer ‘não’, porque os filhos não podem ter tudo o que pedem. E estamos a ajudá-los a desenvolverem competências para saberem poupar e como gerir o orçamento”, continua. “A educação financeira faz-se desde sempre. Não necessitam de saber quanto dinheiro [os pais] têm ou podem gastar, mas podem ter uma ideia para melhor perceber as opções”, acrescenta Renato Paiva. Deve explicar-se que se o gastamos hoje não teremos amanhã.

Susana Albuquerque aconselha a envolver as crianças no orçamento de Natal. Assim, tomam “consciência” do valor das coisas, do investimento que os pais fazem. “Um dos problemas em relação à gestão do dinheiro resulta de não se falar abertamente sobre o dinheiro na família e é preciso que as crianças conheçam as possibilidades financeiras dos pais.” Eles devem perceber que deve haver uma “boa saúde financeira”, que se deve poupar e ter uma reserva para imprevistos. E deve-se ainda “ensiná-los a ‘esperar para ter’”. Pode não ser hoje nem amanhã, é quando houver dinheiro, ou no dia do aniversário, por exemplo. “O esperar para ter aumenta a satisfação”, realça.

Certo é que as campanhas publicitárias, os descontos e as facilidades de pagamento são como sereias que cativam os pais a comprar por impulso. Se o fazem, com que cara dizem ‘não’ aos mais pequenos? “Se as crianças presenciam ou percebem que se comprou algo por impulso, na próxima visita ao centro comercial vão querer comprar algo de que nem se tinham lembrado”, refere Renato Paiva. Por isso, lembra: “Educamos mais pelo que fazemos do que pelo que dizemos”. “O exemplo é sempre mais significativo.”

 

 

Natal na Europa: jogos, infografia da Biblioteca Jacques Delors

Dezembro 22, 2018 às 9:06 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Aceder aos recursos no link:

https://infoeuropa.eurocid.pt/registo/000081320/documento/0001/

 

O Instituto de Apoio à Criança Deseja Boas Festas e Um Feliz Ano Novo

Dezembro 20, 2018 às 2:20 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Um Outro Conto de Natal – 22, 23, 29 e 30 de dezembro; 5 e 6 de janeiro no Cinema São Jorge

Dezembro 16, 2018 às 6:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Estamos no século XIX, na cidade de Londres vive-se a alegria da véspera de Natal. Todas as pessoas, mesmo as mais pobres, estão felizes, à exceção de uma – o senhor Scrooge. Conseguirá o fantasminha do Natal Presente, com a ajuda do público e dos seus irmãos, transformar a tristeza deste homem em pura alegria? Conseguirá Scrooge mudar o Natal de todos os que mais necessitam? E tu, que estás aí na plateia, poderás melhorar o Natal de alguém?

Através do diálogo com o publico e de muita música, as crianças de todas as idades são sensibilizadas para as questões de amor ao próximo e de amizade.

Os objetivos pedagógicos da peça são atingidos através da estimulação das capacidades imaginativas e racionais de todas as crianças, incluindo a criança habitualmente menos estimulada – aquela que mora no interior de cada pessoa crescida

Mais informações no link:

http://www.cinemasaojorge.pt/agenda/um-outro-conto-de-natal

 

Peça de teatro “Truz Truz… Quem Luz?” para bebés dos 6 meses aos 4 anos e adultos acompanhantes, todos os sábados de dezembro no Museu das Comunicações

Dezembro 1, 2018 às 9:42 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.fpc.pt/event/teatro-infantil-truz-truz-quem-luz-2/?event_date=2018-12-01&fbclid=IwAR3x30s99_bGhCnbQpkZ2_hpBRrYuH2idgPgwPgMeOR1bJ1ujKFTF4-EbaQ

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