Pedófilos aproveitam pandemia para atacar em força na net

Maio 19, 2020 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 5 de maio de 2020.

Denunciados quase 700 casos de pornografia infantil em 2019

Fevereiro 11, 2020 às 11:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 11 de fevereiro de 2020.

A Linha Internet Segura recebeu 676 denúncias de pornografia infantil em 2019. A maior parte dos conteúdos “são gerados pelas próprias crianças”, segundo a APAV, que analisou quase 700 links ilegais.

Há quase duas denúncias por dia de pornografia infantil em Portugal, revelam os dados da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), citados pelo Público e pelo Jornal de Notícias esta terça-feira. As autoridades de outros países estão a investigar casos que deram origem a 676 queixas feitas à Linha Internet Segura em 2019. Nenhuma das imagens em causa estava alojada em servidores nacionais, o que limita a atuação das autoridades portuguesas, avança o Público.

A maior parte dos conteúdos “são gerados pelas próprias crianças, através de smartphones webcams, aliciadas muitas vezes por maiores [de idade] e disseminadas em sites de pornografia infantil”, revelou Ricardo Estrela, gestor da linha a cargo da APAV, em declarações ao Jornal de Notícias.

Segundo o mesmo jornal, as vítimas são maioritariamente rapazes entre os 11 e os 17 anos, o que poderá não corresponder completamente à realidade, uma vez que as pessoas não são obrigadas a revelar dados como idade e género.

Com base nas denúncias, segundo o Público, a APAV analisou quase 700 links ilegais que incluíam entre 40 e 200 fotografias cada um. Nenhum destes correspondia a casos nacionais. Este ano, no entanto, surgiu já um caso em Portugal.

Após a verificação do país no qual estas estão alojadas, os conteúdos ilegais são denunciados às autoridades de cada local, sendo posteriormente bloqueados. Caso os servidores estejam em Portugal, o crime é investigado pela Polícia Judiciária.

Os dados serão divulgados esta terça-feira pela APAV, no âmbito do Dia da Internet Mais Segura, uma iniciativa promovida pelo Consórcio do Centro Internet Segura, coordenado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.

Mais informações na notícia da APAV:

Estatísticas APAV | Linha Internet Segura 2019.

Linha Internet Segura já recebeu mais de 300 denúncias de conteúdo ilegal e quase todas envolvem menores

Agosto 22, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia e imagem da Rádio Renascença de 13 de agosto de 2019.

Daniela Espírito Santo

Serviço operado pela APAV apoia quem tem dúvidas e recebe denúncias de vídeos e imagens impróprios.

A Linha Internet Segura, que presta apoio telefónico e online a vítimas de cibercrime, recebeu 336 denúncias de conteúdos considerado ilegais no primeiro semestre de 2019.

Ricardo Estrela, gestor operacional da linha atualmente gerida pela Associação Portuguesa de Apoio à Vìtima (APAV), adianta, sem avançar um número concreto, das largas centenas de denúncias de imagens e vídeos recebidos entre janeiro e junho deste ano, uma grande maioria do material denunciado envolve menores.

Ricardo Estrela diz à Renascença que o material recebido foi, posteriormente, encaminhado para as autoridades. Nenhum do material denunciado estava, no entanto, alojado em servidores portugueses, pelo que a Polícia Judiciária foi meramente informada do acontecimento, cabendo às autoridades de outros países o controlo e remoção do material em questão.

“Team Strada” entre as denúncias mais recentes

Segundo Ricardo Estrela, um dos mais recentes casos a receber a atenção dos internautas que os contactaram foi a polémica que envolveu a chamada “Team Strada”.

“Chegaram-nos denúncias relativas a este caso”, confirma, garantindo que, à semelhança do que fazem normalmente, deram “seguimento às mesmas para a polícia para que pudessem avaliar os conteúdos”.

“Tivemos conhecimento do fenómeno, mas, na altura, muitos dos conteúdos que alegadamente seriam ilegais já não estavam disponíveis nas plataformas. Entretanto já tinham sido removidos”, explica.

Homens ligam mais que as mulheres. Pais ligam quando já é tarde demais

Ricardo Estrela admite que quando os utilizadores procuram a linha para tirar dúvidas, estas estão, habitualmente, relacionadas com situações de “phishing“, isto é, tentativas de burla com alegada informação íntima para levar os utilizadores a revelarem informações pessoais, tendo por fim último a extorsão de dinheiro.

“Os homens são quem mais é afetado por este tipo de tácticas de engenharia social. No entanto, assegura que é cada vez mais usual receber contactos de pais preocupados com fenómenos de “ciberbullying”.

“Os pais estão muito desligados relativamente aquilo que os filhos fazem online e, muitas vezes, só quando vêem alguns sinais físicos de que algo está mal com os seus filhos é que ficam alerta para os perigos”, diz. “Chegam a nós quando o pior já aconteceu”, reforça, salientando que, normalmente, os pais querem saber “o que podem fazer para ajudar os filhos” em casos de bullying online.

Quem está mais vulnerável e como prevenir?

“Dizer que só pais e crianças precisam de ajuda neste tipo de situações é muito redutor. Todos nós, hoje em dia, com a quantidade de informação sensivel que deixamos online, podemos vir a ser vítimas de cibercrime. Estamos todos vulneráveis”, alerta Ricardo Estrela.

Apesar disso, o gestor da linha da APAV adianta que as crianças e os jovens são os que poderão estar mais à mercê de agressores online. “Estão numa posição muito mais frágil porque, muitas vezes, têm vergonha de contar aos pais”, facto que é usado pelo agressor para os chantagear.

Por isso, os pais têm de estar especialmente alerta às redes sociais e aos videojogos, pois são nesses espaços que se iniciam os contactos com menores. É aí que muitos agressores criam “envolvimento emocional com os jovens” e os levam a partilhar imagens de cariz íntimo, para “alimentar redes de disseminação de pornografia infantil globalmente”.

Como funciona a Linha Internet Segura?

A Linha Internet Segura pode ser contactada por telefone, email ou através do preenchimento de um formulário, de forma anónima e confidencial, onde é possível colocar links ou fotografias do material potencialmente ilegal.

Recebida a denúncia, os técnicos de apoio afetos à linha, que são voluntários com formação especializada para lidar com esta realidade, avaliam o material para perceber se se trata de “conteúdo de abuso sexual de menores, de apologia à violência ou ao racismo ou de discurso de ódio”. Para tal, utilizam um “software” associado a uma rede internacional de denúncia de conteúdo similar, da organização inHope, para “perceber onde os conteúdos estão localizados” e encaminhar a informação para as autoridades locais.

Sempre em “estreita colaboração com as autoridades”, o material considerado ilegal é, depois, encaminhado para oas autoridades competentes, para garantir a “persecução criminal” e também a “rápida remoção do mesmo”, para prevenir a sua disseminação.

Desde janeiro, altura em que a APAV passou a assumir a Linha Internet Segura, em “100% dos casos o conteúdo não estava alojado em Portugal”, admite Ricardo Estrela, mas a Polícia Judiciária é avisada na mesma, para estar a par do que se passa.

Acha mesmo que consegue controlar o que os miúdos vêem na internet?

Novembro 2, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do site http://marketeer.pt/ de 12 de outubro de 2016.

PDJ Linha Internet Segura from KISS on Vimeo.

“Não sabemos com quem os nossos filhos falam, não podemos proibir que usem a Internet. Mas podemos ensiná-los a defenderem-se” é a mensagem da mais recente campanha do Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ). Assinada pela Kiss e com produção da Molotov, a campanha conta com um filme institucional para divulgação da Linha Internet Segura, destinada a pais, familiares e educadores.

O filme, presente em televisão e online, lembra que não podemos proteger os jovens de todos os perigos da Internet, eliminando conteúdos pornográficos ou violentos, mas que é possível ensiná-los a defenderem-se e a adoptar comportamentos mais seguros.

«Não é como há alguns anos em que existia só um computador por casa. O digital entrou de tal forma no dia-a-dia que sabemos que não é possível controlar tudo», referem Pedro Batalha e Paulo Afondo, directores Criativos da Kiss.

A solução encontrada, então, é «ter mais informação, estar atento e manter canal aberto para falar com eles [jovens] sobre o tema», até porque o «bom senso manda não proibir».

 


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