Substitua os celulares e tablets de seus filhos por instrumentos musicais!

Agosto 2, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Photo by Laith Abuabdu on Unsplash

Texto do site O Segredo de 1 de março de 2018.

A forma como criamos nossas crianças mudou muito de uns tempos para cá. Agora, a estratégia adotada por muitos pais para acalmar seus filhos é dar-lhes um tablet ou um smartphone. Dentro desse contexto, as brincadeiras ao ar livre a atividades manuais ficam cada vez mais esquecidas.
Essa forma de criação é contestada pelo neuropsicólogo espanhol Álvaro Bilbao, que em seu livro “El cerebro del niño explicado a los padres” (O cérebro da criança explicado aos pais – em tradução livre), diz que, se queremos criar crianças mais inteligentes, devemos substituir seus tablets por instrumentos musicais.
Bilba acredita que as aulas de música estimulam a capacidade de raciocínio das crianças, mais do que a tecnologia. Além disso, os pais têm um papel importante na inteligência de seus filhos. Um estudo que foi publicado na revista Psiquiatría Molecular afirma que 50% da inteligência da criança é determinada pelos genes, mas os outros 50% dependem dos estímulos que elas recebem.
“A chave do desenvolvimento potencial do cérebro da criança está na sua relação com os pais. Ainda que a genética tenha um peso importante, sem essa presença não se materializa”, diz Bilba.
Abaixo estão listadas algumas estratégias defendidas por especialistas para desenvolver a inteligência das crianças:
Estudar música
Pesquisadores da Universidade de Toronto realizaram um estudo, publicado na revista Psychological Science, que relacionou o desenvolvimento cognitivo com o estudo e a aprendizagem de música. Para o estudo, três grupos de crianças de seis anos estudaram, separadamente, durante um ano, canto, piano e expressão dramática. As crianças que se dedicaram a estudar música foram as que mostraram maiores padrões de inteligência
Menor contato com a televisão
Anos atrás, filmes de desenhos animados que aliavam figuras desenhadas ao som da música clássica de compositores como Mozart e Beethoven eram muito populares. Diversos especialistas aprovavam esses filmes, afirmando que ajudavam a estimular a inteligência de bebês e crianças, mas essas teorias foram desmentidas por estudos internacionais. De acordo com a Associação Americana de Pediatria, crianças com menos de dois anos não devem ter contato com televisão.
Evitar jogos que afirmam ajudar no desenvolvimento cerebral
Recentemente vêm surgindo muitos jogos eletrônicos e aplicações móveis que afirmam ajudar no desenvolvimento do cérebro e da memória. No entanto, a maioria deles não são embasados cientificamente. Tenha cuidado.
Assistir a filmes/documentários em línguas estrangeiras
Crianças que são ensinadas a assistir filmes em línguas estrangeiras desde cedo tendem a adaptar-se mais facilmente a outros vocábulos e a outros sons.
Ler histórias com seus pais antes de irem para a cama
Quando os pais leem histórias para seus filhos antes de irem para a cama, é importante que convidem as crianças para participar. Por exemplo, o pai lê uma página e o filho outra, e assim sucessivamente. De acordo com um estudo canadense, este método ajuda as crianças a melhorarem sua capacidade de aprendizagem.

 

Férias com Música no Verão 2018 | Conservatório de Música de Sintra – 2 a 20 de julho

Junho 7, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.conservatoriodemusicadesintra.org/ferias_verao2018.html

 

A história do rock ilustrada para miúdos e graúdos

Maio 21, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Chuck Berry ©Joana R.

Notícia do P3 de 8 de maio de 2018.

Estabelecer uma ponte entre a cultura dos pais e a linguagem dos filhos é o ponto de partida de A História do Rock (para pais fanáticos e filhos com punkada). O livro de Rita Nabais, com ilustrações de Joana Raimundo, dá a conhecer aos mais novos as principais figuras do rock através de pequenas biografias e curiosidades de artistas que fizeram parte da banda sonora da adolescência dos pais de hoje, outrora jovens amantes de música.

Para Nuno Valente, das Edições Escafandro, a publicação deste livro teve a intenção de criar um lugar na memória das crianças para os ícones da geração dos pais, “numa altura em que o rock está a ser ultrapassado por outros géneros junto das novas gerações” — como o rap e o pop. O editor conta que o feedback não podia ser mais positivo. “Há pais que todas as noites lêem um artista diferente aos filhos, enquanto os adormecem a mostrar as músicas e os vídeos”, exemplifica o editor ao P3.

Esta nova enciclopédia do rock tem 147 entradas com ilustração e texto, que vão desde Bill Haley & His Comets e Little Richard — pioneiros do estilo musical —, até a nomes mais recentes, como The National ou Vampire Weekend, passando por Elvis Presley e Nirvana. Para além dos desenhos dos músicos, o livro conta ainda com as sugestões musicais de várias pessoas da área, como Miguel Ângelo (Delfins) e Fernando Ribeiro (Moonspell), resultando numa playlist com mais de 500 artistas dos últimos 70 anos.

 

Troque o tablet do seu filho por um instrumento musical

Março 3, 2018 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://kids.pplware.sapo.pt/ de 14 de fevereiro de 2018.

Criado por Célia Simões

A tecnologia foi encontrada pelos pais como uma forma de manter os filhos quietos, mas se o seu interesse é estimular a inteligência do seu filho tire-lhes o tablet e ofereça-lhe um instrumento musical.

Nos dias de hoje facilmente encontramos em restaurantes, consultórios e outros locais públicos, crianças agarradas aos tablets ou smartphones. Os pais ficam descansados pois os filhos estão quietos e não incomodam.

Apesar da tecnologia ser o futuro, de ser importante que as crianças aprendam a explorá-la, para o seu desenvolvimento intelectual não é o mais indicado.

Segundo estudos recentes, dar tablets ou smartphones às crianças não é a melhor forma de estimular o cérebro destas. Álvaro Bilbao, neuropsicólogo espanhol, autor do livro EL cérebro del ninõ explicados a los padres (O cérebro da criança explicado aos pais), explica que se quer estimular a inteligência dos seus filhos tire-lhe a tecnologia e ofereça-lhe um instrumento musical.

As aulas de música estimulam a capacidade de raciocínio das crianças, mais do que a tecnologia.

A genética tem um peso fundamental no desenvolvimento intelectual da criança, cerca de 50%, mas os restantes 50% dependem de outros estímulos que recebem. As aulas de música, por exemplo, estimulam a capacidade de raciocínio das crianças, mais do que a tecnologia.

É importante que os pais interajam com os filhos e lhes transmitam valores, que promovam a socialização em detrimento do isolamento, que incentivem os seus filhos a praticar desporto e a experimentar diversas atividades.

Um estudo publicado na revista Psychological Science, feito pela Universidade de Toronto, no Canadá, encontrou relação entre o desenvolvimento cognitivo e a aprendizagem de música.

Três grupos de crianças com 6 anos, estudaram durante um ano, separadamente, canto, piano e expressão dramática. Daí ficou concluído que, as crianças que estudaram música, desenvolveram padrões de inteligência superiores aos outros.

Há alguns anos, especialistas afirmaram que colocar bebés com menos de 2 anos a ver filmes de desenhos animados relacionados com música clássica era importante para estimular a inteligência das crianças.

Essa teoria foi desmentida por vários estudos internacionais. A Associação Americana de Pediatria alega mesmo que as crianças com menos de 2 anos não devem ver televisão.

Contudo, crianças com mais idade, que veem filmes numa língua estrangeira, conseguem mais facilmente adaptar-se a outros vocabulários e sons. Por exemplo, as crianças portuguesas conseguem compreender e falar algumas palavras em inglês com maior facilidade que as crianças espanholas porque estas veem tudo dobrado.

Outra forma de estimular o desenvolvimento cognitivo das crianças é ler a duas vozes a história da hora de ir para a cama. Um estudo feito no Canadá garante que este método melhora a capacidade de aprendizagem dos mais novos.

Se quer exercitar o cérebro do seu filho incentive-o a sair de casa, a conviver com outras pessoas e a aprender a tocar um instrumento.

 

 

Lisboa em Voo de peixe – Performance / Filme de animação e música ao vivo | Estreia 23-26 novembro no CCB

Novembro 14, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Fábrica das Artes | Para todas as infâncias

A cravista Joana Bagulho e a sua filha ilustradora, Beatriz, levam-nos numa viagem alucinante por uma Lisboa em grandes transformações.
Apagando fogos no mundo de Hyeronimous Bosch, perdemo-nos nos labirintos da calçada portuguesa, do azulejo barroco e dos turistas com as suas câmaras e diversões. Aproximando-nos desta cidade onde coabitam vizinhos e visitantes, descobrimos lugares e rotinas escondidos.

Criação Joana Bagulho, Beatriz Bagulho e Caroline Bergeron

Encenação Caroline Bergeron

Cravista e performance Joana Bagulho

Performance, ilustração, direção e produção do filme de animação Beatriz Bagulho 

Composição musical Daniel Schvetz 

Figurinos Ana Direito

Assistente de fotografia Pedro Tavares

Sonoplastia Rui Rebelo

Animação Laura Miranda Moreno, Naomi Tarassenko, Beatriz Bagulho, Marta Wesolowska e Beatrice Lorén

Uma encomenda CCB/Fábrica das Artes

mais informações no link:

https://www.ccb.pt/Default/pt/FabricaDasArtes/Programacao/Espetaculos?a=1178

Festival Big Bang 2017 – O festival de música para todas as infâncias está de volta – 20 e 21 de Outubro no CCB

Outubro 19, 2017 às 10:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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https://www.ccb.pt/Default/pt/FabricaDasArtes/Programacao/Espetaculos?A=1148

http://ccbfabricadasartes.blogspot.pt/2017/10/big-bang-lx-2017-o-festival-de-musica_18.html

 

 

Artemanhas de Criação Musical – Artes nas Férias do Verão no CCB

Junho 18, 2017 às 6:30 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Artes nas Férias do Verão ©Manuel Ruas Moreira

Fábrica das Artes | para todas as infâncias

«A música é o tipo de arte mais perfeita: nunca revela o seu último segredo.» Oscar Wilde

Ao longo da semana, vamos viajar pelos cinco continentes, explorando o universo musical das canções e dos instrumentos do mundo inteiro, para nos inspiramos para o processo de exploração, improvisação e criação musical. Sons, ritmos, melodias e harmonias ganham corpo a partir da formação de uma orquestra composta por instrumentos tradicionais e improváveis também.

Vamos entrar num pequeno estúdio para gravar um CD com as nossas criações musicais, tocadas em conjunto por mestres e aprendizes, e finalmente, no último dia, oferecer um concerto no Jardim das Oliveiras.

PS: Caso toques um instrumento musical não te esqueças de o trazer contigo.

Com Afonso Sousa, Cândida Rosa, Inês Pereira, Nuno Cintrão, Nuno Melo

3 a 7, 10 a 14 julho, 2017 | 10:00 às 17:00 (acolhimento a partir das 9:30)

Espaço Fábrica das Artes

6 aos 10 anos

mais informações:

https://www.ccb.pt/Default/pt/FabricaDasArtes/Programacao/Oficinas?a=776

Arte Acessível – 22 de abril na Fundação Calouste Gulbenkian – Venham descobrir a arte em família de forma inclusiva!

Abril 7, 2017 às 11:30 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Segunda edição do dia de Arte Acessivel!
Ativiades inclusivas para todos os tipos de famílias!
Venham passar o dia connosco.
Ficamos à vossa espera
https://gulbenkian.pt/descobrir/arte-acessivel/
(Inscrições para mcrodrigues@gulbenkian.pt e mmendes@gulbenkian.pt)

Entre Portugal e o Brasil há Músicas Mil – Oficina Musical na Biblioteca de Belém e na Biblioteca Orlando Ribeiro (17 e 21 de março)

Março 10, 2017 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Entre Portugal e o Brasil há Músicas Mil

Programa integrado na Lisboa Capital Ibero-americana da Cultura

PARA Escolas do 2.º e 3.º ciclo e secundário e grupos organizados de adultos e séniores

14 e 16 fev | 21 mar | 11H00 | 14H30 |Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro

17 mar | 11H00 |14H30 | Biblioteca de Belém

Oficina musical pelo Serviço Fonoteca das BLX

Em 1822 D. Pedro proclamava a independência do Brasil. Mas o riquíssimo intercâmbio musical estabelecido entre as comunidades brasileira e portuguesa há muito tinha começado e continuaria, de um lado e do outro, a desenvolver-se e diversificar-se em sonoridades, ritmos e danças que ainda hoje contagiam. Da modinha ao lundum, do fandango ao fado, do choro ao samba até à bossa nova, esta oficina aborda alguns dos aspetos mais importantes da música brasileira e das relações que estabeleceu com a música portuguesa. A apresentação é interativa e dinamizada com o recurso a músicas, instrumentos, a voz, o corpo, imagens e vídeos.

Nº. máximo de 40 participantes.

Entrada gratuita, mediante inscrição prévia numa das BLX.

mais informações:

http://lisboacapitaliberoamericana.pt/?pg=article&id=268&hb=1

Tire o tablet ao seu filho e dê-lhe um instrumento musical

Fevereiro 15, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://lifestyle.sapo.pt/

sapo

Muitos pais, para calar os filhos e/ou para os manter sossegados, não hesita em dar-lhes um tablet ou um smartphone para as mãos. Nada de mais errado, a fazer fé nas últimas descobertas! Álvaro Bilbao, neuropsicólogo espanhol, autor do livro «El cerebro del niño explicado a los padres», «O cérebro da criança explicado aos pais» em tradução literal, diz que, se querem ter filhos (mais) inteligentes, têm de lhes tirar o iPad e dar-lhes um instrumento musical para as mãos.

De acordo com este especialista, citado pela edição online do jornal El País, as aulas de música estimulam a capacidade de raciocínio das crianças, mais do que a tecnologia. Segundo um estudo publicado na revista Psiquiatría Molecular, 50% da inteligência é determinada pelos genes mas os restantes 50% dependem dos estímulos que os mais pequenos recebem. «Sem os pais, o potencial intelectual da criança não se desenvolve», assegura Álvaro Bilbao.

 «A chave do desenvolvimento potencial do cérebro da criança está na sua relação com os pais. Ainda que a genética tenha um peso importante, sem essa presença não se materializará», assegura o especialista. «Uma criança pode ter potencial genético para atingir 1,90 metros mas, se os pais não o alimentarem bem, nunca chegará lá», exemplifica o neuropsicólogo, que garante que os seis primeiros anos de vida são primordiais no processo.

Além de reforçar condutas positivas e de brincar mais com os filhos, «no chão, se for caso disso», como recomenda Álvaro Bilbao, os pais devem promover a socialização em detrimento do isolamento, o que implica desligar a televisão à mesa, além de incentivar a criança a fazer desporto e a experimentar atividades. «A criança deve sentir que tem uns pais que se preocupam com ela», defende também o pediatra Maximino Fernández Pérez.

O que sugerem as últimas investigações internacionais

Estas são algumas das estratégias que os estudos e os especialistas defendem:

– Estudar música

Um estudo da Universidade de Toronto, publicado na revista Psychological Science, relacionou o desenvolvimento cognitivo com a aprendizagem de música. Durante um ano, três grupos de crianças de seis anos estudaram, separadamente, canto, piano e expressão dramática. Os que aprenderam música revelaram padrões de inteligência maiores no final.

– Não ver televisão

Há uns anos, estavam na moda os filmes de desenhos animados em DVD que aliavam figuras desenhadas à música clássica de compositores como Mozart e Beethoven. Muitos especialistas afirmavam que estimulavam a inteligência de bebés e crianças, uma teoria que muitos estudos internacionais desmentiram. A Associação Americana de Pediatria diz mesmo que as crianças com menos de dois anos não devem ver televisão.

– Evitar os programa de desenvolvimento cerebral

Nos últimos anos, surgiram muitos jogos eletrónicos e aplicações móveis que asseguram que treinam o cérebro e estimulam a memória. A verdade é que não existe qualquer base científica que o comprove.

Veja na página seguinte: O tipo de filmes que deve privilegiar

– Ver filmes numa língua estrangeira

As crianças que veem filmes numa língua estrangeira tendem a adaptar-se mais facilmente a outros vocábulos e a outros sons. De acordo com um estudo europeu sobre competência linguística, levado a cabo pelo Ministerio de Educación, Cultura y Deporte de Espanha, os espanhóis têm dificuldade em compreender e em falar inglês porque, ao contrário dos portugueses, veem tudo dobrado.

– Ler a duas vozes antes de ir para a cama

As histórias que os pais leem aos filhos para os adormecer devem ser lidas a duas vozes. O progenitor lê uma página e a criança lê a seguinte e por aí fora… Um estudo realizado no Canadá garante que este método permite melhorar a capacidade de aprendizagem dos mais pequenos.

Texto: Luis Batista Gonçalves

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