Livro para crianças conta histórias de dez cientistas portugueses no estrangeiro

Dezembro 28, 2016 às 3:00 pm | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 25 de dezembro de 2016.

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O actual ministro da Eucação também é protagonista desta história

Um livro editado a pensar nas crianças portuguesas que crescem fora de Portugal reúne histórias de dez cientistas e jovens investigadores nacionais e propõe actividades de apoio à aprendizagem da língua portuguesa.

Joana Moscoso, cientista e directora da Native Scientist, empresa inglesa sem fins lucrativos que promove a aprendizagem integrada de língua e ciência, explicou que o livro Uma Volta Ao Mundo Com Cientistas Portugueses conta a história de dez pessoas espalhadas pelo mundo “e convida pais, crianças e professores a fazerem uma viagem pela ciência e pela língua portuguesa”.

“Leva-nos numa viagem pelos quatro cantos do mundo”, adiantou Joana Moscoso, aludindo à história de Suzana Salcedo, microbióloga em França, Gonçalo Sousa, natural do Porto e engenheiro civil que projecta equipamentos de perfuração petrolífera na Noruega, ou Joana Patrício, uma bióloga marinha natural de Coimbra que, na Comissão Europeia, “ajuda os governantes a perceberem que os oceanos são grandes armazéns de carbono, são reguladores do clima, são fonte de alimento e produtores de oxigénio e, por isso, têm de ser bem cuidados”.

O livro relata também as vivências e experiências de Hugo Natal da Luz, físico que nasceu em Vila do Conde e constrói detectores de partículas em São Paulo, no Brasil; Joana Gil-Mohapel, que, no Canadá, “ajuda a perceber a informação que está armazenada no cérebro”; e Anabela Maia, que trabalha no estado norte-americano de Illinois “e explica porque é que os peixes boiam”, disse Joana Moscoso.

O lote de histórias retratadas no livro completa-se com o actual ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues – doutorado em Bioquímica e que, antes de assumir funções governativas, trabalhou seis anos em Cambridge, Inglaterra, na detecção precoce do cancro -–; José Xavier, natural de Vila Franca de Xira, “cientista que passa largas temporadas na Antártida a estudar os pinguins”; José Fonseca, vimaranense que vive na Cidade do Cabo, África do Sul, e está a desenvolver um telescópio para estudar o universo; e Sónia Henriques, nascida em Torres Novas e que, em Brisbane, na Austrália, procura novos medicamentos para tratar o cancro.

Joana Moscoso, que é investigadora especializada no estudo de bactérias e que depois de uma década fora de Portugal em países como a Suécia, Austrália e Inglaterra, regressou este ano à Universidade do Porto, explicou ainda que o livro “é o resultado de um projecto de dois anos” em parceria com a Ciência Viva (agência nacional para a cultura científica e tecnológica) e a Coordenação do Ensino de Português no Reino Unido do Instituto Camões.

“Foi pensado para as crianças portuguesas lá fora, mas pais, professores e crianças em Portugal poderão achar o livro igualmente interessante. Nele são apresentados cientistas portugueses com percursos nas mais variadas áreas do conhecimento e são propostas actividades [desenvolvidas por professores de língua portuguesa no Reino Unido, com base nos testemunhos dos cientistas], como entrevistas e apresentações orais que permitem a exploração de conceitos científicos e o aprofundamento de competências linguísticas”, frisou.

A fundadora da Native Scientist acrescentou que Uma Volta Ao Mundo Com Cientistas Portugueses, cuja apresentação pública está agendada para quarta-feira, em Coimbra, durante o 5.º Encontro de Portugueses Graduados no Estrangeiro (GraPE) – está disponível para download gratuito e para 2017 está planeada uma “fase piloto” de distribuição de mil exemplares pela rede do Ensino no Estrangeiro do Instituto Camões.”Esta fase tem como o objetivo testar os textos e atividades junto do público-alvo. A informação recolhida durante esta fase será tida em conta no lançamento e distribuição de uma segunda edição”, informou.

descarregar os livros no link:

http://www.nativebooks.net/

 

Concurso de Poesia Faça Lá um Poema 2014

Janeiro 16, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No intuito de incentivar o gosto pela leitura e pela escrita, o Plano Nacional de leitura e o Centro Cultural de Belém, numa iniciativa conjunta, voltam a realizar o Concurso de Poesia FAÇA LÀ UM POEMA (FLP), para que convidam as escolas públicas e privadas, do 1º Ciclo ao Ensino Secundário, de todo o país, Continente e Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

O Concurso vai decorrer entre Janeiro e Março de 2014 e terá a sua Final no Centro Cultural de Belém, integrada nas comemorações do Dia Mundial da Poesia.

Na data mais oportuna, o Plano Nacional de Leitura tornará disponíveis, nesta página, os instrumentos necessários para a divulgação, inscrição e participação no FLP 2014.

Na sequência de outras iniciativas ligadas ao incentivo à escrita e à leitura desenvolvidas pelo Plano Nacional de Leitura, chama-se a atenção para Semana da Leitura que tem como grande tema inspirador a Língua Portuguesa e propõe iniciativas para a celebração dos oitocentos anos de conhecimento dos seus textos escritos mais antigos.

Neste sentido e embora de participação totalmente isenta de constrangimentos temáticos, o Concurso Faça lá um Poema parece adequado à abordagem de temas relacionados, pelo que deixa essa indicação a todos os que nela estejam interessados.

mais informações:

http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/Concursos/index.php?s=concursos&tipo=1&concurso=45

Ciberescola da Língua Portuguesa

Dezembro 4, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Notícia do site da ERTE de 4 de Novembro de 2013.

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A Ciberescola da Língua Portuguesa, propriedade da Associação Ciberdúvidas da Língua Portuguesa (ACLP), disponibiliza, no seu sítio, a alunos e professores, de forma gratuita,1500 exercícios interativos, vídeos, áudios e materiais em PDF de apoio à aprendizagem de português língua estrangeira.

Para além deste serviço gratuito, a ACLP dispõe ainda de cursos de Português Língua Estrangeira (PLE), que exigem o pagamento de propinas, para alunos adultos, ministrados por professores pós-graduados em ensino de PLE, através de videoconferência. As propinas destes cursos permitem a produção de novos materiais, regulados, revistos e testados pelo Instituto de Linguística Teórica e Computacional (ILTEC).

Parte dos alunos com necessidades educativas vão passar a fazer os mesmos exames que os outros estudantes

Março 27, 2012 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 21 de Março de 2012.

Por Bárbara Wong, Clara Viana

Pelo menos uma parte dos alunos com necessidades educativas especiais (NEE) vão passar, já a partir deste ano, a fazer os mesmos exames que os estudantes que não têm esse diagnóstico. O alerta foi feito hoje de manhã durante uma conferência sobre educação especial promovida pela comissão parlamentar de Educação.

Em resposta a questões do PÚBLICO, o Ministério da Educação e Ciência esclareceu que os exames diferenciados, a nível de escola, continuarão a ser possíveis para alunos cegos, surdos ou com limitações motoras severas. Mas os alunos do 6.º com limitações cognitivas farão, já este ano, as mesmas prova finais de Língua Portuguesa e Matemática do que os seus colegas. Estas provas realizam-se este ano pela primeira vez e têm um peso de 25% na classificação final da disciplina.

“Como é que estes alunos farão? Vão confrontar-se com o insucesso”, alertou uma docente do ensino especial, do Seixal. No seu esclarecimento, o MEC frisa que se pretende que os alunos com limitações cognitivas “sejam preparados, com a aplicação das diferentes medidas educativas estipuladas” no diploma de 2008 que inventaria os apoios especializados a prestar aos alunos com NEE, de modo a poderem realizar as provas finais do 2.º ciclo. Já os alunos na mesma situação que estão agora no 9.º ano poderão “ainda realizar provas a nível de escola no presente ano lectivo”.

Segundo o MEC, os exames finais a nível de escola poderão ser também realizados por alunos cegos, com baixa visão, surdos severos ou com limitações motoras severas. Para este efeito, as escolas terão de pedir autorização ao Júri Nacional de Exames, dependendo a realização destes exames de autorização prévia deste organismo.

As escolas terão também de pedir autorização prévia para garantir que os alunos com NEE tenham condições especiais de realização dos exames, confirmou o MEC. Ou seja, os alunos com necessidades educativas especiais podem usufruir de mais tempo para realizar o exame; se forem cegos podem ouvir a prova num cd ou esta pode ser-lhes lida; se for diabético pode parar a meio do exame para comer; se for surdo pode ter presença de um intérprete de Língua gestual Portuguesa, etc; mas só se a escola justificar ao JNE.

No parlamento, professores e pais deram conta que a confusão se instalou nas escolas sobre os procedimentos a seguir. Uma mãe de uma aluna do 6.º ano com necessidades educativas especiais contou ao PÚBLICO que na semana passada foi chamada à escola da filha para lhe comunicarem que ela terá de fazer a mesma prova final que o ministério elaborará para todos os estudantes daquele ano de escolaridade. A filha está integrada numa turma do ensino regular, mas segue outro programa e tem também testes de avaliação diferentes, Disseram-lhe que tinham sido essas as ordens que receberam do Júri Nacional de Exames (JNE).

Actualmente, há alunos do ensino especial com currículos específicos e que não fazem exames. Esta situação destinada a “alunos com limitações cognitivas severas” mantém-se, indicou o MEC. Ou seja, estes alunos não realizarão as provas ou exames finais. Outros estudantes com necessidades educativas especiais cumprem o currículo nacional, embora com adequações, e realizam exames. No entanto, estes são elaborados pela própria escola, tendo em conta as características do aluno.
Essas adequações deixarão de ser possíveis, a partir do momento em que estes alunos façam o exame nacional, ao lado dos que não têm necessidades educativas especiais.

“É chocante a até desumano”, comenta Manuela pereira, docente do ensino especial, que alerta para o choque emocional que esta alteração poderá provocar nos alunos em causa: “Para muitos já é um sofrimento irem à escola, por não terem as mesmas capacidades do que os colegas. Durante o ano lectivo têm testes diferenciados e agora vão ter de fazer as mesmas provas do que os outros”

Notícia actualizada às 20h15 com o esclarecimento do Ministério da Educação e Ciência e alteração do título

Quase todos os alunos do 4º e 6º fazem erros de concordância resultados nas provas de aferição foram melhores em Leitura e Estatística

Janeiro 26, 2012 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 16 de Janeiro de 2012.

Por Clara Viana

Apenas 8% dos alunos do 4.º e 6.º ano consegue escrever frases sem erros de concordância. Em ambos os anos de escolaridade, este foi o item das provas de aferição de Língua Portuguesa, realizadas em Maio por cerca de 216 mil estudantes, que obteve a taxa de sucesso mais baixa, revelam os relatórios com a análise pormenorizada do desempenho dos estudantes divulgados sábado pelo Ministério da Educação.

Também na prova de Matemática houve consonância nas dificuldades demonstradas pelos alunos dos dois anos. Só 19% dos estudantes do 4.º e 6.º ano mostraram saber o que é um múltiplo de um número e o que fazer com um problema que envolva este conceito. Os itens que envolviam múltiplos de números foram os que obtiveram piores resultados nas provas de aferição de Matemática.

Na prova do 4.º ano apresentavam-se quatro números, indicando que alguns eram múltiplos de 3, e pedia-se ao aluno que explicasse o que teria de fazer para saber quais deles cumpriam aquela condição. Na do 6.º ano propunha-se um problema, que envolvia múltiplos de 3 e de 5, onde num intervalo entre 30 e 50 os alunos teriam de identificar o total exacto de moinhos em miniatura existentes numa loja.

Nos dois anos, em ambas as provas, os alunos voltaram a coincidir nas perguntas com melhores desempenhos. Na de Língua Portuguesa, mais de 90% acertaram, numa questão de escolha múltipla, na resposta que identificava qual a ideia principal do texto proposto para leitura. A segunda questão com maior percentagem de respostas certas diz respeito à compreensão do número de linhas pedido para a composição. Na prova de Matemática, em ambos os anos, as questões com melhor classificação solicitavam interpretação de informação contida num pictograma: mais de 90% tiveram cotação máxima.

No geral, os alunos mostraram melhores desempenhos na Leitura e na área de Estatística e Probabilidades. Na disciplina de Português, o 6.º ano foi pior na parte da gramática e o 4.º no domínio da escrita. Na Matemática, os piores desempenhos, em ambos os anos, registaram-se na área dos Números e Cálculo.

Falta de sentido crítico

No 6.º ano, os alunos voltaram a revelar particulares dificuldades na resolução de problemas e na compreensão do conceito de fracção. Num dos problemas apresentados perguntava-se quanto dinheiro tinha uma rapariga levado para férias, sabendo-se que na compra de três livros, a seis euros cada, ela tinha gasto 2/5 daquela verba. “Muitos alunos responderam com um total inferior à parte que foi gasta” e continuam a evidenciar “uma preocupante falta de sentido crítico face à plausibilidade das soluções que apresentaram”, frisa-se no relatório do Gabinete de Avaliação Educacional (Gave) do ministério.

“A falta de sentido crítico advém do tipo de ensino que ainda está vigente no país”, constata a presidente da Associação de Professores de Matemática, Elsa Barbosa, em resposta a questões do PÚBLICO.

Quanto à análise dos resultados por área, esta docente considera que os bons desempenhos a Estatística e Probabilidades se devem, sobretudo, ao seu reforço no novo programa, que começou a ser aplicado há dois anos em todas as escolas, e também às acções de formação de professores desenvolvidas no âmbito do Plano de Acção para a Matemática. Antes este tema “era muito pouco trabalhado e, inclusive, era uma das áreas onde os professores do 1.º ciclo tinham mais dificuldades”, explica.

Já os maus resultados na área dos Números e Cálculo devem-se, sobretudo, ao facto de o actual programa ser “mais exigente”. “É preciso tempo para que se alcancem os resultados esperados”, acrescenta.

Por comparação a 2010, a média global nacional das provas de aferição de Matemática desceu de 62% para 58% no 6.º ano e de 71% para 68% no 4.º ano. Nas provas de Língua Portuguesa, as médias nacionais mantiveram-se no 6.º ano (65%) e desceram de 70% para 69% no 4.º ano. No relatório do Gave chama-se a atenção para o facto de os alunos do 6.º ano continuarem a mostrar “uma grande dificuldade em utilizar diferentes tempos verbais do modo indicativo e em converter discurso indirecto em directo”. Quase metade destes alunos também errou na ordenação alfabética de um conjunto de palavras começadas por “C”. No seu comentário sobre a prova do 6.º ano, a Associação de Professores de Português manifestara surpresa pela existência desta questão, “por parecer pouco exigente”.

Concurso Ler em Português

Janeiro 20, 2012 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, a Rede de Bibliotecas Escolares e o Plano Nacional de Leitura lançam, em 2011.12, a 1ª edição do concurso Ler em Português, com o intuito de promover a utilização da Língua Portuguesa, aumentar as práticas de leitura e aprofundar a troca de experiências entre alunos e professores portugueses e norte-americanos.

Esta iniciativa conta, ainda, com a colaboração, no acompanhamento e divulgação locais, de outras entidades, designadamente a Secretaria Regional da Educação e Formação – Região Autónoma dos Açores, da Secretaria Regional da Educação e Cultura – Região Autónoma da Madeira e do Instituto Camões – Coordenação do Ensino de Português nos Estados Unidos da América.

Mais informações Aqui

Concurso “Vamos Soletrar”

Janeiro 11, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia da Direção Regional de Educação do Alentejo de 3 de Janeiro de 2012.

Concurso “Vamos Soletrar”, 1º/2º Ciclos Ensino Básico, Externato São Filipe, Estremoz.

Mais informações Aqui

Ciberescola da Língua Portuguesa

Novembro 8, 2011 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Já se encontra disponível o novo serviço do Ciberdúvidas – a Ciberescola da Língua Portuguesa – com lançamento oficial previsto para o próximo dia 28 de outubro, nas instalações da Fundação Cidade de Lisboa (Campo Grande, n.º 380).
Pode obter mais informações, aqui.

Texto retirado do Boletim Informativo n.º 131 – 24/10/2011 do CIREP


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