“Imaturo” para a escola primária?

Fevereiro 1, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://lifestyle.publico.pt de 15 de janeiro de 2016.

Fernando Veludo NFactos

A partir do dia em que nascem, todas as crianças têm uma data marcada para entrar para o 1.º ciclo e isto acontecerá aproximadamente quando fazem 6 anos. Contudo, esta prontidão, cronologicamente determinada pelo sistema educativo português, nem sempre deixa pais, educadores e professores convencidos de que a criança “está preparada”.

É frequente surgirem algumas dúvidas e por vezes é mesmo necessário optar por enquadramentos diferenciados, tais como o adiamento da escolaridade ou o apoio pedagógico, por exemplo. Facto é que a queixa de “imaturidade” é pouco clara e imprecisa e esse conceito vago pode esconder uma necessidade real e que deve obter resposta o mais cedo possível.

“É muito trapalhão a falar…”
Actualmente já se conhecem alguns preditores de dificuldades de aprendizagem, isto é, indicadores que se podem observar, ainda em idade pré-escolar, e que permitem antever dificuldades em determinadas áreas curriculares. É até possível prever, com alguma exatidão, o risco de uma criança vir a apresentar uma dificuldade de aprendizagem específica, como é a dislexia.

A linguagem está entre os preditores mais referidos na literatura sobre dificuldades de aprendizagem. Os obstáculos na articulação, a dificuldade em discriminar sons, na nomeação e na consciência fonológica (noção dos sons da língua, sensibilidade a rimas, cantilenas etc.) resultam muitas vezes em dificuldades na aprendizagem da leitura e da escrita.

Ainda assim, algumas situações relatadas como “troca letras a falar” ou “é muito trapalhão quando fala” podem ser transitórias e ultrapassadas quando encaminhadas para o acompanhamento de um profissional especializado.

“Não desenha bem as letras e os números.”
A motricidade fina, a par com a orientação espacial e percepção visual, são outras competências pré-académicas significativas no sucesso escolar. É esperado que uma criança com 5 anos comece a reconhecer algumas letras e consiga escrever o seu nome, numa primeira fase a copiar e depois espontaneamente. O reconhecimento de letras e a escrita do nome próprio são outras duas capacidades que apresentam uma relação forte com a futura aprendizagem de leitura e escrita.

Quanto à matemática, é importante que a criança conte pelo menos dez objectos e que domine o raciocínio necessário para resolver problemas simples, de cabeça, como “O João tinha três berlindes. A mãe deu-lhe mais dois. Com quantos ficou?”.

“O irmão tem dislexia e foi detectado tarde… Não queremos que o mesmo se repita.”
A presença de antecedentes familiares de dificuldades de aprendizagem não deve ser desvalorizada. Vários estudos apontam para fatores hereditários em muitos dos problemas que causam dificuldades em aprender. A própria dislexia tem uma base genética pelo que se encontra frequentemente em irmãos, em pais ou filhos. A preocupação em detectar o mais cedo possível uma dificuldade de aprendizagem é legítima, determinante e sabe-se hoje que quanto mais cedo forem detetadas as dificuldades e desencadeados os apoios especializados, maiores as probabilidades de sucesso.

“Ainda gosta muito de brincar.”
Brincar é uma das actividades mais importantes que uma criança pode fazer no jardim-de-infância e isto aplica-se também em casa. Os pais, muitas vezes preocupados com a transição dos filhos para a escola primária, assumem a responsabilidade de fazer tarefas educativas em casa. O que realmente pode fazer a diferença? Conversar, brincar e ler em conjunto: criar o hábito de ler uns minutos por dia e conversar sobre os livros que se leram, fazer um balanço do dia que passou ou antever o fim-de-semana que está para vir, podem ser momentos de qualidade em família e promover a aprendizagem e o crescimento.

A brincar aprende-se a esperar pela vez, a planear e aplicar estratégias para resolver problemas e a resistir à frustração. Brincar é a atividade de excelência para desenvolver as competências sociais e as relações com os outros.

“O que podemos fazer?”
Se existem dúvidas sobre as aprendizagens aquando da entrada para o 1.º ano, o caminho a seguir é falar com a educadora, perceber melhor as áreas mais frágeis em comparação com o grupo e procurar uma avaliação psicopedagógica.

Existem alguns cenários possíveis, nomeadamente o adiamento do arranque do 1.º ciclo ou desencadear o acompanhamento por um técnico especializado que facilite esta transição e ajude a promover as competências pré-académicas em falta. No caso de se optar pelo pedido de adiamento este deve ser requerido até 15 de maio do ano escolar imediatamente anterior ao pretendido para adiamento e deve fazer-se acompanhar sempre de um parecer técnico fundamentado, que inclui uma avaliação psicopedagógica da criança.*

A decisão é muitas vezes difícil de tomar e pesam também fatores de ordem emocional da criança como o acompanhar ou não o grupo de pares, o ficar desmotivada com a repetição de conteúdos ou a insegurança gerada por se ver confrontada com aprendizagens para as quais não tinha maturidade. Por tudo isto os pais devem tentar reunir o máximo de informação possível e procurar ajuda.

*Para mais informações consultar o decreto-lei nº3/2008 (art.º 16º, alínea c), o Decreto-lei nº176/2012 (art.º 8º) e o Despacho nº5048-B/2013.

Terapia da Fala e Educação Especial e Reabilitação do CADIn

 

 

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Encontro “A apropriação da linguagem escrita nas primeiras idades” 21 de março Évora

Março 19, 2015 às 8:10 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ENCONTRO Apropriação da cultura escrita - dia 21 mar 2015 - Evora PT

A APROPRIAÇÃO DA CULTURA ESCRITA NAS PRIMEIRAS IDADES – Implicações da teoria histórico-cultural 21 de Março |10:30 | Colégio do Espírito Santo A inscrição é gratuita mas sujeita a confirmação através do mail

mafm@uevora.pt

Como os bebés decidem com quem falar

Janeiro 22, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site  http://www.futurity.org  de 12 de janeiro de 2014.

Dean Wissing  Flickr

How babies decide who to ‘chat up’

McGill University, New York University rightOriginal Study

Posted by James Devitt-NYU on January 12, 2015

Babies who understand only one language just assume that other people do, too.

A new study—that also finds the same assumption is not held by bilingual babies—may clarify how babies decide who is worth having a “conversation” with, researchers say.

“Our results not only offer insight into infants’ perception of linguistic abilities, but, more importantly, may help us better understand whom they see as good communication partners,” says Athena Vouloumanos, associate professor of psychology at New York University and coauthor of the study that is published in the journal Cognition.

“Knowing who might make a good communication partner may enhance learning about the many aspects of the world that we learn about from others, including our native languages,” says coauthor Kristine Onishi, an associate professor at McGill University.

Adults of course recognize that others can understand multiple languages. However, it’s less clear if infants share this type of perception.

Babies gaze longer

For the study, researchers examined the responses of both monolingual and bilingual 20-month-olds as they observed a series of interactions between adults with whom the infants were unfamiliar. Here, two adult speakers told an adult listener the location of a ball hidden inside cups using either the same (English or Spanish) or two different languages, which included English and another language (French and Spanish).

Following verbal instruction in one language, the adult always found the ball. Then, in one version of the scenario, the adult following the verbal instruction from a second speaker searched correctly for the ball; in a second version, the adult searched incorrectly (the infants had previously seen where the ball was hidden so knew its correct location).

The researchers employed a commonly used method to measure infants’ expectations: looking time. Previous research has shown that a longer gaze indicates that infants see something they did not expect and therefore visually engage with it longer.

The results show that infants’ expectations about whether the unfamiliar adult was monolingual or multilingual varied the infants’ own language background.

For instance, after the listener gave evidence of understanding one language (by searching for the ball in the correct location), both monolingual and bilingual infants looked longer when the listener then searched incorrectly after receiving information from a second speaker using this same language.

The longer look suggested the infants expected the adult to seek out the ball in the other (i.e., correct) location. However, when information was provided in two different languages, only monolingual infants looked longer when the listener reached correctly; in contrast, bilingual infants looked equally at both outcomes.

That is, monolingual infants, surprisingly, did not expect the adult to understand a second language, even when this second language was the infants’ own language—for example, English-speaking monolingual infants who saw an unfamiliar person respond correctly to Spanish did not then expect that person would understand English.

“The monolingual infants assumed that an unfamiliar person would understand only one language while bilingual infants did not, suggesting that infants do not expect all speech to convey information to all people,” says Vouloumanos.

NYU’s Dean’s undergraduate research fund and the Social Sciences and Humanities Research Council of Canada funded the study.

Source: NYU

 

Falar com o bebé ajuda-o a fazer amigos

Janeiro 21, 2015 às 10:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Pais & Filhos de 14 de janeiro de 2015.

o estudo citado na notícia é o seguinte:

Listen up! Speech is for thinking during infancy

Mother and Baby kissing and hugging. Happy Family

A importância de falar com os bebés desde o nascimento foi recentemente confirmada por investigadores norte-americanos, os quais garantem que quanto mais habituadas as crianças estiverem a ouvir conversas – mesmo que inicialmente não consigam responder – melhores ferramentas sociais possuíram quando forem expostas ao mundo para além da família. Ou seja, farão amigos mais facilmente e também serão capazes de distinguir melhor quem realmente gosta delas.

Os cientistas das universidades de Illinois e de Nova Iorque acreditam que os bebés não só adquirem um vocabulário mais rico, como “ficam apetrechados com capacidades psicológicas, cognitivas e sociais que formam a base do seu processo de aprendizagem”, tal como afirma Athena Vouloumanos, autora principal do artigo publicado no jornal científico “Trends in Cognitive Sciences”. Isto porque a atenção dada a quem fala com elas é também, e em paralelo, usada para as crianças reconhecerem os pormenores e situações que formam o seu mundo.

 

 

 

 

Dia Europeu das Línguas 27 de Setembro no Goethe-Institut em Lisboa

Setembro 26, 2014 às 8:00 am | Publicado em Divulgação, Recursos educativos | Deixe um comentário
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dia2

Um vasto programa cultural com mini-aulas, petiscos, danças, oficinas e concertos irá assinalar na tarde de sábado, dia 27 de setembro o Dia Europeu das Línguas.

Os institutos culturais e as embaixadas sedeadas em Lisboa irão assinalar no próximo dia 27 de setembro o Dia Europeu das Línguas. Entre as 14h00 e 19h00 haverá um vasto programa cultural com entrada gratuita para toda a família, gostos e sentidos. O palco deste festival de línguas será o jardim e as instalações do Goethe-Institut que convida os seus visitantes a mergulhar, com todos os sentidos, em sete línguas europeias: Alemão, espanhol, finlandês, francês, italiano, português e romeno.

O programa começa com mini-aulas de alemão, espanhol, finlandês, francês, italiano, romeno e alemão austríaco, que a partir das 14h30 se repetem de meia em meia hora. Quem, no entanto, quiser conhecer as línguas europeias através dos seus apetitosos sabores culinários, não pode perder os petiscos dos vários países que serão servidos no jardim do Goethe-Institut, nem as massas italianas preparadas na hora, pessoalmente, pelo chef de cozinha Michele Bono, do Restaurante ‘Il Gattopardo’ (Hotel Dom Pedro).

Os visitantes mais pequenos podem, ainda, explorar as línguas europeias através de diversas atividades criativas: escutar com as suas famílias “Histórias Magnéticas”, contadas em português em histórias-concertos, participar numa oficina de teatro com o ator Ulisses Ceia, ou assistir ainda a uma oficina de ilustração com a ilustradora Danuta Wojciechowska.

Quem no final do dia ainda tiver fôlego, poderá participar nas aulas de dança espanholas e romenas ou assistir a um concerto de acordeão francês. E como o melhor vem sempre no fim, será ainda possível ficar habilitado para o sorteio de um curso de línguas, oferecido pelos institutos organizadores do Dia Europeu das Línguas 2014.

O Dia Europeu das Línguas 2014 é uma iniciativa da EUNIC Portugal, uma rede de institutos culturais e embaixadas, e da Representação da Comissão Europeia em Portugal.

Para mais informações:
Manuel Malzbender
Embaixada da Áustria
Tel.: 213 943 900
Email: lissabon-ob@bmeia.gv.at

Local do evento:
Goethe-Institut
Campo dos Mártires da Pátria, 37
Tel.: 218 824 510
www.goethe.de/lisboa
info@lissabon.goethe.org

Mais informações disponíveis em:
portugal.eunic-online.eu
Twitter:
#DiaEULinguas14

 

mais recursos educativos e informações:

http://edl.ecml.at/

 

Teste da UA e do IPS deteta crianças com problemas linguísticos

Fevereiro 14, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Noticia do site da Universidade de Aveiro de 7 de Fevereiro de 2014.

aveiro

Chama-se Teste de Linguagem – Avaliação de Linguagem Pré-Escolar (TL-ALPE), permite avaliar o desenvolvimento linguístico em crianças dos 3 aos 6 anos e pretende ajudar a reduzir a percentagem de crianças – cerca de 10 por cento – que chegam ao 1.º ciclo com perturbações de linguagem por diagnosticar. Concebido por uma equipa de investigadoras da Universidade de Aveiro (UA) e do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) o TL-ALPE permite, de forma simples e eficaz, avaliar as competências linguísticas das crianças em idade pré-escolar nas áreas da semântica, da morfossintaxe e da fonologia. Desempenhos abaixo dos limites normais e não intervencionados em idade precoce podem comprometer o sucesso escolar e social.

O teste, aferido cientificamente para os pequenos falantes da língua portuguesa, está construído de forma a que, intuitivamente, possa ser utilizado pelos profissionais que trabalham diretamente com a faixa etária dos 3 aos 6 anos.

“Educadores de infância, psicólogos ou pediatras podem usar o instrumento para um despiste rápido de uma perturbação no desenvolvimento linguístico das crianças e sempre que necessário devem fazer o encaminhamento para um terapeuta da fala”, explica uma das quatro autoras do teste, Marisa Lousada, professora na Escola Superior de Saúde da UA. Já os terapeutas da fala, através do TL-ALPE, podem não só avaliar detalhadamente as competências linguísticas dos pequenos pacientes como, através dele, elaborar um plano de intervenção específico para os problemas encontrados.

“O TL-ALPE permite avaliar a compreensão auditiva e a expressão verbal oral em várias áreas”, aponta a investigadora que junta a docência à investigação no Instituto de Engenharia Eletrónica e Telemática de Aveiro (IEETA), um dos pólos de investigação da UA. Assim, através do teste “o terapeuta da fala pode avaliar nas crianças a forma como constroem frases, o tipo e a riqueza do vocabulário que utilizam e a compreensão que têm ou não sobre a linguagem”. Mais, os técnicos podem perceber se os pequenos “compreendem frases complexas, se conhecem o significado das palavras que são utilizadas e se são capazes de refletir sobre a linguagem”.

Tratamento precoce é fundamental

“É muito importante a capacidade que este instrumento dá ao terapeuta da fala de perceber como as crianças desta faixa etária estão entre os parâmetros linguísticos considerados normais para aquelas idades”, explica Ana Mendes, investigadora no IEETA, docente no IPS e responsável pelo projeto. “Quanto mais cedo se identificarem as crianças com problemas, mais cedo podem começar a ser tratadas de forma a que, quando ingressarem na escola, já estejam a ser acompanhadas”, explica a autora do teste. “Quanto mais tarde forem intervencionadas mais possibilidades há de terem um grande atraso não só no desenvolvimento linguístico como no cognitivo, escolar e social, com todas as repercussões que isso representa no desenvolvimento do ser humano”, alerta.

Adianta a investigadora que “estando o TL-ALPE aferido para a população portuguesa, o terapeuta aplica-o hoje, implementa o plano de intervenção e volta a usar o mesmo instrumento para analisar a eficácia da intervenção terapêutica”.

Ana Mendes lembra ainda outra das grandes vantagens do TL-ALPE: “Muitas vezes, os terapeutas da fala, como não têm estes instrumentos aferidos, usam o seu próprio instrumento criado por eles ou traduzido de outras línguas” devido ao escasso número de  instrumentos aferidos para o português europeu.

Constituído pelo manual de instruções, por um livro de imagens, por  uma folha de registo e por uma coleção de objetos próprios que estimulam as respostas das crianças de acordo com as indicações do terapeuta, o teste foi desenvolvido no âmbito de dois projetos de investigação financiados pela Fundação Calouste Gulbenkian, pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia e pelo Ministério da Educação e Ciência. Para além de Marisa Lousada e Ana Mendes, o TL-ALPE tem a assinatura das docentes Fátima Andrade, docente no Departamento de Educação da UA, e de Elisabete Afonso, antiga docente da UA, atualmente a dar aulas no ensino secundário.

Editado pela Edubox, uma empresa spin-off da UA, este novo instrumento de terapia da fala estará disponível a partir de fevereiro, estando atualmente a decorrer uma campanha de pré-reserva do TL-ALPE.

Nota: Mais informações sobre o TL-ALPE podem ser obtidas através dos contatos

_ Edubox SA
email: geral@edubox.pt / tlf: 234 380 309

_ Marisa Lousada
email: marisalousada@ua.pt

 

Perturbação Específica do Desenvolvimento da Linguagem : Uma Abordagem Neurolinguística

Junho 2, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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perturba

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Workshops Competências Sociais e Comunicação e Linguagem no Autismo

Março 31, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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autismo

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II Encontro de Terapia da Fala e Educação no âmbito do Dia Europeu da Terapia da Fala

Março 6, 2013 às 11:46 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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fala

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Dia Europeu da Terapia da Fala

European Day of Speech and Language Therapy

 

Workshop: Fundamentos sobre a Aplicação e Cotação do TALC

Janeiro 22, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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talc

O TALC – Teste de Avaliação da Linguagem na Criança é indicado para crianças dos 2 anos e meio aos 6 anos. Tem como objetivos: identificar crianças que funcionam significativamente abaixo dos seus pares relativamente à linguagem, identificar áreas específicas fortes e fracas e promover evidência do progresso da intervenção.

O TALC avalia as componentes de Compreensão e Expressão da Linguagem nas áreas da: Semântica (vocabulário, relações semânticas e frases absurdas), da Morfossintaxe (frases complexas e constituintes morfossintáticos) e da Pragmática (funções comunicativas). O tempo de aplicação do TALC é de 30 a 45 minutos.

 Data e Horário: 26 de janeiro de 2013 (sábado), das 9:30 às 13 h

 Local: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (Parque das Nações)

Objetivos

– Identificar e descrever as áreas do desenvolvimento da linguagem aferidas no TALC;

– Descrever a forma de aplicação e cotação;

– A aplicabilidade do teste no diagnóstico e na formulação de planos de intervenção.

Conteúdos Programáticos

– Desenvolvimento da linguagem: a semântica, a morfossintaxe e a pragmática;

– Descrição das áreas descritas no TALC e os subtestes usados. Discussão da escolha dos itens dos subtestes;

– Forma de aplicação e cotação dos subtestes. Exemplificação com alguns casos práticos;

– Uso do TALC em diferentes problemas de linguagem: um meio complementar de diagnóstico;

– Uso do TALC no planeamento da intervenção: identificação de áreas fortes e fracas e de objetivos de intervenção.

Destinatários

– Possuidores e interessados no TALC.

Nº de participantes

35  (Admissão por ordem de chegada da inscrição.)

Formadoras

  Dra. Eileen Sua-Kay   

Terapeuta da Fala

Master in Education,

Mestre em Linguística (Psicolinguística)

Professora no Instituto Politécnico de Setúbal – Escola Superior de Saúde

Co-autora do TALC

Dra. Dulce Tavares

Terapeuta da Fala

Mestre em Psicologia do Desenvolvimento e Educação (Multideficiência)

Professora na Escola Superior de Saúde do Alcoitão

Co-autora do TALC

Preço de Inscrição

    Até 21 Jan 2013 – 40 €;   Após 21 Jan 2013 – 45 €

Nota: O cheque deve ser passado à ordem de Oficina Didáctica e enviado juntamente com a ficha de inscrição.

Em Alternativa, pode efetuar o pagamento por transferência bancária – o nosso NIB é 0010 0000 3333 5050 0012 2. Neste caso, solicitamos que nos envie o comprovativo da transferência, para que tenhamos conhecimento da proveniência do dinheiro (pode ser por email).

Caso a inscrição não seja aceite, os valores pagos serão devolvidos.

Organização e Secretariado

Oficina Didáctica
Rua D. João V, nº 6-B (ao Rato)
1250-090 Lisboa
Tel.: 213  872 458 – Email: info@oficinadidactica.pt

Visite   www.oficinadidactica.pt

 

 

 

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