O lugar do telemóvel na sala de aula é em cima da mesa dos alunos

Fevereiro 16, 2016 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

Notícia do Público de 10 de fevereiro de 2016.

 

Adriano Miranda

Nos ecrãs tácteis, está aberta a ficha de trabalho que a professora preparou para esta manhã Adriano Miranda

Por Samuel Silva

Agrupamento de escolas de Ponte de Lima é considerado exemplar pela Microsoft graças ao uso da tecnologia na aprendizagem. Nove dos professores destacados pela multinacional estão aqui.

Os telemóveis nas mãos dos alunos do 6ºA estão apontados às folhas que têm à sua frente. Olham para o ecrã, conferem a informação, e regressam à ficha de trabalho a que estão a responder com o à-vontade de quem sabe que não está a fazer nada errado. A professora Maria João Passos segue-os atentamente e presta assistência quando a tecnologia não responde à velocidade desejada. Nas salas do agrupamento de escolas de Freixo, em Ponte de Lima, o lugar dos telefones e outros dispositivos móveis é em cima das mesas, resultado de um conjunto de projectos de integração das tecnologias na aprendizagem que a Microsoft considera exemplar, pelo quarto ano consecutivo.

Esta é a aula de Matemática. Os alunos estão dispostos em grupos de quatro, em mesas redondas, onde também há computadores portáteis. Nos ecrãs tácteis está aberta a ficha de trabalho que a professora preparou para esta manhã. Os exercícios podem ser resolvidos directamente no computador, com o auxílio de uma caneta apropriada. É então que se percebe o motivo para os telemóveis estarem também por perto: a solução para a ficha está inscrita em códigos QR (uma espécie de código de barras). Os alunos têm que usar uma aplicação nos seus telefones para ler os códigos, fazendo corresponder cada um aos resultados a que chegaram.

“Normalmente os manuais têm a resolução no final e os alunos têm, muitas vezes a tentação de ir procurá-las”, lembra Maria João Passos. Com este recurso a chave também lá está, mas obriga a que o exercício seja realmente resolvido para que os estudantes consigam descobrir qual das respostas corresponde a cada um dos códigos. Por outro lado, habituam-se a utilizar a tecnologia em contexto de sala de aula.

Os códigos QR e as fichas de trabalho resolvidas em ecrãs tácteis não são os únicos recursos tecnológicos da professora de Matemática. A docente da escola de Freixo disponibiliza frequentemente tutoriais sobre os conteúdos das aulas na Internet. “Muitas vezes, os próprios pais também vêem os vídeos, para os poderem ajudar a tirar dúvidas”, conta. Além disso, criou um grupo na rede social Yammer com todos os alunos das suas três turmas do 6º ano. Chama-lhe sala de estudo virtual e serve para os estudantes colocarem questões, comentarem a matéria e trabalharem os conteúdos disponibilizados online. A professora é “um último recurso”, já que a ideia é que os estudantes sejam capazes de tirar dúvidas uns aos outros, num trabalho colaborativo feito a partir de casa.

Por causa deste projecto usado para o ensino de Matemática, Maria João Passos foi considerada “especialista inovador em educação” pela Microsoft este ano. Na lista há 3700 professores em todo o mundo, 57 dos quais são portugueses. Entre eles, há outros oito colegas no agrupamento de escolas de Freixo. O estabelecimento de ensino também está em destaque nas escolhas da multinacional de software, sendo considerada uma escola-modelo. É a quarta vez consecutiva que é distinguido. Este ano há outros seis representantes nacionais, dos quais apenas mais um pertence à rede pública, o agrupamento de escolas de Vila Nova de Cerveira.

A escolha da Microsoft é um reconhecimento da aposta que a escola tem feito no uso das tecnologias, valoriza o director do agrupamento, Luís Fernandes, que, desde o Verão passado, também passou a integrar o conselho consultivo da multinacional para o sector educativo. É uma das dez pessoas a quem a gigante norte-americana recorre para pedir opiniões sobre a área da educação. “Por que motivo uma empresa que pode contratar os consultores que quiser vem a Portugal convidar o director de uma escola pública?”, atira em jeito de pergunta retórica, para rapidamente dar a resposta “Devemos ter feito alguma coisa bem”.

No agrupamento, os alunos do 3º e 4º ano têm, desde há dois anos, aulas de programação, onde aprendem linguagem como Scratch e Kodu. No 3º ciclo podem também escolher uma disciplina de mecanismos e robótica, na qual trabalham com mecânica, eletrónica e eletrotecnia. E depois há projectos específicos de cada professor, como o de Maria João Passos na Matemática do 6º ano. Há muitos docentes que ainda seguem o método de ensino tradicional, até porque nesta escola “ninguém impõe nada a ninguém”, sublinha o director. Mas já há mais de uma dezena de professores a integrar as tecnologias nas suas aulas, num processo “crescente”.

Existe um efeito de contágio, aponta Luís Fernandes. Os docentes acabam por aderir ao uso de computadores ou dispositivos móveis à medida que vão conhecendo as boas experiências dos colegas e há também pressão dos alunos nesse sentido, à medida que vão sabendo o que se passa nas aulas das outras turmas. A escola também promove encontros, acções de formação e outras ferramentas de apoio para incentivar os docentes usarem a tecnologia.

1030780

A velocidade da Internet fornecida pela rede de banda larga instalada pelo Ministério da Educação não tem rapidez suficiente. Foi preciso comprar um dispositivo de Internet móvel 4G que roda de sala em sala.

A aproximação da escola de Freixo à tecnologia começou há oito anos, quando foram comprados dois kits para um clube de robótica. A reacção dos alunos foi “imediata e entusiástica”, lembra o director, ao ponto de aquele ter passado a ser o único clube escolar com lista de espera. Hoje, a robótica continua a ser uma das principais formas de contacto dos alunos com as inovações. Um antigo balneário, junto ao pavilhão desportivo, foi transformado num Fab Lab, um laboratório equipado com duas impressoras 3D, uma máquina de corte a laser e outros dispositivos para montagem de robôs como aquele que Luís Henrique, de 15 anos, apresenta: “É um robô de busca e salvamento. Nas provas, deve ir buscar a vítima (normalmente uma bola) e levá-la a um ponto determinado”.

Foi este aluno do 9º ano quem projectou o dispositivo para levar às competições nacionais de robótica, onde outros estudantes da escola já ganharam o título de campeões nacionais em anos anteriores. Luís Henrique começou a frequentar o laboratório há dois anos. Um professor falou-lhe da possibilidade e decidiu experimentar durante um par de semanas. Gostou tanto que agora passa ali “muitos dos tempos livres”, conseguiu uma autorização para levar algum do material para trabalhar em casa e descobriu o que quer fazer no futuro: “Seguir engenharia electrotécnica”.

A aposta na tecnologia embate, porém, num problema também tecnológico. A velocidade da Internet fornecida pela rede de banda larga instalada pelo Ministério da Educação na escola não é suficientemente rápida para permitir um acesso eficaz aos conteúdos colocados na nuvem – ou seja, em servidores externos. Por isso, a escola de Freixo teve com comprar um dispositivo de Internet móvel 4G que, quando é necessário, roda de sala em sala para resolver os problemas dos professores. “A velocidade que nos chega não nos permite fazer um trabalho do século XXI”, lamenta o director.

Além disso, não faltam os problemas “que as outras escolas têm”, aponta Luís Fernandes. Há infiltrações nas paredes e nos tectos, piso com sinais de desgaste e um pavilhão desportivo a precisar de reforma – além de um contexto sócio-económico considerado difícil.

O agrupamento tem 700 alunos, do pré-escolar ao 9º ano, quando há cinco anos eram 1100 os estudantes inscritos. Esta redução não é apenas efeito da crise de natalidade que afecta quase todo o país, mas também dos problemas específicos desta população, particularmente afectada pela emigração. A escola situa-se numa zona rural, no sul do concelho de Ponte de Lima, praticamente à mesma distância da sede de concelho e de Braga – cerca de 15 quilómetros. Nas imediações não existem empresas capazes de criar postos de trabalho para muita gente, apenas indústrias de pequena dimensão e alguma agricultura, produção de vinho e pecuária. A escola é mesmo o maior empregador das freguesias que abarca.

Isto coloca outros problemas: 70% dos alunos recebem apoios sociais e tornou-se necessário entregar um suplemento alimentar ao longo do dia a “boa parte” deles. Ainda assim, a “esmagadora maioria” tem acesso à Internet fora da escola. Quase todos têm pelo menos um computador, tablet ou telemóvel com acesso à rede, o que permite acederem aos conteúdos disponibilizados pelos professores a partir de casa.

Tudo isto se conjuga nos resultados da escola nos exames do 9º ano. No ranking de 2015, a escola estava em 265º lugar, tendo subido 436 posições face ao ano anterior, mercê de uma média de 3,04 valores. O director tem consciência de que os resultados são “medianos” e é preciso “trabalhar mais” para os exames do fim de ciclo, mas sublinha o “longo caminho” percorrido: “No primeiro ano em que houve exames no 9º ano tivemos apenas 17% de positivas”.

Existem ainda outros obstáculos. As escolas secundárias ou profissionais mais próximas estão a 15 a 20 quilómetros de distância (em Ponte de Lima ou Braga, mas também Barcelos ou Viana do Castelo em alguns casos). A maioria dos alunos segue para cursos profissionais e são ainda poucos os que chegam ao ensino superior. “É algo que demora tempo”, argumenta Luís Fernandes. “Uma certeza tenho: quando saem daqui tiveram experiências que noutras situações não teriam e sabem que podem escolher”

 

Relatório alerta para aumento de vídeos com crianças nuas

Março 20, 2015 às 6:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Notícia do site http://kids.pplware.sapo.pt     de 12 de março de 2015.

pplware

Criado por Vítor Martins

É um caso que as autoridades devem ter em consideração mas parte muito também das empresas que “controlam” a Internet no mundo.

O relatório da Internet Watch Foundation e da Microsoft revela crianças cada vez mais jovens, que aparecem nas imagens e vídeos, nuas na Web, incluindo o material sexualmente explícito. O estudo aponta ainda para uma maior percentagem de meninas exibidas.

Sexting é um termo que apareceu há poucos anos e que deriva da contracção de sex e texting, palavra que é um anglicismo que pretende identificar um comportamento onde conteúdos eróticos e sensuais são difundidos através dos telemóveis. Esta prática, que começou inicialmente com recurso as mensagens de texto, os SMS, está agora a tomar novas proporções, dado o avanço tecnológico e o material usado passou a ser fotografias e vídeos. Esta prática está a ter um grande impacto nefasto, principalmente, na vida dos adolescentes.

Este termo, sexting, pode ser entendido também pelo envio e divulgação de conteúdos eróticos, sensuais e sexuais com imagens pessoais pela Internet utilizando-se de qualquer meio electrónico, como câmaras fotográficas digitais, webcams e smartphones.

O grupo de segurança online, a Internet Watch Foundation (IWF) e a Microsoft, trabalharam juntas numa nova pesquisa que identificou cerca de 4 mil imagens e vídeos onde eram exibidos conteúdos com crianças nuas. Este trabalho, levado a cabo durante 3 meses no Outono passado, revelou que destas 4 mil imagens, 667 (17,5%) eram de crianças que tinham cerca de 15 anos ou ainda mais jovens e, daquelas, conseguiram perceber que 286 crianças teriam menos de 10 anos.

A pesquisa mostrou ainda que a esmagadora maioria do conteúdo, 93%, tinha meninas em vez de meninos. Num vídeo descrito no relatório estava uma menina com cerca de sete anos que foi fortemente maquilhada e vestida com roupas íntimas para se expor. Este vídeo tem uma frase dita pela menina: a minha mamã poderá ver isto e ficar preocupada, já sabes, apaga a minha conta. Outro vídeo de actos “extremamente sexualmente explícitos” contou com uma menina de cerca de 12.

Segundo o relatório, nalguns casos ficou bem claro que as crianças visadas tinham conhecimento que o conteúdo, que elas estavam a criar, iriam ser mostrados em sites públicos, contudo, um porta-voz da IWF disse que, nalguns casos, o material foi gravado secretamente em serviços de chamadas de vídeo da Internet e, em seguida, publicados por terceiros.

Há vários exemplos que foram desvendados e cada um mais preocupante que outros, como num outro vídeo que o relatório descreve a situação de uma menina de 10 anos que “claramente chora e está extremamente aflita” enquanto repetidamente abana com a cabeça para um indivíduo desconhecido, que fala com ela via Internet, antes de se despir.

Este caso mostra uma realidade aterradora onde sai à cena o termo sextortion (extorsão sexual), onde uma criança é vítima de chantagem com base em conteúdos sexuais que elas têm partilhado com o chantagista. Ela ameaça mostrar publicamente essas imagens se a criança se recusar a fazer mais conteúdos sexuais.

O relatório mostra de facto uma realidade atroz. Nove em cada 10 dos vídeos explícitos (e das imagens) foram criadas recorrendo a uma webcam, geralmente num computador doméstico, contrariando a visão tradicional deste tipo de actividade que tinha nos telemóveis a fonte de captura. A análise aos dispositivos utilizados para criar o conteúdo descreve que as crianças com 15 anos ou menos, cerca de 573 (85,9% do número total), captou as imagens com uma webcam.

Como pode ser lido no relatório, muitas destas crianças estão em idade escolar primária e são forçadas a cometer actos que no final são mais graves que o abuso sexual.  Este comportamento está a ser manipulado por adultos que coagem as crianças para fazerem actos que elas próprias sentem serem extremamente angustiante. São situações horríveis para os jovens vítimas que ficam assustados e perplexos com o que está a acontecer.

Para proteger as crianças terá de haver mais investimento no combate a estes crimes, mais empenho das agências de combate ao crime e capacitar os agentes com as mais recentes tecnologias. Só num conjunto e bem articulado processo é que haverá uma possibilidade de acabar com este flagelo que cresce exponencialmente todos os anos.

[Via]

 

 

Google e Microsoft bloqueiam imagens de pornografia infantil

Novembro 21, 2013 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

Notícia do Diário de Notícias de 19 de Novembro de 2013.

A notícia contém declarações da  Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança.

Clicar na imagem

dngoogle

Google e Microsoft chegam a acordo para bloquear imagens de abusos infantis

Novembro 20, 2013 às 4:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Notícia do Público de 18 de Novembro de 2013.

Jochen Luebke AFP

Duas empresas são responsáveis por 95% do tráfego. Medida tinha sido pedida por David Cameron, mas especialistas dizem que muitos dos conteúdos são escondidos de outras formas.

As duas maiores empresas responsáveis por motores de busca na Internet, a Google e a Microsoft, chegaram a um acordo sobre um conjunto de medidas que vão permitir tornar mais difícil o acesso a imagens de pornografia infantil online.

São cerca de 100 mil os termos que as duas empresas conseguiram identificar como estando relacionados com este tipo de material através de algoritmos criados. A partir de agora, avança a BBC, sempre que o utilizador fizer uma pesquisa por essas palavras não conseguirá obter nenhum resultado e ainda receberá um alerta de que a pesquisa de imagens relacionadas com abusos sexuais infantis é ilegal.

O motor de busca da Google e o da Microsoft, o Bing, são responsáveis por 95% do tráfego de pesquisa na Internet, pelo que a medida conjunta cobrirá a maior parte das imagens ilegais disponíveis.

Ao Daily Mail, o presidente da Google, Eric Schmidt, disse ainda que o impacto da medida será ainda maior quando “brevemente” implementarem a medida em 150 línguas diferentes. Por agora as novas regras só estão a funcionar  em inglês e em apenas 13 mil dos termos identificados é que já aparece o alerta sobre o comportamento ilegal e alguns contactos específicos onde o utilizador pode procurar ajuda sobre a sua conduta.

Apesar de defenderem este tipo de medidas, muitos dos especialistas na protecção de crianças não acreditam que tenham o alcance pretendido, explica a BBC, justificando que muitas das imagens em questão estão escondidas de outra forma e são partilhadas sem o recurso a estes servidores.

De todas as formas, o primeiro-ministro inglês, que tinha impulsionado e apelado a medidas urgentes neste sentido, já veio congratular-se com o passo, mas assegurou que ou é mesmo implementado e eficaz ou vai avançar para legislação nesse sentido.

Aliás, no final de Julho, David Cameron já tinha dito que queria que as empresas ligadas à Internet bloqueassem o acesso a imagens que mostrem abusos sexuais de crianças ou pornografia infantil. Já na altura tinha dito que, se tal não fosse feito voluntariamente, faria uma legislação sobre o tema.

“Depravadas e repugnantes” foram as palavras escolhidas por Cameron para descrever os resultados das pesquisas permitidas pelas empresas. Logo em Julho, a Google garantiu que, sempre que se depara com imagens relacionadas com pedofilia, as remove assim que possível.

Novas ferramentas em desenvolvimento
Em Junho, a Google avançou também ao Telegraph que um dos motivos para por vezes ser demorado remover as imagens que envolvem crianças é a ausência de um sistema unificado que abranja, por exemplo, Yahoo!, Microsoft, Twitter e Facebook. Por isso, a gigante tecnológica começou a trabalhar num novo programa que permitirá de forma célere a troca de informações sobre pedofilia entre sites, Governos e organizações não-governamentais.

Aproximadamente 3,75 milhões de euros foi quanto a empresa decidiu destinar aos grupos National Center for Missing and Exploited Children e Internet Watch Foundation, como a outras organizações nos Estados Unidos, no Canadá, na Austrália e na América Latina. E cerca de 1,5 milhões de euros vão para a Child Protection Technology Fund, fundo criado com o objectivo de financiar o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas que auxiliem o combate à pornografia infantil.
 

Agrupamento de Escolas de Freixo distinguido pela Microsoft como uma das Escolas mais Inovadoras do Mundo em 2012

Agosto 18, 2012 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

A Microsoft Corporation selecionou o Agrupamento de Escolas de Freixo para integrar o seu programa mundial de Escolas Inovadoras, que distingue as escolas que em todo o mundo mais se destacam pelas suas práticas inovadoras e pela utilização da tecnologia na sala de aula.

No âmbito do Programa Parceiros na Educação (Partners in Learning), e após um processo de avaliação das escolas que apresentaram candidatura ao Concurso Mundial da Microsoft para Escolas Inovadoras, o Agrupamento de Escolas de Freixo é o novo estabelecimento de ensino português a fazer parte do grupo das escolas mais inovadoras do mundo.

Mais informações Aqui

Microsoft oferece bilhetes para o jogo SLB-União de Leiria

Maio 31, 2011 às 9:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

As crianças apoiadas pelo IAC-Projecto Rua receberam 50 bilhetes para assistirem ao jogo  da 30ª e última jornada da Liga Portuguesa de Futebol, disputado no Estádio da Luz em Lisboa, entre o Sport Lisba e Benfica e o União de Leiria, no dia 14 de Maio. Estes bilhetes foram oferecidos pela Microsoft, instituição que muito tem apoiado as nossas crianças e que também disponibilizou o transporte para as crianças e os jovens se deslocarem ao estádio.

 Bem-haja!

31% dos pais não controla uso da net pelos filhos

Fevereiro 17, 2011 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Notícia da TVI 24 de 8 de Fevereiro de 2011.

34 por cento dos pais já têm o computador na sala de estar para estarem com os filhos quando estes estão a navegar.

Trinta e um por cento dos pais em Portugal não tomam quaisquer medidas para limitar ou controlar a utilização da Internet em casa pelos filhos, em comparação com a média de 26 por cento na Europa, África e Médio Oriente, revela um estudo da Microsoft Portugal.

Segundo o estudo, 34 por cento dos pais em Portugal têm o computador na sala de estar para limitar a utilização da Internet pelos filhos, mas 31 por cento das famílias não tomam quaisquer medidas para controlar a utilização da Internet em casa pelos filhos.

Os dados, recolhidos num inquérito online junto de 1.700 cibernautas, surgem a propósito do Dia da Internet Segura, que este ano se celebra na terça-feira, numa iniciativa da Comissão Europeia para sensibilizar para a problemática da segurança na Internet em toda a Europa.

O Dia da Internet Segura promove uma utilização «mais segura e responsável» da tecnologia online e dos telemóveis, especialmente entre as crianças e os jovens de todo o mundo.

Este ano, o Dia da Internet Segura centra-se no tema «não é um jogo, é a tua vida» e o objectivo é alertar que, se as crianças passam grande parte do tempo em redes sociais, partilhando vídeos ou fotografias, as coisas que partilham e dizem podem ter consequências profundas.

O inquérito abordou os comportamentos de pais e filhos (entre os 14 e os 18 anos) relativamente à segurança online e evidenciou que os pais estão conscientes dos potenciais perigos online, sendo que 93 por cento afirmaram já ter falado com os filhos sobre estes problemas e 66 por cento comparam a importância do tema à necessidade de conversar com os filhos sobre sexo.

Contudo, enquanto 59 por cento dos pais utilizam restrições de acesso online ou software de filtragem, 38 por cento não sabem se os filhos estão a limitar o seu acesso aos respectivos sítios nas redes sociais e mais de um terço dos pais (41 por cento) não monitoriza, de todo, as actividades online dos filhos e o que eles publicam na Internet.

Quanto aos jovens, um total de 36 por cento admite aceder a sites ou utilizar jogos online com os quais os pais, provavelmente, não concordariam e 62 por cento apagam (16 por cento sempre), (17 por cento regularmente) ou já apagaram (29 por cento) o histórico do navegador para impedir que os pais visualizem a sua actividade online.

O estudo demonstra que muitas crianças portuguesas apresentam comportamentos de risco e mais de um terço (39 por cento) já mentiu online quanto à idade. Quase metade (42 por cento) já foi contactada por estranhos, 72 por cento responderam por curiosidade e apenas três por cento contaram a alguém mais velho em quem confiam, por exemplo, um dos pais ou um professor.

Quinze por cento das crianças admitiram também já ter comunicado algo através de uma rede social com o intuito de ofender ou intimidar outra pessoa.

Um total de 819 colaboradores da Microsoft em 26 países europeus participará em actividades de voluntariado inseridas nas comemorações do Dia da Internet Segura, com o objectivo de dar formação e chegar a mais de 90.000 crianças, professores e pais.

 

Parceria entre a Microsoft-Portugal e o IAC-Projecto Rua

Fevereiro 10, 2011 às 6:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

A Microsoft Portugal – Departamento de Responsabilidade Social, dando continuidade à iniciativa com espírito natalício, desenvolvida a 22 de Dezembro, em que proporcionou a 54 crianças apoiadas pelo IAC-Projecto Rua a oferta de presentes, após a redacção de Cartas ao Pai Natal e, ainda,a visita às instalações desta empresa com um lanche-convívio, propõem-se agora, no âmbito das acções que dinamiza relativamente à Segurança na Internet, agendar uma sessão de formação para as crianças/jovens acompanhadas pelo Instituto de Apoio à Criança – Projecto Rua, para que estas aprendam e utilizem de forma segura, crítica e esclarecida as novas tecnologias de informação.


Entries e comentários feeds.