1ªs Jornadas do Centro de Estudos do Bebé e da Criança “Olhar a Primeira Infância” 4 de Junho na FCG

Maio 30, 2018 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

A inscrição nas Jornadas tem o valor de 30€ e deverá ser feita através do link:

https://goo.gl/forms/7TM6ClDloIoGSbMG2

e o comprovativo de pagamento enviado para o e-mail:

jornadascebchde@gmail.com

mais informações no link:

http://www.spp.pt/eventos/default.asp?ida=1776

 

Anúncios

Como traduzir um bebé?

Maio 1, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Snews

Entrevista do https://www.educare.pt a Clementina Almeida.

Explica que o cérebro dos bebés nasce imaturo. Para o entenderem os pais devem perceber mais sobre o desenvolvimento infantil. Assim, vão poder lidar melhor com birras, medos e outras situações. Clementina Almeida, psicóloga especializada em bebés, em entrevista ao EDUCARE.PT.

Andreia Lobo

Chamam-lhe “tradutora de bebés”. Clementina Almeida é psicóloga clínica com especialidade em bebés. Fundou o BabyLab, da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, onde é investigadora e dirige a ForBabies, no Porto, uma clínica especializada no atendimento de bebés dos zero aos 36 meses.

Empenhada em passar aos pais informação baseada em “evidência científica”, Clementina Almeida escreveu o livro “Socorro! O meu bebé não dorme”, editado pela Porto Editora. Estreou-se, depois, na literatura para a infância, com uma coleção de histórias “com psicologia” para crianças e pais. Quatro personagens ajudam os mais pequenos a identificar-se com a problemática com a situação que vivem e a entender o que  sentem: “Luca, o hipopótamo que não queria deixar as fraldas”, “Pipo, o urso que não queria ficar sozinho”, “Duda, o leão que tinha medo” e “Tita, a zebra que não queria ter riscas”.

Por detrás de cada livro permanece sempre a preocupação de explicar aos mais crescidos os motivos de alguns dos comportamentos das crianças. Por isso, a psicóloga e escritora admite, com graça, que “escreve ao contrário”. Primeiro, investiga sobre o que a ciência diz a propósito do tema que pretende explorar. Depois, cria uma história que a criança possa entender. No final do livro, volta à ciência e explica aos pais, de forma simples, tudo o que precisam de saber. O EDUCARE.PT conversou com Clementina Almeida sobre desenvolvimento infantil, sobre birras e medos e como entender melhor o que as crianças nos dizem.

EDUCARE.PT (E): Dos zero aos três é a idade em que o cérebro atinge 85% do seu desenvolvimento. Como se explica este desenvolvimento num período tão curto?


Clementina Almeida (CA):
 Ao contrário da maior parte dos órgãos, que quando o bebé nasce já têm a maturidade suficiente, o cérebro nasce completamente imaturo. Se o cérebro crescesse aquilo de que nós precisávamos para que se tornasse maturo era impossível as mulheres darem à luz. Isto tem a ver com a nossa evolução como espécie, o facto de deixarmos de andar em quatro patas e passarmos a andar em duas, as ancas tiveram de estreitar para podermos correr e fugir dos predadores. E, portanto, a natureza arranjou um compromisso que é os bebés nascem ao fim de nove meses, mas com o cérebro ainda imaturo.

O bebé nasce totalmente dependente das relações que vai ter com o seu meio ambiente, das relações próximas com a mãe e com o pai, ou seja, com os cuidadores, mas também das experiências sensoriais que vai ter no primeiro ano de vida. Imagine-se o cérebro como uma pirâmide, em que a parte de baixo são as vias sensoriais mais básicas, como o cheiro, o toque, o ouvir – daí ser tão importante lermos e falarmos para os bebés. Com base nessas partes sensoriais vão edificar-se as estruturas mais complexas em termos cognitivos e emocionais.

No fundo, os primeiros três anos vão determinar as nossas competências em termos de aprendizagens futuras e a nossa saúde. Se tivermos boas fundações, tudo corre bem. Se tivermos experiências adversas de infância, como viver numa família economicamente desfavorecida, ter de lidar com psicopatologia materna, viver em pobreza ou mau ambiente familiar… Tudo tem um impacto tremendo no desenvolvimento cerebral nestes três anos. Quando somos bebés fazemos 700 a mil sinapses por segundo, é um verdadeiro fogo de artifício, nunca mais na vida teremos este tipo de desenvolvimento.

E: Que implicações isto tem?


CA:
 Se pensarmos que todas as sociedades gastam imenso dinheiro em termos de saúde pública, é certo que gastaríamos muito menos se investíssemos na primeira infância. Alguns prémios Nobel da economia dizem que por cada dólar investido na primeira infância temos um retorno de sete a nove dólares. Mas ainda estamos culturalmente muito habituados a achar que os bebés comem, dormem e mais nada. Falar para o bebé para quê, se ele não responde? Graças à evolução das neurociências conseguimos, hoje, perceber o que se passa dentro do cérebro do bebé. E sabemos que se passa muita coisa. Por isso, os primeiros anos não podem ser deixados ao acaso, de forma nenhuma.

E: Tão-pouco se podem deixar ao “acaso” os cuidados nos berçários e nas creches?


CA:
 Sim, por exemplo. Mas em Portugal não temos berçários de qualidade. Desde logo, porque um dos critérios para ter qualidade é o ratio de adulto por bebé. No primeiro ano de idade sabemos que o ideal será o ratio de um para um, porque o bebé precisa de um cuidador que responda de imediato às suas necessidades. Se nos berçários temos oito bebés para dois cuidadores, é óbvio que se um começa a chorar e os outros sete se seguem alguém vai ficar com as suas necessidade inatendidas. E este choro inatendido – quando é repetitivo e não há nada que o acalme – é, muitas vezes, classificado como stress tóxico na primeira infância.

Tóxico porque efetivamente acaba por afetar o desenvolvimento cerebral que se está a dar naquele momento. Que é precisamente o oposto do que se deseja. O stress vai libertar alguns químicos, nomeadamente o cortisol que tem um efeito cáustico no desenvolvimento dos bebés. Por bebé entende-se a idade dos menos nove meses até aos três anos e, depois, os de três estão a deixar de ser bebés, mas ainda são pequeninos. Um bebé que tem sistematicamente estas necessidades inatendidas, fica com o cérebro literalmente menor e com áreas – chamadas de buracos negros – que não se desenvolvem como deveriam.

E: Com tudo o que disse, o que deveria mudar na forma como a sociedade olha para estas idades?


CA:
 Há muito saber deste que ainda está na ciência. Ou seja, que ainda não está acessível aos pais. Os jornalistas têm um papel fundamental de transmitir esta informação. Quanto mais os pais souberem sobre o desenvolvimento, mais vão fazer pelos seus filhos. Portanto, o primeiro passo é possibilitar aos pais o acesso à informação de que os primeiros anos de vida da criança são demasiado importantes para serem deixados aos acaso. Depois, em termos de políticas de prevenção temos tendência para atuar quando já existe a doença ou o sintoma já apareceu. Fazemos pouco em termos preventivos. Em termos políticos, a prevenção é algo cujos resultados só se vêm daqui a vinte ou trinta anos. Não costuma ser uma prioridade em Portugal trabalhar com vista à prevenção.

E: Dê-me exemplos de coisas simples que os pais podem fazer para aproveitarem ao máximo o potencial destes três anos?


CA:
 A coisa mais simples que podem fazer é falar para o bebé. Sabemos que existem bebés que ouvem cerca de 600 palavras por dia enquanto outros ouvem 1500. Aos três anos, por exemplo, dá uma diferença de 30 milhões de palavras. Não seria importante se não estivesse relacionado com o desenvolvimento da linguagem aos dois anos e, inclusive, depois com o sucesso académico até aos 10 anos. Falar não custa dinheiro.

Podemos falar com o bebé sobre tudo, ler, cantar, ou seja, usar muitas e muitas palavras, porque estamos a fazer estimulação sensorial auditiva que é muito importante. Também é importante expor o bebé a outras experiências sensoriais: tocar em tecidos, expo-lo a cheiros, do café, do chocolate, da canela… O trabalho na ForBabies começa pelo programa BabySense em que os bebés recebem uma hora de estimulação sensorial adaptada à idade e ao desenvolvimento. Os pais recebem orientações para fazer o programa em casa, o que inclui fazer tintas e plasticina caseiras que são coisas divertidas que os bebés adoram. E, acima de tudo, ajudamos estes pais a perceberem o quão importante este tipo de experiências é para o desenvolvimento cerebral do bebé.

E: Sente que os pais precisam de formação para a parentalidade?


CA:
 Precisam de conhecimento. Mas muita coisa é instintiva. Costumo dizer que os mais especialistas em bebés são os pais, porque os conhecem e percebem todas as suas nuances e diferenças. Todas as famílias são diferentes e eu valorizo muito a criatividade familiar. Por isso também sou avessa àqueles cursos de parentalidade. A maior parte deles ensinam uma determinada abordagem e a mim isso soa-me mal. Parece que pretendem que todos os pais façam daquela maneira para que todos filhos sejam daquela maneira. O que corta muito esta criatividade. Nos EUA e em Inglaterra existem movimentos a favor de ensinar os pais acerca do desenvolvimento. A ideia é não que precisamos de ensinar os pais a serem pais, porque já sabemos que eles vão fazer o melhor que podem. Se eu souber que o meu bebé está a fazer uma birra porque está numa fase de desenvolvimento, que a birra tem estas fases e a seguir posso atuar desta maneira, que ele me está a transmitir um pedido de ajuda e, não propriamente, um confronto comigo, se calhar, consigo perceber de que forma o posso ajudar.

Há determinadas estratégias em cursos de parentalidade que põem os pais a pensar: “Isso é muito giro, mas venha cá a casa quando ele está a espernear.” Noto muito isso na consulta de psicologia pediátrica de rotina que avalia as crianças pequenas para além dos percentis. Os pais procuram muito esta consulta como orientação e dizem-me que a partir do momento em que perceberam o que se estava a passar a situação melhorou logo.

E: A dificuldade é mesmo entender o que está por detrás do comportamento dos bebés.


CA: 
Sim, porque é preciso perceber de desenvolvimento e isso falha. Depois, se a estratégia é dar mais ou menos beijinhos, se é conversar lá fora ou lá dentro, isso depende da criatividade de cada pai e mãe e não devemos cortar isso.

E: A pensar no que é comum a muitas crianças – birras, medos, perdas e dificuldades no desfralde – escreveu uma coleção de livros infantis que servem também de apoio aos pais…
CA: Com mais ou menos exuberância, todas as crianças acabam por passar por uma ou outra destas fases. A ideia dos livros é a criança identificar-se com o animal que protagoniza a história – o leão que tem medo, a zebra que não quer ter riscas – e que representa um momento comum na infância dos zero aos três. No final do livro tento espalhar conhecimento. Explico, por exemplo, aos pais o que são os medos característicos de cada fase e as estratégias genéricas que podem utilizar. Os livros não são apenas “historinhas”, são ferramentas para os pais.

No caso das fraldas, muitas crianças têm dificuldades porque no infantário de repente toda a gente vai desfraldar e não se tem consideração o nível de desenvolvimento cognitivo e emocional de cada criança. O desfralde é uma fase do desenvolvimento, fazê-lo antecipadamente é como ter a criança sem caminhar e querer ensiná-la a correr. Largar as fraldas é um marco, é deixar de estar a brincar e fazer a coisa quando lhe apetece, é ter consciência do funcionamento da sua bexiga, do seu intestino. As crianças têm de ser capazes, em termos motores, de se sentarem durante algum tempo. Tudo isto são metas que vão conquistando e quando se conquistam o desfralde é natural.

E: As birras são também outro desafio para os pais…


CA: 
As birras são outro marco natural do desenvolvimento da criança. Mas acontecem, na maior parte das vezes, porque nós pais fazemos com que elas surjam. Os adultos controlam tudo na vida da criança: a que horas sai de casa, para onde vai, o que vai comer, o que vai vestir, a que horas se deita. Chega uma altura em que a criança começa a ter a sua autonomia e quer controlar qualquer coisa, quer decidir coisas no mundo dela. Uma forma de evitar as birras é dar à criança poder de decisão ao longo do dia. Não é deixá-la fazer tudo o que quer, mas dentro do que eu preciso que ela faça deixá-la decidir alguma coisa. Por exemplo, preciso que ela se vista. Posso dar a escolher: queres esta camisola ou esta? Não é abrir o armário e perguntar: qual é que queres? Isso seria demasiado para uma criança de dois anos. Mas se der à criança possibilidades de escolha, a parte psíquica que precisa de escolher e de sentir que controlou qualquer coisa ali à volta vai-se desenvolvendo saudavelmente. A criança fica mais segura e, ao mesmo tempo, o adulto está a fazer as coisas que quer. Se disser apenas “vamos vestir isto”, a possibilidade que a criança tem de escolher é dizer “não”, porque não lhe foi dada outra hipótese. Portanto, há formas de prevenir e de lidar com a birra quando ela aparece.

E: Muito frequentes são as birras no supermercado. Há alguma explicação?


CA: 
É preciso perceber que os supermercados, os shoppings, são locais de muita estimulação e, portanto, podem rapidamente provocar uma birra porque os bebés não têm ainda capacidade para regular todo aquele estímulo. Muitas vezes os pais pegam na criança que sai da creche onde está completamente contida –  porque também não tem grandes hipóteses de escolha e as coisas estão muito determinadas –  metem-na no carro e a caminho de casa passam pelo supermercado. É como pegar num barril de pólvora e andar a ver se aquilo explode. Se calhar era melhor depois da creche fazer a criança correr para aliviar aquela “panela de pressão” ou fazer ao contrário, ir primeiro ao supermercado e depois ir buscar a criança. Não devemos deixar de os expor às situações, mas é preciso perceber quando os estamos a expor. Há momentos que servem mesmo de gatilho.

E: No final de cada um dos seus livros escreve: “Respire fundo e lembre-se que o adulto é você”. Os pais esquecem-se disto?


CA: 
As crianças precisam imenso da ajuda dos pais para se regularem emocionalmente. Não têm sequer alguns dos neurotransmissores que os adultos têm e a nós, muitas vezes, salta-nos a tampa, a eles que não os têm mais facilmente isso acontece. Se a criança tem dificuldade em lidar com a birra e ainda levar por cima com agressividade ou berros dos adultos vai ter grande dificuldade em lidar com aquilo de forma saudável. A ciência mostra que 80% do que somos é relação e 20% é genética. Vem alguma coisa determinada, mas depois se aquele gene dispara, ou se me torno mais desta forma ou de outra, é pela relação que estabeleço todos os dias.

 

A evolução da linguagem dos 2 aos 6 anos

Dezembro 8, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Texto do site http://uptokids.pt/

A evolução da linguagem dos 2 aos 6 anos

Enquanto pais queremos perceber se o nosso filho se encontra dentro do que é expectável na sua faixa etária e como podemos estimulá-lo. São frequentes preocupações como o meu filho troca muitas sílabas/sons nas palavras, as outras pessoas não o conseguem perceber… Pois bem, é certo que cada criança tem o seu ritmo de desenvolvimento que deve ser respeitado, no entanto podemos e devemos estar atentos, conhecer mais sobre o percurso normal de desenvolvimento e saber como estimular da melhor forma em cada etapa.
Se houver dúvidas, fale com o seu médico de família, com o seu pediatra e não deixe de consultar um terapeuta da fala, estes são os profissionais a quem deve recorrer para que sejam efetuados os despistes necessários e para que, em caso de necessidade, a intervenção seja o mais precoce possível.

2 – 3 anos

Características

• Brinca ao faz de conta, por exemplo dar de comer a um boneco.
• “Idade dos porquês”.
• Diz o nome e a idade.
• Canta músicas simples e faz os gestos.
• Grande expansão de vocabulário.
• Nomeia e diz para que servem objetos comuns.
• Identifica imagens de ações.
• Responde a perguntas simples Quem? Onde? O quê?
• Identifica grande, pequeno e muito.
• Produz frases com 4 palavras (ex.: Eu quero um gato!; Hoje vou à escola!; Eu gosto de gelado!) e já começa a produzir frases coordenadas (ex.: “Eu quero um gato e um cão.”).
• Utiliza predominantemente substantivos mas também já utiliza verbos, adjetivos, determinantes, pronomes pessoais, alguns advérbios e preposições.
• Já começa a fazer a variação em género e número.

Atividades

  • Reserve tempo para ouvir a criança e responder-lhe.
    • Expanda os seus enunciados, por exemplo se a criança disser “comer”, diga “Vamos comer a sopa”.
    • Envolva a criança nas atividades do dia-a-dia.
    • Explore os brinquedos e os objetos do dia-a-dia com a criança: nome, características, para que servem.
    • Explore livros.
    • Façam jogos em que cada um joga na sua vez (lotos de imagens, de identificação de sons, de associação de pares, cores…)
    • Se a criança ainda usa o biberão e/ou a chupeta, encoraje-a a deixar de usar!

Sinais de Alerta

  • Só produz palavras simples.
    • Não junta 2 palavras em frases simples (ex.: “dá pão”).
    • Não responde a perguntas fechadas sim/não.
    • Não aponta para partes do corpo a pedido.
    • Não executa uma ordem simples.

3 – 4 Anos

Características

  • Utiliza habitualmente uma linguagem compreensível para desconhecidos.
    • Diz “eu” quando se refere a si.
    • Compreende perguntas com os pronomes Porquê? Quanto? Como?
    • Compreende os locativos: à frente, atrás, dentro, fora.
    • Descreve acontecimentos do dia-a-dia.
    • Conta pequenas histórias com apoio de imagens.

Atividades

  • Converse diariamente com a criança.
    • Deixe-a realizar atividades adequadas à sua idade e que desenvolvam a sua independência.
    • Leia histórias em conjunto, deixe-a ajudar a contar a história e peça no final que conte a história para si.
    Sinais de Alerta
    • Utiliza um discurso ininteligível para estranhos.
    • Utiliza mais os gestos que as palavras.
    • Não executa ordens de duas ideias.
    • Não responde a perguntas: O que é? Onde?
    • Não faz trocas de turnos num diálogo.
    • Fala só sobre um tópico específico.

4 – 5 Anos

Características

  • Exprime-se de forma fluente.
    • Pergunta o significado das palavras.
    • Cumprimenta e pede desculpa.
    • Fala sobre os seus sentimentos.
    • Compreende ordens complexas.
    • Usa frases completas.
    • Começa a produzir frases subordinadas.
    • Fala do passado e do futuro.
    • Articula corretamente quase todos os sons.
    • Identifica sílabas de palavras di e trissilábicas.
    • Faz rimas.

Atividades

  • Estimule a imaginação (ex.: teatro de fantoches).
    • Cante canções.
    • Brinque com a divisão silábica (ex.: dividir as palavras em bocadinhos – sílabas com recurso a palmas).

Sinais de Alerta

  • Não comunica com estranhos.
    • Não faz diálogos.
    • Não descreve acontecimentos do dia-a-dia.
    • Não responde a perguntas: O que é? Porquê? Como?
    • Omite consoantes finais.
    • Troca o /g/ por /d / (ex.: “dato” em vez de “gato”) ou o /k/ por /t/ (ex.: “tão” em vez de “cão”).

5 – 6 Anos

Características

  • Participa em discussões de grupo e espera a sua vez para falar.
    • Percebe críticas e comentários sobre si.
    • Conta histórias complexas.
    • Compreende perguntas complexas.
    • Compreende os opostos.
    • Articula de forma correta praticamente todos os sons da sua língua, pode ter dificuldade em articular palavras com grupos consonânticos.

Atividades

  • Explore rimas, lengalengas, trava-línguas em canções e livros.
    • Pergunte as sílabas inicias das palavras que aparecem durante um jogo.

Sinais de Alerta

  • Não conta histórias nem descreve o seu dia.
    • Utiliza frases mal estruturadas.
    • Exprime-se de forma pouco fluente.
    • Pronuncia mal as palavras.

Não se esqueça que a criança precisa de crescer e aprender e os adultos são o modelo, só através deles aprenderá a usar a linguagem adequadamente.

Por Terapeuta da Fala Rita Costa

 

 

“Imaturo” para a escola primária?

Fevereiro 1, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Texto do http://lifestyle.publico.pt de 15 de janeiro de 2016.

Fernando Veludo NFactos

A partir do dia em que nascem, todas as crianças têm uma data marcada para entrar para o 1.º ciclo e isto acontecerá aproximadamente quando fazem 6 anos. Contudo, esta prontidão, cronologicamente determinada pelo sistema educativo português, nem sempre deixa pais, educadores e professores convencidos de que a criança “está preparada”.

É frequente surgirem algumas dúvidas e por vezes é mesmo necessário optar por enquadramentos diferenciados, tais como o adiamento da escolaridade ou o apoio pedagógico, por exemplo. Facto é que a queixa de “imaturidade” é pouco clara e imprecisa e esse conceito vago pode esconder uma necessidade real e que deve obter resposta o mais cedo possível.

“É muito trapalhão a falar…”
Actualmente já se conhecem alguns preditores de dificuldades de aprendizagem, isto é, indicadores que se podem observar, ainda em idade pré-escolar, e que permitem antever dificuldades em determinadas áreas curriculares. É até possível prever, com alguma exatidão, o risco de uma criança vir a apresentar uma dificuldade de aprendizagem específica, como é a dislexia.

A linguagem está entre os preditores mais referidos na literatura sobre dificuldades de aprendizagem. Os obstáculos na articulação, a dificuldade em discriminar sons, na nomeação e na consciência fonológica (noção dos sons da língua, sensibilidade a rimas, cantilenas etc.) resultam muitas vezes em dificuldades na aprendizagem da leitura e da escrita.

Ainda assim, algumas situações relatadas como “troca letras a falar” ou “é muito trapalhão quando fala” podem ser transitórias e ultrapassadas quando encaminhadas para o acompanhamento de um profissional especializado.

“Não desenha bem as letras e os números.”
A motricidade fina, a par com a orientação espacial e percepção visual, são outras competências pré-académicas significativas no sucesso escolar. É esperado que uma criança com 5 anos comece a reconhecer algumas letras e consiga escrever o seu nome, numa primeira fase a copiar e depois espontaneamente. O reconhecimento de letras e a escrita do nome próprio são outras duas capacidades que apresentam uma relação forte com a futura aprendizagem de leitura e escrita.

Quanto à matemática, é importante que a criança conte pelo menos dez objectos e que domine o raciocínio necessário para resolver problemas simples, de cabeça, como “O João tinha três berlindes. A mãe deu-lhe mais dois. Com quantos ficou?”.

“O irmão tem dislexia e foi detectado tarde… Não queremos que o mesmo se repita.”
A presença de antecedentes familiares de dificuldades de aprendizagem não deve ser desvalorizada. Vários estudos apontam para fatores hereditários em muitos dos problemas que causam dificuldades em aprender. A própria dislexia tem uma base genética pelo que se encontra frequentemente em irmãos, em pais ou filhos. A preocupação em detectar o mais cedo possível uma dificuldade de aprendizagem é legítima, determinante e sabe-se hoje que quanto mais cedo forem detetadas as dificuldades e desencadeados os apoios especializados, maiores as probabilidades de sucesso.

“Ainda gosta muito de brincar.”
Brincar é uma das actividades mais importantes que uma criança pode fazer no jardim-de-infância e isto aplica-se também em casa. Os pais, muitas vezes preocupados com a transição dos filhos para a escola primária, assumem a responsabilidade de fazer tarefas educativas em casa. O que realmente pode fazer a diferença? Conversar, brincar e ler em conjunto: criar o hábito de ler uns minutos por dia e conversar sobre os livros que se leram, fazer um balanço do dia que passou ou antever o fim-de-semana que está para vir, podem ser momentos de qualidade em família e promover a aprendizagem e o crescimento.

A brincar aprende-se a esperar pela vez, a planear e aplicar estratégias para resolver problemas e a resistir à frustração. Brincar é a atividade de excelência para desenvolver as competências sociais e as relações com os outros.

“O que podemos fazer?”
Se existem dúvidas sobre as aprendizagens aquando da entrada para o 1.º ano, o caminho a seguir é falar com a educadora, perceber melhor as áreas mais frágeis em comparação com o grupo e procurar uma avaliação psicopedagógica.

Existem alguns cenários possíveis, nomeadamente o adiamento do arranque do 1.º ciclo ou desencadear o acompanhamento por um técnico especializado que facilite esta transição e ajude a promover as competências pré-académicas em falta. No caso de se optar pelo pedido de adiamento este deve ser requerido até 15 de maio do ano escolar imediatamente anterior ao pretendido para adiamento e deve fazer-se acompanhar sempre de um parecer técnico fundamentado, que inclui uma avaliação psicopedagógica da criança.*

A decisão é muitas vezes difícil de tomar e pesam também fatores de ordem emocional da criança como o acompanhar ou não o grupo de pares, o ficar desmotivada com a repetição de conteúdos ou a insegurança gerada por se ver confrontada com aprendizagens para as quais não tinha maturidade. Por tudo isto os pais devem tentar reunir o máximo de informação possível e procurar ajuda.

*Para mais informações consultar o decreto-lei nº3/2008 (art.º 16º, alínea c), o Decreto-lei nº176/2012 (art.º 8º) e o Despacho nº5048-B/2013.

Terapia da Fala e Educação Especial e Reabilitação do CADIn

 

 

Encontro “A apropriação da linguagem escrita nas primeiras idades” 21 de março Évora

Março 19, 2015 às 8:10 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

ENCONTRO Apropriação da cultura escrita - dia 21 mar 2015 - Evora PT

A APROPRIAÇÃO DA CULTURA ESCRITA NAS PRIMEIRAS IDADES – Implicações da teoria histórico-cultural 21 de Março |10:30 | Colégio do Espírito Santo A inscrição é gratuita mas sujeita a confirmação através do mail

mafm@uevora.pt

Como os bebés decidem com quem falar

Janeiro 22, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , ,

texto do site  http://www.futurity.org  de 12 de janeiro de 2014.

Dean Wissing  Flickr

How babies decide who to ‘chat up’

McGill University, New York University rightOriginal Study

Posted by James Devitt-NYU on January 12, 2015

Babies who understand only one language just assume that other people do, too.

A new study—that also finds the same assumption is not held by bilingual babies—may clarify how babies decide who is worth having a “conversation” with, researchers say.

“Our results not only offer insight into infants’ perception of linguistic abilities, but, more importantly, may help us better understand whom they see as good communication partners,” says Athena Vouloumanos, associate professor of psychology at New York University and coauthor of the study that is published in the journal Cognition.

“Knowing who might make a good communication partner may enhance learning about the many aspects of the world that we learn about from others, including our native languages,” says coauthor Kristine Onishi, an associate professor at McGill University.

Adults of course recognize that others can understand multiple languages. However, it’s less clear if infants share this type of perception.

Babies gaze longer

For the study, researchers examined the responses of both monolingual and bilingual 20-month-olds as they observed a series of interactions between adults with whom the infants were unfamiliar. Here, two adult speakers told an adult listener the location of a ball hidden inside cups using either the same (English or Spanish) or two different languages, which included English and another language (French and Spanish).

Following verbal instruction in one language, the adult always found the ball. Then, in one version of the scenario, the adult following the verbal instruction from a second speaker searched correctly for the ball; in a second version, the adult searched incorrectly (the infants had previously seen where the ball was hidden so knew its correct location).

The researchers employed a commonly used method to measure infants’ expectations: looking time. Previous research has shown that a longer gaze indicates that infants see something they did not expect and therefore visually engage with it longer.

The results show that infants’ expectations about whether the unfamiliar adult was monolingual or multilingual varied the infants’ own language background.

For instance, after the listener gave evidence of understanding one language (by searching for the ball in the correct location), both monolingual and bilingual infants looked longer when the listener then searched incorrectly after receiving information from a second speaker using this same language.

The longer look suggested the infants expected the adult to seek out the ball in the other (i.e., correct) location. However, when information was provided in two different languages, only monolingual infants looked longer when the listener reached correctly; in contrast, bilingual infants looked equally at both outcomes.

That is, monolingual infants, surprisingly, did not expect the adult to understand a second language, even when this second language was the infants’ own language—for example, English-speaking monolingual infants who saw an unfamiliar person respond correctly to Spanish did not then expect that person would understand English.

“The monolingual infants assumed that an unfamiliar person would understand only one language while bilingual infants did not, suggesting that infants do not expect all speech to convey information to all people,” says Vouloumanos.

NYU’s Dean’s undergraduate research fund and the Social Sciences and Humanities Research Council of Canada funded the study.

Source: NYU

 

Falar com o bebé ajuda-o a fazer amigos

Janeiro 21, 2015 às 10:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

Notícia da Pais & Filhos de 14 de janeiro de 2015.

o estudo citado na notícia é o seguinte:

Listen up! Speech is for thinking during infancy

Mother and Baby kissing and hugging. Happy Family

A importância de falar com os bebés desde o nascimento foi recentemente confirmada por investigadores norte-americanos, os quais garantem que quanto mais habituadas as crianças estiverem a ouvir conversas – mesmo que inicialmente não consigam responder – melhores ferramentas sociais possuíram quando forem expostas ao mundo para além da família. Ou seja, farão amigos mais facilmente e também serão capazes de distinguir melhor quem realmente gosta delas.

Os cientistas das universidades de Illinois e de Nova Iorque acreditam que os bebés não só adquirem um vocabulário mais rico, como “ficam apetrechados com capacidades psicológicas, cognitivas e sociais que formam a base do seu processo de aprendizagem”, tal como afirma Athena Vouloumanos, autora principal do artigo publicado no jornal científico “Trends in Cognitive Sciences”. Isto porque a atenção dada a quem fala com elas é também, e em paralelo, usada para as crianças reconhecerem os pormenores e situações que formam o seu mundo.

 

 

 

 

Dia Europeu das Línguas 27 de Setembro no Goethe-Institut em Lisboa

Setembro 26, 2014 às 8:00 am | Publicado em Divulgação, Recursos educativos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

dia2

Um vasto programa cultural com mini-aulas, petiscos, danças, oficinas e concertos irá assinalar na tarde de sábado, dia 27 de setembro o Dia Europeu das Línguas.

Os institutos culturais e as embaixadas sedeadas em Lisboa irão assinalar no próximo dia 27 de setembro o Dia Europeu das Línguas. Entre as 14h00 e 19h00 haverá um vasto programa cultural com entrada gratuita para toda a família, gostos e sentidos. O palco deste festival de línguas será o jardim e as instalações do Goethe-Institut que convida os seus visitantes a mergulhar, com todos os sentidos, em sete línguas europeias: Alemão, espanhol, finlandês, francês, italiano, português e romeno.

O programa começa com mini-aulas de alemão, espanhol, finlandês, francês, italiano, romeno e alemão austríaco, que a partir das 14h30 se repetem de meia em meia hora. Quem, no entanto, quiser conhecer as línguas europeias através dos seus apetitosos sabores culinários, não pode perder os petiscos dos vários países que serão servidos no jardim do Goethe-Institut, nem as massas italianas preparadas na hora, pessoalmente, pelo chef de cozinha Michele Bono, do Restaurante ‘Il Gattopardo’ (Hotel Dom Pedro).

Os visitantes mais pequenos podem, ainda, explorar as línguas europeias através de diversas atividades criativas: escutar com as suas famílias “Histórias Magnéticas”, contadas em português em histórias-concertos, participar numa oficina de teatro com o ator Ulisses Ceia, ou assistir ainda a uma oficina de ilustração com a ilustradora Danuta Wojciechowska.

Quem no final do dia ainda tiver fôlego, poderá participar nas aulas de dança espanholas e romenas ou assistir a um concerto de acordeão francês. E como o melhor vem sempre no fim, será ainda possível ficar habilitado para o sorteio de um curso de línguas, oferecido pelos institutos organizadores do Dia Europeu das Línguas 2014.

O Dia Europeu das Línguas 2014 é uma iniciativa da EUNIC Portugal, uma rede de institutos culturais e embaixadas, e da Representação da Comissão Europeia em Portugal.

Para mais informações:
Manuel Malzbender
Embaixada da Áustria
Tel.: 213 943 900
Email: lissabon-ob@bmeia.gv.at

Local do evento:
Goethe-Institut
Campo dos Mártires da Pátria, 37
Tel.: 218 824 510
www.goethe.de/lisboa
info@lissabon.goethe.org

Mais informações disponíveis em:
portugal.eunic-online.eu
Twitter:
#DiaEULinguas14

 

mais recursos educativos e informações:

http://edl.ecml.at/

 

Teste da UA e do IPS deteta crianças com problemas linguísticos

Fevereiro 14, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

Noticia do site da Universidade de Aveiro de 7 de Fevereiro de 2014.

aveiro

Chama-se Teste de Linguagem – Avaliação de Linguagem Pré-Escolar (TL-ALPE), permite avaliar o desenvolvimento linguístico em crianças dos 3 aos 6 anos e pretende ajudar a reduzir a percentagem de crianças – cerca de 10 por cento – que chegam ao 1.º ciclo com perturbações de linguagem por diagnosticar. Concebido por uma equipa de investigadoras da Universidade de Aveiro (UA) e do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) o TL-ALPE permite, de forma simples e eficaz, avaliar as competências linguísticas das crianças em idade pré-escolar nas áreas da semântica, da morfossintaxe e da fonologia. Desempenhos abaixo dos limites normais e não intervencionados em idade precoce podem comprometer o sucesso escolar e social.

O teste, aferido cientificamente para os pequenos falantes da língua portuguesa, está construído de forma a que, intuitivamente, possa ser utilizado pelos profissionais que trabalham diretamente com a faixa etária dos 3 aos 6 anos.

“Educadores de infância, psicólogos ou pediatras podem usar o instrumento para um despiste rápido de uma perturbação no desenvolvimento linguístico das crianças e sempre que necessário devem fazer o encaminhamento para um terapeuta da fala”, explica uma das quatro autoras do teste, Marisa Lousada, professora na Escola Superior de Saúde da UA. Já os terapeutas da fala, através do TL-ALPE, podem não só avaliar detalhadamente as competências linguísticas dos pequenos pacientes como, através dele, elaborar um plano de intervenção específico para os problemas encontrados.

“O TL-ALPE permite avaliar a compreensão auditiva e a expressão verbal oral em várias áreas”, aponta a investigadora que junta a docência à investigação no Instituto de Engenharia Eletrónica e Telemática de Aveiro (IEETA), um dos pólos de investigação da UA. Assim, através do teste “o terapeuta da fala pode avaliar nas crianças a forma como constroem frases, o tipo e a riqueza do vocabulário que utilizam e a compreensão que têm ou não sobre a linguagem”. Mais, os técnicos podem perceber se os pequenos “compreendem frases complexas, se conhecem o significado das palavras que são utilizadas e se são capazes de refletir sobre a linguagem”.

Tratamento precoce é fundamental

“É muito importante a capacidade que este instrumento dá ao terapeuta da fala de perceber como as crianças desta faixa etária estão entre os parâmetros linguísticos considerados normais para aquelas idades”, explica Ana Mendes, investigadora no IEETA, docente no IPS e responsável pelo projeto. “Quanto mais cedo se identificarem as crianças com problemas, mais cedo podem começar a ser tratadas de forma a que, quando ingressarem na escola, já estejam a ser acompanhadas”, explica a autora do teste. “Quanto mais tarde forem intervencionadas mais possibilidades há de terem um grande atraso não só no desenvolvimento linguístico como no cognitivo, escolar e social, com todas as repercussões que isso representa no desenvolvimento do ser humano”, alerta.

Adianta a investigadora que “estando o TL-ALPE aferido para a população portuguesa, o terapeuta aplica-o hoje, implementa o plano de intervenção e volta a usar o mesmo instrumento para analisar a eficácia da intervenção terapêutica”.

Ana Mendes lembra ainda outra das grandes vantagens do TL-ALPE: “Muitas vezes, os terapeutas da fala, como não têm estes instrumentos aferidos, usam o seu próprio instrumento criado por eles ou traduzido de outras línguas” devido ao escasso número de  instrumentos aferidos para o português europeu.

Constituído pelo manual de instruções, por um livro de imagens, por  uma folha de registo e por uma coleção de objetos próprios que estimulam as respostas das crianças de acordo com as indicações do terapeuta, o teste foi desenvolvido no âmbito de dois projetos de investigação financiados pela Fundação Calouste Gulbenkian, pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia e pelo Ministério da Educação e Ciência. Para além de Marisa Lousada e Ana Mendes, o TL-ALPE tem a assinatura das docentes Fátima Andrade, docente no Departamento de Educação da UA, e de Elisabete Afonso, antiga docente da UA, atualmente a dar aulas no ensino secundário.

Editado pela Edubox, uma empresa spin-off da UA, este novo instrumento de terapia da fala estará disponível a partir de fevereiro, estando atualmente a decorrer uma campanha de pré-reserva do TL-ALPE.

Nota: Mais informações sobre o TL-ALPE podem ser obtidas através dos contatos

_ Edubox SA
email: geral@edubox.pt / tlf: 234 380 309

_ Marisa Lousada
email: marisalousada@ua.pt

 

Perturbação Específica do Desenvolvimento da Linguagem : Uma Abordagem Neurolinguística

Junho 2, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

perturba

Mais informações Aqui

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.