Descobrindo as florestas : guia de aprendizagem (10 – 13 anos)

Janeiro 22, 2019 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , ,

Descarregar o guia Descubriendo los Bosques : guia de aprendizaje

Descarregar o guia Descubriendo los Bosques : guía docente (10-13 años)

 

Plasticus maritimus. Como explicar o problema do plástico às crianças

Dezembro 14, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Notícia do Observador de 28 de novembro de 2018.

Ana Dias Ferreira

Tem direito a nome científico (inventado pela bióloga Ana Pêgo) e deu um livro da Planeta Tangerina. O problema do plástico nos oceanos está agora acessível a uma criança. Vamos formar ativistas?

É uma espécie exótica e invasora que se encontra em todos os mares e zonas costeiras do mundo. Pode apresentar-se sob uma grande variedade de formas e em todas as cores, incluindo a transparente ou mesmo “invisível”. Em geral, desloca-se fácil e rapidamente, em função dos ventos e correntes. Tem grande facilidade de se adaptar a todos os ecossistemas. Nome científico? Plasticus maritimus, uma designação inventada pela bióloga Ana Pêgo (e agora um livro), que nos últimos quatro anos tem feito questão de gastar o seu latim para falar do problema do plástico nos oceanos.

“O meu objetivo é chegar ao máximo de pessoas. Essa tem sido a minha arma de combate: informar”, diz a bióloga marinha de 47 anos. Munições não lhe faltam: em 2014 reconstruiu o esqueleto de uma baleia de 10 metros só com objetos de plástico branco encontrados na praia, na instalação “Balaena plasticus”, este ano reposta no Centro Cultural de Belém. Em 2015 criou a página Plasticus maritimus para partilhar fotografias do lixo que começou a colecionar e que deu origem a várias exposições. Desenvolve regularmente oficinas e ateliers sobre o ambiente para crianças e famílias, em instituições como a Gulbenkian e o Oceanário. Passa a vida a “escrever para todo o lado”, seja sobre as largadas de balões promovidas pelas câmaras municipais ou os pacotes de sumo com palhinhas distribuídos nas escolas. Agora escreveu também um livro, em parceria com Isabel Minhós Martins, da editora infanto-juvenil Planeta Tangerina, e com ilustrações de Bernardo P. Carvalho. Um guia de campo, como os biólogos fazem quando querem identificar determinadas plantas e animais, para falar desta “espécie invasora” que representa já 80% do lixo que existe nos oceanos e que ameaça sobrepor-se aos peixes em 2050. Objetivo: sensibilizar para um uso mais sensato dos plásticos (metade usados apenas uma vez), formar ativistas, levar à mudança. “Acho que se as pessoas forem informadas sobre o impacto dos nossos hábitos diários, se souberem que as largadas de balões e os cotonetes que atiram para a sanita vão parar ao mar, vão querer fazer alguma coisa. Não podemos continuar à espera que os outros resolvam os assuntos. Temos de ser ativos.”

Dando o exemplo do sabonete em lugar do gel de banho, Ana Pêgo defende que “não é preciso fazer uma mudança radical para começar a ‘desplastificar’”, basta começar por chegar ao supermercado e “não querer as bolachas que são vendidas dentro de dois pacotes”, ou fugir das embalagens de uso único. Esse é também todo o espírito (e mérito) do livro: dar sugestões concretas, descomplicar o que é complicado e tornar um dos maiores problemas e desafios do nosso planeta acessível a uma criança de oito anos.

É por isso que Plasticus maritimus – uma espécie invasora começa por mostrar, antes de mais, qual é a importância de salvar os oceanos, principais reguladores do clima e que produzem mais de 50% do oxigénio que respiramos. Ou que explica afinal o que é o plástico, com direito a uma “pequena aula de físico-química” que mostra como se fabrica e por que é um material tão especial e duradouro, podendo ficar dezenas, às vezes centenas de anos no meio ambiente. É por isso também que depois dos números assustadores — “todos os anos, cerca de oito milhões de toneladas de plástico acabam nos oceanos, o que equivale a serem despejados no mar, a cada hora que passa, cerca de mil toneladas de plástico, um camião cheio por minuto” — se mostram alternativas e bons exemplos que já estão a ser seguidos noutros países, como a lei aprovada em França para banir a louça descartável de plástico até 2020. Ou que se dão ainda sugestões de hábitos a implementar no dia-a-dia, com direito a umas quantas notas de como lidar com a atitude dos outros se nos acharem extraterrestres por recusarmos coisas que não são essenciais, identificarmos bizarrias que não deviam existir (como laranjas descascadas vendidas em placas de esferovite e envolvidas em celofane) ou mandarmos arranjar os objetos que se estragam em vez de ir a correr comprar outros.

Estes hábitos são contra-corrente no mundo da novidade e do “usa-e-deita-fora”,  mas “o livro acaba por sair em plena explosão do plástico”, diz Ana, que em tempos se sentiu sozinha a alertar para uma questão a que ninguém parecia ligar. A sua instalação da baleia branca era o elefante na sala, mas em janeiro deste ano o elefante chegou a Bruxelas, com a apresentação da primeira grande Estratégia Europeia sobre Plásticos por parte da Comissão Europeia. “Este já não é um problema que está lá longe, na ilha do Pacífico feita de plástico, que tem 17 vezes o tamanho de Portugal e que continua a aumentar. É um problema que está aqui na Europa, aqui em Cascais, na nossa costa. Há animais que aparecem mortos e que comeram plástico.” Estão nas notícias, nas imagens (chocantes) postas a circular, começam a estar na agenda política.

Para Ana Pêgo, são os governos e os municípios que podem educar os cidadãos, mas também os cidadãos que podem exigir mais dos seus governos, através das suas escolhas. Mais do que no ecoponto amarelo, acredita numa série de “erres” antes do reciclar (repensar, recusar, reduzir, reparar e reutilizar), e acredita sobretudo no conceito de economia circular: “A reciclagem ainda tem um longo caminho pela frente e gasta recursos, além de que o plástico não é reciclável até ao infinito, ou não é facilmente reciclável de todo”, defende. “Acho que o futuro é a economia circular, que promove a reutilização de recursos e a reparação de materiais”. Citando o livro: “a ideia é que uma matéria-prima, quando é extraída da natureza, circule dentro deste circuito por muito, muito tempo… dando tempo à natureza de se regenerar.”

No seu guia de campo, e como um verdadeiro especialista à procura de uma determinada espécie no seu habitat natural, ensina a preparar uma saída para limpar as praias do Plasticus maritimus: o equipamento a levar, os cuidados a ter, os melhores locais e épocas. Para além de bióloga marinha, Ana Pêgo assume-se como beachcomber, isto é, alguém que não se limita a recolher lixo mas que coleciona e se interessa pela origem e a história dos objetos que encontra. Já apanhou 133 palhinhas na mesma praia e 253 tampas de garrafas em 20 minutos, num passeio no Cabo Raso, e tem coleções de pentes, peças de Lego, rodas, isqueiros, escovas de dentes ou embalagens de soro (todas mostradas no livro). A paixão pelo mar veio-lhe dos tempos de criança e de morar a 200 metros da Praia das Avencas, “o quintal mais incrível que alguém podia ter”. Adora baleias e esta é, resume, a sua forma de as salvar.

 

 

Um minuto por dia, vamos fechar a torneira à seca

Novembro 22, 2017 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

mais informações:

http://www.fecheatorneira.pt/

 

Dia Mundial do Meio Ambiente – 5 de junho

Junho 5, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

mais informações:

recursos educativos no link do Eurocid

http://www.eurocid.pt/pls/wsd/wsdwcot0.detalhe?p_sub=7&p_cot_id=9709&p_est_id=18443

http://worldenvironmentday.global/

Assembleia Nacional de Crianças e Jovens – Compromisso para Portugal a Cuidar da Casa Comum – 10 de maio na Assembleia da República

Maio 8, 2017 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

A Associação Fazedores da Mudança, o Movimento Por Uma Escola Diferente, a  Cooperativa Horas de Sonho e a João Sem Medo – Comunidade de Empreendedores Evolucionários, convidam V.Ex.ª para a

 

Assembleia Nacional de Crianças e Jovens

10 de maio 10h30-13h, Assembleia da República – Auditório Almeida Santos

 

Esta Assembleia é a conclusão de um processo participativo subordinado ao tema “Cuidar da Nossa Casa Comum” (Cuidar de Mim, Cuidar dos Outros, Cuidar do meu País e do meu Planeta), que envolve diversas escolas e associações de todo o país, oito das quais, com alunos de diferentes ciclos, irão apresentar de viva voz as suas ideias aos deputados presentes.

Acreditando que esta iniciativa será do seu interesse, e considerando que a sua presença será de grande mais-valia para a mesma, convidamo-lo a juntar-se a nós, confirmando a sua presença até dia 9 de maio de manhã.

Esta Assembleia insere-se no ForumTerra – Portugal a Cuidar da Casa Comum e o programa da mesma encontra-se em www.terra.org.pt/assembleia.html.

Na expectativa de uma resposta positiva, despedimo-nos com os melhores cumprimentos e desejando…

mais informações:

https://www.parlamento.pt/Paginas/2017/maio/Assembleia-Nacional-de-Criancas-e-Jovens.aspx

 

Não podemos ajudar crianças sem ajudarmos os adultos que cuidam delas

Junho 1, 2016 às 10:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , ,

Notícia do Observador de 29 de maio de 2016.

Agência Lusa

O documentário tem 90 minutos, é apoiado pela Unicef, e parte da ideia de que o desenvolvimento dos bebés não depende só do ADN, mas da interação com o ambiente e com aqueles que o rodeiam.

Um filme apoiado pela UNICEF apela aos líderes mundiais que invistam na primeira infância, “o melhor investimento que pode ser feito na humanidade”, e sugere que o segredo está em apoiar os adultos que cuidam delas.

“A janela mais eficiente que temos de criar uma sociedade criativa, igualitária, democrática e livre é na primeira infância”, disse à Lusa Estela Renner, a realizadora do filme “O Começo da Vida”, que será divulgado na quarta-feira, para assinalar o Dia da Criança.

Filmado na Argentina, Brasil, Canadá, China, França, Itália, Quénia e Estados Unidos, o documentário, de 90 minutos, parte da ideia de que os bebés se desenvolvem, não apenas a partir do seu ADN, mas da combinação entre a carga genética e as interações com aqueles que os rodeiam: a mãe, o pai, os avós, os irmãos, mas também a natureza ou as brincadeiras.

Com base em entrevistas a especialistas e famílias de diferentes estratos sociais em todos os países abrangidos, o filme da brasileira Estela Renner lembra que “um cérebro forte acontece a partir das ligações entre os neurónios e essas ligações só solidificam, só ficam permanentes se tiverem acontecido dentro de uma experiencia de qualidade, afetuosa e significativa”.

Como diz no filme o economista Flávio Cunha, da Universidade Rice, em Houston, EUA, “o afeto é a fita isolante das ligações entre os neurónios”.

Logo, defende a realizadora, o investimento deve ser feito “na qualidade das interações nos primeiros anos de vida”, nomeadamente através de apoios à parentalidade e na qualidade da formação dos cuidadores em creches e instituições.

“Se o pai ou a mãe está quatro horas no transporte público, o que acontece em muitos países em desenvolvimento, ele não tem mais energia para dar para o seu filho”, exemplifica.

E acrescenta: “Muitas famílias que eu entrevistei sabiam muito bem o que os seus filhos precisavam, mas eles não tinham o que comer. Eles sabem que brincar é importante, que ouvir os seus filhos é importante, mas como ter uma mente tranquila para poderem interagir com os filhos?”.

No filme, o Nobel da Economia James Heckman diz que “cuidar dos bebés é o melhor investimento que pode ser feito na humanidade” e cita um estudo que realizou nos EUA e que concluiu que cada dólar investido nos primeiros anos de vida resulta num retorno de sete a dez dólares para o Estado ao longo da vida, nomeadamente em poupanças em centros de detenção e recuperação.

“O que descobrimos é que há um retorno de sete a 10% por ano, o que é um retorno muito grande, muito mais elevado do que a bolsa nos EUA”, diz o economista.

Também entrevistada no documentário, Leah Ambwaya, ativista pelo direito das crianças e presidente da fundação queniana Terry Children, defende que “um Governo que leve a sério o desenvolvimento das crianças ou o futuro das suas crianças é um Governo que investe na parentalidade, criando oportunidades para os pais que lhes permitam ter qualidade de vida com os filhos”.

O problema, diz Jack Shonkoff, diretor do Centro para a Criança em Desenvolvimento, da Universidade de Harvard, é que muitas vezes os políticos querem ajudar as crianças, mas não querem apoiar os adultos.

“Mas a ciência diz-nos que não podemos ajudar crianças sem ajudarmos os adultos que cuidam delas”, alerta.

Estela Renner vai mais longe: “Quando a gente diz que é preciso uma vila para cuidar de uma criança, precisamos de uma vila para cuidar do adulto que está a cuidar dessa criança”.

Para a realizadora, de 42 anos, essa responsabilidade não é só dos políticos e das instituições. É de todos.

“Dizer: eu faço um bom trabalho com os meus filhos, está suficiente. Não está. Tem de fazer um bom trabalho para todos os filhos. Somos todos responsáveis”, defende.

 mais informações:

http://www.unicef.pt/18/site_pr_unicef_lancamento_filme_o_comeco_da_vida_2016_05_25.pdf

 

 

23ª Competição Internacional de Desenho para Crianças sobre Ambiente

Janeiro 5, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

1459245_546998338716189_2064432263_n

Texto da  UNRIC Portugal

Relembramos que o Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA) convida todas as crianças, entre os 6 e os 14 anos, a submeter um trabalho de arte sobre “Desperdício Alimentar” no âmbito da 23ª Competição Internacional de Desenho para Crianças sobre Ambiente. O prazo de submissão estende-se até 15 de Março de 2014 e os participantes de Portugal deverão submeter o seu desenho junto do Escritório Regional do PNUA para a Europa, em Genebra.

Saiba mais detalhes: http://goo.gl/b9irOU – e veja os desenhos da edição anterior em http://goo.gl/N0Olsb.

mais informações:

http://www.unep.org/roap/Portals/96/23rd_ICPC_Eng.pdf

3ª Edição do Concurso Florestal Europeu YPEF – Portugal 2012-2013

Março 12, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

forestis

Mais informações Aqui

Este Concurso Europeu tem como objectivos promover o conhecimento (não formal) sobre a natureza, florestas e silvicultura de Portugal e da Europa e a partilha desse conhecimento com outros jovens europeus.
Destina-se a todos os alunos do ensino secundário e profissional, público e privado, com idades entre 15 e os 18 anos (inclusive), que aceitem concorrer em equipas de 2 ou 3 alunos, em que pelo menos um participante saiba falar inglês. Consiste em duas fases, uma Nacional e outra Europeia, sendo a Forestis, esta edição, responsável pela implementação da Fase Nacional e a anfitriã da Fase Europeia.

Zoe makes a splash! Comissão Europeia lança aplicação ambiental para crianças

Dezembro 8, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

zoe-makes-a-splash

Notícia do Portal do Consumidor

A Comissão Europeia acaba de lançar uma aplicação ambiental que pode ser descarregada em dispositivos Aple e Android. Zoe dá um grande mergulho! (http://ec.europa.eu/environment/pubs/children/zoe/index_en.htm) é um livro de histórias digital interativo destinado a crianças dos 7 aos 11 anos e que pode ser descarregado gratuitamente. Esta aplicação conta a história de duas crianças de espírito vivo que ficam a conhecer a importância da água na sociedade. O guia é uma rã bem-falante, que também alerta as crianças para o impacte da poluição da água e lhes mostra como evitá-la. Animações divertidas e situações de interação alternam com sessões educativas mais sérias em que os utilizadores ficam a conhecer o ciclo hidrológico e os sistemas de tratamento da água.

Existe também uma versão em linha da história, que inclui um conjunto de notas didáticas destinadas a incentivar projetos na sala de aula. A aplicação e a sua versão em linha existe em diferentes línguas como o espanhol, o francês e o inglês.

A aplicação é uma das várias iniciativas relacionadas com a água.
A Comissão Europeia apresentará em meados de Novembro, um plano para a proteção dos recursos hídricos da Europa (http://ec.europa.eu/environment/water/blueprint/index_en.htm). Esse plano visa orientar a evolução da política da água até 2020, introduzindo ajustamentos na atual política e colmatando as eventuais lacunas.
Existem ainda outras publicações relacionadas com o ambiente e destinadas a crianças, nomeadamente as histórias de Tom e Lila, para crianças de 5 a 7 anos de idade, que estão a ter grande êxito (http://ec.europa.eu/environment/pubs/children/children.htm). Foram publicadas 10 obras entre 2000 e 2011, tendo sido distribuídos quase 2 milhões de exemplares em toda a UE.

Para mais informações
http://itunes.apple.com/lu/app/zoe-makes-a-splash!/id542684376?mt=8&uo=4
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.inuistudio.zoemakesasplash
http://ec.europa.eu/environment/pubs/children/zoe/index_en.htm

 

Ciência Viva no Verão Edição de 2012 (15 de Julho a 15 de Setembro)

Agosto 1, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , ,

Mais informações Aqui

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.