Encontro Nacional de GAAF 2018 “A Escola na Proteção da Criança” 8 de maio em Lisboa

Abril 26, 2018 às 4:25 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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INSCRIÇÃO

A inscrição deverá ser realizada até dia 30 de Abril através do email: secretariado.alhsac@iacrianca.pt

mais informações:

Instituto de Apoio à Criança

Sector da Humanização

Tel: 21 380 73 00

Fax: 21 386 91 99

E-Mail: iac-humanizacao@iacrianca.pt

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Encontro Nacional de GAAF 2018 “A Escola na Proteção da Criança” 8 de maio em Lisboa

Abril 10, 2018 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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INSCRIÇÃO

A inscrição deverá ser realizada até dia 30 de Abril através do email: secretariado.alhsac@iacrianca.pt

mais informações:

Instituto de Apoio à Criança

Sector da Humanização

 

Tel: 21 380 73 00

Fax: 21 386 91 99

E-Mail: iac-humanizacao@iacrianca.pt

 

Conferencia “Mediação de Conflitos : Qual o Contributo para a Comunidade?” 6 março em Sesimbra

Fevereiro 28, 2018 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://shoutout.wix.com/so/9M6P8iiD?cid=03f9054c-e81e-4b52-9dfb-3334694e8468#/main

Encontro Anual dos Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) da Zona Centro com a participação de Paula Duarte do IAC

Janeiro 12, 2018 às 2:15 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Vai decorrer no próximo dia 20 janeiro, pelas 9h30, o Encontro Anual dos Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) da Zona Centro, na Escola Secundária de Figueiró dos Vinhos. Este encontro é uma organização conjunta do IAC-Fórum Construir Juntos e do Agrupamento de Escolas de Figueiró dos Vinhos e tem como principais objetivos:

– Refletir sobre a Escola como palco de múltiplas problemáticas;
– Perspetivar o papel dos diferentes atores na resposta aos desafios atuais da Escola;
– Pensar a intervenção dos GAAF como uma estratégia de integração social.

A Dra. Paula Duarte, coordenadora do Fórum Construir Juntos (FCJ) do Instituto de Apoio à Criança, irá participar com a comunicação “Projetos “From peer to peer”e MAPCHIPP”

Contactos:

gaaf@aefv.edu.pt

236 559 170

http://www.aefv.edu.pt/2018/01/11/encontro-anual-gaaf-da-zona-centro-no-aefv/

Reforçar a autoestima para diminuir chumbos

Abril 10, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://www.educare.pt/ de 29 de março de 2017.

Programa “Mediadores para o Sucesso Escolar”, da EPIS – Associação Empresários pela Inclusão aumenta em 14% a probabilidade de sucesso no 3.º Ciclo. O projeto trabalha competências não cognitivas dos alunos para melhorar resultados.

Sara R. Oliveira

“Mediadores para o Sucesso Escolar” é o programa da EPIS – Associação Empresários pela Inclusão, que estabeleceu como objetivo combater o insucesso escolar sobretudo no 3.º ciclo do Ensino Básico, ou seja, nos 7.º, 8.º e 9.º anos de escolaridade. O trabalho concentra-se no reforço de competências não cognitivas dos alunos para melhorar o desempenho em termos dos resultados escolares. Estas competências incluem a autoestima, a motivação, a dedicação, a organização, bem como o bom relacionamento com os colegas, professores, pais, encarregados de educação e familiares. Competências que, por regra, não são trabalhadas no ambiente escolar mais tradicional. Um estudo pioneiro revela que o programa da EPIS aumenta em 14% a probabilidade de sucesso escolar, quando analisados os anos entre 2014 e 2016. Pedro Martins, professor catedrático e doutorado em Economia, coordenou o estudo.

Na comparação entre dois subgrupos de jovens, verifica-se que os alunos que foram selecionados, de forma aleatória, para o acompanhamento feito pelos mediadores, apresentam um desempenho escolar significativamente superior aos que não tiveram a mesma ajuda. O primeiro grupo exibe uma diferença de 4,8 pontos percentuais na percentagem de aprovações. Esta diferença corresponde a um aumento de mais de 10% na probabilidade de não retenção, efeito que resulta da participação no programa dos mediadores. Excluindo-se os cerca de 200 jovens que, por vários motivos, foram selecionados mas não participaram na mediação, os efeitos tornam-se ainda mais expressivos, chegando a 6,2 pontos percentuais- comparando com o valor anterior de 4,8 percentuais -, ou seja, um aumento de mais de 14% na probabilidade de não retenção no período em análise. Há um aumento de cerca de 80 jovens a não reprovar.

Há estudos internacionais que sublinham a importância das competências não cognitivas trabalhadas pelo programa, tanto a nível da promoção do sucesso escolar junto dos alunos, como também em vários indicadores de qualidade de vida dos adultos, nomeadamente em termos de emprego ou rendimento. Tudo indica que há uma relação entre os níveis baixos dessas competências e os percursos escolares associados a retenções. O trabalho de análise dos perfis dos jovens é desenvolvido no programa da EPIS tendo em conta quatro dimensões: o aluno, o seu encarregado de educação, a escola e o território. Cada dimensão é analisada através de vários indicadores que, por último, são aferidos com vista a incluir ou não cada jovem junto de um grupo de acompanhamento.

O trabalho de mediação é conduzido por um grupo alargado de técnicos em educação, contratados pela EPIS ou pelo Ministério da Educação (ME). É atribuída a cada mediador uma carteira de jovens, que são acompanhados durante um período de pelo menos dois anos letivos. O trabalho de mediação é feito através de sessões individuais ou em pequenos grupos – um mediador para dois ou três jovens. As sessões de mediação têm duração e periodicidade variáveis mas duram, em geral, cerca de 20 minutos e são feitas a cada duas semanas.

Sessões individuais ou coletivas

Em 2010, foi feita uma avaliação do primeiro período de funcionamento do programa, isto é, entre 2006 e 2009. Nessa altura, verificou-se uma redução significativa do insucesso escolar dos alunos participantes em relação a outros grupos de jovens comparáveis mas não participantes. “Estes resultados mereceram ampla divulgação nacional e internacional, em cerca de 30 outros estudos e relatórios”, lembra a EPIS.

O novo estudo apresenta duas inovações em relação ao efetuado há cerca de sete anos: incide sobre um período mais recente, entre 2014 e 2016, e baseado numa metodologia diferente, na avaliação experimental baseada em grupos de comparação aleatórios. Segundo a EPIS, a avaliação do programa resulta da comparação do desempenho escolar entre jovens sinalizados participantes e jovens sinalizados não participantes. Esta metodologia garante que, em termos médios, eventuais diferenças de desempenho entre os dois grupos possam ser atribuídas exclusivamente à participação no programa. A utilização desta nova abordagem permite aumentar a compreensão dos efeitos do programa, bem como a sua visibilidade e o seu potencial de recetividade e implementação em termos internacionais.

A avaliação abrange três distritos: Lisboa, Setúbal e Açores, 15 concelhos, 55 escolas e 1029 turmas em dois anos letivos, 2014-2015 e 2015-2016. Quanto aos alunos participantes, 2311 foram selecionados para participação ativa no programa, enquanto que 648 foram selecionados para grupo de controlo, em ambos os casos na sequência de autorização parental. Em termos médios, os quase 3000 jovens pré-selecionados tinham à data, em setembro de 2014, 14,2 anos e 47% eram raparigas.

400 mil euros de poupança

As turmas tinham, em média, 22,3 alunos, sendo que 13,7% dos alunos estavam a frequentar os novos cursos vocacionais. Sensivelmente, metade dos alunos frequentava o 7.º ano de escolaridade. No primeiro trimestre desse ano letivo, o número médio de notas negativas ascendia a 4,8, num total de 12 disciplinas, sendo que 77% dos alunos tinham tido nota negativa a Matemática, 59% a Português e 50% a Inglês. Ao longo dos dois anos letivos analisados, os jovens foram acompanhados por um total de 57 mediadores, na sua maioria professores do ME. Cada aluno participou, em média, em 12,8 sessões individuais ou coletivas com os mediadores, durante um período total médio de cerca de 12 meses.

O último estudo apresenta resultados mais positivos do que os apurados em 2010. E uma vez que se utilizam recursos humanos do ME, com disponibilidade de horário para colaborar no projeto, a EPIS considera que a relação custo-benefício do programa “torna-se particularmente satisfatória”. Deste modo, os custos prendem-se exclusivamente com a administração do programa enquanto os ganhos traduzem-se na redução das despesas públicas inerentes às retenções, “potencialmente de 400 mil euros, considerando-se um custo de 5000 euros por aluno por ano, para 80 alunos ao longo desses dois anos”. A EPIS pondera alargar estas análises a outros aspetos, nomeadamente ao efeito das características dos mediadores, às diferenças dos efeitos entre regiões, aos potenciais efeitos multiplicadores resultantes das interações entre os alunos e ainda à avaliação do efeito das retenções no sucesso escolar subsequente.

 

 

Há mais alunos salvos do chumbo quando se aposta na auto-estima e nas relações na escola

Março 27, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Programa Mediadores para o Sucesso Escolar aposta no “reforço das competências não-cognitivas dos alunos abrangidos”, tais como a auto-estima, a motivação e o bom relacionamento com colegas, professores e familiares.

Entre 2014 e 2016, o programa Mediadores para o Sucesso Escolar, promovido pela EPIS- Empresários para a Inclusão Social, diminuiu em 14% a probabilidade dos alunos que foram apoiados chumbarem no 3.º ciclo de escolaridade.

Esta é a principal conclusão do estudo de avaliação feito ao programa que foi realizado pelo especialista em educação Pedro Martins, do Queen Mary University of London. Os resultados são apresentados publicamente na manhã desta quinta-feira.

Os alunos apoiados pelos Mediadores para o Sucesso Escolar estão em risco de insucesso e abandono escolar. Pedro Martins analisou o desempenho de cerca de três mil alunos de 55 escolas públicas. Deste universo 2311 participavam no programa, enquanto os outros 648 tinham sido sinalizados também como estando em risco, mas não tiveram acompanhamento. Foi a comparação do desempenho dos dois grupos que levou à conclusão de que os alunos integrados no programa do EPIS têm mais probabilidade de não reprovar do que os outros.

Em estudo esteve, sobretudo, a não reprovação nos dois anos lectivos abrangidos pela análise – 7.º e 8.º anos ou 8.º e 9.º anos. Do universo seleccionado, que inclui os dois grupos, 43,6% dos alunos transitaram os dois anos e 80,6% passaram pelo menos num dos anos. Nesta análise revela-se ainda que houve um aumento de cerca de 80 jovens apoiados que não reprovaram nos dois anos em análise, o que, refere-se, se traduziu numa poupança para o Estado de 400 mil euros.

Para o apuramento deste valor considerou-se que, por ano lectivo, cada aluno custa ao Estado 5000 euros. Este é um dos valores que têm sido apontados pelo Conselho Nacional de Educação, embora não exista até hoje um cálculo oficial desta despesa.

Em média, os jovens seleccionados para esta análise rondavam os 14 anos em Setembro de 2014, sendo 47% raparigas. Cerca de metade frequentava então 7.º ano e a outra metade estava no 8.º. Deste conjunto 13,7% estavam em cursos vocacionais, que se destinavam a alunos a partir dos 13 anos com duas ou mais retenções.

Segundo o investigador Pedro Martins, a metodologia adoptada pela EPIS “é inovadora tanto em termos nacionais, como internacionais” por dirigir o seu foco para “o reforço das competências não-cognitivas dos alunos abrangidos”.

Estas competências, lembra, incluem aspectos como auto-estima, a motivação e o bom relacionamento com colegas, professores e familiares, entre outros. “Níveis baixos destas competências estão fortemente associados a jovens em maior risco de insucesso escolar e/ou com percursos escolares mais associados a retenções”, frisa.

A selecção dos alunos para o programa Mediadores para o Sucesso Escolar passa por um trabalho de identificação daqueles que estão em maior risco de insucesso escolar futuro. Este trabalho é feito nas escolas participantes e tem na base não só o desempenho escolar dos alunos, mas também o seu contexto sociofamiliar.

O programa, que é apoiado pelo Ministério da Educação, abrange actualmente 3729 alunos de 179 escolas públicas e tem 183 mediadores, que, de duas em duas semanas, acompanham os estudantes individualmente ou em pequenos grupos.

 

Clara Viana para o Público, em 16 de março de 2017

Pós-Graduação de “Mediação de Conflitos em Contexto Escolar” (B-Learning) – Coimbra: 11 de Março

Março 7, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança, em parceria com a RED APPLE, está a organizar um curso de Pós-Graduação de “Mediação de Conflitos em Contexto Escolar” (B-Learning) que terá como principal objetivo dotar os técnicos para elaborar, planear, gerir e avaliar Projetos de Mediação de Conflitos em Contexto Escolar.

Mais informações em:

http://www.red-apple.pt/pos-graduacoes/item/48-mediacao-escolar

Encontro Nacional de GAAF – 4 de maio em Lisboa

Fevereiro 23, 2017 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrição até dia 20 de abril

O Instituto de Apoio à Criança (IAC) tem por objetivo principal contribuir para o desenvolvimento integral da criança, na defesa e promoção dos seus direitos, sendo a criança encarada na sua globalidade como sujeito de direitos na família, na escola, na saúde, na segurança social e justiça.

Em 1998, o IAC criou os Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) que, sendo um projeto de mediação escolar, pressupõem a existência de uma equipa multidisciplinar. Estes gabinetes surgiram com a principal diretriz de intervir a um nível direto junto das crianças, famílias e comunidade escolar, promovendo um ambiente mais humanizado e facilitador da integração social.

Sendo uma preocupação da Mediação Escolar oferecer aos seus parceiros formação variada, vimos convidar para mais um Encontro Nacional de GAAF, que irá decorrer no dia 4 de Maio de 2017, em Lisboa.

A inscrição deverá ser enviada para o seguinte e-mail: secretariado.alhsac@iacrianca.pt

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Pós-Graduação de “Mediação de Conflitos em Contexto Escolar” (B-Learning) – Coimbra: 11 de Março

Fevereiro 15, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança, em parceria com a RED APPLE, está a organizar um curso de Pós-Graduação de “Mediação de Conflitos em Contexto Escolar” (B-Learning) que terá como principal objetivo dotar os técnicos para elaborar, planear, gerir e avaliar Projetos de Mediação de Conflitos em Contexto Escolar.

Mais informações em:

http://www.red-apple.pt/pos-graduacoes/item/48-mediacao-escolar

 

 

Curso “Mediação de Conflitos com Crianças do Pré-Escolar e 1º Ciclo (B-Learning)” no Porto e Lisboa

Dezembro 13, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Porto: 7 de Janeiro de 2017

Lisboa: 14 de Janeiro de 2017

O conflito faz parte da vida. As crianças desde cedo vêem-se perante conflitos que devem aprender a resolver. Os adultos que lidam com a criança devem ter um papel ativo no sentido de ajudá-la a lidar e reconhecer as suas emoções e as dos outros.

A mediação de conflitos em contexto pré-escolar e de primeiro ciclo visa promover competências de comunicação, desenvolver a inteligência emocional e ajudar a criança a gerir as suas emoções.

É muito importante desenvolver com os mais novos estratégias que lhes permitam crescer lidando de forma construtiva e positiva com os seus conflitos. É de pequenino que se deve aprender.

Com esta formação pretende-se formar professores, educadores de infância e outros profissionais para ajudar as crianças na área de resolução de conflitos. Esta formação tem uma forte componente prática. Nas aulas presenciais os formandos serão desafiados a colocar-se sempre no ponto de vista da criança. Na parte à distância, serão efetuados trabalhos, fóruns de discussão e um projeto final que visa a sua implementação em contexto real.

mais informações no link:

http://red-apple.pt/cursos-redapple/item/45-mediacao-pre-escolar

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