Dia Europeu das Línguas

Setembro 26, 2015 às 7:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://edl.ecml.at/

Porquê as crianças menores de 12 anos aprendem mais rápido

Julho 14, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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reportagem vídeo do site http://www.swissinfo.ch de 12 de junho de 2014.

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ver o a reportagem aqui

Em vários cantões de língua alemã há campanhas para parar o ensino de duas línguas estrangeiras no ensino fundamental.

O argumento é que ele é muito exigente para as crianças e que seria melhor ensinar uma segunda língua estrangeira só no ensino médio. O professor Martin Meyer do Departamento de Psicologia da Universidade de Zurique, especialista em mapear os mecanismos neuronais da percepção e da produção da fala, insiste que as crianças mais novas têm mais facilidade em aprender novos idiomas. Segundo Meyer, o cérebro seria menos hábil a aprender novas línguas entre as idades de 12 e 20 anos, por isso seria um erro atrasar o ensino de uma segunda língua até o ensino médio. Na maioria dos cantões de língua alemã, as crianças aprendem inglês a partir do terceiro ano fundamental e francês a partir do quinto. A decisão de introduzir o inglês antes do francês é mal vista pelos cantões de língua francesa, que consideram isso uma ameaça à unidade nacional. Nos cantões de língua francesa, as crianças começam a aprender o alemão antes do inglês.

 

 

Integração da segurança e saúde no trabalho na educação: recursos didáticos para professores

Outubro 22, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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Utilizando o protagonista da série de animação Napo, a EU-OSHA, Agência Europeia para a Segurança e Saúde  no Trabalho em conjunto com o Consórcio Napo, concebeu uma série de ferramentas didáticas para professores sobre segurança e saúde no trabalho (SST), com o objetivo de incluir as questões de segurança e saúde, de uma forma divertida e imaginativa, na aprendizagem das crianças do ensino básico, utilizando os videoclipes e as atividades criativas do Napo.

Estes recursos didáticos salientam as principais mensagens e objetivos educativos, apresentando aos professores de forma pormenorizada  as atividades sugeridas e os recursos necessários, juntamente com um exemplo de plano de aula que pode facilmente ser transposto para uma aula normal de 40 minutos.

As ferramentas didáticas proporcionam exemplos de planos de aula com vista a ensinar às crianças entre os sete e os onze anos a importância da segurança e saúde no trabalho. Estes conjuntos de ferramentas contêm todas as instruções necessárias, sugere atividades e permite descarregar os recursos de apoio e orientação aos professores no que respeita aos conteúdos de SST. As lições são flexíveis, sendo concebidas de forma a poderem ser adaptadas às matérias curriculares já lecionadas e a reforçar e facilitar o seu ensino. Entre elas incluem-se:

Educação para a cidadania e Promoção e educação para a saúde

Ciências

Segurança rodoviária

Ensino de línguas

Artes

Mais informações Aqui

 

Em que língua brincam os filhos dos imigrantes russos e ucranianos?

Janeiro 15, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem do Público de 7 de Janeiro de 2012.

Graça Barbosa Ribeiro

Russos e ucranianos desenvolveram um projecto para que os filhos, nascidos em Portugal, aprendam a língua dos pais e não se esqueçam de onde são.

No sol frio de Dezembro, o pátio da antiga escola básica de Sernadelo, na Mealhada, é percorrido por risos e palavras estranhas a quem passa na estrada. No intervalo das aulas, brinca-se em russo e em ucraniano, e não é por ser sábado – ou por virem de uma semana de aulas na escola regular – que os garotos hesitam quando Tatiana Shevchenko, a professora de nacionalidade russa, avisa que a pausa acabou.

Assim que ela chama, os alunos regressam às secretárias e concentram-se nas tarefas. Tatiana não vê razão para espanto: “Isto não é um passatempo, vêm aqui para aprender”, diz. Timur, de quatro anos, tem a cabeça inclinada sobre a mesa, que é alta de mais para o seu corpo miúdo – sem levantar os olhos do papel, desenha o alfabeto num caderno de duas linhas. Maria, que aos seis anos de idade chorava na escola porque não sabia uma palavra de português, tem agora 11, está no 6.º ano e escreve uma composição sobre o Inverno, para praticar o ucraniano. Sérgio, de seis anos, filho de uma portuguesa e de um imigrante da Ucrânia, aprende as primeiras frases na língua do pai. As crianças são “voluntárias”, tal como a professora, na Escola de Fim-de-Semana, um projecto lançado há quatro anos por um grupo de russos e ucranianos e pela Câmara Municipal da Mealhada, através do Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes.

“O meu nome é Sérgio. O nome do meu irmão é Alexandre. O nome da minha mãe é Susana” – de olhos nos olhos da professora, à procura de aprovação, Sérgio ainda fala como quem recita, num russo vacilante. Tatiana aprova, com um sorriso e palavras de incentivo. Sérgio frequenta esta escola especial há pouco tempo e é um dos 15 alunos que se distribuem por duas salas. Não há um número fixo ou condições prévias: daqui a uns meses podem ser 18 e a seguir 13; da Mealhada e de concelhos vizinhos; de diferentes idades; em diversos níveis de aprendizagem e a quererem aprender russo ou ucraniano, línguas suficientemente semelhantes para que “quem fala uma entenda a outra na perfeição”, explica Tatiana.

Enquanto a aula decorre, no pátio da escola os pais de alguns dos alunos aguardam, pacientes. Admitem que o conhecimento da língua será útil aos filhos, caso um dia regressem aos respectivos países, mas afirmam que não foi isso que os levou a aderir ao projecto.

O sentimento de urgência em relação à promoção das línguas dos países é anterior à crise. Para o explicar, Velodimir Yurchuk, de 33 anos, motorista de profissão, conta uma história semelhante à de outros pais. Quando o filho mais velho, Artur, que agora tem nove anos, entrou para o infantário, aos três, foi um sofrimento, porque o bebé não percebia uma palavra de português. Ultrapassar essa fase obrigou a que os pais passassem a falar em casa “a língua que ele falava na escola”. E, de facto, Artur aprendeu o português. Tão bem que, passados anos, os pais se aperceberam de que a situação se invertera. Quando falavam russo ou ucraniano, o filho não os entendia e pedia-lhes constantemente que traduzissem para português.

“Acontece com todos: um dia, estão ao telefone com os avós, querem dizer qualquer coisa e não sabem. Imagina o que sentimos? E o que sentem os avós? Pensamos: ‘Não pode ser – os nossos filhos têm de saber falar a nossa língua, têm de saber de onde são'”, diz Velodimir. Olga Manko, mãe de dois rapazes que frequentam a escola de fim-de-semana, sente o mesmo. Diz que fala melhor português do que os filhos ucraniano. “Eles só aqui, aos sábados, estudam a minha língua, enquanto eu estudo o português com eles todos os dias, quando os ajudo com os trabalhos de casa. Costumo dizer que já tenho o 3.º ano [do primeiro ensino básico]: aprendi a escrever, gramática e até a construir textos em português”.

A história de Maria é ligeiramente diferente da de Artur. Também nasceu em Portugal, mas problemas familiares, tinha ela poucos meses de idade, fizeram a família regressar à Russia, de onde só voltou aos seis anos. “Entrou na escola em Dezembro – não entendia nada do que ouvia, chorou todos os dias, semanas seguidas. Mas, quando a Primavera chegou, ela já estava a falar, a escrever e a ler em português”, conta o pai, Hrymoriy Yemera. Até que chegou o dia em que percebeu que a filha deixara de saber escrever em russo, há cerca de quatro anos. Inscreveu-a na Escola de Fim-de-Semana – diz que a família não tem condições para competir com a escola portuguesa, onde as crianças “passam muitas horas”.

Não foi difícil encontrar na Câmara Municipal da Mealhada quem entendesse a sua angústia. Tanto o vereador com o pelouro da Educação, Júlio Penetra, como o técnico, João António Silva, têm familiares emigrantes. “Lembro-me, nas férias, de brincar com os meus primos e sentir que eles vinham de outro mundo. Falavam outra língua e ficavam espantados com coisas que para nós eram banais, como os fósforos – em França, percebo agora, já deviam utilizar os isqueiros de cozinha”, diz este último.

Não “fazer da escola um negócio”
O projecto nasceu nas instalações da câmara e, mais tarde, transferiu-se para a antiga escola básica, que foi remodelada para o efeito. “É muito fácil colaborar com esta comunidade – pedem muito pouco, não procuram subsídios. Organizam-se, cooperam, apresentam o trabalho feito”, comenta. Velodimir, um dos pais que estão desde o início no projecto, explica que o segredo é não “fazer da escola um negócio”. “Já tivemos várias professoras. Um dia, duas, quando sentiram que eram indispensáveis, propuseram passar a receber um ordenado. Dissemos às duas que podiam ir embora, obrigado: isto não é um negócio”.

Até à chegada a Portugal, há 11 anos, Tatiana Shevchenko era professora do equivalente ao primeiro ciclo do ensino básico, pelo que o trabalho voluntário “é mais do que compensador”, diz. “É aqui que eu venho buscar energias para aguentar uma semana no emprego”. Ensinar “é um gosto”. Para “ganhar dinheiro”, trabalha numa fábrica de cerâmica onde é “escolhedora”, o termo que designa quem separa peças numa linha de montagem. “Não é o que fazia antes, claro. As crianças estão em níveis muito diferentes, cada uma precisa de uma ajuda particular. Mas é emocionante voltar a ensinar”, diz Tatiana.

É mais fácil trabalhar com os mais pequeninos, que ainda dominam as duas línguas. Sofia, de cinco anos, filha de Iryna Tyutyuryk, é um bom exemplo. Há um tempo, a mãe percebeu que, enquanto brincava, a criança se dirigia em português a umas bonecas e em ucraniano a outras – conforme lhe tinham sido oferecidas num ou noutro país. “Não posso falar português com esta – não vês que ela não entende?”, perguntou. Relaciona-se de forma semelhante com os livros. Sem saber ler numa ou noutra língua, a garota consegue perceber em qual eles estão escritos, e é nessa que inventa histórias, a partir das ilustrações. “E diz: ‘Estou a ler português’. Ou ‘estou a ler ucraniano'”, conta Iryna.

A professora afirma que, mesmo para os que falam as duas línguas, as três horas de aulas semanais, ao sábado, são fundamentais. No período em que estão na escola básica de Sernadelo, encerrada por escassez de crianças do ensino regular, as do Leste europeu não falam português – mesmo entre elas, no recreio ou quando passeiam, para aprender o nome das plantas, o dos frutos do Outono. Tatiana procura promover a literatura, o artesanato, a História, o teatro, a música, os paladares dos países de origem dos pais das crianças. Algumas conhecem-nos. Outras não.

Na escola para aprender
“É tão bonito! As montanhas e os rios são maiores, as cores são mais fortes, há neve e as casas são muito engraçadas, parecem casas de livros de histórias”, descreve Catarina Juldashev, de 10 anos. A mãe, Halyna Motovilska, sorri: nunca teve possibilidades de levar a filha à Ucrânia, que ela conhece da Escola de Fim-de-Semana, das descrições feitas pelos pais e das imagens da Internet. Catarina Bogodyst e Maria Vegena, de nove e 11 anos, que têm ido ver as respectivas famílias, nas férias, confirmam que a Ucrânia “é mais ou menos assim”.

As três raparigas conheceram-se na escola de línguas e preferem-na à outra, que partilham com os portugueses. Acham que os colegas não gostam delas, “por as professoras gostarem muito” delas. “Não faço de propósito: porto-me bem. Aquilo, na sala de aula, às vezes parece uma guerra e eu fico sentada e calada, só a olhar – é só isso”, explica Catarina Juldashev, que anda no 5.º ano. Catarina Bogodyst tem o mesmo problema, mas se à primeira os colegas andam sempre a perguntar como está “o tempo lá em cima”, por ser a mais alta da turma, à segunda chamam “Cocodisto”, num trocadilho com o apelido. Catarina Juldashev encolhe os ombros: “Não gosto, mas pronto”. Bogodyst põe um sorriso malandro: “Eu corro atrás deles, furiosa”. E eles? “Alguns fogem!”

Os pais desvalorizam. “São crianças – estas sabem que estão na escola para aprender, que devem respeitar os adultos e os colegas, ser humildes e trabalhar”, enumera Halyna. Velodimir também não alimenta as queixas das raparigas e diz que “as russas e ucranianas fazem asneiras, como os portugueses”. “Só que sabem que na escola têm de se esforçar para ter um bom futuro. É uma questão de cultura”, diz.

Para comprovar que as crianças são felizes em Portugal e consideram este o seu país, chama o filho: “Gostavas de viver na Ucrânia?” A pergunta apanha o rapaz de surpresa. Artur hesita, depois sorri, embaraçado e diz que não, que prefere Portugal, embora goste de “ir lá nas férias”.

Velodimir Yurchuc sorri. Comenta que num momento em que os próprios portugueses emigram, também lhes passa pela cabeça sair de Portugal. “Mas, como pais, encaramos a situação com a mesma dificuldade: fazê-lo é desenraizar as crianças. Os nossos filhos nasceram aqui e de ucranianos já quase só têm os pais”, comenta.

“Na Ucrânia as coisas não estão melhor”
De entre os pais que estão no pátio, a aguardar o fim da aula, nenhum está de malas feitas para regressar à Ucrânia, de onde saíram na primeira vaga de cidadãos de Leste que se instalou em Portugal entre 1998 e os primeiros anos do novo século. “Que iriamos fazer para lá? Na Ucrânia as coisas não estão melhor. O meu marido ainda agora conseguiu mais um contrato de seis meses e eu estou a receber subsídio de desemprego. Lá não teríamos nada”, explica Iryna Tyutyuryk.

Os outros pais concordam, têm a sensação de que os europeus de Leste que retornam a casa o fazem por motivos familiares, como a doença ou a velhice dos pais, por exemplo, já que o desenvolvimento económico do país e a estabilidade política não justificam a opção. Dados oficiais confirmam que não é à custa da comunidade ucraniana que cresce o número de imigrantes que retornam aos seus países, supostamente empurrados pela crise. Os ucranianos, que formam o terceiro maior grupo de estrangeiros a residir em Portugal (com 33.790 pessoas, segundo os Censos de 2011) representam apenas 1,5 por cento dos 1790 que nos primeiros dez meses deste ano se candidataram ao Programa de Retorno Voluntário.

Ficar ou não, depende do que acontecer ao país de acolhimento, explicam, e sair de Portugal não significa regressar à Ucrânia ou à Rússia. Hrymoriy Yemera, pai de Maria, já conheceu outros países e admite regressar, sozinho, a França, para sustentar a família, se continuar sem emprego em Portugal, onde trabalhava como pedreiro. Diz que se sente bem no país. Tão bem, que comprou um terreno. “Infelizmente, a crise chegou antes da casa”, diz, com um sorriso.

Imagens e vídeos nos seguintes links:

http://www.publico.pt/multimedia/soundslide/titulos-para-miudos-de-leste-16

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/em-que-lingua-brincam-os-filhos-dos-imigrantes-russos-e-ucranianos-1579793

 

Crianças portuguesas são das que aprendem mais cedo uma língua estrangeira

Outubro 4, 2012 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 20 de Setembro de 2012.

O relatório mencionado na notícia é o seguinte:

Key Data on Teaching Languages at School in Europe 2012

Por Bárbara Wong

Portugal é dos países da União Europeia onde se aprende mais cedo uma língua estrangeira. Uma tendência que se verifica em toda a Europa, onde, na maior parte dos países se diminuiu a idade mínima obrigatória para aprender uma língua.

Em Portugal, o ensino do Inglês começa logo no 1.º ciclo, a partir dos seis anos. O mesmo acontece em Espanha, Itália, Luxemburgo, Noruega ou na Croácia. Em Malta, o ensino de uma língua estrangeira começa aos cinco anos. A idade limite para começar a aprender um novo idioma são os nove anos. A excepção é a comunidade germanófona da Bélgica onde aos três anos, as crianças começam a aprender uma segunda língua, o Francês e, aos 13 anos, é introduzida uma terceira língua.

Segundo o relatório Dados-chave sobre o ensino de línguas nas escolas europeias – 2012, Portugal está entre os países onde se começa a aprender mais cedo. A segunda língua é introduzida aos 12 anos. Tradicionalmente é o Francês o segundo idioma escolhido mas tem-se verificado um aumento dos alunos que, no 7.º ano, escolhem o Espanhol.

No entanto, ao contrário do que se verifica em muitos países, em Portugal entre 2005 e 2010 diminuiu a percentagem dos que aprendem línguas. No 3.º ciclo, em 2005 98,3% dos alunos portugueses aprendiam Inglês, mas cinco anos depois eram 74,6%. O Francês também caiu de 88,1 para 52,8% no 3.º ciclo e 22,3% para 6,4% no secundário.

O relatório revela que em 2009/2010, 60,8% dos estudantes do 3.º ciclo do ensino básico encontravam-se a aprender duas ou mais línguas estrangeiras – um aumento de 14,1% em relação a 2004/2005.

O Inglês é a língua estrangeira mais ensinada em quase todos os 32 países abrangidos pelo inquérito (os 27 estados, a que se juntam a Croácia, a Islândia, o Liechtenstein, a Noruega e a Turquia) – uma tendência que tem aumentado significativamente desde 2004/2005. Segue-se o Francês e o Alemão.

Portugal faz parte de uma lista de países em que em casa se fala um único idioma, apenas 2% dos alunos de 15 anos respondem que se expressam noutra língua fora da escola. Uma percentagem que não fica longe da média europeia: 2,7%. No entanto, há 6,9% de alunos que frequentam escolas onde existe entre 20 e 50% de alunos que falam outra língua em casa. O Luxembrugo e a Bélgica são dois desses países onde há maior diversidade linguística. No caso do Luxemburgo, 14,7% dos alunos de 15 anos inquiridos afirmam que falam Português em casa, enquanto na escola aprendem Francês ou Alemão.

Apenas 13% dos portugueses fala correctamente pelo menos duas línguas

Julho 6, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 21 de Junho de 2012.

Os documentos mencionados na notícia são os seguintes:

 Eurobarómetro: 98 % dos inquiridos opinam que aprender línguas é bom para os filhos, mas testes realçam défice de competências             

Special Eurobarometer 386 Europeans and their Languages / Especial Eurobarómetro 386 «Os Europeus e as línguas»

Final Report of the European Survey on Language Competences 2012

O Eurobarómetro, divulgado esta quinta-feira, revela que os portugueses são os que apresentam das maiores taxas de probabilidade de não falar qualquer língua estrangeira (61%), só os húngaros e os italianos apresentam piores resultados, 65% e 62% respectivamente.
Portugal fica assim a 12% da média europeia e cai dez pontos percentuais face ao anterior relatório.
A sondagem, efectuada em 14 países da zona Euro, revela ainda que 98% dos pais acha importante que os seus filhos falem outras línguas, mas um estudo complementar da Comunidade Europeia (CE) diz que apenas 42% dos adolescentes são competentes a falar outra língua que não a materna.
Cerca de metade dos europeus (54%) tem capacidade para manter uma conversação em pelo menos uma língua adicional, um quarto (25%) consegue falar pelo menos duas línguas adicionais e apenas 10% sabe conversar em pelo menos três línguas.
Perante os resultados Androulla Vassiliou, comissária europeia responsável pela Educação, Cultura, Multilinguismo e Juventude, alerta que o domínio de outras línguas é crucial pois “expande os horizontes e abre portas, aumenta a empregabilidade e, no caso das empresas, pode criar mais oportunidades no mercado único”.
Luxemburgo, Letónia, Países Baixos, Malta, Eslovénia e Lituania foram os países que apresentaram melhores resultados, ao nível das competências linguísticas.
O inquérito salienta que existe um fosso entre as aspirações e a realidade no que toca às competências em línguas estrangeiras na prática: testes efectuados entre alunos adolescentes em 14 países europeus mostram que apenas 42% são competentes na sua primeira língua estrangeira e 25% na segunda. Um número significativo, 14%, no caso da primeira língua estrangeira, e 20%, na segunda, não atingem nem o nível de “utilizador de base”.
Para os dados do inquérito, realizado na Primavera de 2011, foram inquiridos cerca de 54 mil alunos de 14 países da União Europeia

Diversidade linguística no sistema educativo português : necessidades e práticas pedagógicas nos ensinos básico e secundário

Setembro 2, 2011 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Colóquio internacional «Intercompreensão, plurilinguismo e didática das línguas estrangeiras: uma viagem entre culturas»

Julho 28, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Associação Portuguesa de Estudos Franceses, em colaboração com a Escola Superior de Educação e Comunicação e a Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve, vai promover, nos próximos dias 26 e 27 de setembro, o colóquio internacional supra indicado, que decorrerá no anfiteatro 05 do complexo pedagógico do campus da Penha da Universidade do Algarve.

Com este colóquio, pretende-se comemorar o dia europeu das línguas, homenagear a professora doutora Clara Ferrão Tavares, pelo seu pioneirismo em tantos domínios da didática das línguas e pela sua dedicação à causa da educação, e contribuir para a formação de professores de/em línguas e a celebração da diversidade.

Mais informações Aqui


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