Literacia para os Média e Cidadania Global: Caixa de Ferramentas – E-Book

Outubro 23, 2017 às 6:00 am | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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Jovens usam bastante os media, mas faltam-lhes competências mediáticas

Novembro 30, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.educare.pt/ de 14 de novembro de 2016.

Mais informações no estudo:

Níveis de literacia mediática: Estudo exploratório com jovens do 12º ano

educare

Andreia Lobo

Os jovens estão cada vez mais “conectados” aos media. Têm acesso à televisão, ao computador com Internet, ao telemóvel ou smartphone e estão “sempre” ou “muitas vezes” online. Mas são pouco críticos quanto à informação que lhes chega através dos media.

O mais recente estudo sobre literacia mediática, organizado pela Universidade do Minho, o Gabinete para os Meios de Comunicação Social e a Rede de Bibliotecas Escolares, pode preocupar pais e professores. “Há um conjunto de competências que os jovens precisam para o seu dia a dia que não estão desenvolvidas”, explica ao EDUCARE Sara Pereira, investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade e uma das autoras do estudo. Chama-se “Competências de Literacia Mediática”, e vem ao encontro de uma diretiva da Comissão Europeia de 2012 que alerta os Estados-membros para a necessidade de avaliar os níveis de conhecimento dos media dos cidadãos.

Em Portugal, a avaliação foi feita entre jovens do 12.º ano, com idades entre os 17 e os 18 anos, a frequentarem o ensino público no ano letivo de 2013/2014. Participaram 679 estudantes, de 46 escolas em todo o território nacional. Os dados foram recolhidos através de um questionário aplicado online com perguntas sob a forma de exercícios destinados a simular a tomada de decisões, bem como a aplicação de saberes. O objetivo: identificar o acesso e os usos dos media pelos jovens, os seus conhecimentos sobre este campo, mas também as capacidades de análise, interpretação e produção mediática.

“Sempre” conectados  Seria de esperar, “os jovens inquiridos demostram ser um grupo conectado aos media”, lê-se no estudo, já que 99% têm acesso a televisão, 98% têm acesso a um computador com Internet, a telemóveis e a smartphones. Outras percentagens relativamente elevadas surgem no acesso a rádio (73%) e a consola de jogos (63%). Os números mostram uma geração que raramente está “offline”. Apenas 6% dizem usar o computador de secretária ou portátil, sem ligação à Internet. Ou seja, a esmagadora maioria acede com frequência e facilidade ao mundo virtual. E também usa bastante as redes sociais, sobretudo para se manter em contacto: 93% dos inquiridos dizem usar “sempre” ou “muitas vezes” a Internet, 75% dizem que usam as redes sociais para conversar com o amigos e família “sempre” ou “muitas vezes”.

Em casa abundam os equipamentos eletrónicos. Cada estudante tem em média acesso a três televisores e a dois aparelhos de rádio, a dois telemóveis, dois smartphones e dois portáteis com Internet. Relativamente aos serviços de televisão contratualizados pelas famílias, 83% dos inquiridos têm em casa canais pagos. Quanto à Internet, 92% tem acesso sem fios em casa.

Questionados sobre a frequência com que utilizam os media, recebem mais as respostas “sempre” ou “muitas vezes” o computador (90%), a Internet (83%), a televisão (77%) e o smartphone (63%). No extremo do uso, “raramente” ou “nunca” estão essencialmente os media tradicionais, como é o caso dos jornais (57%), das revistas (49%), da rádio (46%) e do cinema (41%). As consolas estão também em desuso, 56% dos inquiridos usam-nas raramente, ou simplesmente não usam.

Estes números trazem boas notícias. “Atendendo aos índices de acesso e de uso dos media, à agilidade e ao à-vontade com que parecem usar as tecnologias disponíveis e os softwares adjacentes, podemos inferir bons níveis de literacia funcional”, escrevem Sara Pereira, Manuel Pinto e Pedro Moura, autores do estudo.

No entanto, ter mais acesso às tecnologias ou fazer mais uso delas não é sinónimo de ter mais competências nesta matéria. Por essa razão, os jovens estão a falhar naquilo que os investigadores designam por “literacia crítica”. Dito de outro modo, os inquiridos não são capazes de fazer uma análise ou uma compreensão crítica do que veem e leem na Internet.

Mas vamos por partes. No inquérito online, os investigadores perguntaram aos alunos se estavam familiarizados com o conceito de “publirreportagem”, um texto publicitário, portanto pago por uma marca ou entidade, publicado em forma de uma reportagem nos órgãos de comunicação. A resposta foi das mais erradas entre os estudantes com melhores pontuações no questionário.

Muito difícil foi também conseguir identificar a fonte de uma notícia. Pelo contrário, os jovens conseguiram facilmente sugerir quais os meios a usar, por exemplo, para divulgar uma campanha para a associação de estudantes.

Menos conhecedores das práticas do jornalismo, mais atentos à publicidade. Haverá alguma explicação? “A familiaridade pode ser uma boa pista para ler estes resultados”, argumentam os investigadores, pois “no segundo caso há um contacto próximo com a situação apresentada”.

Reconhecer um artigo de opinião ou um motor de busca não foi problema. Pior foi o momento em que os estudantes tiveram de expor as razões para a escolha de determinadas fontes bibliográficas, em detrimento de outras: 85% dos jovens não apresentam nenhuma justificação válida.

“O envolvimento dos alunos na produção e participação através dos meios não revelou grande sofisticação ou recorrência”, lê-se no estudo. O que andam os inquiridos a fazer na Internet? Coisas simples. Por exemplo, 43% disseram aos investigadores terem partilhado ou recomendado uma marca numa rede social ou comentado uma notícia, no último ano.

Nas “lojas” virtuais surgem cada vez mais ferramentas para criar podcast e vídeos, mas apenas 8% e 19% dos jovens se dedicam a este tipo de produção. No entanto, relativamente à criação de vídeos, “a complexidade técnica da produção apurada não foi particularmente elevada”, escrevem os investigadores. Apenas 37 alunos conseguiram detalhar quatro ou mais momentos da produção.

“A Internet é sobretudo usada como meio de comunicação e de interação com os outros”, constatam os investigadores. Ouvir música, conversar com os amigos e ver videoclipes, são as atividades que 86% e 85% dos jovens realizam na Internet “sempre” ou “muitas vezes”. Com a mesma frequência, 83% dos inquiridos fazem pesquisas, 64% downloads, 52% enviam emails, 31% jogam online.

Centremo-nos agora na televisão e nos programas preferidos dos jovens. Os filmes e as séries são os géneros mais vistos, por 78% e 77% dos inquiridos. Em segundo lugar aparece a informação: 61% dos jovens referem assistir “sempre” ou “muitas vezes” a programas deste género. Do outro lado da escala, na categoria vejo “raramente” ou “nunca” surgem os programas de entretenimento, como os talk shows (54%) e os reality shows (51%). Os programas de sociedade ocupam o terceiro lugar entre os menos vistos (47%). As telenovelas são vistas com pouca frequência por 48% dos inquiridos, ainda assim, 33% dizem ver “sempre” ou “muitas vezes”. O consumo deste género de programas está muito ligado ao “hábito familiar”, nota Sara Pereira, admitindo que o abandono “talvez esteja relacionado com um maior desenvolvimento crítico de gostar deste tipo de programas”.

De modo geral, as raparigas veem mais séries e filmes, telenovelas, concursos, reality shows, programas de música, de sociedade e de moda e de culinária do que os rapazes. Já os rapazes veem mais programas de desporto, de História e ciência do que as raparigas. Quanto aos canais que veem com mais frequência, a FOX, um canal por cabo de séries, e a TVI, um canal generalista de sinal aberto, ocupam as duas primeiras posições, com 41% e 37% das audiências entre os inquiridos.

Os canais públicos RTP1 e RTP2 são opção para apenas 11% e 5% dos inquiridos. No que concerne à imprensa, nomeadamente à leitura de jornais, “sobressai de imediato o pouco interesse que este meio suscita nos jovens”, escrevem os autores do estudo. Os jornais desportivos são os mais lidos, com 19% dos inquiridos a responderem que os leem “sempre” ou “muitas vezes”. Apenas 4% dizem ler “sempre” e 10% “muitas vezes” jornais diários.

O panorama da leitura de revistas é ligeiramente melhor, embora não muito diferente: 23% dos inquiridos leem “sempre” ou “muitas vezes” revistas femininas, 22% preferem as de moda e 22% leem as de informação ou atualidade.

mas pouco literados

Há muitas definições para o conceito de “literacia mediática”, mas é precisamente o que o estudo pretende medir. A Comissão Europeia (CE), atenta ao modo como os cidadãos utilizam os ambientes digitais, define-a como “a capacidade de aceder aos media, de compreender e avaliar de modo crítico os diferentes aspetos dos media e dos seus conteúdos e de criar comunicação em diversos contextos.” O objetivo da literacia mediática “é aumentar os conhecimentos das pessoas acerca das muitas formas de mensagens dos media que encontram no seu dia a dia”, lê-se na “Recomendação sobre Literacia Mediática” publicada pela CE em 2009.

Para traçar a radiografia das competências mediáticas, os investigadores construíram uma escala de 0 a 100 pontos, em que se avaliavam a preparação e o conhecimento dos jovens ao nível do acesso, análise, compreensão, avaliação e produção de meios e conteúdos mediáticos. Assumindo a classificação de 49,50% como o patamar mínimo para a positiva, os investigadores dividiram os estudantes em três grupos: nível 1, os que ficaram abaixo da média; nível 2, os que pontuaram entre a média e a positiva; e nível 3, os que alcançaram valores positivos. Segundo a escala elaborada para avaliar os níveis de literacia mediática, 52% dos inquiridos situam-se no nível 1 (baixo), 43% no nível 2 (intermédio), e 5% no nível 3 (bom).

As conclusões foram pouco animadoras. A média de literacia mediática de todos os inquiridos não foi além dos 29,01 valores. “É um resultado que não é de todo satisfatório. Tivemos pouquíssimos alunos com média positiva”, lamenta Sara Pereira, investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho. Dos 32 alunos com níveis positivos de literacia mediática, seis estudavam na Escola Secundária do Marco de Canaveses. Dado curioso que a equipa de investigadores gostaria de compreender melhor: “Perceber se na escola existe algum projeto ou algum tipo de clube que esteja a fazer a diferença…”

Voltando aos fracos resultados gerais, Sara Pereira esclarece que “têm a ver com a questão muito discutida de que não basta o acesso”. Entenda-se: “Os jovens usam, no seu quotidiano, de uma forma regular e frequente vários meios, mas tal não significa que tenham competências de uso, análise, compreensão e produção, que são as dimensões da literacia mediática.” Na Internet, os alunos portugueses mostram-se também mais consumidores do que produtores. O cenário inverte-se, garante a investigadora, “mas é preciso passar do acesso, para o desenvolvimento das competências que a grande maioria demonstra não ter.”

 

Curso: “Jovens, Media e Sexualização: Problemáticas e Direitos” 9 a 23 de julho na FCSH da Universidade Nova de Lisboa

Junho 29, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Estão abertas as inscrições, online, para o curso: “Jovens, Media e Sexualização: Problemáticas e Direitos”

A formação é promovida pela Escola de Verão da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, decorrerá entre os dias 9 e 23 de julho e é orientada pelos professores Cristina Ponte e Daniel Cardoso.

Inscrições e outras informações em:
http://goo.gl/gytpTv

 

Rede Media e Literacia

Janeiro 27, 2016 às 8:00 am | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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A Rede Media e Literacia está a crescer e por isso transformamos o nosso Blog em um Site com o blog dentro. Agora temos muito mais informações, projetos parceiros a nível internacional e nacional, propostas de formações, palestras, consultoria, artigos, notícias do blog e muito mais. Convidamos a explorar  as páginas do novo SITE Rede Media e Literacia.

https://www.facebook.com/redemediaeliteracia/?fref=ts

 

Tertúlia “A influencia dos media, do bullying e da discriminação na vida de jovens LGBTI

Novembro 18, 2015 às 10:04 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/events/531302443686673/

 

Concurso 7 dias, 7 dicas sobre os media – edição 2015/2016

Novembro 5, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE)

Lançamos a 4.ª edição do concurso 7 Dias, 7 Dicas sobre os Media em colaboração com a Direção-Geral da Educação, a Fundação para a Ciência e Tecnologia, e um novo parceiro, a Comissão Nacional da Unesco.

Trata-se de uma iniciativa na área da educação para os media que as escolas têm desenvolvido no âmbito de diferentes disciplinas, das atividades de enriquecimento curricular, das televisões e das bibliotecas escolares, entre outros.​

É aberta a escolas públicas​,​ privadas​ ou cooperativas​. Cada escola ​pode apresentar um trabalho por tema e por categoria  (1.º e 2.º ciclos do ensino básico; 3.º ciclo do ensino básico e secundário)​.

​​A participação no concurso é feita através do envio dos trabalhos para o endereço indicado no regulamento até ao dia​ 8 de abril de 2016.​  Qualquer esclarecimento pode ser solicitado ​para o endereço <7dicas@mail-rbe.org>.

Os autores do trabalho vencedor de cada categoria serão distinguidos individualmente com um tablet ou um cartão oferta de valor equivalente.

mais informações:

http://www.rbe.mec.pt/np4/1605.html

Concurso 7 Dias, 7 Dicas sobre os Media – Ano letivo 2013-2014

Dezembro 5, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS) e a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), em parceria com a Direção Geral da Educação e a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) lançam, pela segunda vez, junto dos estabelecimentos de ensino básico e secundário, o Concurso 7 Dias, 7 Dicas sobre os Media.

Motivadas pela adesão alcançada no ano letivo anterior, as entidades promotoras do concurso decidiram repetir a iniciativa, integrando-a na Operação 7 Dias com os Media a desenvolver entre 3 e 9 de maio de 2014.

Este desafio, dirigido a duas categorias de alunos – 1º e 2º ciclos do ensino básico e 3º ciclo do ensino básico e secundário – tem como objetivos continuar a fomentar o uso crítico e criativo dos media, uma utilização mais segura da Internet e o respeito pelos direitos de autor, bem como estimular dentro das escolas a colaboração entre os professores, os alunos, os jornais, rádios, televisões e bibliotecas escolares no âmbito da Educação para os Media.

Mais informações Aqui

Concurso 7 dias, 7 dicas sobre os media

Janeiro 29, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Integrado na Operação 7 Dias com os Media, projeto nacional destinado à sensibilização dos cidadãos para o papel e lugar que os media  tradicionais e de nova geração ocupam no seu quotidiano, o Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS) e a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), em parceria com a Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE) da Direção-Geral da Educação e a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), lançam o concurso 7 dias, 7 dicas sobre os media.

A iniciativa, dirigida alunos do ensino básico e secundário, pretende fomentar o uso crítico e criativo dos media, uma utilização mais segura da Internet e o respeito pelos direitos de autor.

A participação é feita através da produção de Dicas (alertas, recomendações e conselhos) em formato áudio, vídeo, apresentação eletrónica ou cartaz.

Os autores dos trabalhos vencedores de cada categoria (alunos dos 1º e 2º ciclos do ensino básico; alunos do 3º ciclo do ensino básico e secundário) serão distinguidos individualmente com um tablet.

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2º Congresso Literacia, Media e Cidadania

Janeiro 7, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Divulgar experiências de literacia para os media e proporcionar a reflexão crítica sobre elas;

Apoiar o interconhecimento assim como o surgimento de ideias, projectos e  redes de colaboração nesta área;

Interligar as práticas pedagógicas e comunicacionais e a investigação científica e pedagógica;

Promover a formação de cidadãos esclarecidos e críticos face aos media e ao ecossistema mediático;

Incentivar a ligação entre os profissionais dos media e as instituições educativas e culturais;

Contribuir para a inscrição da educação para os media e a literacia digital na agenda pública;

Valorizar a participação dos cidadãos na vida democrática tirando partido das novas plataformas digitais e redes sociais;

Reflectir sobre a relevância da literacia mediática para a qualidade e a produtividade no trabalho;

Favorecer a inserção da educação para os media no currículo escolar e a utilização dos diferentes tipos de meios como recurso educativo;

Estimular a inovação nos métodos e conteúdos da aprendizagem, relacionados com os media em contextos formais e não-formais de educação;

Divulgar e fomentar a investigação no âmbito da literacia, dos media e da cidadania.

 

Os novos media e o cyberbullying Um curso online para os pais

Janeiro 2, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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media

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É impensável o mundo de hoje sem os novos media, especialmente sem Internet. Tornaram-se companhias constantes, particularmente para os jovens – também chamados nativos digitais – e influenciam o desenvolvimento das crianças e jovens por todo o mundo.

A Internet tem continuado a desenvolver-se num ritmo acelerado durante a sua breve história com implicações no comportamento dos seus utilizadores. A chamada ‘Web 2.0’ é a ‘nova geração da Word Wide Web’. O termo refere-se a serviços baseados na Internet (weblogs, wikis, redes sociais ou podcasts.

Para muitos jovens, a Internet e as múltiplas possibilidades de comunicação que oferece tornou-se uma ferramenta do quotidiano. Os adultos tendem a diferenciar a vida real do mundo online, ao passo que os jovens veem frequentemente o ciberespaço como uma parte muito significativa da sua realidade.

As aplicações sociais da Web, especialmente as redes sociais, oferecem aos jovens espaços de ação e experimentação. A natureza destes espaços preenche as necessidades especÍficas desta fase particular de vida. Os jovens usam estas oportunidades para fazerem face aos desafios que encontram no seu desenvolvimento, acima de tudo, na construção das suas próprias identidades.

Não obstante a Internet proporcionar aos jovens fantásticas oportunidades de comunicação, aprendizagem e entretenimento, os adolescentes podem também experimentar situações desagradáveis que acompanham estas novas áreas de experiências. Conteúdos, comércio, contactos e comportamentos são áreas importantes de risco que hoje os jovens podem encontrar. É, por isso, vital aumentar a sensibilização para os riscos e desafios que os novos media apresentam e promover a e-literacia.

 

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