IAC-SOS-Criança: o 116 111 está disponível para todas as crianças

Novembro 24, 2017 às 12:05 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“Todas as crianças têm o direito a ser ouvidas e a obter ajuda quando mais precisam, no seu país ou fora dele.

Graças à Comissão Europeia, o 116 111 está disponível para todas as crianças.”

 

Mais de quatro milhões de crianças e jovens denunciaram abusos e violência

Novembro 21, 2013 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 20 de Novembro de 2013.

Por Agência Lusa

Mais de quatro milhões de crianças e jovens em todo o mundo recorreram, nos últimos dez anos, a linhas de apoio para denunciar abusos e violência, anunciaram hoje a Unicef e a organização Child Helpline International (CHI).

Os dados constam do relatório “Vozes de Crianças e Jovens”, cujos resultados foram hoje divulgados num comunicado conjunto do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e da rede internacional de linhas telefónicas de apoio a crianças (CHI), com 173 membros, de 142 países, incluindo Portugal (SOS Criança).

Segundo o relatório, um em cada seis contactos para as linhas de apoio da rede foi feito por crianças e jovens que denunciaram situações de abuso e violência (física, emocional e sexual).

Os casos de abuso e violência são relatados maioritariamente (60 por cento) por raparigas, sendo que grande parte (58 por cento) dos abusos descritos são atribuídos a membros da família.

O mesmo documento aponta para mais de um milhão de contactos efetuados por menores com pedidos de ajuda para lidar com problemas na escola, sendo que mais de um quarto deles estava relacionado com “bullying” (violência física e psicológica repetida e intencional).

Quase metade (46 por cento) dos contactos foram realizados na Europa e a maioria das crianças e dos jovens que recorreram às linhas de apoio tinha entre 10 e 18 anos, tendo usado preferencialmente o telefone. Contudo, o correio eletrónico, as mensagens de telemóvel e os “chats” também são utilizados pelos menores para denunciar maus-tratos.

De acordo com o relatório, o número de contactos aumentou, em média, nos últimos dez anos, cinco pontos percentuais por ano.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

Reportagem do Telejornal da RTP1 sobre a campanha da Fundacíon ANAR e a linha 116 111 com a presença de Manuel Coutinho

Maio 9, 2013 às 2:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem do Telejornal da RTP1 de 8 de Maio de 2013.

O Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança), foi entrevistado nesta reportagem.

Ver a reportagem Aqui  (primeiro minuto da 2ª parte do Telejornal).

maustratos

Crianças ligam para o SOS Criança preocupadas com a situação dos pais

Dezembro 11, 2012 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 7 de Dezembro de 2012.

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O serviço SOS Criança está a receber telefonemas de crianças preocupadas com a “instabilidade do mundo laboral dos pais” devido à crise, disse o coordenador do serviço, Manuel Coutinho.

“As crianças têm noção da realidade e vão começando a ver que os pais dos colegas estão desempregados, que as situações começam a chegar a um limite” e temem que o mesmo aconteça à sua família, adiantou o psicólogo e secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança (IAC), citado pela Agência Lusa.

Manuel Coutinho adiantou que estes relatos estão a chegar com “mais expressão” ao serviço do Instituto de Apoio à Criança, que ao longo de 24 anos atendeu mais de 77 mil chamadas telefónicas, a maioria de apelos de crianças em risco, maltratadas, abusadas sexualmente e desaparecidas.

“Eu gostava que a crise fosse mais um problema dos adultos e não um problema que chegasse às crianças”, disse o responsável pelo serviço, desejando ainda que “todos os adultos do país contribuíssem para que as crianças não fossem novamente vitimizadas por esta situação de carência”.

À frente do serviço há mais de duas décadas, Manuel Coutinho disse que não esperava “nos tempos breves” assistir ao “síndroma do mundo mau, que aflige hoje as crianças.

“Era algo que eu achava que nos tempos breves nunca iria acontecer, mas infelizmente aconteceu porque o mundo está muito difícil de gerir e as pessoas estão muito aflitas e muitas delas em sofrimento grave”, adiantou.

Para ultrapassar esta situação, o responsável disse que os portugueses devem estar todos solidários e perceber como podem “ajudar e tranquilizar o mais possível estas crianças”.

O telefone do SOS Criança é hoje considerado “pela maioria das pessoas um serviço de primeira necessidade”. Ao serviço têm chegado chamadas de utentes a perguntar para onde podem orientar os seus bens para ajudar instituições de solidariedade.

Contudo, lamentou, não têm aparecido casos concretos de adultos a apresentarem casos de famílias em situação de maior de vulnerabilidade e fragilidade que possam colocar em risco as crianças.

Para o psicólogo, era desejável que os portugueses começassem a apresentar estes casos às instituições de forma a ajudar as crianças e evitar que passem por situações de risco e negligência.

“É bom que a sociedade esteja alerta para que possamos chegar mais rápido aos que mais necessitam”, acrescentou.

O serviço telefónico SOS-Criança (116111) recebeu este ano 2.554 chamadas, a maioria relacionada com crianças em risco, negligência, maus tratos e abusos sexuais, além de muitos jovens que ligam para o SOS-Criança para desabafar e apresentar os seus problemas.

Criada em 1988, o SOS-Criança é um serviço anónimo e confidencial, de apoio às crianças e familiares, que pretende dar voz aos mais jovens, promovendo e defendendo os seus direitos.

É um serviço de prevenção que pretende atuar antes que a situação de risco se concretize.

 

Há mais crianças a pedir ajuda telefónica devido a maus tratos

Setembro 4, 2012 às 11:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem do Porto Canal de 26 de Agosto de 2012.

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora do IAC – Mediação Escolar, é entrevistada na reportagem.

PIVÔ
Aumentou o número de crianças que recorre à linha telefónica
para pedir ajuda devido a maus tratos. Os dados são divulgados pelo
Instituto de Apoio à Criança que atribui responsabilidades à crise
económica e às dificuldades socioeconómicas das famílias.

ORÁCULO
Desde o início do ano, mais de 400 crianças pediram ajuda telefónica através do número gratuito 116 111.

VIVOS:
– Melanie Tavares – psicóloga coordenadora do Instituto Apoio à Criança

Porto Canal – delegação Lisboa
Jornalista: Salomé Pinto
Imagem: Valter Lopes

 

Linha Ajuda Internet recebeu cerca de 200 chamadas

Junho 14, 2012 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 2 de Junho de 2012.

por Lusa

Durante o primeiro ano de funcionamento a Linha Ajuda Internet Segura recebeu quase 200 telefonemas, 16 por cento das quais sobre matérias sensíveis como roubo de identidade, ‘cyberbulliyng’ ou conteúdos ilegais.

A Linha Ajuda Internet Segura é uma iniciativa da Fundação para a Divulgação das Tecnologias de Informação (FDTI), no âmbito do consórcio Internet Segura, e co-financiada pela Comissão Europeia, com o objetivo de promover a utilização segura das tecnologias em linha.

De acordo com a coordenadora operacional da Linha, entre 01 de junho de 2011 e 01 de junho de 2012, a Linha Ajuda Internet Segura recebeu 196 chamadas, a maioria (58 por cento) de natureza meramente informativa.

Dentro das chamadas informativas, 22% diziam respeito a temáticas de educação para os média/informação técnica, 20% sobre segurança de dados pessoais e nove por cento sobre conteúdo nocivo.

“Foi de facto um primeiro ano bastante intensivo em termos de atividade. A Linha arrancou precisamente para cumprir a implementação de uma das vertentes dos centros Internet Segura, que ainda não existia em Portugal”, adiantou Esmeralda Gonçalinho à Lusa.

Segundo a responsável, do total de chamadas recebidas, cerca de 16% diziam respeito a matérias sensíveis, envolvendo situações de denúncia ou de apresentação de problemas relacionados com eventuais ilícitos criminais.

Os dados estatísticos da Linha revelam que foram encaminhados para a Polícia Judiciária 12 casos de roubo de identidade, sete casos de ‘cyberbullying’, dois de utilização não autorizada de dados pessoais e um caso de aliciamento.

“Temos contactos sensíveis em todas as faixas etárias, desde o roubo de identidade, muitas vezes com situações de ‘phishing’ [ação em que alguém ou entidade tenta obter informações pessoais através de falsos pretextos] associadas, ‘cyberbullying’ e assédio ou as fraudes online”, revelou.

Além dos contactos encaminhados para a PJ, houve também cinco casos de violência encaminhados para a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), quatro casos de conteúdos ilegais direcionados para a Linha Alerta Internet Segura, quatro casos de relações comerciais fraudulentas enviadas para a Defesa do Consumidor e um caso de uma criança em situação de risco encaminhada para a SOS Criança.

Entre os que contactam a Linha Ajuda Internet Segura, a maioria (61 por cento) são mulheres, com idade entre os 25 e os 49 anos (63%).

“É curioso registar que os seniores já têm uma presença interessante e que os jovens são os que menos nos contactam”, apontou a responsável.

Os dados estatísticos da Linha revelam que a faixa etária acima dos 49 anos é responsável por 21% dos contactos, enquanto os mais jovens (até aos 25 anos) rondam apenas os 16%.

No que diz respeito a projetos para o futuro, Esmeralda Gonçalinho adiantou que haverá uma diversificação dos canais oferecidos para o contacto, seja por ‘chat’ ou por ‘internet call’.

Em matéria de ações de informação, a responsável disse que irão repetir durante este ano o que já foi feito, nomeadamente as ações realizadas por todo o país nas Lojas Ponto Já, escolas, autarquias ou bibliotecas e que chegaram a perto de cinco mil crianças e jovens, bem como pais e encarregados de educação ou professores.

 

116 111: a linha que escuta crianças “stressadas”

Março 16, 2012 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site Educare de 9 de Março de 2012.

Sara R. Oliveira

Linha SOS Criança recebeu 2864 telefonemas em 2011 e 10% das chamadas foram feitas pelos mais novos que se sentem sozinhos, incompreendidos e angustiados.  A Linha SOS Criança tem o número 116 111 e está disponível durante os dias úteis das 9h00 às 19h00. O 116 100 é outro número para casos de crianças desaparecidas e exploradas sexualmente. Desde novembro de 1988 que o Instituto de Apoio à Criança (IAC) colocou o seu telefone à disposição de crianças e jovens até aos 18 anos e também das famílias. No ano passado, recebeu 2864 telefonemas, 286 dos quais feitos pelos mais novos. Desde 1998, a linha recebeu 109 254 apelos. É um serviço anónimo, gratuito e confidencial de âmbito nacional dirigido a crianças, jovens e adultos. Quem não quiser usar a voz, pode escrever para Apartado 1582 – 1056-001 Lisboa ou enviar um e-mail para soscrianca@net.sapo.pt.

As 286 chamadas de menores de 18 anos são significativas. “As crianças e os jovens ligam porque estão com dúvidas existenciais, porque querem conversar com alguém”, refere Manuel Coutinho, secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança (IAC) e coordenador da Linha SOS Criança, ao EDUCARE.PT. “As pessoas de quem mais as crianças gostam, os pais e as mães, deixam os filhos entregues a terceiros durante mais tempo”, acrescenta o responsável. E os telefonemas tornam-se indicadores de uma realidade que não pode ser ignorada.

Para Manuel Coutinho, é hora de repensar a sociedade, é tempo de tudo fazer para aproximar pais e filhos e não para aumentar ainda mais as cargas horárias de adultos e crianças. Acorda-se às sete da manhã, corre-se para o trabalho, corre-se para a escola, regressa-se a casa à noite, toma-se banho, janta-se, fazem-se os trabalhos da escola, prepara-se o dia seguinte. “As crianças andam exaustas, quando deviam ter tempo para os valores, para a cidadania, para brincarem, para não fazerem nada”, afirma. E, muitas vezes, são essas as crianças que pegam no telefone e marcam o número criado pelo IAC. “Estão, muitas vezes, em stress”, conta.

Do outro lado da linha está uma equipa técnica composta por psicólogos, assistentes sociais, educadores de infância e juristas. O que fazem? “Ouvem a criança e as crianças auscultam-se, ouvem-se com o coração”, adianta Manuel Coutinho. Os técnicos escutam e tentam perceber a lógica psicológica para dar o apoio adequado. “Tentam perceber o que está latente ou a acontecer e tentam tranquilizar as crianças, dar-lhes segurança”. A prevenção continua a ser a palavra-chave porque o IAC acredita, e tem confirmado, que é possível debelar ou minimizar situações de risco.

Desde 1998, foram atendidas 74 500 chamadas. O atendimento psicológico existe desde 2001 e desde então acompanhou 908 famílias. Os e-mails começaram a funcionar em 1992 e até ao momento foram enviados 4747. Em 1997, entra em funcionamento o serviço de mediação escolar que já acompanhou 14 104 situações. Ao todo, 10 965 situações foram reencaminhadas, o trabalho em rede é uma das mais-valias da linha do IAC, e reavaliados 3591 casos. O IAC não está, portanto, sozinho. O apelo é feito, o serviço avalia o assunto e, sempre que necessário, solicita ajuda às instituições mais próximas e que possam dar uma resposta, nomeadamente a escola, o centro de saúde, as forças de segurança, a Segurança Social.

Continuam a ser os mais crescidos que mais usam a linha que se destina a ouvir histórias de crianças e jovens. Há apelos de crianças em perigo, situações de maus-tratos na família, apelos por questões de negligência, casos relacionados com questões de saúde. Não só. Nos últimos anos, o telefone tocou 2392 vezes e do outro lado da linha estavam apelos relacionados com pobreza, com mendicidade. O serviço também já atendeu 1500 casos de regulação do exercício das responsabilidades parentais e 860 situações de abuso sexual.

A Linha SOS Criança caminha para os 24 anos de existência. “É considerada, pela maioria das pessoas, um direito das crianças. É um serviço que de viva voz responde às crianças”, adianta Manuel Coutinho. A Linha SOS Criança é mais do que um serviço que atende chamadas e responde às dúvidas dos mais pequenos. Tem mais uma linha para situações de crianças desaparecidas, um e-mail e um apartado à disposição, atendimento psicológico e gabinetes de apoio a alunos e famílias.

Desde 1997, que o SOS Criança tem um serviço de mediação escolar que instala as suas raízes nas comunidades escolares de norte a sul do país. Já acompanhou mais de 14 mil situações. A sua missão passa por estar atento ao absentismo, ao abandono e violência escolares, aos comportamentos aditivos. A escola contacta o IAC que entra em ação com os gabinetes de apoio aos alunos e às famílias. A ideia é estar no terreno e ouvir o que se diz nos recreios e nos corredores das escolas para que a prevenção primária entre em cena.

Solidariedade: Linha Nacional de Emergência Social recebeu mais de 21 mil chamadas em 2011

Fevereiro 22, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 13 de Fevereiro de 2012.

Lisboa, 13 fev (Lusa) — Mais de 21 mil pessoas, a maioria mulheres, ligaram em 2011 para a Linha Nacional de Emergência Social, muitas vezes para denunciar situações de perigo de crianças, jovens e idosos, relacionadas com violência doméstica.

Os dados avançados à agência Lusa pelo Instituto de Segurança Social (ISS) indicam que Linha Nacional de Emergência Social (LNES) recebeu 21.023 contactos em 2011, mais 1.193 do que no ano anterior. Em 2009, foram atendidas 20.958 chamadas.

Cerca de 60 por cento das chamadas foram feitas por mulheres e a faixa etária predominante situa-se entre os 31 e os 64 anos.

 

Violence Against Children : Child helpline data on abuse and violence

Fevereiro 14, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação, Uncategorized | Deixe um comentário
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Descarregar o relatório Aqui

[24 January, Paris] CHI launches its fifth annual Violence Against Children Report today in Paris, together with the United Nations Secretary-General’s Special Representative on Violence against Children, Marta Santos Pais and it’s French member child helpline, 119 / Allô Enfance en Danger.

Five years after the United Nations Violence Against Children Study made its recommendations on combating this phenomenon in all its forms, millions of children around the world still face violence on a daily basis. In fact, reports to child helplines on physical abuse, bullying and sexual abuse are more prevalent than ever.

 CHI’s exceptional report clearly reflects the prevalence of violence and abuse to which children are subjected across all regions of the globe.

 Taken together, as is done in the Child Helpline International Violence Against Children Report, child helpline data from across the globe represents vital insight and a powerful tool to implement strategies to address and prevent abuse from taking place.

 Child helplines play a crucial role by listening to these children and providing services that ensure their well-being and protection from abuse. Child helplines refer children to other services if needed. In many countries they provide more comprehensive services as the child protection system is not fully developed.

 Most of the children who contact a child helpline about abuse and violence have never spoken with any other adult about it.

 In the words of Marta Santos Pais, the United Nations Secretary-General’s Special Representative on Violence against Children: “I fully support the Report’s recommendation that child helplines be recognized as core components of comprehensive, robust and integrated national child protection systems, and that they are given the resources required to enable them to provide maximum support to children.”

 In 2011, an average child helpline received 11 contacts on abuse every day.

SOS Criança encaminhou 760 casos de crianças em risco em 2011

Janeiro 27, 2012 às 2:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 27 de Janeiro de 2012.

Ouvir as declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) Aqui

Subiram 35 por cento os casos mais complexos de crianças em risco que chegam à linha do Instituto de Apoio à Criança.

A linha SOS Criança encaminhou 760 casos de crianças em risco em 2011, mais 35 por cento em relação a 2010 quando se registaram 565 casos.

Em mais de duas décadas de actividade desta linha, 2011 é o segundo ano com mais casos que obrigaram os responsáveis do Instituto de Apoio à Criança a encaminhar a situação para outras entidades.

As polícias são quem recebe mais casos, mas muitos também são enviados para a Segurança Social, as comissões de protecção de crianças e jovens, as escolas ou os centros de saúde.

Em declarações à TSF, o coordenador da linha SOS Criança explica que este crescimento tão significativo em 2011 se deve essencialmente à maior atenção que a sociedade dá a este tipo de casos.

Manuel Coutinho afirma que «há mais colaboração entre as várias entidades e a sociedade está cada vez menos tolerante para as situações que diariamente podem estar a denegrir os direitos das crianças».

O coordenador da SOS Criança explicou ainda que em todo o ano de 2011 receberam 2864 apelos (em 2010 tinham sido 2982) que levaram aos referidos 760 encaminhamentos para outras entidades por serem situações mais complicadas.

Segundo Manuel Coutinho, estas exigiam um «acompanhamento mais especializado que obrigou também a um trabalho continuado dos técnicos do SOS Criança para perceber o que fazer pela criança e pelo agregado familiar».

Depois de ter sido criada em 1988, a Linha SOS Criança recebeu até agora perto de cem mil chamadas e encaminhou para outras entidades quase 11 mil casos de crianças em risco.

A linha SOS Criança tem como principal objectivo receber denúncias de situações problemáticas a envolver crianças e actuar antes que a situação de risco de concretize.

Nuno Guedes
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